História Fury - Kaisoo - Capítulo 24


Escrita por:

Postado
Categorias EXO
Personagens Do Kyung-soo (D.O), Kim Jong-in (Kai)
Tags Kaisoo
Visualizações 240
Palavras 4.097
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aqui está mais uma atualização 🤗👏🏻.

Esse capítulo está emocionante, chega sobe os arrepios🤤🥴.

Eu gosto muito de mel e vocês?

*Tá, mas vocês viram o debut de Super M? Vão lá ver o MV que está maravilhoso, eles estão maravilhosos, lindos e perfeitos.*

Boa leitura migles ❤😘
(Não revisado)

Capítulo 24 - Capítulo 23


Kyungsoo estudou o Diretor Tom Quish com suspeita. O homem de olhos azuis tinha um rosto bonito para alguém de sua idade. Adivinhou que com seus sessenta anos e em boa forma. Podia ver claramente desde que usava uma blusa e um par de calças de moletom. Estava correndo antes de parar na casa de Jongin. Foi uma surpresa encontrá-lo na porta quando a campainha tocou.

Reconheceu-o da sala de conferências, jamais poderia esquecer o homem que demitiu o Diretor Boris. Foi uma coisa gratificante de ver.

— Posso entrar?

Kyungsoo saiu da casa e foi até a varanda ao lado dele. Viu dois oficiais NE do outro lado da rua, sabia que Jongin os mandou vigiar a casa, mas quando encontrou seus olhares, não viu alarme. Eles, obviamente, não acreditavam que o novo diretor era uma ameaça para sua segurança. O teriam impedido de alcançar a porta da frente de qualquer forma. Relaxou um pouco.

— Não é realmente a minha casa, como você sabe, e não me sentiria confortável convidando-o para dentro. — Respirou profundo. — Posso ajudá-lo?

— Espero que sim. Estou aqui para oferecer o seu trabalho de volta ao dormitório das mulheres. As mulheres respeitam e gostam muito de você, Sr. Do. Decidiram substituir a mãe da casa e o seu nome veio à tona, elas querem você.

Kyungsoo tentou esconder o desânimo causado pela sua declaração. Os olhos do homem estavam frios e azuis, lembrando-o pedaços de gelo. Embora tivesse linhas de riso ao redor de sua boca, desviou seu olhar frio e desconcertante. Parecia bom o suficiente e acreditou que seus motivos eram honestos, mas não sabia como responder. Se aceitasse o emprego, teria que deixar a casa de Jongin e não queria fazer isso.


— Posso pensar nisso? — Acalme-se, ordenou a si mesmo. — Foi muito traumático para mim quando fui demitido. Isso me deixou sem-teto e desempregado, ao mesmo tempo.

Ele percorreu seu olhar para cima e para baixo dele. Seus olhos eram inteligentes, talvez até demais.

— Claro que você pode pensar sobre isso. O trabalho é seu se quiser. Gostaria apenas de pedir que se decida em breve. Precisamos de uma supervisora no interior do dormitório o mais rapidamente possível. Como você sabe, temos mais mulheres que chegarão dentro das próximas semanas.

— Não sabia disso — admitiu Kyungsoo. — Pensei que iam apenas enviar umas poucas dúzias de mulheres no início para terem certeza de que seria um bom ambiente.

— Decidiram que é. — Ele sorriu. — Você ajudou a tomar essa decisão. Cada mulher no dormitório altamente indicou você como um modelo positivo. Ouvi dizer que suas aulas de culinária eram as favoritas.

Kyungsoo sorriu de volta.

— Tentei torná-las divertidas.
— E você conseguiu. Elas gostam muito de você.
— Sinto falta delas — ele admitiu. — Gosto delas também.

— Ouvi que precisaram de ajuda para aprender como fazer quase tudo.

Kyungsoo deu de ombros.

