História Fugidinha - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Abo, Chanbaek, Pwp
Visualizações 812
Palavras 2.032
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capitulo único.


Tinha tudo pra dar certo. Limpou toda a casa antes da mãe chegar, tinho feito o jantar pra ela e até mesmo havia comparecido a aquela estúpida sessão com o psicólogo que ela dizia que ele precisava por ser jovem e estar presenciando a separação dos pais, bleh, ela achava mesmo que ele não tinha maturidade o suficiente pra compreender.

Fez tudinho mesmo, querendo a aprovação pra ir na "casa de um amigo", mas durante o jantar, tudo que recebeu foi um "Não".

Um "não" seco e simples. Mas Byun Baekhyun se dava por vencido? No dia seguinte, usando a camisa listrada do "amigo", a qual ficava muito maior em seu corpo, pulou a janela seu quarto, escondido que nem um fugitivo. Tinha deixado um bilhetinho na mesa e sabia que mãe iria checar, assim como não se espantaria, já que desde sempre era acostumada com as travessuras do ômega.

Pegou um ônibus que lhe levava até o bairro de Chanyeol rapidamente, chegando lá em 30 hora e se jogando nos braços do mais velho animado.

Um beijo molhado foi depositado em seu pescoço e lhe tirou um sorriso de canto enquanto ele fechava a porta atrás de seu corpo, lhe pressionando contra a mesma enquanto apoiava os braços tatuados a cada lado de sua cabeça.

— Meu neném está tão cheiroso... — Chanyeol lhe elogiou com um sorriso pequeno um tanto malicioso enquanto lambia e mordiscava seu pescoço, provavelmente onde um dia sonhava em lhe deixar uma marca bem bonita. — Agora me diz como conseguiu vir, garoto. Sua mãe sabe ser um pé no saco com suas saídas.

— Mamãe não deixou mas mesmo assim eu vim. Estava com saudades suas, Channie. — abraçou o maior pelo tronco e o beijou o queixo demoradamente, o encarando de um jeito manhoso.

Chanyeol riu levemente com a resposta.

— Você está se tornando um pouquinho rebelde, eu imaginei. E… saudades? Nós nos vimos não fazem nem cinco dias, princesa. — constatou e selou brevemente os lábios, o suficiente para deixar o Byun sem ar e com os lábios finos e rosados partidos em busca de mais. — Isso tudo é vontade de sentar no meu pau isso sim.

As palavras chulas fizeram o ômega tremular levemente, agarrando a barra da camisa preta do mais alto e corando involuntariamente.

— Você é tão transparente, Baekhyun. Ajoelha aí, neném. Vai mamar direitinho antes de fodermos, ok?

O Byun se ajoelhou de costas para a porta, levando as mãos até a calça do alfa e a descendo até o meio das coxas junto à cueca. Ainda conseguia ficar intimidado com o tamanho de Chanyeol mesmo já tendo fodido com ele mais vezes do que podia contar nos dedos da mão. Saber o quanto o nó dele inchava e crescia enquanto ele gozava dentro de seu buraquinho também lhe deixava todo abalado e mexido apenas de olha-lo. Segurou pela base, descendo e subindo seus dedinhos e molhando os lábios com a ponta da língua toda vez que a glande vermelha aparecia e sumia junto com o prepúcio.

A visão do garoto lhe encarando todo admirado sempre lhe tirava o fôlego. Ele era bonito e excitante demais, tanto que não conseguiu esperar ele completar a maioridade para toma-lo. Mas ele já era grandinho demais para decidir os próprios atos, com dezoito anos nas costas e um desejo incansável de ficar fodendo até o sol raiar.

Abriu um sorriso malicioso até demais para alguém já bastante promíscuo como ele ao segurar o queixo do Byun, usando seu polegar para bater fraco no lábio inferior rosadinho, forçando para baixo.

— Põe na boca, bebê. Do jeitinho que você sabe.

Baekhyun sorriu antes de capturar seu polegar na boca, chupando seu dedo vagarosamente antes de liberar com um som estalado. Seu pau pulsou na mãozinha do ômega, tanto que acabou emitindo um rosnado profundo por causa da provocação. O som não intimidou Baekhyun. Meses juntos já haviam provado que Chanyeol nunca seria violento com ele, e também, que aquela pose de alfa bruto e mal humorado só ficava fora de quatro paredes.

