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História Gala - Capítulo 8


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Notas do Autor


Olá, amores!

Venho por meio deste apresentar a lista de itens básicos para a leitura deste capítulo:
- Ar condicionado e/ou ventilador ligado
- Água gelada em abundância
- Desfibrilador

Para depois do capítulo, serão necessários:
- Banho gelado
- Atendimento do SAMU
- Remédio para pressão arterial.

OBS: NÃO DIGAM QUE EU NÃO AVISE! Preparados? Vamos de leitura, mas antes, não se esqueçam de me seguir no Instagram, que é @aaraujoescritora, e agora, no Twitter, que é @araujoescritora. Agora vamos ler, minha gente!

Capítulo 8 - Mad Love


Fanfic / Fanfiction Gala - Capítulo 8 - Mad Love

Love me, love me like that

Me ame, me ame assim

Love me, give me some mad love

Me ame, me dê um amor louco

Mad Love – Sean Paul, David Guetta e Becky G

 

― Obrigada por me deixar em casa ― Lívia disse assim que abriu a porta de seu apartamento ― e obrigada pela noite também, e me desculpa se eu te derrubei daquele jeito, eu poderia ter te machucado.

― Não há pelo que se desculpar ― eu disse, colocando a sua bolsa em cima do sofá. Lívia tentava se esquivar do meu olhar e estava agindo de forma estranha, meio fria, e aquilo me deixou um pouco desconfiado ― Está tudo bem? Você me parece...

― Está tudo bem ― ela respondeu e foi em direção a cozinha comigo em seu encalço. Eu não estava convencido de sua resposta ― Você quer água?

― Eu quero te levar para jantar no sábado ― respondi sinceramente ― Se você quiser, é claro.

― Sim, eu quero ― ela respondeu e percebi que ela ainda não parecia animada com o meu convite. Seu rosto assumiu um rubor inusitado e ela virou-se de costas para mim, pegando água na geladeira ― É algum lugar chique? Preciso usar Versace?

― Não, não é nada formal ― respondi ― Use o que te deixar à vontade.

― Ah sim, eu vou ― ela disse com o tom de voz debochado ― Me busca que horas?

― Às sete ― respondi um tanto distante, porque ali, implicitamente, entendi o por quê de sua frieza: ela queria sexo, e eu, de certa forma, a neguei. Lívia estava se sentindo rejeitada. ― Depois, podemos fazer o que você quiser.

― Eu espero que sim ― ela comentou e fechou a porta da geladeira com certa força e virou-se para mim, lançando um sorriso diabólico. Essa mulher, realmente, era dura na queda!

― Eu preciso ir ― aproximei-me dela e a abracei ― Te vejo no sábado?

― Sim ― ela respondeu, mas sem corresponder meu abraço ― no sábado.

Olhei para ela, que ainda se recusava a olhar para mim, e então, apelei para a minha maior arma: cócegas. Lívia começou a rir e tentava, em vão, me fazer parar através de seus tapas.

― Para com isso! ― Ela pediu pela milésima vez e eu fui parando aos poucos ― Isso não é engraçado!

― Mas foi a única coisa que te fez rir! ― Eu disse e selei meus lábios nos dela rapidamente. ― Preciso ir. ― Beijei-a e depois a soltei, mesmo contra a minha vontade.

― Te levo até a porta. ― Ela disse e me acompanhou até lá ― Dirija com cuidado, me avise quando chegar.

― Pode deixar ― beijei-a novamente ― Tchau.

― Tchau! ― Ela disse e fechou a porta assim que entrei no elevador.

Naquela noite, tive sonhos nada próprio com ela, e a ansiedade para o jantar de sábado aumentou. Ou para o final dele.

***

Enquanto o elevador do prédio onde Lívia morava subia, minha ansiedade em vê-la aumentava. Assim que toquei a campainha, aprumei-me para não parecer assim tão ansioso, mas quando ela abriu a porta, meu autocontrole quase se perdeu.

― Oi! ― Ela me cumprimentou ― Entre, por favor!

Que. Vestido. Era. Aquele?

Os seios dela estavam guardados na parte de cima daquele vestido que mostrava uma parte do seu estômago, e que eram unidos por um laço. Os seios dela estavam, em suma, sendo segurados por duas tiras de pano amarradas por um nó, um laço, sei lá eu o que era aquilo, porque eu só pensava em desatar aquilo com os dentes e depois sugar a pele dos seus seios que...

― Olá ― Eu disse, dei alguns passos em sua direção e a segurei pela cintura a beijando controladamente, porque se eu o intensificasse, o jantar seria adiado ou cancelado ― Você está... ― gostosa, maravilhosa, irresistível ― linda! ― E essa foi a resposta segura.

