História Gadizaski: Quase Sem Querer - Capítulo 53


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Categorias Malhação
Tags Gadizaski
Visualizações 553
Palavras 1.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 53 - Festa no condomínio do Paulo


Fanfic / Fanfiction Gadizaski: Quase Sem Querer - Capítulo 53 - Festa no condomínio do Paulo

Mais uma festa com o elenco todo reunido! Quer dizer, nem todo o elenco, Daphne, Gabriela, Aline, Matheus e Ana ainda não tinham dado às caras.

- Bruno, cê tá bem? Uma cara de tédio... – Gi chegou me abraçando.

- Tô de boas! Só com um pouco de dor de cabeça...

- Mas já bebeu tanto, pra estar assim?

- Não! Tô com dor desde que saí de casa! – Olhei ela dando o último e ligeiro gole em sua bebida. – Já você, tá só começando né?

- Que cê acha? – Ela riu maldosa. – Olha só, tem um gatinho aqui na festa... cê não vai se importar se eu ficar com ele né?

- Relaxa, Gi! Eu e você somos só amigos. Não temos nada sério que nos impeça de ficar com outras pessoas...

- Ai, Bruno... – Ela me deu um beijo estalado na bochecha. – Por isso que eu te amo!

- Mas me diz uma coisa... Ele é do elenco?

- Não né, tá maluco? O Paulo me queima viva. Ele e o Cao já pediram para as pessoas do elenco não se relacionarem... Imagina se eu fico com alguém bem debaixo do nariz dele? É pedir pra morrer. – Rimos e ela seguiu caminho até esse cara que devia morar no condomínio, ou era acompanhante de alguém.

Fui até o banheiro abandonando aquela mesa onde apenas eu a ocupava.

- Matheus?

- E aí, Brunão! Beleza?

- Beleza... Não tinha te visto, achei que não tinha vindo!

- Ah, nós chegamos agora!

- “Nós”?

- A Gabriela e a Daphne vieram comigo...

- Ata! E a Aninha e a Aline?

- Ana foi pra São Paulo. A mãe dela tava meio mal e ela não tava com clima pra festa. E a Aline ia receber visita de longe.

- Puts... – Fiz uma careta. – Eu vou no banheiro, depois a gente se encontra por aí de novo! – Nos despedimos e fui até o toalete.

Minutos depois, andei em meio ao tanto de pessoas, não só do elenco - afinal, éramos apenas convidados do Paulo para uma festa do condomínio dele - para ver se encontrava o Matheus de novo. Matheus era o único que bebia mas não se alterava, era bacana conversar com ele. Mas por fim, não o encontrei.

Voltei para a mesa em que eu estava sentado no maior tédio minutos atrás. Porém dessa vez não estava desocupada.

- Olha só, se não é a menina mais gata desse elenco...

- Bruno! – Daphne sorriu e me deu um beijo na bochecha.

- O que está fazendo aqui sozinha?

- Não tô em um clima pra curtir, dançar, muito menos encher a cara.

- Então somos dois! – Sentei.

- O que você tem? – Ela perguntou estranhando eu estar ali.

- Nada, só dor de cabeça! Não sei nem porquê eu vim.

- Comigo tá parecido. Eu vir só me deu dor de cabeça!

- Como assim? – Questionei. – Por que?

- Acho que eu tenho um remédio aqui pra dor. – Ela pegou a bolsa mudando de assunto. – Achei. Agora só tem que conseguir uma água. – Agradeci, peguei o remédio, e fui até o balcão de bebidas pedir uma garrafinha de água.

- Valeu! – Agradeci ao funcionário e voltei para mesa onde ela continuava lá, com aquele cotovelo apoiado na mesa e sua mão segurando seu queixo. – Sério mesmo que você vai ficar a festa toda aqui?

- Vou sim! Ou pelo menos por enquanto. Só vim marcar presença mesmo.

- Você está tão no tédio quanto eu, hein?! – aproximei minha cadeira da dela e, assim como ela, apoiei meu cotovelo na mesa segurando meu rosto com a mão e a encarei. – Desembucha! O que é que tá pegando? – Ela ergueu os olhos que encaravam há algum tempo a mesa, e olhou bem no fundo dos meus.

– O meu namorado... – Ela suspirou pesado. – Eu tinha marcado com ele segunda-feira, que iria ajudar ele no restaurante nesse fim-de-semana.

- E aí... – Pedi para que ela continuasse.

- E aí que eu tô aqui, né? – Ela voltou a encarar a mesa. – Ele ficou bravo. Discutimos.

- Ah, mas isso foi hoje, relaxa. Amanhã vocês já fazem as pazes.

