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História Fuego En Almas Y Corazones Que Me Contradicen (romance gay) - Capítulo 25


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Capítulo 25 - Vigésimo Quarto Capítulo


Ao chegarmos lá, vamos até a entrada. Ao entramos na casa. Adam fecha a porta. Ele se vira para mim. Com uma mão me puxou pela cintura, colando nossos corpos. Com a outra mão, ele desceu até a minha coxa, a puxando levemente. E um salto, entrelacei minha pernas em torno de sua cintura. Adam beijava meu pescoço e o mordia, enquanto nos levava até o quarto. 

Essa noite vai ser incrível.

DYLAN OFF.

AUTORA ON:

Adam estava tão feliz de finalmente estar com Dylan estar ali, em seus braços. Uma felicidade que não podia ser explicada. 

Dylan gemia vagarosamente, enquanto Adam beijava seu pescoço, era sua fraqueza. Ele amava os toques, jeitos, Dylan simplesmente ama o Adam. Ama o fato de como consegue te levar ao céu em segundos. 

Adam olhava em seus olhos, um olhar de paixão, amor... 

Adam- Eu te amo.

Dylan- Eu te amo.

Uma lágrima escorreu de seu olho. Uma lágrima que demonstrava, alegria, paixão e acima de tudo, saudade. Adam limpou com o polegar a lágrima que caiu. 

Um segundo depois os dois estavam se beijando, com força, vontade e muita paixão. Suas línguas dançavam em harmonia. Adam segurou Dylan em seus braços com firmeza, foi andando para a cama e se jogou de costas fazendo com que ficasse por cima, enquanto se beijavam, Dylan mexia devagar seu quadril esfregando suas ereções, ainda por cima das roupas. 

Um beijo suave se depositou sobre os lábios de Dylan. Ao se separarem Dylan olhou para o Homem a sua frente, ele o queria, não que o já não tivesse, o queria de outra forma.

O beijo era mais intenso, voraz e exigente, ao sentir a pressão causada pelos movimentos de Dylan, Adam soltou um gemido audível e segurou firme os cabelos de Dylan, que agora distribuia beijos e mordidas pelo corpo de Adam, sem muita demora ele tirou suas roupas e passou a beijar o seu peito dando leves mordidas em seus mamilos o que causou uma reação que deixou Dylan ainda mais louco, era a primeira vez que aquilo acontecia e era excitante. 

Adam segurou Dylan pela cintura e inverteu as posições, ficando por cima agora. Retirou lentamente as roupas de Dylan, queria apreciar seu corpo, talvez também deixá-lo mais excitado e o fazendo desejá-lo. Jogou suas roupas no chão ao lado das suas. Agora estavam nus. Não se importava mas Dylan ainda sentia um pouco de vergonha. 

Adam, seus beijos foram descendo por todo o corpo de Dylan e Adam não pôde resistir ao imenso desejo de marcar a pele do moreno, queria deixar marcas em seu corpo, mostrando que de uma forma que ele era seu e que ele era dele. 

Dylan deixou escapar um gemido um pouco alto quando sentiu o chupão de Adam, era uma sensação muito agradável. Adam foi descendo pela extensão de seu corpo, delicado, o marcando. Ao chegar perto de seu membro, que chamava por atenção, parou de marcar a pele de Dylan e levantou sua cabeça, olhando nos olhos de Dylan. Ele queria, Adam sabia disso. Dylan estava enlouquecendo.

Segurou nos cabelos de Adam com ambas as mãos quando sentiu a boca do mesmo envolver com maestria o seu membro, seguido de movimentos com uma das mãos de Adam, não o deixaria chegar em seu ápice, não agora. Depois de alguns minutos nessa posição, Adam voltou a beijar os lábios de Dylan na intenção de fazê-lo sentir o quão bom era o seu gosto. 

Os dedos de Adam desceram numa linha sob o peito de Dylan, estremeceu ao sentir seu toque sobre seus mamilos, chiando baixo. 