Soltou definitivamente o dedo do alfa para substitui-lo pela ereção pulsante. Rodeou a cabecinha molhada com seus lábios, deslizando a língua macia e rosada pela área e sugando devagar pra dentro da boca, a encaixando entre os lábios e dando uma chupadinha forte, tirando um grunhido arrastado do Park.

Após isso, o tirou da boca tão devagar quanto pôs, voltando a o masturbar e sorrindo de canto. A mão alheia lhe atingiu a bochecha com um impacto forte que lhe fez pressionar as coxas uma contra a outra em busca de fricção. Os dedos do alfa invadiram sua boca rapidamente antes dele lhe puxar para chupa-lo mais uma vez.

— Você não precisa nem engolir tudo pra me dar prazer… é um menino talentoso, sabia? — Chanyeol murmurou ligeiramente ofegante e afagou os fios ruivos do ômega, assistindo concentrado em como o menor tinha uma boquinha tão pequena mas mesmo assim conseguia por seu pau grosso na boca, e mesmo que não conseguisse realizar uma garganta profunda, apenas a sucção intensa faziam seus joelhos tremerem. — Isso, continue chupando o hyung…

Baekhyun tomou o incentivo como combustível e se empenhou ainda mais, sendo recompensado com alguns tapas no rosto. Realmente gostava disso; de sentir-se diminuído e as bochechas ficarem vermelhas e ardendo. Era tão gostoso que as vezes até mesmo levava as mãos tatuadas a seu rosto, querendo que o mais velho lhe batesse um pouco mais. O pau pulsava dentro da calça, apertado dentro dos jeans justo que estava usando para vê-lo. Chanyeol gostava de ver sua bunda e coxas marcadas no tecido, e por mais que estivesse usando a camisa folgada dele no corpo, toda essa ideia já deixava-o louco.

Após deixar o pau do alfa bem molhadinho e o nó já chegando a crescer timidamente na base em que bombeava, foi levantado pelo alfa que lhe carregou no colo até o quarto, lhe deitando na cama e subindo em cima de seu corpo após lhe livrar das peças de roupas desnecessárias. O olhar pervertido do alfa lhe fez fechar as pernas, mas não era como se o outro tivesse deixado isso permanecer, logo já estava encostando seus joelhos até o peito, lhe deixando todo aberto.

Os dedos habilidosos lhe abriram e preparam sua entradinha com cuidado e rapidamente, bem, até onde os gemidos de Baekhyun já haviam provocado-lhe demais. Por mas que tivesse bagunçado com o pivete mais cedo, também já sentia falta de estar com ele, assim como de enfiar seu pau nele. Retornou a posição e beijou os lábios entreabertos do baixinho, segurando seu membro pela base e posicionando seu membro na entrada ligeiramente avermelhada pelo "abuso" de seus dedos.

Resvalou, circulando a entradinha com a glande inchada, escutando o grunhido impaciente do ômega.

— Chan…

— Só se prometer que não vai desobedecer sua mãe outra vez. Garotos como você não devem ficar fugindo de casa, já pensou na preocupação da sua mãe? Tenho certeza que pode sobreviver sem o meu pau por alguns dias.

— Mas seu pau é tão gostoso… — confessou manhoso, cravando as unhas nos bíceps malhados do maior e sentindo sua boca salivar. Ele fez menção de afastar-se. — Chanyeol!

— Me obedece, porra, se não eu não te fodo. Anda logo, quero tanto te dar o meu nó. — mordeu o ombro delicado do mais novo enquanto esfregava sua ereção na bunda dele, pressionando o nó que já começava a inchar só pela provocação besta de se roçar no cuzinho que já expelia a própria lubrificação a esse ponto. O menor grunhiu, obviamente ofegante e tão afetado quanto ele. Foi obrigado a bate-lo no rosto para faze- lo recobrar os sentidos, mas o tapa pareceu apenas deixa-lo ainda mais extasiado. — Baekhyun.

O rosnado fez o menor engolir em seco.

— Eu não saio mais sem avisar, tá? Agora mete, alfa, por favor…

Chanyeol se enterrou dentro dele lentamente, sentindo o interior apertado lhe engolir lentamente, comprimido sua extensão. Teve que forçar a base inchada e o som sofrido do menor ao lhe receber lhe fez manter-se parado por uns instantes, além de beija-lo a testa carinhosamente. Se ajeitou dentro e entre as pernas dele antes de puxa-lo as mãos para cima da cabeça, entrelaçando os dedos ao desferi-lo uma estocada forte.