—Ficaram trancadas no interior de celas estéreis dentro das instalações de teste. Aprender a tirar poeira, fazer café, e cozinhar panquecas não era exatamente algo que tiveram a oportunidade de saber onde foram criados. Lembro-me como assustadora era a máquina de lavar quando me tornei uma adolescente e minha mãe me disse que eu tinha que lavar minha própria roupa. Quando são criados com todo esse material, você aprende um pouco de cada vez. Elas
tiveram toda essa tecnologia de repente empurrada para elas, são todas as coisas que nós não damos valor. Imagine enfrentar uma secretária eletrônica quando você nem sequer sabe o que era um telefone antes.

Algo despertou interesse em seu olhar.
— Elas falaram com você sobre suas vidas antes de serem libertadas?

Kyungsoo estudou o homem desconfiado. Recusou-se a compartilhar detalhes privados que lhe havia sido dado na amizade.

— Algumas. Por quê?
Sua expressão suavizou.
— Li os relatórios e conversei com um monte deles. É horrível o que tinham de lidar em todas as suas vidas. Jurei a Justice North que faria das tripas coração para garantir que o resto de suas vidas não sejam nada semelhante ao passado. É muito importante para mim que os Novas Espécies sejam felizes e seguras. Quero o que é melhor para eles e acho que isso inclui você, por suas mulheres.

Isso o tocou. Kyungsoo teria aceitado o emprego de volta num piscar de olhos, se não fosse por ter deixar Jongin. Pegou um brilho de satisfação dentro dos olhos de Tom Quish e abriu a boca.

— Você é realmente bom em manipulação. Você sabia disso?
Um sorriso curvou nos lábios.

— É o meu trabalho. De que outra forma você acha que fui capaz de obter todo o financiamento para Homeland tão rapidamente quando os militares falavam em desistir? A razão é quase totalmente construída e podemos mudar para aqui tão rápido porque tinha sido marcada para uma nova base do Exército. Charme e bons amigos em posições altas têm suas vantagens. Você vai assumir o cargo, Sr. Do?


Queria mas não podia.
— Tenho que pensar sobre isso ainda.
— Você parece como alguém que vê um doce que deseja muito, mas está com medo de pegá-lo porque você foi ensinado a nunca confiar em estranhos.

Ele sorriu.

— Não poderia ter dito melhor.
— Sou bom com as palavras também.
— O que está acontecendo? — Jongin invadiu a calçada olhando para o novo Diretor de Homeland. Moveu-se para o lado de Kyungsoo, tenso e irritado.

Kyungsoo olhou para ele e quis recuar. Olhava como se fosse um namorado ciumento, e adivinhou que ele era. Se não conseguir controlar suas emoções o Diretor teria que sido um idiota se não visse que estavam envolvidos. Olhou para ele e deu-lhe um olhar de advertência, mas se recusou a olhar para ele. Estava muito ocupado olhando ameaçadoramente para o Diretor.

Tom Quish deu alguns passos para trás.
— Estive conversando com o Sr. Do. É bom ver você de novo, Sr. Jongin.

— O que você quer com ele? Ele fica aqui. Você não tem poder para fazê-lo sair.

O olhar de Quish foi de Jongin para Kyungsoo e depois para Jongin de novo. Kyungsoo quase podia ver a mente do homem estudando a cena, seus pensamentos indo onde temia, e o que só confirmou quando deu mais um passo para trás, cauteloso. Uma expressão — Oh merda — empalideceu suas feições bronzeadas.

— Vim para oferecer o Sr. Do seu emprego de volta. As mulheres realmente sentem falta dele e dispensaram a última mulher que ocupou a posição da Sr. Do. Afirmaram que desejam o Sr. Do de volta para o dormitório. Disse a Justice que as mulheres poderiam escolher a sua própria mãe da casa. Vim aqui para lhe dizer que o trabalho está aberto e disponível para ele se estiver interessado.

— Ele não quer isso — declarou firmemente Jongin em um rosnado furioso.

