História Futuro Inserto- Lendo PJO - Capítulo 8


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Bianca di Angelo, Calipso, Charles "Charlie" Beckendorf, Chris Rodriguez, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Dionísio, Grover Underwood, Hades, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Júniper, Luke Castellan, Nico di Angelo, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Poseidon, Quíron, Rachel Elizabeth Dare, Sally Jackson, Silena Beauregard, Thalia Grace, Travis Stoll, Tyson, Will Solace, Zeus, Zoë Nightshade
Visualizações 36
Palavras 1.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Pansexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Quarto Capítulo (pt1)


- Quem quer ler? - Vitor pergunta e um filho de Atena levanta a mão, quando o livro chegou nas mãos do mesmo, dois Adolecentes apareceram no meio do salão, uma de 15 é outro de 17/18 anos

- EU VOU MATAR A ANNIE! - a menor falava enquanto o maior tentava a acalmar

- Se acalma Thalia, ela teve seus motivos pra te mandar no lugar dela - o menino fala e a menina bufa 

- Cara de pinheiro, achei que você só viria depois - Percy (F)fala rindo

- E eu vinha cabeça de algas, mas a SUA esposa me trouxe a força - ela fala bufando

- Que tal as duas donzelas se apresentarem - Àgat fala

- Prazer, sou Thalia Grace, filha de Zeus é blá blá blá - Thalia fala nem um pouco a vontade com o pai presente

- Sou Levi Fabbri, filho de... - Levi olha para a madrinha é ela o incentiva a continuar a frase - Ártemis -

Ártemis que não havia falado nada até agora, olhava atentamente o menino chocada, por livre é espontânea vontade Zeus se levanta e o lança um raio, Levi como já estava acostumado com o ato do deus, usou seus poderes para se defender do raio, Levi depois do show do rei dos deuses, se sentou com os outros, vendo que ninguém iria falar mais nada, o filho de Atena começa a ler

- Minha mãe me ensina a tourear

Arrancamos noite adentro por estradas rurais escuras. O vento golpeava o Camaro. A chuva açoitava o para-brisa. Eu não sabia como minha mãe conseguia ver alguma coisa, mas ela mantinha o pé no acelerador.

Toda vez que um relâmpago produzia um clarão, eu olhava para Grover sentado ao meu lado no banco de trás e me perguntava se tinha ficado louco ou se ele estava usando algum tipo de calça felpuda. Mas não, o cheiro era o mesmo que eu lembrava das excursões do jardim de infância para o zoológico infantil – lanolina, como o de lã. O cheiro de um animal molhado de estábulo.

- Que consideração - Grover (F) fala

Tudo o que pude dizer foi:

– Então, você e minha mãe... se conhecem?

Os olhos de Grover moveram-se rapidamente para o espelho retrovisor, embora não houvesse carro nenhum atrás de nós.

– Não exatamente – ele respondeu. – Quer dizer, nunca nos encontramos pessoalmente. Mas ela sabia que eu estava observando você.

– Observando a mim?

– Estava de olho em você. Cuidando para que estivesse bem. Mas eu não estava fingindo ser seu amigo – acrescentou apressadamente. – Eu sou seu amigo.
– Ahn... o que é você, exatamente?

– Isso não importa neste momento.

– Não importa? Da cintura para baixo, o meu melhor amigo é um burro...

- Como?!! - os sátiros presentes perguntaram ofendidos

- Desculpa! - os Percy's falaram

Grover soltou um agudo e gutural:

– Bééééé!

Eu já o tinha ouvido fazer aquele som antes, mas sempre achei que era um riso nervoso.
Agora me dava conta de que era mais um berro irritado.

– Bode! – exclamou.

– O quê?

– Eu sou um bode da cintura para baixo.

– Você acaba de dizer que isso não importa.

– Béééé! Alguns sátiros poderiam escoiceá-lo por causa de tamanho insulto!

– Opa. Espere. Sátiros. Você quer dizer como... os mitos do Sr. Brunner?

– Aquelas velhas na banca de frutas eram um mito, Percy? A Sra. Dodds era um mito?
– Então você admite que havia uma Sra. Dodds!

– É claro.

– Então por que...

– Quanto menos você soubesse, menos monstros atrairia – disse Grover, como se aquilo fosse perfeitamente óbvio. – Nós pusemos a Névoa diante dos olhos humanos. Tínhamos esperanças de que você achasse que a Benevolente era uma alucinação. Mas não adiantou. Você começou a perceber quem você é.

– Quem eu... espere um minuto, o que você quer dizer?