- Essa é a questão! – Ela me olhou e eu frangi a testa. – Sempre tem esse tal de “amanhã vocês fazem as pazes”. A gente tá brigando direto desde o início das gravações... Uma vez ele até tentou ser fofo e eu acabei estragando tudo.

- Me conta essa história. – Falei enquanto bebia a bebida que o garçom acabara de deixar sobre a nossa mesa.

- EI! Você acabou de tomar remédio e já vai largar álcool por cima? Tá maluco?

- Ah, relaxa... Já fiz isso outras vezes!

- Garanto que dessas “outras vezes”, ou você desmaiava e acordava em cima da cama, ou dava maior PT. – Lembrei que realmente algumas vezes tinham acontecido exatamente isso.

- Nem sempre... – Resmunguei. – Tá mas continua, vai!

- Só se você largar esse copo e beber ele no mínimo daqui uns 10 minutos.

- Vai ficar quente! – Ela me encarou. – Ok, ok, ok! – Revirei os olhos e deixei o copo novamente sobre a mesa. – Agora me conta, por quê você acabou estragando um momento fofo de vocês?

- Ah, não me lembro direito! Eu sei que a gente tinha recém ido na praia depois de um dia e uma noite maravilhosa. – Revirei os olhos discretamente enquanto ela dava seu primeiro gole na bebida. – Entramos no carro para voltar pro restaurante e ele foi postar uma das fotos que tiramos pelo meu Instagram, até que... – Ela meio que arregalou os olhos.

- Que... – Estranhei o jeito que ela me olhava. – Tá tudo bem? – Ela bebeu rapidamente a bebida no seu copo.

- Eu amo essa música! Vamos dançar! – Ela me puxou pela mão me levando até a pista de dança.

Estava tocando uma música eletrônica e ela não estava muito afim de dançar não sei por qual motivo veio até aqui.

- Você tá bem mesmo?

- Tô ótima! – Ela fez sinal para o garçom e em meio ao som alto, pude ouvir ela pedindo mais uma bebida. Isso não ia prestar.

- Finalmente saiu da bad, amiga! – Gabi falou sorrindo ao passar por nós.

- Você não tá nem um pouco afim de dançar, o que estamos fazendo aqui?

- Para de birra, Bruno! Se solta! Não é porquê eu não estou afim de dançar que eu vou ficar parada nessa festona!

- Só te peço que não beba que nem da outra vez pra não dar a merda que deu!

- Relaxa! Eu não vou te agarrar de novo... – o garçom chegou com a bebida dela. – Aliás, sabia que eu lembrei esses dias, daquela noite? – Engoli seco.

- Ah, é? Foi louco!

- Foi! Você beija bem, garoto. Parabéns! Vai ser um prazer fazer par contigo na novela! – Ela deu uma risada sarcástica.

- Digo o mesmo! – Sorri.

- Cara de pau... – Ela deu um gole na bebida.

Já estávamos uns 20 minutos dançando e partilhando garrafas de bebida.

- Você não tem idéia do quanto é horrível dançar com essa roupa! – Ela reclamou me entregando mais uma vez uma garrafa vazia de bebida. – Pede mais uma.

- Lógico! – Sorrimos e eu fiz sinal para o garçom. – Vamos levar o Paulo a falência, caso seja ele que tenha que bancar as bebidas dos convidados. – Rimos e o garçom chegou até nós, e foi buscar nosso pedido.

- Ai, genteee! – O DJ chamou a atenção dos presentes. – Agora vamos mudar um pouco o estilo de música, só pra vocês recuperem o fôlego e dançar mais tranquilinho. Tranquilinho E coladinho.

O som mudou radicalmente de eletrônica, para sertanejo, e junto do inicio de uma música, vinha mais uma garrafa para nossas mãos.

- Cê vai querer dançar ou descansar? – Perguntei pra Daphne que já soava de tanto dançar.

- Meu amor, eu vou querer é CANSAR. Só saio dessa pista quando eu não aguentar mais em pé! – Tomamos aquela garrafa ligeiramente e a Daphne levou ela até o lixo. Pude perceber que ela já estava com as pernas bambas.

- Tira esse salto, cê vai machucar. – Ela concordou e jogou os saltos para perto do balcão. – Cê é louca?

- Tá ouvindo isso? – Ela olhava para o teto.

- Isso o que? Tá delirando já? – Ri olhando para o teto também.

- Não, idiota! – Ela me encarou. – Tô falando da música.

- Claro que tô ouvindo, né? Não sou surdo!

- E a gente não tá dançando por quê? – Ela deu um sorriso e colou nossos corpos. – Olha só, além de cantar e beijar bem, sabe dançar que é uma beleza!

- Dá pra esquecer aquele beijo? – Falei sério fazendo ela parar de dançar e me encarar.

- Por que? Cê vai me dar outro melhor pra mim esquecer daquele?



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