Merda, pensou Kyungsoo. Jongin não está se mantendo calmo de jeito nenhum. Seu olhar voou para Tom Quish. Estudou-o e então ele olhou para Jongin novamente.

— Ele poderia continuar vivendo dentro de sua casa, se você está preocupado com sua segurança. Podia trabalhar no dormitório durante as suas horas de trabalho. Não é exatamente as horas de trabalho que implicavam, mas tenho certeza de que todos seriam capazes de trabalhar em torno de uma agenda se você achasse adequado.

Jongin finalmente olhou para Kyungsoo.

— O que você acha?
Espantou-o que pensou em pergunta-lo a sua opinião depois de como reagiu antes,
recusando-se da oferta de emprego. Assentiu. Sabia que Tom Quish assistia a ambos com fascínio.

Jongin acenou de volta. Seu foco voltou a Tom Quish.

— Ele vai aceitar o trabalho na condição de que viva comigo.

Tom olhou divertido de repente.
— Ótimo. Sr. Do, você pode começar amanhã às nove?

— Sim — respondeu antes que Jongin pudesse abrir a boca e falar por ele novamente.

O diretor parecia satisfeito.
— Ótimo. Vou fazer as ligações e deixar tudo preparado. Alguém da segurança irá aparecer mais tarde com o seu novo emblema.

— Obrigado — Kyungsoo gritou, enquanto observava o novo diretor correr para longe e fora de vista antes que se atrevesse a olhar a para Jongin. Atirou-lhe um olhar irritado. — Droga. Você deveria ter mantido a calma. Agora sabe que somos um casal. Você agiu como meu namorado.

O olhar de Jongin escureceu, sua boca numa tensa linha.

— Eu sou.
— Bem, ninguém deveria saber disso. Lembra-se? E obrigado por me deixar tomar uma decisão, finalmente. — Invadiu para dentro da casa.

— Por que você está com raiva? — Jongin seguiu e fechou a porta.

Kyungsoo girou e colocou as mãos nos quadris.

— Nós deveríamos esconder a nossa relação, lembra? Você quer os médicos nos incomodando para fazer testes e ter pessoas exigentes nos perguntando como fazemos sexo? Eu não. E se quiserem filmar? E você disse que eu não queria o trabalho sem sequer me perguntar primeiro. Tenho saudades do dormitório, mas quero viver aqui com você também.

Jongin sabia que estava confuso. Ficou instantaneamente alarmado quando ouviu de seus homens que Tom Quish, o novo Diretor, tinha chegado à sua porta. Não poderia haver nenhuma razão para um humano estar nessa seção de Homeland, exceto por Kyungsoo. Apressou o passo, sabendo que todos no lado humano preferiam que Kyungsoo não morasse com ele. Ouvido suas preocupações e ignorou a cada um.

Kyungsoo adorava trabalhar com as mulheres Novas Espécies, sabia o quanto elas significavam para ele, então quando ouviu Tom oferecer-lhe o emprego de volta, imediatamente disse não sem pensar. Tinha que ser uma isca para levá-lo a deixá-lo, mas um olhar para o rosto de Kyungsoo lhe disse que estragou tudo, respondendo por ele. Mulheres humanas poderiam ser tão teimosas como as Novas Espécies. Exigiam o direito de tomar suas próprias decisões, e enquanto apreciavam alguma proteção, não eram de tudo fracas o suficiente para não serem capazes de cuidar de si mesmas em caso de necessidade.

Recuou quando recebeu a garantia de que Kyungsoo pudesse viver com ele e que o trabalho não era um suborno para deixar sua casa. Relaxou quando o novo diretor se afastou, mas a raiva de Kyungsoo permaneceu. Estudou suas feições e sabia que ainda estava incomodado com ele. Exagerou, mas só queria proteger e mantê-lo com ele.

