História Futuros heróis (Interativa) - Capítulo 17


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Notas do Autor


Então KKKK Esse e um cap voltado para os shipps antes de começar o festival. Entretanto, por motivos de falta de ideias e o tamanho em si do capitulo, a parte do shipp entre Amai e Satoru teve que ser adiada e ocorrerá no próximo cap. Perdão, autores, mas acontece. Amai é uma peça rara, então é difícil de dar um momento pra eles kkkkk

Capítulo 17 - Folga... para alguns.


 

Pov Narrador. 

Na sala do diretor, Anael mexia no celular entediada, enquanto batucava com os dedos no balcão. Quando a porta foi aberta, não deu-se ao trabalho de olhar quem era.

- Essa cadeira é minha. - disse Andria, não muito contente. 

- Eu sei. - falou simples e se escorou. - É macia, couro italiano? - indagou, esfregando a palma da mão da estufa negra e lisa.

- Inglês. Couro italiano é quase a mesma coisa, só é mais caro.

O homem aproximou-se e colocou os papéis que tinha em mãos embaixo de uma pilha em sua mesa. Francavilla retirou seu terno e colocou-o num cabide, posteriormente erguendo as mangas de sua blusa social e abrindo a janela da sala. 

- Mas então, por que está sentada na minha cadeira? - perguntou cruzando os braços. 

- Por que você me chamou aqui. E sua cadeira é mais confortável do que essas. - apontou para a de visitas. 

O homem apenas balançou a cabeça em negação e resolveu deixar esse assunto pra lá. Havia outra coisa a resolver. 

- Você não me entregou o registro assinados por seus alunos. Para eles participarem do exame de admissão.

- Ah, é isso. Eu não entreguei a eles. 

Respondeu simples e continuou rapidamente ao vê-lo fitá-la com uma sobrancelha arqueada e estalar a língua para se conter.

- Por que se eu for perguntar, dois deles não vão querer participar. 

- Isso é decisão deles, não sua. 

- Você pediu que eu desse uma nova chance, estou dando. Tem pessoas que são passivas demais para agirem por conta própria, sabe, precisam de um empurrãozinho para andar. 

O diretor estalou o pescoço e deu a volta na mesa, sentando-se com uma perna sobre ela. Ficando próximo da mulher e a encarando de cima. 

- Você não pode decidir a vida por eles. O novo exame é totalmente diferente dos convencionais. Além do mais, será uma disputa interclasse em vez de jogos individuais, mandar alunos que não queiram ajuda só irá atrasar os demais. 

- Sim, eu sei muito bem disso. Mas não fui contratada para formar os alunos com as melhores notas nem colecionadores de medalhas que não valem nada. Estou aqui para formar os melhores heróis e colecionadores de medalha de honra. 

- Você sabe da importância desses jogos da a escola? 

- Andria, por favor, pare de pensar na escola. Pare de tratar uma turma especial como se fosse uma qualquer. Como eu disse, eu não estou aqui para formar os melhores alunos, mas sim os melhores heróis. Esses festivais só servem para encher os cofres de dinheiro e conseguir patrocinadores, nada mais.

- Também serve para olheiros de empresas de heróis observarem os talentos. Eles podem conseguir residência com os maiores heróis do país se forem bem.

- Se for por isso, os que não conseguirem, poderão estagiar com alguns amigos que eu tenho. Basta uma ligação. - contra-argumentou cheia de razão em seu meio sorriso.

- Pra você é tudo muito fácil, não é? - cruzou os braços.

- É. Você tem tendência a querer complicar as coisas. Alguém tem que facilitar. 

- Você exige privilégios demais. Sua turma foi a única escolhida a dedo. Todas as outras são de alunos que passaram no exame de forma padrão. Se você diz tanto que eles são diferentes, me mostre que são. Vou dar mais essa abertura para você. Não me decepcione. 

Anael sorriu satisfeita e se levantou da cadeira, dando dois tapinhas no ombro maior. 

