História Full Stop - Capítulo 1


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Palavras 2.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fanfic repostada por conta de um probleminha técnico.
Demorei um pouco pra repostar pois estava betando essa belezinha, agora podem curtir essa história maravilhosa com todos — ou parcialmente — os erros corrigidos e detalhes acrescentados.
Obrigada HehSales (Squad On Edits) pela capa e o banner, vamos começar!

Capítulo 1 - Rebellious


Fanfic / Fanfiction Full Stop - Capítulo 1 - Rebellious


00:12, 20 de março de 2018.
Jimin estava em frente à ponte Yanghwa encarando-a e pensando no que ia fazer em seguida. Respirou fundo e limpou as lágrimas que percorriam seu rosto - e as que recém formavam-se nos cantos de seus olhos amendoados - e sentou na beirada da ponte Yanghwa, ficando de costas para o rio Han.
Mesmo aparentemente cheio de coragem e determinação, Jimin ainda queria uma razão para viver. Pensou na família amorosa que tinha, nos poucos amigos e principalmente no seu melhor amigo, Jeon Jungkook. O mais novo quase o fez desistir de acabar com sua vida por alguns instantes, pelo menos até lembrar das últimas palavras que ele direcionou à si.
— Adeus... — Jimin despediu-se entre soluços do mundo. — Inferno... — Fechou os olhos, limpou sua última lágrima que derramada nesse mundo, tomou impulso e lançou-se lá de cima.
Ao cair no denso Rio Han, ele instintivamente começa a se debater, mas com o tempo fora relaxando e perdendo a consciência. Mas agora já não há mais volta...
14:23, 13 de setembro de 2015.
Era uma tarde fria e tempestuosa em Seoul, o tempo estava nublado e nuvens cinzas estavam presentes no céu, dando a impressão de já estar anoitecendo. A pista molhada fez ocorrer um acidente de trânsito horroroso envolvendo dois carros, portanto o trânsito da cidade estava impossível.
Jiseong e Jimin estavam no mesmo táxi e ambos estavam extremamente atrasados para chegar na universidade. Enquanto Jimin estava preocupado em perder a aula, Jiseong não ligava nenhum pouco, muito pelo contrário, ele odiava a faculdade que fazia e se o engarrafamento significasse não ir na aula ele queria ficar preso no trânsito durante horas.
— Aish, essas buzinas e gritos me dão dor de cabeça... — Reclamou o taxista.
— Aigoo... — Jimin resmungou irritadiço. — O professor Bang vai me matar se eu chegar muito tarde.
— Que peninha... — Jiseong proferiu irônico. — Odiaria tanto se ficássemos presos nesse trânsito e perdessemos aula.
— Vira a boca pra lá, Jiseong! — Jimin dá um peteleco na testa do irmão, arrancando xingamentos baixos do mesmo.
— Calma Jimin, a faculdade não vai fugir. — Advertiu com uma carranca. — Relaxa um pouco irmãozinho. Não pode respirar perto da donzela ela é sensível. 
— E você é o ser humano mais vadio que eu já conheci. — Respondeu com uma cara amarrada. — Quer saber de uma coisa? Eu vou pra essa merda andando mesmo. - Jimin destrancou a porta do carro e a abriu.
— Enlouqueceu? — Indagou incrédulo. — Pare com isso, sua peste rebelde! 
Sem dar ouvidos, Jimin saiu do táxi e correu apressado até a calçada, ignorando a chuva e as várias buzinas dos carros atrás de si. 
— Esse moleque só pode estar completamente insano... — Jiseong resmunga e abaixa o vidro. — JIMIN! ENLOUQUECEU?! — Abaixa o vidro. - Idiota...
— Seu irmão é um louco... — O taxista comenta com um sorriso de deboche.
— Você é pago pra dirigir e não pra falar do meu irmão, seu pateta. — Responde ríspido.
— Aish... — Fechou a cara.
[...]
Como não podia correr nos corredores, Jimin andava o mais rápido possível em direção à sua sala após conversar com o rigoroso reitor da universidade e levar um sermão do mesmo. Apesar do sermão e de estar todo molhado por causa da chuva, estava feliz em ter conseguido chegar a tempo mesmo que provavelmente tenha perdido os primeiros minutos de aula.