Estava cansado de esconder seu relacionamento. Estava orgulhoso de estar com Kyungsoo, mesmo que alguns de seu povo não entendessem. Alguns deles ainda estavam um pouco amargos com os humanos. Eles que lidem com os problemas deles, e enquanto não o tirassem de Kyungsoo, poderiam liberar lentamente o preconceito em seu próprio tempo.

Sabia que precisava acalmar a raiva de Kyungsoo. Tinha um raciocínio rápido, um grande senso de humor, e não guarda rancor por muito tempo. Todas as coisas que aprendeu sobre ele. Sexo também trabalhava para amolecê-lo e levá-lo a perdoá-lo.

Os lábios de Jongin se curvaram num sorriso.

— Você sabe o quanto você é atraente para mim quando está com raiva? Vídeos, hein? Poderia comprar uma câmera e nos filmar fazendo sexo.

—Não! — Kyungsoo olhou para ele. — É melhor estar brincando sobre essa última parte.

Ele riu.
— Estou. Não quero nos filmar. Só quero tê-lo. — Deu um passo em sua direção. — Você é sexy quando está com raiva de mim, doçura. Não estou brincando sobre isso. Estou excitado por você.

Kyungsoo retrocedeu e deixou cair as mãos dos quadris.

— Estou com raiva de você. Não me chame de doçura, Jongin. Quero gritar com você. Você não escondeu o fato de que estamos juntos e você disse ao homem que não aceitaria meu
emprego de volta. Essa é a minha escolha.

— Você está certo, estava errado, me desculpe. — Sorriu quando avançou mais perto dele.

Kyungsoo retrocedeu mais.

— Você está debochando de mim, não é?
— Sim. — Piscou. — Agora vamos fazer sexo. — Abrindo os braços e tentando agarrá-lo.

Kyungsoo virou em direção à cozinha, divertindo-se com seu comportamento brincalhão. Foi ótimo ver o homem normalmente sério tão divertido. Porra, como eu posso ficar bravo com ele quando age dessa maneira? Não podia. Entrou na cozinha e se esquivou ao redor do pequeno balcão. Agarrou-o e seu olhar estreitou quando Jongin parou do outro lado.

— Nós estamos conversando. Pare com isso.
— Vamos conversar durante o sexo. — Ele foi para a esquerda. Kyungsoo balançou a cabeça e moveu-se para mantê-lo no outro lado do balcão.

— Pô, Jongin. Estou tentando ficar com raiva de você. Limpe esse sorriso de seu rosto.

Fez uma pausa e seu sorriso desapareceu.
— Eu não vou sorrir.
Seu olhar se estreitou e viu a contração de seus lábios. Diversão brilhou dentro dele. Quase riu. Teve que lutar para se lembrar porque o tinha deixado com raiva, em primeiro lugar. Ah sim.

— Você não pode sair por aí tomando decisões por mim e sabe que é para esconder que somos um casal.

— Você está realmente me excitando agora. Você está respirando com dificuldade e se você não ver, seus botões vão furar a camisa. — Seu olhar cravou no peito. — Respire mais forte. Por favor?

Kyungsoo olhou para a camisa, mas viu movimento pelo canto do olho quando fez. Sua cabeça ergueu tarde demais. Jongin agarrou-o. Seus braços em volta de sua cintura e girou-o até se sentou no balcão, trazendo seus rostos quase ao mesmo nível. Jongin empurrou as pernas abertas e se colocou entre as coxas dele separando-as. Os braços mais apertados em volta da cintura, puxando-o contra o seu corpo em um abraço apertado.

— Desculpa se te fiz ficar com raiva. — Deu-lhe um olhar sincero. — Agora vamos fazer sexo selvagem. Ouvi dizer que é o melhor.

Kyungsoo segurou seu rosto em concha com as palmas das mãos e sorriu.

— Você é mau. Você sabia disso?
— Eu sou bom. Você sabe disso ou devo lembrá-lo? — Abaixou a cabeça e esfregou o rosto de Kyungsoo até que seus lábios esfregaram sua garganta. Colocou sua língua para fora e lambeu o ponto sensível em seu ouvido. Seu hálito quente fazendo cócegas.

