História Fury - Changlix - Capítulo 5


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Changlix, Exprimra, Fury, Nova Espécie, Stray Kids
Visualizações 121
Palavras 4.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Droubble, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Luta, Romance e Novela, Saga, Slash, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse capítulo contém cenas para maiores de dezoito anos portanto se não gostar de smut pode o pular.


Esse conto originalmente é hetero, então tive de mudar bastante coisas então me desculpem por qualquer erro e etc, nem sei se está bom kkk
E essa fanfic tem somente dezenove a vinte capítulos, não vai demorar para ser terminada e logo em seguida irei planejar Slade.
E obrigada pelos quatorze favoritos! ♡
Aproveitem!!

Capítulo 5 - Capítulo Quatro


 

Felix viu a verdade em sua expressão sombria. Esperava que não punissem Changbin pela morte de Christopher. O técnico o agrediu, planejou estuprá-lo, e o teria matado. Lágrimas encheram seus olhos e teve que piscá-las de volta.

— Eu não sabia. — Odiava perguntar, mas precisava saber. — O que eles fizeram para você?

Um rosnar macio soou e seus lábios se separaram.

— Você quer ouvir os detalhes para desfrutar do sofrimento que você me causou?

— Não! — O aterrorizava que ele o acusava disso. — Eu não achava que fariam algo para machucá-lo. Eu juro, Changbin. Achavam que era muito valioso para ser morto, investiram muito dinheiro em vocês, e honestamente nunca me passou pela cabeça que alguém se preocuparia com a morte de Christopher depois do que aquele filho da puta tentou fazer com você.

— Eles fizeram. — Se inclinou um pouco para frente, olhando para si. — Eles me torturaram em vingança pela morte dele. Eles me fizerem sofrer muito. Você tinha que saber disso. Você era um espião qualificado e evitou a punição pela morte dele.

— Eu só queria salvá-lo. Meu supervisor prometeu que poderia ser questão de apenas alguns dias antes deles tentarem salvá-los se eu conseguisse saquear os arquivos do computador. Arrisquei tudo ao entrar naquela sala para parar Bang de matar você. Menti para todos nas instalações de testes, mas não estou mentindo para você. Não sou realmente um espião. Eu era um enfermeiro, Changbin. — Fez uma pausa. — Trabalhava nas Indústrias Mercile no escritório corporativo distribuindo aspirinas, até que alguém se aproximou de mim para eu me disfarçar. Este agente compartilhou os rumores que circulavam sobre uma instalação de testes secreta que usavam seres vivos como cobaias, humanos, e me indignou saber que uma empresa pudesse fazer isso.

— Por quê? — Seu tom era áspero.

— É diferente quando alguém se oferece como voluntário e permite que uma empresa de pesquisa teste drogas neles. Eles sabem no que estão se metendo e acho que algumas pessoas não têm nada a perder se estão doentes o suficiente para correr esses riscos. E é inteiramente outra coisa quando as pessoas são forçadas contra a sua vontade a fazerem o que quiserem com eles. Os rumores diziam que trancavam as pessoas. Eu trabalhava para eles, o que significava que tinha me tornado acidentalmente parte do que eles faziam. Só queria consertar isso.

— Por que você se importaria com que acontecia comigo ou com meu povo? Por que você arriscaria sua vida para nos salvar?

Felix cuidadosamente escolheu suas palavras.

— O vi de uma sala de observação que acidentalmente descobri dias depois que comecei a trabalhar lá. Todas as portas eram tão semelhantes que pensei que era uma sala de abastecimento. O espelho da sua cela era de mão dupla. E às vezes ia escondido lá para dar uma olhada em você. — Não mencionou que ia diariamente, não querendo que ele soubesse que estava quase obcecado com a saúde dele. — Respeitava sua coragem e você não lhes permitia quebrar seu espírito. O que fizeram foi um crime. Aconteceu de eu estar lá fazendo uma pausa quando BangChan entrou em sua cela e o ouvir dizer que planejava matá-lo. Eu simplesmente não podia ficar sem fazer nada.

Changbin parecia considerar sua explicação.

— Você nunca parou qualquer uma das outras coisas que eles fizeram comigo. Você assistiu quando eles forçavam as mulheres a entrarem em minha cela e batiam nelas para fazerem sexo comigo? Será que você gostou de assistir isso?