Jimin mantinha o olhar fixo para o chão enquanto andava com pressa, mas interrompeu seus passos ao sentir uma forte luz em seus olhos. Assim que recuperou a visão, o universitário olhou para o lado procurando pela origem do clarão e deparou-se com Min Yoongi olhando concentrado para a sua Canon.
Yoongi era apelidado de "esquisitão da turma de fotografia" pois ele se tratava de alguém antisocial e ranzinza. O Min também tinha a estranha mania de fotografar coisas e pessoas aleatórias nos corredores ou no pátio simplesmente por lazer.
—  Aigoo... — Murmura e dá um sorriso desconcertado. — Acho que... Esqueci o flash ligado de novo. — Coçou a cabeça envergonhado. - De novo.
— Min Yoongi? — Indagou. — O que está fazendo aqui? A aula já começou, você deveria ter entrado.
— Eu sei disso... — Retrucou curto e grosso. — Eu pedi para ir ao banheiro. 
— Banheiro estranho... — Franziu o cenho. 
— Ei! Não mude de assunto! — Censurou. — E aquela foto que você tirou de mim?! 
Para o espanto de Jimin, Yoongi olhou para o lado e saiu correndo na direção oposta deixando o outro sem explicações. O menor até pensou em correr atrás e cobrar-lhe uma resposta sobre a bendita foto, no entanto desistiu da ideia ao lembrar de seu atraso.
— Ei, pretende ficar aí com essa cara de otário ou vai ir para a aula? — Uma nova voz preencheu o ambiente. 
— C-Cha Seok-Jin? — Jimin olhou incrédulo para o mais velho. Seokjin e Jimin não eram muito amigos, na verdade o mais velho nem falava muito consigo — nem com ninguém — embora o Park as vezes puxasse assunto com o outro nos corredores, a relação de ambos não passava disso. 
— Que fofo, parece um cãozinho assustado. — Riu. — Sim sou eu, parabéns, você vai ganhar um doce! E me chame de Jin, não seja tão formal.
Cha Seokjin tinha a personalidade parecida com a de Min Yoongi e podia-se dizer que ele era tão esquisitão quanto. Jin — como era apelidado — não gostava muito de falar com as outras pessoas, era mal-humorado e não tinha muitos amigos além de Lee Namjoon. Mas sua relação com Jimin não poderia ser chamada de amizade, ambos apenas conversavam regularmente.
— Nossa ainda bem que o Min foi embora, imagina se vocês dois se esbarrassem aqui... — Falou divertido e ria ao imaginar a cena.
— Sério que o Min 'tava aqui? — Jimin assentiu com a cabeça. — Ainda bem foi embora, não suporto aquele branquelo...
— Vocês já tentaram fazer as pazes? — Questionou Jimin. — Aquilo aconteceu há muito tempo.
— Aquilo é uma coisa que nem o tempo me permitirá esquecer, Jimin. — Ditou Seokjin em um tom sério.
— E-essa é minha sala. — Gaguejou e parou na frente de sua sala. — Obrigado pela companhia, tchau. — Abriu a porta e entrou.
— Tchau. — Deu uma risada para si mesmo. — Baixinho.
 [...]
Jiseong chegara novamente atrasado na universidade, mas fora perdoado e liberado para assistir aula pelo reitor por conta do engarrafamento. O jovem universitário culpou o — maldito — taxista, sentia vontade de mata-lo por não ter ido mais devagar, oras, só porque o nome é corrida não significava que o cara teria que bancar o louco e acelerar igual ao Flash. Jiseong odiava a faculdade, odiava ter que fazer medicina e não sabia ao certo o que iria fazer pelo resto da vida, na verdade ele nem entedia porque seu pai queria que ele fizesse faculdade e contruísse uma carreira mesmo sendo herdeiro de uma enorme fortuna. 
Entrou na sala de aula escutando alguma música do Gucci Mane nos fones, — escondidos pelo moletom largo — sentou-se no seu lugar de sempre e deitou a cabeça na mesa como sempre. 
Para distrair-se daquela aula chata, o loiro jogava algum jogo aleatório em seu celular, embaixo da mesa. Após uma série de derrotas, mandou uma mensagem em seu grupo de amigos.
Grupo: Rebeldes Desiludidos da HSU
Membros: Eu [Seonggie34], KimAlien69, noonawan, climbwon, hopefever, joohyun22
Eu: Algm conseguindo aí prestar atenção?
KimAlien69: n consigo nem quero, só tô aqui pq minha mãe me obrigou
KimAlien69: ih vei
KimAlien69: Agora que eu percebi que algum de vocês mudou meu ID
KimAlien69: vão tomar em vossos cus
noonawan: mas é lerdo mesmo
Eu: otário rsksksksjds
hopefever: Porra Taehyung, muda a senha do teu celular ou o Jiseong vai continuar te sacaneando