— Poderia pegá-lo aqui mesmo.

Kyungsoo riu.

— Quarto.
Jongin endireitou a cabeça e sua voz se aprofundou.

— Aqui.
— Quarto. Nós preparamos alimentos nesse balcão, Jongin.

Levantou as sobrancelhas quando soltou e avançou para trás. Pegou a camisa e tirou. Kyungsoo prendeu a respiração enquanto Jongin abriu e retirou-o de cima dele. Abriu sua calça e depois saiu do caminho. O colocou para baixo do balcão até que seus pés estavam de volta no chão e, em seguida, dobrou na frente dele, indo até os joelhos, e o ajudou a se livrar da calça.

— Acho que na cozinha está bom — sussurrou Kyungsoo, totalmente ficando excitado.

Seu coração disparou quando ele chutou as calças para longe e estendeu a mão para frente agarrando as calças de Jongin, quando se levantou. Puxou a camisa sobre a cabeça, apenas para jogá-la de lado.

— Muito bem — Kyungsoo murmurou enquanto roçava seu corpo. Sua língua traçou seu mamilo.

Jongin gemeu e empurrou as calças para baixo, chutando-as para baixo de suas pernas. As mãos de Kyungsoo correram em sua barriga lisa e surfou mais abaixo, deslizando seus dedos no cós de sua cueca. Arranhou seus quadris com as unhas. Jongin empurrou seus quadris para frente contra o corpo de Kyungsoo. Sua excitação pressionada em seu estômago, onde ficou preso entre seus corpos.

— Mel — Kyungsoo sussurrou enquanto movia a boca ao seu outro mamilo.

— Doçura. — ele rosnou.
Kyungsoo sorriu e se afastou de seu peito.

— Quero o mel do armário atrás de você. Está à esquerda. Minha esquerda.
As sobrancelhas escuras aumentaram ligeiramente.
— Mel? Você quer comer agora?
Ele sorriu.

— Quero lamber em você.
Suas presas amassaram o lábio inferior quando gemeu baixinho. Torceu o corpo e esticou para pegar o mel do armário em tempo recorde para entregá-lo a ele. Kyungsoo torceu a tampa. Olhou para ele uma vez, garantindo estava gostando, e virou o recipiente de plástico de cabeça para baixo em cima de um de seus mamilos. Deixou o gotejamento de ouro escorrer em seu peito sobre o mamilo. Ouviu Jongin respirar forte, mas não disse uma palavra. Colocou o recipiente em cima do balcão ao lado deles.

Kyungsoo se esticou na ponta dos pés e começou a lamber sua pele, onde as gotas de mel se prendiam nele, seguindo cada uma com sua língua. Jongin gemeu profundamente. Kyungsoo moveu mais baixo, para seu mamilo, e lambeu o mel lá, provocando o mamilo endurecimento. Cobriu seu mamilo com a boca e começou a chupá-lo. As mãos de Jongin se emaranharam em seus cabelos,
mas não tentou puxá-lo de sua tarefa.

— Isso é maravilhoso. — ele rosnou.
Kyungsoo beliscou-o com os dentes. Sacudiu com choque repentino que criou. Seu pau batia contra seu estômago e cresceu mais rígido quando segurou seus quadris contra ele. Soltou seu mamilo e lentamente atravessou seu peito. Sua língua e os dentes passaram nas gotas doces lentamente, provocadoramente. Então, o empurrou de volta contra o balcão. Jongin moveu-se para encostar nele.

Seu negro olhar cheio de paixão encontrou Kyungsoo quando olhou para ele. Percebeu quando ficou muito excitado com os olhos escurecidos. Amava isso e ele. Moveu-se para frente e começou a seguir as gotas de mel que choviam em seu estômago. Uma por uma, as encontrou e as lambeu.

