História FuckBoy - Capítulo 15


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber, Kylie Jenner
Tags Colegial, Fuckboy, Romance, Sexo
Visualizações 616
Palavras 1.787
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CHEGUEI MANAS!!! NÃO VOU MENTIR QUE ESSE CAPÍTULO TÁ COM AQUELE FAMOSO TOQUE DE MATAR A GENTE DO CORAÇÃO, AMO MUITO.

JUSRENA É MARAVILHSO S2

Capítulo 15 - Me deixe entrar


Fanfic / Fanfiction FuckBoy - Capítulo 15 - Me deixe entrar

P.O.V Serena.

 

Abro meus olhos e percebo que não estou em meu quarto, ergo minha cabeça e vejo Justin sentado em uma poltrona na frente da cama com o seu computador nas suas pernas e o cigarro de maconha entre seus dedos, enquanto olhava atentamente para a tela do computador, o cheiro de maconha naquele quarto era forte. Olho para baixo e percebo que não estava mais com minha roupa, agora eu vestia uma blusa de Justin; me mexo na cama fazendo Justin me olhar.

 

— Será que eu posso te desejar boa noite? — Pergunta sonolento.

— Você pode tudo, Justin. — Repito a mesma coisa que ele havia me falado na escola. — O que tanto olha nesse computador?

— Sexo. — Responde sem tirar os seus olhos da tela do computador. — Quer assistir? Ele está punindo ela.

— Eu preciso ir embora...

— Eu peguei o seu celular e enviei uma mensagem se passando por você, eu disse que você estava na casa da Julie e iria dormir na casa dela durante esse final de semana. — Responde, me sento na cama e fico olhando para ele.

— E ela acreditou? — Pergunto preocupada.

— Sim. — Responde sem me olhar. — Que gostosa. — Diz rouco ao olhar para tela do computador.

Fico olhando para ele para ver sua reação. Ele mordia os lábios, fuma seu cigarro e leva sua mão até seu pau o apertando. Esse era o ritual que ele fazia enquanto olhava para a cena que se passava em seu computador.

— Eu preciso comprar um chicote. — O escuto dizer.

— Como você trocou minha roupa? — Pergunto.

— Foi fácil, eu te tirei do carro e tentei te acordar, mas você continuou dormindo e então eu tirei suas roupas e te vesti com minha camisa, apenas com minha camisa. — Responde. Me levanto da cama e olho para ele, percebo que ele está pelado.

— E para que você precisa de um chicote? — Finjo que não sei o que ele faria com um chicote. caminho até ele.

— Adivinhe. — Ele coloca o computador na mesinha ao lado da poltrona, sento-me em seu colo de frente para ele, sinto suas mãos tocarem minha cintura e me puxarem para cima.

— Está querendo praticar BDSM, Justin? — Recebo um beijo em meu pescoço. Eu já havia feito uma pesquisa sobre isso depois que vi um filme que falava sobre BDSM, e minha opinião, parece ser algo excitante.

— E quem disse que eu não prático? — Pergunta. — Serena, você pode me considerar como um livro de sexo humano.

— Quando você transou a primeira vez? — Pergunto curiosa.

— Eu tinha quatorze anos e eu tinha uma prima que era quatro anos mais velha que eu. Ela e minha tia vieram passar um tempo aqui em casa na época que meus pais ainda moravam aqui e eram casados, eu e ela decidimos assistir um filme juntos e nesse filme tinha cenas de sexo explícito. Eu perguntei para ela se era bom e ela me perguntou se eu queria experimentar, de primeira eu aceitei a proposta dela e então nós dois transamos, porra foi muito bom! Então eu e ela fizemos um trato, eu e ela transaríamos todas as vezes que nos encontrássemos. Ela me ensinou a maioria das coisas sobre sexo que eu sei e as outras eu fui descobrindo sozinho, com a ajuda de pornografia, livros e algumas experiências sexuais. — Responde.

— E depois disso você não parou?

— Eu só continuo aprimorando meu conhecimento. — Responde, sinto suas mãos deslizarem por minha bunda. — Eu estou apenas te ensinando o básico. — Responde.

— Então me ensine o superior, Justin. — Digo.