O horror manteve Felix em silêncio. Não fazia ideia de que os médicos estavam fazendo esses tipos de coisas. Talvez porque era novato e propositadamente o mantinham no escuro. Chris não havia sido o único a atacar Changbin sexualmente. Isso fez seu estômago doer. Perguntou-se se tentpppariam forçá-lo a fazer sexo com qualquer uma das espécies do sexo masculino se não ajudasse com os testes.

— Eles fizeram você ter relações sexuais com as mulheres? Eu não sabia. Nunca vi nenhuma mulher dentro de sua cela quando estive lá. Foram a outras enfermeiras e técnicos? Nunca ouvi nada sobre isso, Changbin. Eu juro.

— Elas eram Novas Espécies do sexo feminino. Eles tentaram por anos produzir mais de nós. Precisavam fazer mais de nós, mas não conseguiram repetir com sucesso os procedimentos que usaram para nos criar em primeiro lugar. Ouvi o suficiente para saber que o médico que havia com sucesso unido nossa genética com animais os deixou quando éramos jovens, levou suas pesquisas, destruindo o que tinham, e eles queriam mais de nós. Estávamos envelhecendo e temiam que morrêssemos. — Raiva mudou sua voz para um rosnado. — Uma criança ou um filhote? Essa foi uma das piadas que um desses médicos contava. Riu sobre o conceito de descobrir se as nossas mulheres ficariam grávidas. — A voz de Changbin aprofundou-se em um rosnado. — Alguma vez você tentou salvar qualquer um deles de serem forçados a fazerem sexo?

Ele tinha tantos motivos para me odiar. Sua raiva, dirigida a si, foi ainda mais incompreensível.

— Eu não sabia de nada disso. Nunca nem vi uma de suas mulheres. Eu era o técnico de nível mais baixo com muita limitações dentro da instalação. Fiquei em choque mais tarde, quando ouvi dizer que mulheres também foram presas. Só vi homens, Changbin.

— Você não perguntou. As fêmeas eram às vezes estupradas pelos técnicos. Irrita-me que você interveio a mim, mas não a elas.

— Perguntei muitas vezes, mas me diziam que não era da minha conta. Recebi ordens de não forçar demais para a Mercile não suspeitar de mim. Meu supervisor pensou que iriam me matar se suspeitassem de alguma coisa por eu estar querendo saber exatamente o que eles estavam fazendo lá e ele estava certo.

Felix piscou duro para segurar as lágrimas. Sabia que cometerem horrores em nome da ciência, mas as coisas feitas para Changbin o deixaram horrorizado. Eles foram tratados como se fossem cobaias, ferramentas, e nada mais. Colher amostras de sangue, forçar drogas em seus sistemas, e mantê-los trancados era horrível, mas ouvir que os forçavam a ter relações sexuais, os usavam como procriadores, o enojou.

— Acreditei que você não iria me machucar. Você estava ciente disso? Quando eu não rosnava para você toda vez que entrava na minha cela. Não queria assustá-lo. Você vinha com seus sorrisos e era carinhoso com suas agulhas. Quando você matou aquele técnico, num primeiro momento acreditei que fez isso para me impedir de sofrer. — Suas feições ficaram tensas e sua voz mais profunda, cada palavra pronunciada com cuidado. — Mas você me deixou lá para ser torturado pelos guardas pelo seu crime. Bateram-me e se revezavam para me baterem. Alguns deles eram seus amigos. Eles não foram autorizados a me matar, mas causaram um grande dano.

Lágrimas deslizaram pelos lados do seu rosto.

— Eu sinto muito. Eu... — Sabia que nada que dissesse apagaria seu ódio por si, mas tinha de tentar. — Sinto muito. Não sabia que fariam isso. Pensei que só Chris faria isso com você depois que você quebrou seu nariz. Sabia que o valorizavam muito para te matar. Nunca pensei que estavam fazendo experimentos de procriação também. Pensei que estaria seguro o suficiente até eu saquear as provas e até a ajuda chegar até você. Não diria a eles que você o matou, se soubesse que pagaria pelo que fiz.

Suas presas brilharam quando os lábios se separaram.

— Obrigado. É isso que está esperando ouvir? Você o impediu de me estuprar e de me matar. Deveria ser grato pelas horas que fui torturado?