- Não posso prometer nada. Eles estão longe de ser um grupo, não são nenhum dream team. Mas preste atenção, pode acabar se surpreendendo. 

 

(****)

Quatro dias depois. 

Sexta-feira de tarde. Os alunos divertiam-se nas dependências da escola. Todavia nem todos tinham essa sorte. Para dar responsabilidades aos aspirantes, uma vez por mês a limpeza da área compartilhada dos dormitórios ficava por conta deles. 

O sexteto da turma 1-A então se subdividiu em três duplas para a limpeza. Agora era a vez de Jin e Akane. 

O garoto tinha preguiça até de pensar em levantar um móvel para limpar, mas sabe que precisa ser feito. 

- Acabei de passar o pano na cozinha. Cuidado para não escorregar. - avisou Akane, ao ver seu companheiro, que prezou pela falta de resposta, dirigir-se para o cômodo.

No armário de baixo da pia, pegou um lustra móveis, um penacho e um pano que umedeceu com água.

(Nota: Penacho é tipo uma vassoura de mão. Decidi explicar por que dúvido muito que seja um nome comum no Brasil todo, sendo que nem bolacha é um nome comum kk. E sim, o certo é bolacha)

Jin dirigiu-se novamente a sala. Seus passos eram cautelosos, não queria dar sorte ao azar e se estatelar no chão molhado que tinha um cheiro agradável de lavanda. 

Akane observava aquilo em silêncio, enquanto torcia o pano para tirar o excesso de água, devolvendo-a para o balde. Posteriormente colocando-o mais uma vez no rodo e voltando a esfregar o piso. 

O moreno usou o penacho para tirar toda a poeira da estante, logo em seguida passando o pano já molhado com o lustra móveis. Ao deixá-la impecável, olhou ao redor, vendo se ainda restava algo a ser feito. Ele já havia enxugado a louça, passado o aspirador de pó e limpando a mobília.

- Já acabou sua parte? - indagou a morena e viu-o confirmar com a cabeça. - Pode me ajudar aqui? Minhas costas já estão doendo. - reclamou, limpando algumas gotículas de suor que escorriam pela pele pálida. 

Jin suspirou antes de responder e ponderou. Tudo o que queria era um banho gelado e sua cama, mas se fosse o contrário, ele gostaria que ela ajudasse, então resolveu fazer o mesmo. 

- Tem outro rodo na dispensa. - avisou-o esperançosa. Enquanto segurava o cabo com as duas mãos.

- Certo.

Akane sorriu e agradeceu. A garota estranhou quando viu o companheiro ir em direção ao corredor que levava aos quartos masculinos. O primeiro pensamento que teve foi ele teria desistido de a ajudar, e isso a irritou. Mas não demorou para o companheiro retornar. Ele tinha uma pequena caixinha de som em mãos. 

- Se importa? 

- Não. Nenhum pouco. Na verdade você deveria ter feito isso antes. É mais confortável que o silêncio mórbido. - ironizou. 

Jin a encarou sem reação e colocou o objeto no canto da parede, a ligou, conectou com seu celular e pôs uma música de seu agrado. 

A melodia lenta e suave automaticamente a atirou num mar de nostalgia. Era semelhante a que ela dançou na valsa com seu irmão, em seu aniversário de 15 anos. Memórias agradáveis que a fizeram sorrir sem querer.  

Aquele dia certamente foi incrível. A festa perfeita coroou a correria que teve para a preparação, principalmente a parte do vestido. A imagem dela e Mitsuko entrando e saindo de lojas por duas semanas até encontrarem a vestimenta perfeita vieram a sua mente; era uma história divertida. 

A ruiva a fez provar trocentas roupas até encontrar uma que a deixasse, nas palavras da amiga, “mais bem vestida que qualquer princesa da Disney”, porque, ainda nas palavras da ruiva, mais bonita que qualquer princesa ela já era. 

- O que foi? - questionou ele, vendo-a divagar. 

- Nada. - balançou a cabeça para voltar a realidade. 