Espalmou a mão contra meu tórax, mantendo lá, a glande tocando levemente sua mão e Dylan estava tão maldosamente sensível que teve de morder o lábio para não gemer

Adam pressionou a testa contra a sua, os lábios entreabertos enquanto ambos respirávamos alto, meu corpo se movia minimamente causando um atrito mínimo entre os membros eretos. Dylan poderia implorar para que ele o tocasse, para que me fodesse de uma vez, mas Adam parecia resistir, até o último segundo, ele podia ouvir seu próprio coração batendo, cada vez mais forte enquanto suas mãos o seguravam pela cintura, antecipando cada segundo, até ele não suportar mais.

Os lábios de Adam pressionaram os de Dylan com violência. O tanto que conteve a si mesmo fez tudo ser intenso demais, forte demais, e Dylan não estava reclamando. 

Adam passou os braços em volta de seu corpo, pressionando o quanto possível, fazendo a fricção gostosa do membro de Dylan contra a pele de Adam se intensificar. 

Adam chupava a língua de Dylan com vontade, movendo os lábios de forma dura e lenta, como queria. As mãos desceram até a bunda de Dylan, separando as bandas, enquanto o corpo de Dylan se preparava para tê-lo dentro de-se. 

Adam– Tão pronto pra mim...

Os dedos, circulavam a entrada de Dylan, afundando o mínimo no anel do músculo, o fazendo contrair e gemer em sua boca 

Implorando para que pressionasse seus dedos mais fundo, porém ele apenas provocava, entrando apenas o mínimo e retirando lentamente. Seus lábios moveram até junto da orelha, suspirando as palavras 

Adam– Vira pra mim.

Dylan se afastou enquanto tentava se mover o mínimo, separando suas pernas para que Adam ficasse entre elas, suas mãos seguraram a cintura de Dylan, logo que se virou para ele, apoio as mãos contra a fina camada de tecido. Fechou os olhos, apenas escutando o som frenético de seu coração enquanto as mãos de Adam subiam e desciam pelas suas costas, sentia seu membro contra a pele e respirava pesado em excitação.

Seus lábios entreabriam quando sentiu pressionar a glande para dentro, movendo pouco a pouco. O músculo esmagando-o enquanto era preenchido por completo, tão grande, tão maldosamente bom. Um gemido soou ao sentir sua pélvis contra sua entrada, completamente dentro. Adam gemeu alto, grave, o som vibrou dentro de Dylan, fazendo meus braços tremerem. As mãos grandes seguravam sua cintura, separando e afundando um pouco mais.

Adam– Ah... tão quente 

Gemeu 

Adam– Tão apertado... 

Gemeu mais uma vez, mais grave, o som que fazia Dylan se contrair, a excitação crescente como se pudesse gozar a qualquer momento. 

Sentia-o perfeitamente, as paredes se contraindo em volta de seu membro, lubrificante, que não lembrava de quando Adam avia passado, escorrendo pelas suas coxas até os joelhos. 

Adam começou a se mover, forte, mas não rápido. O som das peles se chocando ficava mais alto e úmido. E maravilhoso. Apertou os dedos contra o tecido sobre a cama, sentindo seus dedos afundarem na cama. Olhos fechados, permaneceu com a boca aberta, como se isso fosse ajudar a respirar, mas apenas gemia, mais e mais alto, até as cordas vocais arranharem. 

Dylan– A-Adam... a-ah 

Exclamou quando sentiu ser acertado em sua próstata, seus olhos literalmente reviraram.

 Dylan– Adam... mais, mais por favor. 

Dylan– Você que mais, amor? Quer mais forte? 

Perguntou, enquanto já o segurava com mais firmeza, forçando o seu membro com mais força e impedindo Dylan de responder, ele balbuciava inutilmente enquanto seu corpo ia e volta em seu membro, tentando formar palavras.

Adam– Você gosta assim, amor? Gosta quando eu faço assim?