― Obrigada ― ela respondeu e mordeu seu lábio inferior, me lançando um olhar falsamente inocente ― Você quer alguma coisa?

― Eu quero, hum, comer ― quero comer você! ― Vamos? ― Eu disse depois de pigarrear e afastar aquela ideia da cabeça. Das duas.

― Vamos, ― ela disse, fechando a porta de seu apartamento ― pois eu também estou com fome.

Aquela mulher era o próprio diabo e eu estava louco para ir ao inferno.

Quando chegamos ao restaurante que eu havia feito reserva, Lívia ficou surpresa e feliz, o que me deixou feliz também. Além da felicidade, senti que ela ficou mais solta e baixou o escudo, pois se permitiu me olhar fixamente, flertar de maneira mais romântica e, por incrível que pareça, não foi rude comigo, como era de seu feitio. Bom, me parecia que eu estava conquistando seu coração, de fato.

Durante o jantar eu pude observá-la com mais liberdade. Lívia realmente era uma mulher linda, com trejeitos charmosos e sorriso encantador, e quando ela gargalhava, seus ombros largos balançavam e ela franzia o nariz, o que a deixava mais charmosa e eu ainda mais caído por ela. A cor do vestido em contraste com a sua pele e seus cabelos soltos emoldurando seu rosto arredondado faziam dela a mulher mais bonita que eu já havia visto na vida, e além do desejo carnal que eu sentia por ela, senti, também, paixão. Eu estava apaixonado por ela.

Depois de duas colheradas de mousse de doce de leite com paçoca ― eu acho esse último nome engraçado de falar ― e uma rápida discussão sobre quem pagaria a conta do jantar, decidimos ir para a minha casa. O plano era passear mais um pouco, mas por conta da chuva, meus planos foram adiantados, o que eu não achei nada ruim.

― Que chuva! ― Ela disse assim que entramos em minha casa. ― Ei, Kal! ― Ela se abaixou para acariciar o cão e eu quase infartei ao ver aquele traseiro arredondado sendo, finalmente, marcado pelo tecido do vestido.

― Ele gosta de você ― Eu disse enquanto pendurava as chaves do carro na parede.

― Eu gosto dele também ― ela disse de pé, enquanto segurava a sua bolsa.

― Me dê a sua bolsa ― eu estendi o braço e ela me entregou seu pertence para que eu o pendurasse atrás da porta ― Você quer alguma coisa?

― Não, obrigada ― Lívia disse e se aproximou de mim ― A noite foi muito agradável, eu gostei bastante ― ela surpreendentemente me abraçou ― foi muito educado e gentil da sua parte me levar num restaurante brasileiro.

― Eu imaginei que fosse gostar ― beijei sua testa delicadamente enquanto sentia suas mãos em minhas costas por cima da minha camiseta ― foi muito...

Ela me beijou inesperadamente e me levou para o fogo. O beijo foi ficando mais profundo, meu corpo cada vez mais se enrijecia e esquentava de tanto desejo por ela e eu a peguei no colo e fui em direção às escadas, rumando para meu quarto. No caminho ela beijava meu pescoço, mordia o lóbulo da minha orelha e traçava delicados caminhos em minha nuca com suas longas unhas vermelhas.

Em meu quarto, coloquei a de pé no chão e prensei na parede, apalpando seus seios delicadamente enquanto a beijava. Surpreendentemente, Lívia colocou sua mão em cima da minha e a apertou, indicando que queria que eu a tocasse com maior intensidade. Como ela não cansava de me surpreender, parou o beijo e me encarou, ofegante.

― Eu não quero delicadeza, Henry ― ela disse enquanto desabotoava a minha camisa e plantou um beijo em meu peito desnudo ― Eu esperei demais para querer algo delicado. Eu quero que seja intenso, eu quero que seja duro.

Ela não precisou falar duas vezes.

Beijei-a com furor e indelicadeza, assim como ela queria e como eu queria também, e enquanto isso, desfiz o bendito nó de seu vestido, revelando seus seios não tão pequenos. Toquei-os e estimulei seus mamilos com meus polegares e ela gemeu entre o beijo, colando ainda mais seu corpo no meu. Com toda a minha força, levantei-a para que nossas bocas ficassem na mesma altura, e ela automaticamente abraçou meus quadris com suas pernas. O vestido se embolou em sua cintura e com seu colo totalmente livre, pude beijar a região o quanto quis, começando pelo seu pescoço e terminando em seus seios. Enquanto sugava seus seios, ela puxava meus cabelos e murmuravas coisas que eu não entendia por conta de sua voz arfante e também por serem coisas em português.