Logo trataram de reiniciar a limpeza. O silêncio entre eles era desconfortável para ela. Mas não o suficiente para fazê-la o quebrar. 

Enquanto isso, o ouvia cantarolar baixinho. A boca dela estava levemente entreaberta, a transformista queria fazer uma piada, mas não sabia o grau de intimidade que tinham. Se fosse com Christopher ou Satoru, já teria feito, mas com Jin é diferente. 

Ele sempre estava dormindo e tinha um entrosamento maior com os outros meninos. As poucas conversas que tiveram foram diálogos rápidos e padrões. Como emprestar uma caneta, passar o sal ou perguntar as horas. 

- Pode falar, eu não ligo. - falou Jin. Aparentemente sua scopaesthesia estava em dias. 

(Nota: Scopaesthesia é a habilidade de todo ser humano de sentir quando está sendo encarado. Principalmente por olhares fixos. Na real isso é bem foda)

A garota deu uma pequena risada antes de falar. 

- Não é nada. Só não esperava que você gostasse desse tipo de música. Na verdade, por nossas individualidades influenciarem em nossa personalidade, esperava que você fosse mais explosivo, já que você depende da raiva para ficar forte. - comentou, parando o que fazia e apoiando a cabeça na ponta do cabo do rodo. 

- Eu sempre fiz terapias para controlar e suprimir a raiva. Ficar irritado o tempo todo não é bom, além de não ser saudável. Eu aprendi a me controlar ou poderia infartar a qualquer momento. Foi fácil de escolher. 

- Oh, nossa. Nunca tinha parado pra ver por esse lado. 

- E você, teve problemas com sua quirk? - apoiou-se no rodo e a encarou.

- Na verdade não. - mentiu. 

Por não gostar de se expor ou de falar muito de si, Akane resolveu guardar tudo para ela. Sua história dramática com o bullying que sofria não era algo que ela goste de falar. Poucos sabiam sobre.

- Sério? Nada? 

- Nadinha. 

- E na sua personalidade, sua peculiaridade influenciou nela?  

- Mais ou menos. Já viu um anime de um menino que tem uma raposa demônio presa nele? 

- Não. - foi direto. 

- Nesse anime, quando ele perde o controle e a raposa assume, ela quem comanda suas ações, eu passo por algo parecido quando uso meu poder no máximo. Só que é ainda pior. Eu fico irreconhecível, é como se tivesse alguém no meu lugar. Só que eu tenho consciência do que está acontecendo, eu vejo, eu sinto, escuto. Mas não consigo controlar. Meu corpo se move sozinho e eu só posso assistir. - parou de falar ao sentir que sua voz estava ficando pesarosa. 

No fim, acabou falando mais do que gostaria e queria. E isso levou-a ao seu passado, quando descobriu seu poder, e totalmente descontrolada, atacou sua mãe. Foi horrível. 

O monstro que se tornou investia contra a mulher e tudo o que ela podia fazer era assistir desesperada. Quando voltou ao normal, fugiu pela porta e só foi encontrada dois dias depois. 

Ao retornar para casa, seus pais e seu irmão a abraçaram preocupados. A mulher mais velha tinha curativos no braço e na barriga, marcas de seu ataque. Quando ela desculpou-se chorando, o que sua mãe lhe disse marcou-a. 

“Minhas feridas não são nada comparadas ao amor que sinto por você.”

- Tudo bem? - perguntou Jin, ao ver os olhos dela espelhados por lágrimas. 

- A limpeza está tão bem feita que me emocionei. - brincou  desconversando, limpando o rosto e voltando ao que fazia em silêncio. 

- É sério. - insistiu. - Tudo bem? 

- Melhor impossível. 

Ao fim da faxina, ambos se jogaram no chão gelado e ali ficaram. Em silêncio e aproveitando a música. 

- Ei, você… - ao olhar para o lado, viu que ele já tinha dormido. 

A garota revirou os olhos e riu. 

- Vou fazer cappuccino. - dirigiu-se a cozinha. 