KimAlien69 alterou seu ID para KimTata81
KimTata81: Pronto, já mudei a senha
noonawan: Legal fera
noonawan: Mas continuando o assunto
noonawan: Minha mãe disse que eu ia ter um futuro brilhante como médica, mas eu tô vendo que isso só vai acontecer se eu tacar porpurina nele
noonawan: pq tá dificil chapa
hopefever: Pesado
hopefever: Mas eu entendo
noonawan: Eu queria ser cantora, mas minha mãe disse que isso é coisa de vagabunda, então uma semana depois de me formar no ensino médio ela me obrigou a fazer cardiologia...
KimTata81: que sad
noonawan: A única coisa que eu gosto em cardiologia são as massagens cardíacas, o resto pode tacar no fogo
Eu: Eu gosto da hora de sair
noonawan: sksksksskskksksk
KimTata81: Jiseong representando
hopefever: Eu até gosto de fazer medicina, mas eu não queria estar fazendo cardiologia
climbwon: Parem de digitar, seus estúpidos.
climbwon: Se vocês não gostam da faculdade respeitem quem está de fato estudando.
Eu: cuidado gente cHEGOU O HOSEOK 2.0
hopefever: sacanagem esse apelido
Kim Taehyung: o pONTO NO FINAL DA FRASE
climbwon: _!_
KimTata81: NOUSSAAAAAAAAAAN
noonawan: ele tá atacado ele
hopefever: Que baixaria é essa aqui, isso é um grupo familiar
climbwon: Odeio tanto vocês.
noonawan: Nem vive sem a gente, eu sei disso
climbwon: Velho, o Jiseong e o Taehyung estão dando agonia no meu TOC com essas letras minúsculas no início de frase.
noonawan: Wonho, por que não faz igual a JooHyun? 
noonawan: Coloca a porra do celular no silencioso e não incomoda
climbwon: quero mais é que se exploda
Eu: odeio essa faculdade
KimTata81: update: odiamos essa faculdade
KimTata81: Bem feito que o teu pai te mandou pra Seul estudar medicina
Eu: Vai ficar do lado daquele puto agora?
KimTata81: não tô do lado de ninguém, só tô falando que tu fez merda
KimTata81: e foi avisado
Eu: jIsEoNg, vOcÊ vAi sOfReR aS cOnSeQuÊnCiaS sE cOnTiNuAr sEndO uM iReSpOnSáVel
noonawan: Rapaz, imagina se o pai do Jiseong pega essas mensagens
climbwon: Ele tá é fudido
KimTata81: vai ser churrasquinho de Jiseong na minha casa
KimTata81: todo mundo convidado
Eu: Gente, eu não aguento mais ouvir a voz do professor Kang, quanto vocês querem pra acionar o alarme de incêndio?
— Vocês aí do fundo. — O professor falou calma e assustadoramente, chamando a atenção dos alunos distraídos.
Em um ato de rápido de desespero, eles escondem seus celulares no primeiro lugar que viram pela frente. Taehyung coloca o celular rapidamente embaixo da coxa, Hoseok coloca dentro do casaco e Seungwan pretendia colocar no chão, mas o suor em suas mãos faz o celular escorregar e cair no chão, fazendo um grande estrondo percorrer pela sala. Apenas Jiseong não fez o menor esforço para esconder o seu celular.
— Merda, Seungwan... — Taehyung xingou baixo.
— Cala a boca Taehyung. — Murmurou de volta.
— Se o meu pai descobre que eu mexi no celular dentro da sala de aula ele me deserda... — Hoseok resmungou.
O professor franziu o cenho e andando lentamente até eles, passou primeiro pela mesa de um Hoseok choroso e recolheu seu iPhone 7. Depois passou pela mesa de Seungwan e recolheu seu Xperia Z3, mesmo com os apelos da aluna. Por último passou pela mesa de Taehyung, o mesmo nem resistiu, apenas entregou voluntariamente o seu precioso LG K10 novinho com o coração apertado.
— Estarei esperando vocês no final da aula para a devolução dos celulares. — Finalizou. — Ah, quase esqueci de você Jiseong.
— Esqueceu o que? — Indagou Jiseong enquanto encarava o professor com um olhar desafiador.
— Não ouse me desafiar, moleque. — Cerrou os punhos e respirou fundo. — Ou você me entrega esse seu celular ou eu ele arranco da sua mão. — O professor olha diretamente nos olhos de Jiseong.
— Por que eu deveria te obedecer, velho? — Deu uma risada irônica.
— Park Jiseong, me entrega logo essa... Esse aparelho. — Corrigiu-se antes de xingar. O professor estava visivelmente louco de raiva, mas ainda conseguia se controlar.
— Eu acho que não tô muito afim. — Encarou o professor com um olhar debochado.