Palavras ali não eram precisas entre nós, pois nossos corpos sabiam bem o que queríamos um do outro. Assim que a coloquei no chão, seu vestido desceu pelo seu corpo revelando-o seminu, coberto apenas por uma calcinha de renda preta. Aproveitando que eu estava distraído enquanto admirava a peça em contaste com a sua pele, Lívia me prensou na parede e terminou de me livrar da minha camisa. Sua boca doce e macia beijou toda a extensão do meu pescoço, peito e abdômen, descendo até chegar onde meu desejo por ela estava prestes a estourar a calça. Ajoelhada e olhando diretamente em meus olhos, ela abriu o cinto preto e desabotoou a minha calça jeans, deixando-me apenas de boxer preta. Por cima do tecido ela me tocou, e aquela visão me fez contorcer em antecipação. Ela beijou-me por cima do tecido fino da boxer e lentamente me despiu. Nu e à mercê dela, gemi quando senti a sua mão morna me estimulando, tocando-me devagar, masturbando-me lentamente, como se quisesse me torturar.

― Você quer me... oh!

Gemi quando ela me colocou em sua boca morna, e sua língua bem coreografada fez com que eu cerrasse a mandíbula e o ar passasse pelos meus dentes. Eu estava me segurando para não me desfazer na boca dela, mas essa tarefa estava sendo quase impossível, principalmente pelo jeito com que ela me olhava, como se estivesse provando a coisa mais gostosa do mundo. Quando ela combinou os movimentos da boca com o das mãos, fechei os olhos com força, joguei a cabeça para trás e levei minhas mãos até a sua cabeça, ainda que o comando estivesse com ela. Abri meus olhos quando ela parou seus movimentos e foi me beijando de baixo para cima, permitindo-me pegá-la no colo e finalmente coloca-la na cama.

― É a minha vez agora ― eu disse, e depois de beijar sua boca, beijei, mordi e suguei a pele de seu pescoço, colo e seios, demorando-me bastante neste último. Fiz o mesmo em sua barriga até chegar em sua intimidade coberta pela calcinha. Lívia gemia e ela mesma estimulava os seus seios, o que me dava muito mais tesão. ― Deixe-me o ver que temos aqui ― eu disse enquanto enfiava a minha mão por dentro da calcinha. Meus dedos deslizaram pelas dobras quentes e molhadas de sua intimidade ― Oh, parece que alguém está muito pronta por aqui. ― Eu disse e pus-me no meio de suas pernas, a posição permitindo que eu tirasse sua calcinha indecente com os dentes, do jeito que imaginei assim que a vi. Ergui a cabeça para ter a visão dela toda nua em minha cama, totalmente entregue e cheia de tesão assim como eu. ― Você é gostosa demais, puta que pariu, Lívia! ― Passei minhas mãos pela sua cintura e inclinando a minha cabeça, pincelei, levemente, minha língua em sua intimidade ― Você é doce! ― eu disse e depois beijei a parte interna de sua coxa, fazendo com que ela se contorcesse em antecipação pelo que viria.

― Henry, por favor! ― Ela implorou com a voz chorosa enquanto apertava seus próprios seios. Meu Deus, aquela safadeza toda estava compactada nessa mulher pequena desse jeito? ― Eu preciso da sua língua em mim!

― Você terá, baby ― eu disse entre suas pernas, o ar quente da minha boca indo até sua intimidade, fazendo-a se contorcer mais ― você terá.

O gemido que ela deu assim que a suguei foi tão excitante que pensei que poderia gozar ali mesmo se não me controlasse. Lambi, mordi, suguei e estimulei sua intimidade com meus dedos, principalmente dentro de sua cavidade feminina. Percebi que ela gostava da combinação dedos-mais-língua, pois quando intensifiquei tais movimentos, ela colapsou num orgasmo arrebatador, deixando minha boca úmida de seu feminino e doce néctar.

Eu já estava viciado.

Deixando-a na cama recuperando-se de seu orgasmo, peguei um preservativo em minha carteira e o coloquei sob o olhar de rapina de Lívia. Inclinei-me para beijá-la e depois fiquei de joelhos na cama, sentado sob meus calcanhares, mas com meu tronco reto.

― Me dê essas pernas ― eu fiz sinal com as mãos e ela me obedeceu. Beijei o peito de seu pé, seu tornozelo, panturrilha, canela e coxa ― Não, tire as mãos daí ― repreendi-a quando vi que ela se masturbava ― deixa isso comigo ― Ela parou imediatamente e levou suas mãos em seus seios novamente ― O quão duro você me quer?

― O mais duro possível ― ela disse mordendo os lábios.