Dylan- S-Sim amor, sim... eu... a-ah 

Sentia as mãos de Adam envolverem sua cintura, o puxando pelo tronco até suas costas juntarem ao seu peito, ele continuou, girando os quadris e o ângulo o fazia acertar a próstata em cada estocada, fazendo a visão anuviar. 

Os olhos de Dylan estavam úmidos, os apertou com força, lágrimas de prazer escorriam, sentindo o orgasmo despontar, os lábios de Adam na sua nuca, sugando a pele sensível demais. 

Seus braços soltaram o tórax de Dylan, o fazendo desabar de volta no colchão, seus braços não tinham força para apoiar as mãos novamente, mantendo apenas os joelhos no lugar, escondendo o rosto entre os braços, bastou mais duas estocadas para que Dylan gozasse, metade do rosto enfiado na fina camada do tecido, a boca entreaberta num gemido mudo, sentindo um arrepio longo percorrer todo meu corpo. 

Chiou baixo ao senti-lo se retirar e estocar novamente, bem vagarosamente, Dylan mesmo se virou, sentindo seus braços moles como gelatina, desabando com as costas no colchão.

O som rasgado alto soou do fundo da garganta de Adam, as mãos cravando com força no colchão e seus olhos foram direto para os de Dylan, num pedido implícito de permissão, assentiu num movimento mínimo e seu gemido soou como um grito quando se retirou quase completamente e estocou de uma vez, suas costas arquearam, sentindo o prazer percorrer todo meu corpo num único segundo. 

Ele não parou. As estocadas começaram mais fortes e rápidas, apoio os pés no colchão elevando os quadris fazendo-o atingir a próstata todas as vezes, suas pernas tremiam e ele não conseguiria aguentar manter Dylan por muito mais tempo. Adam respirava alto, os gemidos roucos da garganta áspera deixavam  Dylan louco. 

Adam sustentou o peso do corpo num único braço, usando o outro para erguer a perna direita de Dylan até sua cintura, o ancorando um pouco mais para cima, um gemido alto, quase como um grito, escapou, seus braços desabaram ao lado do seu corpo, agora sustentado apenas por ele 

Adam– É assim? É como você quer? 

Perguntou, movendo os quadris num vai e vem delicioso, manteve os olhos fechados, enquanto gemia em desespero por alívio.

Dylan– S-Sim...sim. É tão... t-tão gostoso 

Soluçou, sentindo o orgasmo vir mais uma vez, enquanto seu corpo queimava.

Estava desesperado por alívio enquanto gozava com força, sujando meu abdômen. 

O corpo de Dylan tremia em espasmos, enquanto Adam continuava estocando, fazendo a sensação prolongar e gritou um gemido áspero, lançando a cabeça para trás. Adam foi reduzindo o ritmo até parar, mas ainda completamente dentro de Dylan. 

Dylan respirava devagar, aquele orgasmo não foi o bastante para desfazer a excitação. Meu corpo se preparou perfeitamente para Adam.

Adam– Tudo bem? 

Dylan- Sim, amor. 

Disse, beijando o canto dos lábios de Adam antes alcançar sua boca, o beijou preguiçosamente, parecia que todas as suas forças tinham sido drenadas. Adam subiu seus beijos pelo o rosto de Dylan, até junto da sua orelha

Adam- hum... só mais um pouco, só um pouco mais

Dylan assentiu, segurando seu rosto entre as mãos e o beijando novamente, sem pressa alguma, ele moveu os quadris, fazendo Dylan gemer contra sua boca. Abraçou as costas de Adam, apertando com firmeza quando moveu-se mais uma vez, as mãos deslizaram até sua cintura, o segurando com força, pressionou sua testa na de Dylan, a expressão impossível de se ler, assentiu uma última vez, vendo o brilho azulado em seus olhos se intensificar. Dylan gostava gostava disso, gostava desse lado de Adam tomando a direção, o tomando como seu.

Adam o penetrava devagar, mas com vontade,  Dylan pressionou os dedos com mais força em suas costas, cravando as unhas curtas sem qualquer piedade, abafando gemidos contra sua pele, marcando seus dentes em seu pescoço. 