Fez uma pausa no cós da cueca quando percebeu que as gotas acabaram. Sorriu para ele e deslizou seus dedos para baixo. O pau de Jongin cresceu tanto que teve realmente que colocar o elástico de sua cueca para libertá-lo dele.

Jongin soltou um gemido quando o beijou mais abaixo e virou o rosto, estudando sua ereção impressionante de perto. Não pôde evitar. Sorriu e passou a língua ao longo do lado da carne dura e quente que ficou em total atenção para ele, arrastando o seu eixo para a cabeça.

Jongin rosnou e depois a agarrou em seus braços, colocando-o a seus pés. Choque rasgou através de Kyungsoo quando olhou para seu rosto. Parecia irritado. Ele franziu a testa.

— Você não quer que eu continue? Estava chegando na parte boa.
Ergueu-o até que Kyungsoo encontrou sua bunda plantada em cima do balcão novamente. Jongin se afastou dele e puxou as gavetas, procurando algo.

— Jongin? Fiz algo errado? O que...

— Não posso deixar você fazer isso. Estou frustrado como nunca estive, mas não com raiva de você.

— Por que não? Eu quero.
Jongin virou-se, revelando que ele tinha um rolo de fita adesiva prateada na mão. Ele se aproximou e delicadamente achatou a palma da mão sobre seu mamilo. Ele empurrou até que ele acabou deitado de costas sobre a superfície fria. Ele se inclinou sobre ele.

— Meu pau incha. Lembra-se? Estou tão pronto para gozar agora que não duraria um minuto. Você pode imaginar se eu inchasse dentro de sua boca?

Olhou para ele com clara compreensão. — Oh. Isso provavelmente não seria bom, considerando que você já está bem grande. Acho que seria bom se eu ficar só no topo. Você incharia perto da base.

Suas feições relaxaram e um pouco da tensão se dissipou.
— É. Adoraria que fizesse isso, mas não me excite tanto da próxima vez logo na primeira vez que tentar algo. Sou um atirador, Kyungsoo. Você pode me sentir dentro de você quando libero meu sêmen, não pode? Atiro com tanta força e bastante, que o sufocaria. Você pode fazer isso comigo mais tarde, se tiver disposto para uma segunda rodada. Agora preciso me acalmar ou não vai ser bom para você.

Ele olhou para a fita com a confusão.

— O que é isso?
Ele sorriu.
—Dê-me os pulsos.
— Por quê?
Ele pegou um pano de prato.
— Agora.
Ele hesitou, mas confiava nele o suficiente para levantar os braços. Jongin sorriu e enrolou o pano de prato em torno deles e, em seguida, utilizou os dentes para puxar a fita do rolo.

Surpreendeu Kyungsoo quando passou a fita adesiva sobre o pano de prato e amarrou seus pulsos juntos. O assistiu puxar mais fita, deixando-o ainda ligado ao rolo e os pulsos.

Contornou o balcão para se situar em sua cabeça. Olhou para ele até que agachou-se para fora de sua linha de visão. Ouviu mais fita que estava sendo puxado lentamente e então puxou-lhe os pulsos acima de sua cabeça com a fita até que seus braços ficaram esticados. Ouviu-o fazer alguma coisa no lado do balcão, antes que voltasse. Tinha se livrado do rolo.

Kyungsoo puxou-lhe os pulsos, mas não podia trazê-los de volta para baixo. Seu olhar voou para Jongin. Parecia estar malditamente se divertindo.

— O que você está fazendo?
Levantou o mel e passou para as pernas, curvado sobre o balcão até os quadris cravarem entre suas coxas.

— Quero comer um pouco de mel também.

Kyungsoo mordeu o lábio e estremeceu. Jongin virou o pote e pingava mel sobre a parte inferior do estômago e mais abaixo ainda, até que atingiu o interior de suas coxas. Jongin moveu seus quadris, afastando-as ainda mais, e Kyungsoo fechou os olhos quando pingos aterrissaram em seu pênis se espalhando em toda a sua extensão e seguindo em direção aos testículos.