O arfar fez o alfa sorrir de canto, completamente maldoso. Repetiu o ato e os dedos do menor apertaram sua mão com força, provavelmente querendo lhe puxar o cabelo ou arranhar suas costas furiosamente. Para alguém com tanta pose de bom moço, o pequeno Baekhyun perdia o controle na hora do sexo. Meteu fundo novamente e beijou a garganta do menor, escutando a cabeceira começando a bater na parede de maneira barulhenta conforme entrava e saía de dentro da entrada deliciosamente apertada e lubrificada do Byun.

O aperto de sua extensão era glorioso e o ômega ainda gemia gostoso, era quase impossível não intensificar ainda mais os movimentos e por toda a força no quadril, forçando o corpo pequeno contra a cama ao estoca-lo com vontade, provocando um barulho molhado pela penetração. Largou uma das mãos do pequeno para apoiar o cotovelo no colchão, sentindo uma gota de suor escorrer por sua testa enquanto praticamente os deixava de ladinho, erguendo um tanto a perna do menor para cima para melhor acesso.

— Olha, neném. Olha meu pau entrando e saindo dessa bundinha gostosa. — ordenou um tanto ofegante e com a mão desocupada estapeou a bochecha do pequeno que se encontrava de olhos fechados e boca aberta enquanto gemia frases incoerentes. Mas seu tapa e o puxão pelo queixo imediatamente fez o menor despertar, olhando para onde estavam conectados e gemendo manhoso. Os dedos grosseiros se enterraram em sua boca e de bom grado os chupou, contendo choramingos no fundo da garganta ao senti-lo pressionar o pau grosso fundo dentro de si, fazendo sua entradinha acolher a base larga de maneira terrivelmente prazerosa.

Porque certamente não devia gostar tanto; era pequenininho e o outro nada como, o nó inchado esticava seu buraquinho e provocava uma ligeira ardência que devia ser dolorida, mas pelo contrário, sentir-se sendo alargado rudemente desse jeito não soava tão dolorido quanto parecia. Gemia com os dedos compridos enfiados em sua boca, sentindo o maior arremater-se ainda mais forte, o peitoral forte e suado colado em suas costas era algo certamente erótico que lhe tirava o fôlego.

Tão bom… foi pego de surpresa ao sentir os dedos tatuados acariciarem seu mamilo rosadinho, puxando e beliscando. Seu membro abandonado latejou e recebeu atenção em forma de um tapa estalado, lhe tirando um gemido misturado a grunhido enquanto os dedos do alfa saíam de sua boca. O mais velho espalhou a saliva por sua bochecha vermelha.

Sua glande em um vermelho vivo foi tocada brevemente antes de ganhar mais um tapa, e a mesma mão que desceu agarrou seus testículos num carinho indecente. O membro alheio encontrou sua próstata no mesmo instante e foi assim que "viu estrelas", gozando sobre o próprio abdômen com a mão do maior em seu pau e um nó pulsante crescendo contra seu pontinho sensível.

Um choramingo manhoso escapou seus lábios e foi assim que Chanyeol lhe beijou da maneira que podia pela posição. Lhe arrumou ainda de costas pra ele, ficando sobre as coxas dele e descansando contra o peitoral definido. Tinham que estar confortável pelo tempo que iriam ficar "presos" por conta do nó.

E pronto, o cheiro do alfa estava tão forte nele que quando chegasse em casa não teria que explicar apenas o porquê de ter fugido de casa para ver um "amigo", mas também o porquê de cheirar como um ômega marcado.

[…]

Horas depois entrou em casa mancando levemente pelos rounds um atrás do outro, coisa que com o tamanho de Chanyeol só contribuía para fazer um estrago em seu corpinho e em sua bunda. Felizmente a esse horário a mãe estava trabalhando então teria como se recompor (mesmo tendo um tratamento cuidadoso na casa do mais velho).

Chegou no quarto e avistou o bilhete em cima da mesa intocado, do jeitinho que havia deixado, e suspirou. Pelo menos, um problema a menos. Já via até como ia fugir novamente. Queria ver qual seria a reação de um certo alfa.

Já mal podia esperar para ir a "casa de um amigo" outra vez. 



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