Seu corpo parecia queimar, ainda sensível pelos dois orgasmos anteriores, porém implorando por alívio novamente. 

Suas unhas cravaram em Adam com mais violência quando ele começou a estocar mais rápido e forte, o soltou, deitando as costas na cama enquanto segurava seus braços ao lado de seu corpo. 

Seus gemidos soavam como rosnados, graves e fortes, lançando a cabeça para trás, os lábios abertos enquanto seus quadris moviam freneticamente, as pernas de Dylan tremiam a cada impacto, os som das peles se chocando agora mais alto, o som do lubrificante enquanto ele entrava e saia de dentro de Dylan, estava o enlouquecendo. 

Dylan- Ada... a-ah... A-Ada... Adam... 

O nome soou como um grito, enquanto Dylan se contorcia embaixo dele, desesperado por alívio, suas unhas desciam pelo braço de Adam, tentando descontar tudo aquilo em algum lugar.

Dylan– A-Adam, por favo.. 

Choramingou, sem sequer saber o que estava pedindo, Adam olhou em direção a Dylan, o cabelo grudando em seu rosto, coberto de suor, os braços tencionados sustentando o próprio peso. 

Escorregou os dedos pela bagunça de fluidos em seu tórax, mas a antes mesmo de tocar a glande, Adam grunhiu alto, a estocada seguinte quase pontuando a repreensão. Beijando-o na mesma confusão de línguas e dentes, saliva escapando pela boca enquanto seu ritmo continuava brutal e firme, o corpo de Dylan antecipando o clímax 

Adam– Goza pra mim... 

Murmurou contra a boca de Dylan antes de o beijar novamente, faminto. Sua língua explorando a boca de Dylan de forma dura, enquanto suas unhas marcavam a pele de Adam, sentindo as pernas vacilarem a cada nova estocada. Dylan não iria aguentar muito mais 

Adam– D-Dylan... a-ah 

Ele gemeu tão alto, que sua voz ecoou pela cabana, vibrando como se estivesse dentro de Dylan. 

Apertou os ombros de Adam, gritando ao ter a próstata maltratada, sentindo o orgasmo drenas suas forças, desabando na cama, gozando mais dessa vez do que em todas as outras, choramingou com o contato sensível, enquanto Adam gozava dentro de Dylan, gemendo em urros, a respiração trêmula. 

Adam desabou o próprio peso em cima do corpo de Dylan, os braços não suportando mais. O rosto estava na curva do pescoço de Dylan, respirando alto e quente contra a pele.

Ergueu o rosto até estar a altura do de Dylan. Adam o beijou, sem pressa alguma, Dylan senti-o se retirar de se, o fez chiar baixo, o pequeno incômodo pela sensação de vazio. 

A mão de Dylan desceu mais uma vez pelo meu peito até o tórax, deixando-a um carinho gostoso por onde passava. Seu rosto chegou mais perto novamente, pressionando um beijo. Calmo, doce. 

Adam se jogou ao lado de Dylan. Se levantou com dificuldade. Foi até Dylan e o levantou, pegando o no colo. Levou até a bancada do banheiro e o deixou sentado lá. Foi até o quarto e trocou os lençóis. 

Adam após arrumar o quarto, foi até o banheiro, aonde Dylan estava. 

Adam- Deixa eu te limpar, amor.

Dylan- Eu amo quando você me chama assim.

Adam solta um sorriso vergonhoso. Dylan apenas ri de seu ato. 

Após Adam limpar Dylan e a se mesmo. O pegou no colo, não queria que andasse, pois poderia sentir dor. Adam levou Dylan até a cama, agora limpa, o colocando sobre ela com delicadeza, logo após o tapando com o cobertor. Se deitou ao lado de Dylan, esticou o braço, puxando Dylan para se. Dormindo um abraçado ao outro. 

Estavam felizes. Eles finalmente conseguiriam dormir sem se preocupar com o amanhã.



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