História Future - Binuel - Capítulo 28


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Categorias Bia
Personagens Alex Gutiérrez, Beatriz (Bia) Urquiza, Carmín Laguardia, Celeste Quinterro, Chiara Callegri, Daisy Durant, Helena Urquiza, Jhon Caballero, Manuel Quemola Gutiérrez, Personagens Originais, Pietro Benedetto, Pixie Ocaranta, Thiago Kunst, Víctor Gutiérrez
Tags Alex Gutiérrez, Alice Urquiza, Argentina, Beatriz Bia Urquiza, Bia, Binuel, Brasil, Carmín Laguardia, Celeste Quinterro, Chiara Callegri, Daisy Durant, Disney, Disney Bia, Espanha, Helena Urquiza / Ana, Isabela Souza, Jhon Caballero, Julio Peña, Manuel Quemola Gutiérrez, Mariano Urquiza, Novela, Pietro Benedetto, Pixie Ocaranta, Romance, Thiago Kunst, Víctor Gutiérrez
Visualizações 97
Palavras 1.731
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey angelss!! Bom, aqui estamos com mais um e estou muito triste porque está acabando... Mas ainda sim, temos um grande final por vir!!

Quero saber o que estão achando de Bia voltar essa segunda, porque eu estou ansiosa em níveis incontáveis!!

Espero que gostem e boa leitura ❤

Contagem regressiva: 5/9

Capítulo 28 - Capitulo 28


- Querida? - pude ouvir uma voz de longe chamar-me em meio a escuridão do lugar. - Filha, o café já está pronto. 

- Já estou indo... - senti as mãos calmas de minha mãe passearem pela minha cabeça de forma lenta, em um cafuné.

- Está melhor? - resmunguei e ela riu baixo. - Vai ficar tudo bem.

- Como mãe? - virei-me para que conseguisse observar sua silhueta. - Como vai ficar bem? Só se eu conseguir transferir ou acabar com a dor que permanece no meu peito.

- Se eu pudesse pegaria para mim, só para ver um sorriso nesse rosto novamente. - sorri para ela já sentindo meus olhos lacrimejaram. Eu ando tão chorona ultimamente... - Conversou com ele?

- Não. - ela riu e negou com a cabeça. 

- Eu tenho certeza que Manuel está desesperado a sua procura la em NY, já que saiu sem dar nemhuma satisfação a três dias, Bia. - suspirei.

- Se ele tivesse preocupado, não teria ficado com aquela metida para começo de conversa! - fechei os olhos já quase que mais irritada do que magoada.

- Alguém está me lembrando uma adolescente de anos atrás... - revirei os olhos e ela riu.

- Ele me liga todos os dias, quase que o dia todo. - ela assentiu a me encarou.

- Deveria deixá-lo se explicar. - encarei-a de modo irritado. - Talvez seja tudo um mal entendido...

Ela deixou um beijo em minha testa e se levantou, não deixando com que eu dissesse algo sobre sua fala.

- Estou esperando você para um desjejum de campeãs! - ri da sua empolgação logo após que ela saiu do quarto.

Posso dizer que pensei muito sobre tudo nesses últimos dias e eu realmente não cheguei em nenhuma conclusão plausível para toda aquela situação. Pode sim ter sido uma decisão ruim e de cabeça quente de vir para a Argentina, mas deu-me tempo de respirar novos ares, mais para familiar, eu diria. As ligações das meninas junto a de todos os outros estavam indo para a caixa de mensagem durante os dias. Somente mandava uma mensagem dizendo que estou viva e nada mais. Milly já havia tentado falar comigo e eu tinha plena certeza que Manuel já tinha entrado em contato com ela alguma hora. Não queria desculpas ou explicações. Celeste, Chiara e Daisy mandaram-me milhões de mensagens sobre a exposição e como elas choraram com os quadros. Conversamos por horas e por fim, comentei sobre o episódio bombástico da noite. Bom, reação imediata de ódio, confusão, mágoa e talvez um pouquinho de descrença, é normal por todos, mas o assunto não foi muito adiante na realidade. Pensando bem, não consigo contato com elas desde o dia que nos falamos, que foi no dia seguinte do evento.