— Não. — Talvez. Confusão o silenciou. — Você está vivo e ele não te estuprou. Isso não conta para alguma coisa? Não fiquei de braços cruzados enquanto isso acontecia. Arrisquei minha vida, indo dentro dessa cela para tentar salvá-lo. Tinha que fazê-los pensar que você o matou em legítima defesa e eu nunca quis mal a você. Tive que fazê-lo, Changbin. Por favor, tente entender. Que a evidência que eu roubei acabou sendo o fator chave que fez o juiz emitir os mandados de busca que localizaram o seu povo. Se eu dissesse aos guardas de segurança que matei Chris eles nunca teriam me permitido sair. Teria morrido e você ainda estaria trancado dentro de uma cela, juntamente com todo o seu povo. Isso não importa, afinal?

Ele respirou fundo. Quando falou, se acalmou um pouco, obviamente, desde que não rosnava mais.

— Desculpas não vai mudar o que aconteceu comigo, entende? Não desfaz o que fez a mim ou como me sinto traído. Confiei em você, mas paguei por suas ações. Não vou te matar, mas pretendo fazer você entender certas humilhações e desamparo.

Changbin odiava ter sido estúpido em confiar em Felix. Os guardas já zombaram dele sobre não rosnar para o ruivo quando entrava em sua cela.

Suportou as palavras duras e acusações de que ele queria montar no macho humano, as provocações cruéis de que ele nunca iria querer foder com um animal, mas o ruivo era sua fraqueza. O sentimento de traição se aprofundou depois daquele dia. Passou meses o odiando, revivendo a tortura que sofreu e culpando-o por isso. Ele o deixou no chão, enviou guardas para bater nele, e em seguida, voltou a ser acorrentado na parede onde o abuso continuou.

Os seres humanos eram falsos, criaturas cruéis. Já havia julgado Felix mal uma vez. A memória dolorosa de suas ações fazia seu coração doer. Nunca permitiria que ele o enganasse novamente fazendo-o confiar nele.

Todo ser humano que acabava gostando o traíra. Memórias de sua infância apareceram. Pensava em Dra. Irene como uma mãe. Dera-lhe cookies, um deleite raro que adorava. Teria feito qualquer coisa para ela. Ela prometeu que poderia ganhar sua liberdade se se tornasse um lutador hábil. Eles até mesmo o gravaram um vídeo dele para mostrar como seus medicamentos trabalhavam em seu corpo.

Era uma mentira usada para manipulá-lo facilmente. Quando eles o levaram para outra unidade, ela riu dele por ter sido incrivelmente ingênuo e estúpido.

O inferno começou depois disso, quando o ensinaram a suportar a dor física. E a tortura continuou até a idade adulta. As surras que sofreu enquanto tentavam criar drogas que curariam os seres humanos mais rápido, as doenças e as dores que sofreu, que quase o mataram, todas essas memórias vieram à tona agora.

Havia uma guarda que prometeu ajudá-lo a escapar. Era jovem, liderada pela luxúria, e ainda experimentara a vergonha do quanto queria montar a mulher. O nome dela deixou um gosto amargo na boca. Lisa tinha aberto suas correntes e a seguiu para fora de sua cela, por um longo corredor, direto para uma armadilha que fizeram para testar suas habilidades de luta contra uma dúzia de combatentes fortemente armados.

Eles o acertaram com pedaços de pau e atiraram nele com armas de choque, e Lisa incentivava os guardas na lateral, enquanto lutava para sobreviver. Depois se agachou por seu corpo ensanguentado, sacudindo a cabeça. Suas palavras mataram algo vital dentro dele.

— Você realmente não achou que eu queria que me tocasse, não é? Você não passa de um animal, 416. — Ela sorriu para os homens ao seu redor e ficou de pé. — Pena que não é permitido matá-lo. Leve-o de volta para a cela. Você gravou tudo, Min? Isso deve impressionar Dr. Lee com o quanto ele lutou antes de cair. Um dos médicos tem uma nova remessa de medicamentos que querem testar nele para ver se podem acelerar o processo de cicatrização. Bom trabalho, rapazes.

Perdeu a consciência depois, mas se tivesse acordado, teria tentado matá-la. Queria se vingar de todos que já o feriram, mentiram para ele, e o traíram.

Felix olhou para ele com seus grandes, temerosos lindos olhos. Se não estivesse cara a cara com ele, será que iria rir do quão estúpido ele foi em confiar em si? Se foi uma fonte de divertimento por tê-lo permitido entrar na cela dele sem rosnar para ele ou por lutar em suas correntes? Será que riu com o pessoal por o 416 não parecer odiá-lo?