Jongin pousou o pote de mel na borda e depois inclinou-se sobre ele. Sua boca quente abriu e a língua lambeu cada gota doce. Kyungsoo queria tocá-lo, mas suas mãos estavam seguras sobre sua cabeça. No momento em que chegou ao interior de sua coxa ele queimou com a necessidade pura.

— Jongin — ele implorou.

— Calma. Estou chegando lá.
— Agora, Jongin. Por favor? Faça isso mais tarde, mas preciso de você. Por favor? Tome-me.

Ele rosnou. Kyungsoo abriu os olhos e o olhou. Levantou-se e agarrou a parte interna das coxas, movendo os quadris mais perto dele. Kyungsoo colocou os pés em torno de sua cintura quando, puxou-o alguns centímetros abaixo da ilha até a borda antes que entrasse em seu corpo. Kyungsoo jogou a cabeça para trás e gritou de prazer.

— Solte-me — ele gemeu. — Quero tocar em você. — Puxou os pulsos, mas a fita e o pano de prato não iriam partir. Ele amarrou a fita com muita força em todo o material.

As mãos de Jongin agarraram seus quadris quando começou a empurrar nele em um ritmo constante e profundo. Kyungsoo estremeceu na bancada. Gemia, gemia, e se perguntava se sobrevivesse quão bom eram as sensações de tê-lo despertando seu corpo, trazendo-o para a beira do êxtase. Moveu-se mais rápido, sentindo-se ainda melhor. Kyungsoo apertou as pernas ao redor da cintura, movendo-os para dar-lhe maior acesso com seus quadris martelando.

Ele ouviu-o rosnar e, em seguida, pressão registrada contra as suas paredes internas quando começou a inchar dentro dele. A pressão aumentava enquanto continuava a fodê-lo. Uma de suas mãos se esticou, e seu polegar roçou a fenda do seu pênis, esfregando-o. Kyungsoo gritou, culminando forte e Jongin rugiu o nome dele quando enterrou seu pau na profundidade, seu corpo tremia enquanto sêmen quente vertia nele quando gozou duro dentro dele.

— Jongin! — Uma voz masculina rugiu.
Os olhos de Kyungsoo abriram. Estava atordoado, chocado e horrorizado quando Justice correu para a cozinha com dois oficiais NE em seus calcanhares. Justice lançou-se em Jongin , abordando-o, e atirando-o longe de Kyungsoo.

Kyungsoo gritava de medo e choque por Justice e Jongin estarem numa batalha travada no canto da cozinha. Justice dava socos em Jongin e tentou jogar ao outro homem fora do caminho para chegar até ele. Os dois oficiais NE correram para ajudar a conter Jongin, agarrando seus braços, e bateram-no no balcão. Jongin rugiu, jogando um dos homens no contador de vidro, quebrando-o.

Kyungsoo torcia fortemente para seu lado, tentando sair da bancada onde estava esticado nu, seus pulsos ainda contidos acima de sua cabeça, mas muito chateado, muito chocado, e muito cheio de adrenalina para ser gracioso.

Seu movimento foi muito violento e acabou se chocando na borda. Caiu e bateu, puro pânico, quando não conseguia pegar alguma coisa para impedi-lo de cair. Dor explodiu dentro de sua cabeça quando bateu no lado do balcão, a borda da quina dele fazendo contato com o lado da
cabeça. Escuridão o percorreu, juntamente com uma dor intensa. Ouviu uma coisa antes que perdeu a consciência.

— Kyungsoo! — Jongin gritou.


Notas Finais


Então foi isso, espero que vocês tenha gostado😉.
Comentem a opinião de vocês sobre esse capítulo😘.

E então migles, vocês gostam de mel?
😁🤤🥴😉🌟

Até domingo😘


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...