— Não tenha pressa. — Responde. Ele apaga o cigarro de maconha o amassando no cinzeiro. — Você já transou com Dylan?

— Não. — Respondo.

— Não ande de calcinha por sua calça, pois há marcas da minha mão em sua bunda.

— Sem problemas. — Sorrio para ele. Eu gostaria de perguntar sobre o assunto dos irmãos dele, mas ele está tão chapado que pode responder qualquer coisa. — Não se esqueça que amanhã é a festa na casa de Ryan e eu preciso ir na minha casa pegar algumas roupas.

— Não iremos, esse final de semana você será minha submissa. — Sinto suas mãos tocarem minha blusa. — Levante os braços. — Ergo meus braços e ele puxa a blusa para cima a tirando e me deixando totalmente pelada em seu colo.

— Submissa? Sério isso?

— Sim. — Afirma. — Eu tenho tantas fantasias sexuais para realizar com você, Serena. — Diz ao pé do meu ouvido fazendo com que eu me estremecesse.

 

Eu também tenho várias fantasias sexuais com ele e uma delas é, ser a escrava sexual dele por uma semana, o motivo dessa fantasia? Um filme que assisti.

 

— Você fazer de tudo comigo, Justin. — Sinto sua língua deslizar pelo bico de meu seio direito.

— Tem certeza do que está falando, Serena? — Pergunta. Apoio meus braços em seus ombro e começo a rebolar em seu pau simulando uma penetração.

Eu preciso desse homem me fodendo.

— Sim. — Afirmo. — E eu concordo, você precisa comprar um chicote. — Paro de rebolar.

 

Ele estica seu braço e pega na mesa ao nosso lado mais um cigarro de maconha e um isqueiro. Ele o coloca entre seus lábios e o acende o tragando, ele retira de entre seus lábios e solta a fumaça em meu rosto, e eu fico admirada. Como ele conseguia ser tão sexy?

— Aceita? — Oferece.

— E se eu passar mal? — Pergunto preocupada.

— Serena, as drogas servem para nos relaxar e nos afastar do mundo. — Responde. — Agora relaxe, mas se não quiser aceitar, não aceite. — Diz. Pego o cigarro de seus dedos e levo até meus lábios o tragando.

 

Não era igual ao cigarro, com o cigarro você não sentia nada, mas com a maconha era diferente. Uma sonolência tomava conta de você a cada trago que você dava nela.

Se alguém estivesse vendo o que fazemos agora, diria que ele está me arrastando para o fundo do poço, mas elas estariam erradas, você só é arrastado para o fundo poço se permitir.

 

*

 

As risadas minha e de Justin eram escandalosas, não havia motivos para as nossas risadas, mas aqui está nós dois como dois idiotas.

 

— Eu preciso de algo mais forte. — Ele me tira de seu colo e se levanta da poltrona.

— Eu sou Justin Bieber e eu não fico chapado fumando maconha. — Engrosso minha voz e rio em seguida.

— Acho melhor você dormir. — O vejo retirar um saquinho pequeno de seu criado-mudo. — O que é isso? — O jogar o pó branco em cima do criado-mudo, me aproximo dele olhando curiosa para cada movimento que fazia.

— O império de Pablo Escobar. — O vejo separar o pó em quatro fileiras. — Isso é cocaína minha querida, Serena. — O vejo inspirar cada uma delas rapidamente e me olhar. Vou até a cama e me deito nela, adormecendo.

 

Agora entendo o motivo de Justin viver sonolento.

 

*

 

Sinto algo molhado tocar minha coxa me despertando, ergo um pouco e olho para baixo vejo a cabeça de Justin entre minhas pernas.

 

— Justin? — Pergunto sonolenta.

— Fique calma. — Ele introduz um dedo em minha buceta. — Somos só eu e você. — Sinto sua língua fazer movimentos giratórios em meu clitóris.

 

Toco em seu cabelo, pressionando a cabeça de Justin contra minha buceta, eu dava lentas reboladas a procura de mais prazer. Sinto Justin segura meu clitóris entre seus dentes e isso é o possível para me fazer gozar em sua boca.