— Ficarei longe de você se me deixar ir. É isso o que você quer, certo? Vou me demitir e deixar Homeland. — Esperança surgiu em seus olhos castanhos. — Você nunca terá de me ver novamente.

A raiva cresceu, quente e feroz, por todo o corpo de Changbin. Se estivesse realmente arrependido de suas ações, tomaria qualquer punição que ele quisesse dá-lo. Isso é o que

pessoas honradas faziam. Ele lhe disse que estaria disposto a fazer qualquer coisa para fazer as coisas direito entre eles, mas agora ele pediu misericórdia. Um rosnado irrompeu de sua garganta.

Felix viu as expressões do seu rosto mudarem com a raiva que queimava no seu olhar. Percebeu que pedir para ser libertado de alguma forma o aborreceu.

Moveu-se então, pegou o cobertor, e sacudiu. Num piscar de olhos jogou para longe da cama para expor a nudez de Felix. Levantou-se e olhou para ele com uma expressão insensível.

— Você deve entender como é ficar pelado, incapaz de se mover, enquanto outra pessoa tem controle total sobre você. Isso é parte do que você fez comigo. Você viu cada centímetro de mim. Qual é a sensação de estar impotente, Felix?

Constrangimento aquecia suas bochechas e tentou se mover, rolar para o lado, mas o amarrou com muita força. Só podia enrolar as pernas protetoramente enquanto tentava usá-los para cobrir o sexo. Conhecia a humilhação sem ele fazer isso a si, mas não disse isso em voz alta.

— Depois, tocar fazia parte do processo, farei isso com você também. Justo, não é? Você sabe como é ter as mãos de alguém deslizando ao longo de sua pele? Tocar a sua parte íntima? Entendo que você precisava remover aquela coisa dolorosa que ele colocou em mim, mas o seu toque foi demorado. Não pense que eu não percebi.

Felix endureceu com o choque e pavor, mas então respirou rápido. Não foi fácil, mas lutou para acalmar o pânico que tentava possui-lo. Entendia que ele precisava de vingança. Não podia se vingar de BangChan, porque ele o matou e deixou Changbin para sofrer por si. O encarou, tocou em seu corpo, em cada centímetro nu dele. Supunha que merecia. Disse que não o mataria. Poderia aguentar se o humilhar for o pior do que planejava. Foi espancado e torturado. Algum embaraço parecia inofensivo em comparação.

— Vá em frente e olhe. Eu entendo. — Abaixou as pernas apoiadas no colchão e ficou quieto. — Só, por favor, não me machuque.

Um olhar confuso marcou suas características quando seus olhares se chocaram. Ele olhou para o ruivo enquanto subia na cama e se arrastou para cima dele de quatro.

— O quê? — Soou tão chocado quanto parecia.

— Eu entendo — sussurrou. — Faça.

Cerrou os dentes, mas depois baixou seu corpo sobre o dele até prendê-lo sob ele. Se aterrorizá-lo era seu plano, ele conseguiu. O silêncio se estendeu entre eles. Sua frequência cardíaca diminuiu.

— Psicologia reversa não funciona em mim, mas quero que saiba que não vou te machucar — sussurrou. — Nunca faria você sofrer o que sofri. Nunca poderia te machucar ou fazê-lo sangrar. Acredito que pensei em algo mais apropriado. Vou tocá-lo. Você sabe o que é pior do que ser torturado?

Não queria saber a resposta. Até agora, todas as respostas de Changbin deram boas esperanças. Esperou por uma resposta, embora não queria que sua raiva retornasse. Tinha que dizer alguma coisa.

— Não. Eu acho que dor é a pior coisa.

— É quando o seu próprio corpo te trai por querer algo que sabe que não deveria. Você aprende a esperar ser decepcionado pelos outros, mas nunca por si mesmo. É uma lição grande e humilde para aprender. Isso também irá nos dar a resposta para uma pergunta que está na minha mente neste momento.

O que isso significa? Franziu o cenho. Ele sorriu. Seu coração disparou quando seu olhar baixou para o seu peitoral. Com uma mão esfregava seu estômago tão levemente que fazia cócegas. A palma de sua mão deslizou mais para cima e agarrou um de seus mamilos com uma mão quente, grande. Alarme disparou em Felix quando pressionou suavemente.

— Macio. Para um homem do seu tamanho, são mais macios do que eu esperava. — Ele abaixou a cabeça quando largou o bico do seu mamilo.