(****)

Numa tarde de folga, só havia um lugar em que Christopher poderia estar. Todavia, dessa vez não estava sozinho. Ao passar pela porta da academia, cumprimentou as recepcionistas e disse: 

- Hoje eu trouxe ela pra fazer um treino. - deu dois tapinhas nas costas de Mitsuko para apresentá-la. 

- Claro. - sorriu a atendente. - Seu cpf, por favor?

 

****

Após o registro, o par de amigos cruzou a catraca e dirigiram-se o vestiário. Sua estrada ficava numa rampa lateral ao lado do bebedouro. Ali havia três portas. A direita o vestiário masculino, a esquerda o feminino e seguindo reto encontrava-se o de funcionários. 

- Não comece a treinar sem mim. - falou ela.

- Vai fazer o que? 

- Pernas. Quero deixar essas coxas grossas. - brincou, colocando as mãos em volta do membro referente. 

- Em um dia? - olhou-a com desdém. - Eu não faço milagres.

- Dê seu jeito. - deu de ombros e ele riu.

Os dois se separaram e cada um foi para um lado. Mitsuko ama praticar esportes, então estava na expectativa para sua primeira vez na academia. Futebol, natação, vôlei, badminton, todos já estavam em sua lista de exercícios praticados.  

A ruiva trocou de roupa no vestiário vazio e guardou sua bolsa de costas num dos armários. Trancando-o com um cadeado. 

A garota usava uma calça legging preta com listras roxas na altura da canela e uma blusa branca fina com partes brancas transparentes na barriga e nas mangas. Além de prender seu cabelo com uma xuxa num coque alto. 

Antes de sair, pesou-se. A balança marcou sessenta e dois quilos. Perfeitamente distribuídos em seus cento e setenta centímetros. 

Ao sair, encontrou seu acompanhante enchendo uma shakeira no bebedouro. Christopher usava uma calça moletom escura e um moletom vermelho e mangas compridas e capuz, além de fones de ouvido.

A garota aproximou-se sorrateira e tirou-lhe o capuz que lhe cobria a cabeça. 

- Ei! - reclamou o maior. Tirando um dos lados de seu fone. 

- Tá parecendo um doido. 

O capuz ajuda a me concentrar só no que eu estou fazendo. 

- Isso afasta as pessoas. Vão pensar que matou alguém e está escondendo o rosto. - brincou. 

- Ótimo. Pelo menos assim eu não revezo com ninguém. 

A garota o olhou inquisidora e maneou a cabeça. Usando os polegares, tocou os cantos dos lábios dele e os esticou. 

- Assim, sorria. Vai parecer que você é alguém bem humorado. - provocou. 

A ruiva tirou rapidamente seus dedos quando ele ameaçou mordê-los. 

- Eu tenho senso de humor. - defendeu-se, aparentemente emburrado. - E eu sou amigável. 

- Defina “amigável”. - pediu em falso tom manso, fazendo aspas com os dedos.  

- Eu posso definir “pessoa irritante” se você preferir. - falou provocativo e levou a mão livre, que não segurava a shakeira, para dentro do bolso de sua blusa. 

- E assim que você enxerga pessoas simpáticas? 

- Não. É assim que eu enxergo pessoas irritantes. 

As provocações e piadas se estenderam por um bom tempo. Após uma hora de esteira com inclinação, só para aquecer, chegou a hora de malhar. 

Christopher assumiu um rosto rígido. Ele levava tudo aquilo a sério. Enquanto auxiliava a amiga nos exercícios, paralelamente fazia seu treino de bíceps e dorsal. 

No meio tempo, Mitsuko conheceu a instrutora de seu colega de sala, as duas até que se deram bem. A mulher ajudou-a na maioria dos aparelhos enquanto o esverdeado preocupava-se com seu próprio treino. 

O último aparelho da garota era o agachamento livre. Duas anilhas de dez quilos em cada lado. Dez repetições. Três séries. 

No meio da segunda, sua perna já tremia e sua pele parecia que ia romper de tanta força. Vendo aquilo e já tendo terminado sua parte, Christopher a ajudou na execução. 