Justin fica de joelhos na cama e se posiciona perto da minha entrada e desliza a cabeça do seu pau pela região, fazendo com que eu morda meus lábios.

 

Seu pau me preenche me fazendo deixar escapar baixo gemidos a cada centímetro que entrava em mim, levo minhas mãos até sua bunda e o puxo para mais perto, na intuição de fazê-lo ir mais fundo.

Justin fazia movimentos rápidos, me fazendo arranhar suas costas. Justin nos vira e eu fico por cima, suas mãos vão em minha cintura e eu começo a quicar em seu, uma de suas mãos vão em meu seio direito o apertando. Me curvo para baixo, deitando meu corpo por cima do dele, sinto suas mãos em minha bunda movendo meus quadris para cima e para baixo.

 

— Você não pode gozar, Serena. — Diz aumentando a velocidade.

 

Nossos gemidos estavam em perfeita sincronia, posso dizer que em quesitos de sexo, nós dois somos a perfeita sincronia.

 

Mordo seu ombro assim que ele aumenta a velocidade das estocadas, o barulho da cama batendo contra a parede e suas bolas batendo na minha região vaginal, deixava tudo mais excitante.

O suor escorria pelo meu rosto, céus, eu não conseguiria segurar.

Justin ia mais fundo, acho que até ele mesmo sabia que eu não suportaria segurar. Levo meus lábios até seu pescoço, mordendo a carne daquela região; ele nos vira novamente ficando por cima, suas estocadas eram fundas.

Sua boca toca meu seio esquerdo o chupando, isso era uma puta sacanagem, ele sabe que esse é um dos meus pontos fracos.

Rodeio minhas pernas em sua cintura, na tentativa de pará-lo, mas minha tentativa é em vão.

Sinto um prazer imenso ao chegar ao meu orgasmo, Justin tem que entender que eu não sou forte como ele. Justin faz alguns movimentos rápidos finalmente gozar.

 

— Eu disse para você não gozar, Serena. — Repreende, ele sai de dentro de mim e se deita ao meu lado.

— Eu não consegui evitar. — Justifico. — Meu carro ainda está na escola. — Me lembro.

— Eu já fui buscar ele, eu precisei sair para comprar algumas coisas importantes, então eu pedi um taxi até a escola e peguei seu carro.

— Que coisas você comprou? — Pergunto curiosa.

— Bebidas, coisas para comermos e drogas. — Responde se deitando ao meu lado e puxa o lençol cobrindo seu corpo.

 

*

 

Já fazia alguns minutos que eu estava olhando para Justin que estava adormecido ao meu lado, e não irei mentir que algumas vezes eu passava o dedo perto de suas narinas para me certificar de que ele estava respirando. Quem o vê dormindo o chama de anjo, mas que o vê acordado chama ele de diabo. E ele não é uma pessoa ruim como todos pensam, acho que ele só precisa ser compreendido por todos; mesmo que ele aja feito um babaca 99% do tempo, ele é legal.

 

— Por que você tem que ser tão cabeça dura? — Passo meus dedos pela lateral direita de seu rosto. — Tantas pessoas querendo se aproximar e amar você, mas você as afasta com esse seu jeito babaca. Deixe as pessoas entrarem no seu coração. — Ele se mexe na cama me fazendo ficar quieta e tirar minha mão de seu rosto, mas por minha sorte ele se mantinha dormindo. — Me deixe entrar em seu coração da mesma maneira que você entrou no meu. — Digo, deposito um beijo em sua testa e me deito na cama, adormecendo logo em seguida.

 

Continua...


Notas Finais


GENTE JUSRENA É MUITO MARAVILHOSO, EU AMAREI E DEFENDEREI JUSRENA COM TODA MINHAS FORÇAS.
AMÉM JUSRENA, AMÉM SERENA, AMÉM JUSTIN E AMÉM FUCBOY E TAMBÉM AMÉM LEITUROAS
AAAAAAAA QUE CASALZÃO DA PORRA!
Espero muito que tenham gostado do capítulo, não se esqueçam de comentar, favoritar e divulgar a fic s2 um beijão e mamãe ama vocês
No próximo capítulo o Justin vai explicar essa história de irmão.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...