Felix suspirou quando sentiu seu hálito quente em no bico do botão rosado segundo antes de boca de Changbin, quente e úmida se fechar em volta dele. Seus dentes rasparam a pele sensível enquanto passava a língua áspera sobre seu mamilo. Felix estremeceu debaixo dele e apertou os olhos bem fechados.

Prazer correu de seu mamilo direto para sua barriga que tremia. Mordeu o lábio para silenciar um gemido, chocado por ter reagido tão fortemente a ele. Chupou mais forte, os puxões fortes de sua boca enviando choques pelo corpo inteiro de Felix. Não o machucou, mas sabia que poderia. Sentiu suas coxas umedecidas e as apertou sob seu corpo, prova do quão excitado ele estava.

Isto é pior, pensou, quando seu corpo reagiu à sedução de Changbin. A excitação que forçou-o sentir fez seu estômago apertar e com toda a força que ele puxava, jurou que podia sentir em sua entrada. Os lábios implacáveis se recusaram a soltar o bico de seu mamilo, o prazer quase ficou doloroso, e seu corpo queimava. O que ele fez consigo foi a coisa mais incrivelmente erótica que já havia experimentado. Mordeu o lábio, mas foi incapaz de impedir o suave gemido que escapou.

Sua boca puxou seu botão de novo, deixando o mamilo tenso. Felix engoliu em seco, enquanto olhava para um par de intensos olhos castanhos. Um grunhido suave veio do fundo de sua garganta. Ele desviou o seu olhar do dele para voltar a atenção para seu corpo mais uma vez.

— Veja, Felix. — Falou com uma voz rouca, sexy. — Estou no controle de seu corpo. Você não pode me impedir por fazer você responder desse jeito agora. — Olhou para cima para cruzar olhares. — Apesar do que Christopher fez comigo naquele dia, eu queria você, e esta é a vingança perfeita. Você fez meu pau endurecer depois que me tocou e o cheiro da sua excitação encheu a minha cela. Doeu-me mais do que o seu abandono. Agora você tem um gosto de conhecer o desejo não realizado colocados lá por alguém que tentou resistir.

O ruivo olhou em seus olhos enquanto ouvia as palavras. A vergonha da resposta do seu corpo pela irresistível sedução, o deixou sem palavras. Sua dignidade definitivamente ficou ferida. Foi traído por um formigamento no seu corpo com o toque de um homem que o odiava. Esperava que ele se sentisse melhor, achava que se estivessem quites, o deixaria ir. Relaxou sob ele. Sim, esta é definitivamente uma maneira perfeita para se vingar, concordou. Piscou para conter as lágrimas, esperou até que estivesse calmo o suficiente para falar novamente.

— Será que estamos quites agora? — Odiou o jeito como falou em um sussurro sem fôlego.

Olhos escuros levantaram para olhar para ele.

— Quites? Ainda não. Eu disse a vingança perfeita.

— Mas você acabou de...

Ele rosnou em voz baixa.

— Eles me machucaram por horas. Poderia atormentá-lo por horas com a minha boca e mãos. Há muitas maneiras de fazer alguém sofrer.

Felix ficou boquiaberto com ele. Desceu mais para baixo e as mãos cercaram suas coxas para afastá-las. Seus braços deslizaram sob as pernas dele e os envolveram em torno delas para deixá-las abertas com os ombros pressionando contra a parte interna de suas coxas.

Felix tentou juntar os joelhos após o choque inicial, mas o corpo dele estava no caminho. Ele desviou sua atenção de seu rosto para onde tinha seu pênis gotejante exibido abertamente sob sua face, parecia estudá-lo, e depois sua cabeça abaixou. Choque, espanto, surpresa agarrou-o. Podia sentir seu hálito quente tocá-lo na sua virilha e na glande rosa.

— Espere! — Felix lutou, mexeu seus quadris, e tentou sair de seu poder, quando ele virou o rosto para lamber a parte interna de sua coxa. Ele o empurrou da cama, tentou se contorcer, mas se recusou a soltá-lo. Mostrou sua força quando o apertou mais, até que não conseguisse se mover. Sua mandíbula esfregou em sua pele, na parte mais alta da coxa interna, indo para frente e para trás, acariciando suavemente.

— Será que você manteria suas pernas abertas para que eu possa tocá-lo com minhas mãos? Liberarei seus pulsos da cabeceira da cama, se você fizer como eu digo.