- Estranho... - levantei-me após olhar as ligações em meu celular, na qual normalmente está lotada de Manuel, Milly, Chiara e Celeste, mas hoje estava vazia.

- Bom dia! - saudei quando entrei no espaço da cozinha, onde todos tomavam chá e café acompanhados de torradas e bolachas.

- Bom dia! - a resposta que eu mais sentia falta era essa, bem antes de começarmos o dia.

- Está melhor? - sentei ao lado de Ana, que perguntou-me sorrindo.

- Estou sim, maninha. Melhorando aos poucos. - ela assentiu e me abraçou de lado.

- Se precisar de algo... - abracei-a de volta, assentindo. - Pode contar comigo.

- O mesmo para você! 

Tomamos um café da manhã em conjunto e por fim, decidi que caminharia pela tarde. Buenos Aires estava com um céu limpo, mas a brisa gelada invadia a respiração e aliviava as tensões. Desde que cheguei, venho fazendo esse tipo de coisa, caminhar para espairecer, pensar e voltar aos velhos abtos. Ver cores, traços e formas em tudo, desde árvores até a faixa de pedestre. Nada disso deixou de fazer parte de mim quando cresci. Continuo sendo aquela de antes, só com um pouco mais de idade e agora, com uma cabeça mais evoluída.

O parque central estava com várias crianças com famílias em seu interior e redondezas, além dos animais que passavam atrás de bolinhas e outros que pousavam nas árvores. Cumprimentava algumas pessoas pelo caminho, já que conhecia algumas dentre os três dias que passei por aqui e brincava com cachorros que vinham em minha direção. Por um momento, chequei o celular mais uma vez, em busca de alguma mensagem ou ligação, mas não havia nada de ninguém. Franzi a testa e mudei de música, continuando com os passos firmes e a respiração de modo constante. 

No momento que a noite começou a cair, comecei meu caminho de volta para casa. Minha ideia é ficar até amanhã aqui, mas algo me dizia para permanecer em Buenos Aires até o final da semana. Saudade talvez. Ou medo de voltar. Uma hora ou outra eu teria que encará-lo e pedir explicações, já que o anel de namoro ainda estava no meu dedo anelar. Quando o prédio fez presente em meu campo de visão, senti um alívio, sendo que ultrapassei os quilômetros que eu era acostumada a andar. Como sempre, cumprimentar o porteiro, entrar no elevador e por fim a porta de entrada, é a rotina de sempre, mas desta vez a mesma não estava fechada e eu podia ouvir vozes de seu interior. Nunca ficava aberta e muito menos esperávamos alguém a essa hora. No interior, após abrir o material feito de madeira coberto de tinta branca, pude ver uma figura masculina, alta e grande, de mesmo modo que via minha irmã e minha mãe conversando com o mesmo.

- Bia, querida, você tem visitas. - Minha mãe sorriu amigável para mim ao mesmo tempo que meu semblante fechou.

- Espero não estar atrapalhando vocês. - Carlos virou-se para mim meio receoso.

- O que faz aqui? - segurei a garrafa de água e o celular mais fortemente contra mim.

- Só quero conversar... - suspirei diante da cara de bom moço dele neste momento, mas algo me diz que realmente precisavamos conversar.

- Tudo bem. - apontei para o sofá e acenei para as duas, que asssentiram e saíram em seguida. - Pode falar, sou toda a ouvidos.

- Só queria saber se você está bem... - franzi a testa o encarando. - Eu soube das coisas com o Manuel e...

- Acredito que não tenha vindo para a Argentina somente para perguntar-me sobre a minha vida pessoal, Carlos. - ele negou.