- Lerdo que nem o papai - Àgat fala rindo

O estranho rugido ergueu-se novamente em algum lugar atrás de nós, mais perto do que antes. O que quer que estivesse nos perseguindo, ainda estava na nossa cola.

– Percy – minha mãe interrompeu – há muito a explicar e não temos tempo suficiente. Precisamos pôr você em segurança.

– Em segurança como? Quem está atrás de mim?

– Ah, nada demais – respondeu Grover, obviamente ainda ofendido com o comentário sobre o burro. – Apenas o Senhor dos Mortos e alguns dos seus asseclas mais sedentos de sangue.

Todos olharam para Hades, mas o mesmo não se incomodou

– Grover!

– Desculpe, Sra. Jackson. Poderia dirigir mais depressa, por favor?

Tentei envolver minha mente no que estava acontecendo, mas não consegui. Sabia que aquilo não era um sonho. Eu não tinha imaginação. Jamais poderia sonhar algo tão estranho.

Minha mãe fez uma curva fechada para a esquerda. Desviamos para uma estrada mais estreita, passando com velocidade por casas de fazendas às escuras, colinas cobertas de árvores e placas que diziam “COLHA SEUS PRÓPRIOS MORANGOS” sobre cercas brancas.

– Onde estamos indo? – perguntei.

– Para o acampamento de verão de que falei. – A voz de minha mãe estava tensa; por mim, ela estava tentando não parecer assustada. – O lugar para onde seu pai queria mandá-lo.

– O lugar para onde você não queria que eu fosse.

– Por favor, querido – implorou ela. – Isso já é bem difícil. Tente entender. Você está em perigo.

– Porque umas velhas senhoras cortaram um fio de lã.

- Falando assim parece idiota mesmo - Kyara fala rindo

– Aquilo não eram velhas senhoras – disse Grover. – Eram as Parcas. Você sabe o que significa... o fato de elas aparecerem na sua frente? Elas só fazem isso quando você está prestes a... quando alguém está prestes a morrer.

– Epa! Você disse “você”.

– Não, eu não disse. Eu disse, “alguém”.

– Você quis dizer “você”. Ou seja, eu.

– Eu quis dizer você como quem diz “alguém”. Não você, Percy, mas você, qualquer um.

- Aue briga mais idiota, parece as minhas com as minhas irmãs - Àgat fala rindo é as do passado riram

– Meninos! – minha mãe interviu.

Ela puxou o volante com força para a direita e eu tive um vislumbre do vulto do qual ela se desviara – uma forma escura e ondulada, agora perdida na tempestade atrás de nós.

– O que foi aquilo? – perguntei.

– Estamos quase lá – disse minha mãe, ignorando a pergunta. – Mais um quilômetro e meio. Por favor. Por favor. Por favor.

Eu não sabia onde era lá, porém me vi inclinando-me para a frente na expectativa, querendo que chegássemos logo.

Do lado de fora, nada havia além de chuva e escuridão – o tipo de campos vazios que a gente vê quando vai para o extremo de Long Island. Pensei na Sra. Dodds e no momento em que ela se transformou naquela coisa com dentes pontiagudos e asas de couro. Meus membros ficaram amortecidos de choque. Ela realmente não era humana. E pretendia me matar.
Então pensei no Sr. Brunner... e na espada que ele jogara para mim. Antes que eu pudesse perguntar a Grover sobre aquilo, os pelos da minha nunca se arrepiaram.
Houve um clarão ofuscante, um Bum! De fazer bater o queixo, e o carro explodiu.
Lembro-me de ter me sentido sem peso, como se estivesse sendo esmagado, frito e lavado com uma mangueira, tudo ao mesmo tempo. Descolei minha testa do encosto do assento do motorista e disse:

– Ai.

- Tu quase morre é a únicacoisa que tu fala é Ai? - Barb pergunta rindo e os Percy's dão de ombros

– Percy! – gritou minha mãe.

– Estou bem...

Tentei sair do estupor. Eu não estava morto, o carro não explodira de verdade. Tínhamos caído em uma vala. As portas do lado do motorista estavam enfiadas na lama. O teto se abrira como uma casca de ovo e a chuva se derramava para dentro.

Relâmpago. Era a única explicação. Tínhamos voado pelos ares, para fora da estrada. Ao meu lado no assento traseiro havia uma grande massa uniforme e imóvel.
– Grover!

Ele estava caído de lado, com sangue escorrendo do canto da boca. Sacudi seu quadril peludo, pensando: Não! Mesmo que você seja metade animal de quintal, ainda é meu melhor amigo, e não quero que morra!

Então ele gemeu:

– Comida – e eu soube que havia esperança.

Todos riram

 Percy – disse minha mãe – temos de...

Ela titubeou.



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