— Eu não faço isso no primeiro ou no décimo quinto encontro. Não estou confortável com alguém lá embaixo. —  puxou freneticamente a fita que amarrava seus pulsos. Mexia seus quadris, mas não conseguia se livrar de seu abraço poderoso. — Me castigue de alguma outra forma, mas não assim. Eu irritei você, mas não propositadamente o envergonhei, certo? Você quer fazer o mesmo, mas eu não coloquei minha boca abaixo da sua cintura.

— Não achei que você concordou. Vou usar as minhas mãos para te segurar.

— Não assim — implorou.

Changbin inclinou a cabeça.

— Assim?

— Não me toque apenas para se vingar.

— Oh, Lix — respondeu asperamente. — Eu quero você. Não percebeu isso? Isto é muito além de algo tão simples como vingança. Diga-me sim para que eu possa nos dar o que precisamos.

Felix viu paixão arder nos seus lindos olhos castanhos. Parecia incrivelmente sexy e seu corpo doía com a necessidade de ver seu belo rosto entre suas coxas, tão perto de onde ele o machucou mais, e ele relaxou. Assentiu com a cabeça, percebeu que provavelmente perdeu o juízo, mas a expressão de alívio de Chanhbin valeu o seu acordo.

Felix suspirou quando sua língua tocou o ponto mais sensível em seu corpo. Seus lábios selaram a sua glande dando uma sucção forte na mesma. Felix congelou, ficou renda, e as sensações de sucção espalharam por todo seu corpo.

Ele está realmente fazendo isso. Ele...Oh Deus. Isso é tão bom.

Sua língua tinha uma textura incomum e a resposta que ele tirou dele com cada lambida, cada chupada, quase doía, mas da melhor maneira possível. Manteve a pressão e sua língua se movia contra seu pênis sem pausa, sem hesitação. Não conseguia parar de fazer parar os gemidos altos que encheram a sala, enquanto jogava a cabeça para trás, seus dedos apertando o material em torno de seus pulsos, apenas algo para se pendurar.

Ele vai me matar de qualquer jeito, pensou. Não ia estrangulá-lo ou quebrar seu pescoço. Planejou lambê-lo até a morte, fazer seu corpo doer de forma deliciosa, e chegar ao clímax doía dolorosamente. Tentou pensar, tentou se lembrar que odiava os homens que desciam para aquela área, nunca havia gostado, mas um rugido de Changbin mandou fortes vibrações contra a área inchada.

Perdeu a linha de pensamento, apenas era capaz de sentir só ele, Changbin, e sua boca que o fez tremer e queimar com vontade.

O clímax bateu brutalmente, uma explosão de êxtase que o fez chorar em voz alta, uma vez que percorreu seu corpo trêmulo. Seus músculos tremeram, sacudiram, e sua mente desligou. Perdeu toda a capacidade de pensar, de formar palavras, apenas foi capaz de experimentar a névoa de prazer até sua boca o largar.

Felix teve de recuperar o fôlego. Seu corpo super sensível estremeceu quando suas mãos liberaram suas pernas suavemente e a pele quente o esfregava, a parte inferior do estômago, e depois seu peitoral quando ele levantou de seu corpo até que estivessem cara a cara.

Se o matasse agora, nem se importaria. Parecia um marshmallow. Desossado. Droga, pensou, nunca me senti tão bem em toda minha vida. Abriu os olhos para olhar em seus belos olhos escuros.

— Eu deveria ir embora da sala, deixando-o aqui sem nem olhar para trás. Isso foi o que você fez comigo.

Não me importo mais se ele está mentindo para mim, Changbin pensou, lambendo os lábios, o gosto doce de sua paixão conduzindo sua necessidade de possuí-lo completamente com uma dor insuportável. Ele era tão doce, tão sensível, e não queria mais pensar o pior dele enquanto olhava os seus belos olhos. Ele queria acreditar, pelo menos pelo momento que esteve com ele, que cada palavra que ele pronunciou seria a verdade absoluta.

Patético, ele silenciosamente repreendeu sua linha de pensamento. Tinha perdido a cabeça por um humano pequeno e frágil. Jurou nunca permitir ficar muito perto, mas estava deitado, em uma cama com seu Felix.

Não só perdeu seu temperamento, mas controlou seus impulsos animais e sua mente. Também perdeu seu coração para ele. Era humano, não era confiável, mas ainda o queria. Quando me tornei um masoquista?


Notas Finais


Créditos à Laurann por criar a saga NE.


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