— Eu vou dizer só mais uma vez... — O professor cerrava os dentes e apertava os punhos. Se fosse outra pessoa não seria tão paciente, pensava. — Me entregue logo o maldito celular, Park Jiseong.
— Não, velho. — Negou novamente.
— Para fora da sala... — Disse com os dentes cerrados. — Agora! — Gritou.
— Então tá. — Diz Jiseong com um sorriso satisfeito.
climbwon: Silêncio...
[...]
Felizmente a chuva havia parado, porém ainda não havia sol, muito pelo contrário. Agora só haviam nuvens acinzentadas no céu, o que tornava o clima ainda mais triste. Normalmente, Jimin costumava ficar sentado no gramado comendo juntamente à Jungkook, seu melhor amigo, mas naquele dia teve que ir para o refeitório por conta da grama molhada. O universitário sentou-se em uma cadeira e abriu um pacote Cuttlefish enquanto bebia um Ramune de morango.
— Olá, senhor Park Jimin! — Cumprimentou o moreno visivelmente animado.
— Oi Jeon! — Cumprimentou de volta. — O que te anima tanto assim?
— Ah, nada demais. — Arrancou o pacote de salgadinho da mão do amigo, pegando um punhado, e em seguida coloca de volta em cima da mesa. 
— Ei! Se queria salgadinho era só pedir! — Reclamou e o outro deu uma gargalhada. — Pirralho cretino!
Mesmo já tendo 18 anos, Jeon Jungkook ainda age como uma criança birrenta e egoísta, por isso não tem muitos amigos além de Jimin. Por ser um aluno prodígio e ter pulado muitos anos na escola, o Jeon entrou na faculdade aos 15 anos de idade e decidiu cursar fotografia, sua principal motivação era a vontade de editar, descobrir e ver coisas novas pelo mundo. Típica ilusão de um menino de 15 anos.
— Olha só, eu trouxe burritos. — Mostrou uma sacola branca com um slogan de restaurante mexicano.
— Nossa! — Os olhos de Jimin brilharam. — Nunca experimentei comida mexicana!
— Prepare-se, então. É bem temperado. — Sorriu. — E caso você goste existem mais de ondes esses vieram...
— O que você quer dizer? — Bebeu um gole do seu Ramune.
— Eu... — Jungkook ensaiara aquela fala várias vezes no espelho o que falaria agora para ter certeza de que não passaria vergonha. — Podemos jantar nesse restaurante hoje à noite? Eu pago. — Estava morrendo de vergonha do que acabara de dizer, mas também estava feliz por não ter gaguejado. 
— Sério mesmo? — Jimin perguntou com um sorriso maior de orelha a orelha. O mais novo assentiu freneticamente para disfarçar a vergonha. — É claro que aceito! — Sua fala saiu naturalmente, mas no fundo estava morrendo de vergonha.
— Certo... — Assentiu com um sorrisinho de coelho enquanto atacava um dos pobres burritos.
[...]
— Sério! Vocês tinham que ter visto aquilo! — Dissera Seungwan animadamente após contar toda a história aos amigos que estavam ausentes no momento do acontecido.
— O que me deixa espantado é o Jiseong ainda estar vivo. — Comenta Wonho, colocando o sushi no molho. 
— Ele é corajoso. — Iniciou Joohyun. — Eu teria tido um infarto só de olhar aquela cara de assassino do Kang olhando na minha direção...
— Eu tenho que admitir, fiquei morrendo de medo quando o Taehyung derrubou o celular dele no chão. — Diz Hoseok. 
— Em minha defesa, eu estava nervoso. — Alegou Taehyung.
— Foi graças a "coragem" do Jiseong que nós estamos sem nossos celulares agora. — Suspirou Seungwan cutucando sem ânimo seu Jajangmyeon com os hashis.
— Triste. — Opinou Wonho.
— Olha pelo lado bom, pelo menos nós somos adultos e vamos poder recuperar os celulares no final da aula sem falar com nossos pais. — Diz Jiseong sugando o Jjampong.
— Credo Jiseong. — Diz Joohyun. — Come isso direito.
Em um determinado momento, Jiseong sentiu algo molhado e frio cair em sua cabeça e percorrer o seu tronco, seguido de duas gargalhada altas e familiares para os tímpanos de Jiseong, que imediatamente levantou enfurecido.
— Eita. — Balbuciou Taehyung.
— Eu só vou perguntar uma vez... — Diz Jiseong. — Quem foi... O bastardo?


Notas Finais


Obrigada pela sua leitura e até a próxima =)))))))


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