Ele a abraçou por trás, passando os braços pelo corpo da garota, posicionando-os entre sua cintura e umbigo, colando seu peitoral as costas menores e mantendo seu quadril bem afastado do dela. Agachando-se junto com a ruiva, ele a ajudava na hora de levantar. Foi assim na metade da segunda série e em toda a terceira. 

Quando colocou a barra pela última vez no suporte e pode respirar sem o peso daquilo em suas costas, sorriu aliviada. A essa altura ela já estava descabelada, ofegante, vermelha, dolorida e cansada. 

- Muito bom. - elogiou-a, erguendo a mão no alto e ela bateu. 

- Quero comer. - aquelas palavras saíram quase como uma súplica. 

****

Após tomarem um banho da academia e trocarem de roupas, foram até uma padaria ali próximo. Ela pediu um pedaço de torta e um bolo de limão. Ele apenas uma água sem gás. 

- O que foi? - indagou ela, ao ver o olhar acusatório que caia sobre si. 

- Acabamos de sair da academia. - disse como um lembrete. 

- Eu sei, é justamente por isso. Eu malho pra comer. - falou divertida, levando vagarosamente uma garfada de bolo, que pingava calda, para a boca. E tendo a audácia de salta um longo “hm” após o gesto. 

O outro riu e retirou uma marmita de salada e frango da sua bolsa. Vendo aquilo, uma dúvida veio na mente dela. 

- Não sente falta disso? - apontou para o doce. - Sabe, sair da dieta, passar um dia sem fazer exercício...

- Eu faço isso. Principalmente sair da dieta, mas muito esporadicamente. Se seguir a dieta a risca todo dia, para de fazer efeito, o corpo se acostuma. Uma vez por mês eu me permito comer alguma besteira.

- Tão chato. - revirou os olhos. - Bom é comer!

Ele deu um fino sorriso e se ajeitou na cadeira, escorando-se no encosto. 

- Acho que nunca disse isso, mas eu era obeso quando pequeno. - revelou.

- Sério? - assustou-se com aquilo. Ele era sempre tão fitness, é impossível sequer imaginá-lo com uma gordurinha a mais.

- Uhum. Eu nasci gordo, quase seis quilos.  Minha genética é ruim e eu tenho tendência a um monte de doenças. Com onze anos eu pesava quase cem quilos. Me deparei com a morte quando infartei, depois veio a diabetes, pressão alta, palpitações… eu suava até parado. Só saia da cama pra comer. Odiava quando me olhava no espelho, tinha vontade de chorar. Mas ai meus pais interviram. Fui pro médico, nutricionista, psiquiatra. E então resolvi mudar e para de culpar deus e o mundo por eu ser daquele jeito. Meus pais e meus amigos me motivavam, mas nada ia mudar se não fosse vontade minha. Com doze anos entrei na academia e agora estou assim. - apontou pra si mesmo. 

- …

- …

- Uau. Nossa. Eu.. - deu uma risadinha. - acho que agora você está incrível. - comentou com um resquício de malícia e riu ao vê-lo desviar o olhar para a marmita, levemente constrangido. - Realmente com foco e dedicação se consegue tudo na vida. Mas fico feliz que você tenha encontrado algo que goste.

- Fala da academia? - questionou e ela confirmou com a cabeça. Sua boca estava cheia de bolo. - O que eu mais gosto da academia é que ela é justa. Não importa sua cor, condição financeira, nacionalidade, nada. Se fizer certo, vai alcançar seu objetivo. Seja engordar, emagrecer, ganhar músculo. O que for. Se não se dedicar, não vai a lugar nenhum. 

- Agora você faz análises profundas sobre academia? Tá bom, acho melhor tu voltar pro psiquiatra, isso ai deve ser doença. - fez a piada e riu divertida junto com ele.  

 

No fim, foi um dia prazeroso para ambos.

 


Notas Finais


Essa conversa Akane e Jin vai render uma cena inspirada no Hulk kkkk


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