- Vim a trabalho, mas volto para New York amanhã bem cedo. - concordei suspirando.

- Como soube, aliás? - a dúvida parou por meio de sua explicação anterior.

- Ah, você sabe, notícia ruim chega rápido. - reencostei-me no sofá e cerrei os olhos, nem um pouco convencida com a sua resposta.

- Tudo bem então, já que veio aqui para perguntar como estou, sua resposta é bem. Estou bem, obrigada. - ele assentiu e se inclinou, respirando profundamente.

- É um bom começo... - sua fala foi baixa, mas consegui escuta-la com perfeição.

- Como? - seus olhos voltam aos meus ainda mais perdidos e apavorados.

- Oh, foi involuntário, mas nada que precise repetir. - assenti desconfiava e por fim lembrando de algo que queria perguntar a ele quando tivesse uma oportunidade.

- Carlos, o que estava fazendo na exposição? - sua coloração ficou um pouco mais pálida, fazendo com que ele ficasse inquieto.

- Hum, vendo a sua exposição, oras! - ele engoliu em seco - Como você me convidou, eu achei que...

- Ah eu convidei sim, com o todos os outros. Mas o que eu me refiro é sobre onde você ficou durante o evento todo, já que não o vi por nenhuma parte...

- Eu... Eu... - gagueira significa que ela mente. - Eu estava andando por ai, sabe como é!

- Andou tanto que não conseguiu parar em um só lugar com a ruiva mimada e cheia de riqueza, não é? - ele negou rapidamente.

- Eu juro que não sabia que ela iria e sinto muito por não ter ficado contigo durante a exposição e sequer cumprimentado você, Bia! - sua mão veio ao encontro da minha, mas ao mesmo tempo eu quebrei o contato, levantando-me.

- Acho que chegou agora de você ir. - meus olhos continuaram na porta, agora aberta por mim. - Agradeço sua preocupação, mas eu realmente não estou em um bom momento e nem com ânimo para isso. - ele assentiu e suspirou, parecendo derrotado.

- Como quiser. - sua feição era de desânimo agora, mas esse fato não me afetou.

- Tenha uma boa noite e uma ótima viagem. - ele assentiu e passou pela porta, sorrindo fraco.

- Bia!? - no momento que eu iria fechar a porta, sua mão me intercedeu de modo brusco.

- O que foi agora? - seu rosto estava bem mais branco do que o normal.

- Eu... - ele respirou mais fundo e me encarou. Por que que todo mundo está escondendo coisas de mim ultimamente? - Eu...

- Você o que, Carlos? - encostei meu corpo no batente da porta e encarei-o mais uma vez, agora um pouco mais irritada.

- Eu armei para você! - sua exclamação vez com que eu me assustasse.

- Como? - desencostei da parede e olhei-o abismada.

- Eu armei para você Bia e sinto muito mesmo... - decepções são aquelas que nós nunca prevemos não é mesmo? - Eu sinto muito! Eu não queria, mas ela e aquele jornalista me obrigaram e eu acabei cedendo por puro interesse próprio e...

- Espera, ela quem? - por um momento tudo começou a fazer sentido.

- Amélia e Pierry me convenceram a comparecer na sua exposição e a colocar um pó na bebida de Manuel, mas eu juro que não sabia que isso ia acontecer. - pisquei atordoada.

- Você o dopou? - minha fala saiu abismada um tanto quanto alta.

- Eu não sabia que isso aconteceria, Bia. Eu sinto muito... - minha boca abriu em descrença. - Ela fez um plano para que você visse Manuel com ela e Pierry iria ter um matéria boa para a matéria dele juntando assim com a sua vingança...

- Então Manuel não teve culpa de nada? - ele negou. Ou seja, ele não beijou a Amélia por livre e espontânea vontade...

- Ai droga...


Notas Finais


Até o próximo!!


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