Sorri para ela, que fechou os olhos com força e segurou-se nos lençóis, mas gemeu assim que ameacei penetrá-la. Ela implorava através de seus gemidos e linguagem corporal, e então decidi parar com a tortura.

Oh, Henry! ― Ela gemeu sofregamente enquanto eu deslizava para dentro dela, dando início aos meus lentos movimentos ― Puta que pariu, que delícia!

Eu não disse nada, pois estava ocupado demais enquanto a observava fechar e abrir os olhos e as suas mãos confusas, que revezavam entre os lençóis e os seus seios lindos. Fui aumentando o ritmo devagar e amei o balançar de seus seios quando investia nela mais rápido. Ela continuava a murmurar coisas sem sentido enquanto gemia de maneira muito gostosa e excitante, e percebi que se segurou para não gritar quando comecei a estimular seu clitóris. Ela arqueava suas costas e gemia, fazendo parecer que a cama não cabia o prazer que ela estava sentindo.

― Isso ― ela dizia, a voz ofegante ― rápido, Henry! ― Ela arfou ― Rápido!

Segurei-a pela cintura e investi com mais força e rapidez nela, pois seu desejo era o meu comando. Eu queria vê-la se desmanchar ali em minha cama, e para isso eu faria o que ela quisesse. Inclinei meu corpo para que pudesse beijá-la enquanto a penetrava, e enquanto tudo acontecia, Lívia deslizava suas minhas em minhas costas, fazendo com que meu tesão aumentasse. Depois, sua boca beijava meus ombros e seus calcanhares apertavam meus glúteos.

Com certa força, Lívia fez com que mudássemos de posição, e vê-la ali, em cima de mim, foi a coisa mis excitante do mundo. Ela deslizava em mim com vontade enquanto as minhas mãos estavam livres para tocá-la onde eu quisesse, principalmente em seu traseiro redondo.

― Me bata ― ela pediu enquanto eu apertava seu traseiro, e me senti confuso com seu pedido, ainda que tenha me excitado mais ― me bata, Henry! ― Ela pediu, cavalgando com mais força ― Ai! ― Ela gemeu quando desferi o primeiro tapa em um lado de seu traseiro, e senti-a apertar-me com aquele gesto, que repeti por mais vezes. ― Porra, eu vou...

― Não agora ― eu disse, voltando a nossa posição inicial. Novamente fiquei com meu tronco reto enquanto investia nela, mas eu seria mais intenso em meus atos ― Você gosta disso? ― Perguntei quando levei minha mão direita em seu pescoço, exercendo uma leve pressão.

― Sim ― ela disse num sussurro enquanto a sua respiração estava muito ofegante ― Eu gosto! ― E bastou isso para que eu aumentasse meu ritmo, apertando levemente o seu pescoço com uma mão e os seus seios com a outra. O quarto era apenas nossos gemidos e o barulho de nossos corpos se chocando.

― Vem pra mim Lívia, vem ― eu disse com a voz baixa enquanto sentia seu interior me apertar ― estou vindo pra você também.

Numa sincronia, sintonia e conexão fora do comum, e eu e ela atingimos juntos o orgasmo. Bem, um dos, porque Lívia gozou por mais de uma vez, um orgasmo atrás do outro.

― Que porra está... ai, caralho!

Ela exclamou quando outro orgasmo se aproximou e eu a penetrava mais lentamente. Depois, fiquei apenas ali parado ainda dentro dela, mas estimulando seu clitóris. Quando os orgasmos passaram, Lívia foi recuperando sua respiração lentamente, e eu beijava seu colo e barriga devagar e com mais delicadeza. Quando senti suas mãos em meus cabelos, levantei meu olhar e a encarei.

― Você fode bem demais ― ela disse com sinceridade e cabelos bagunçados e eu ri ― O quê? É sério, eu nunca tinha tido orgasmos múltiplos na minha vida.

― Eu agradeço o elogio... eu acho ― disse sem jeito, ainda que lisonjeado ― Vem ― peguei-a no colo, um gesto que percebi que ela gostava ― Vamos tomar banho e comer alguma coisa.

― Cardio dá fome, não dá? ― Ela perguntou com olhos travessos.

― Dá ― eu ri, coloquei-a no chão do banheiro e descartei a camisinha ― muita.

Ela riu e entrou no box do banheiro. Tomamos um banho muito gostoso, onde pudemos criar maior intimidade um com outro sem necessitar erotismo. Adorei banhá-la e lavar seu cabelo, e descobri que, assim como eu, ela gostava de carinho no cabelo. Depois do banho, fizemos sanduíches e comemos enquanto conversávamos tranquilamente, e percebi que o sexo que fizemos derrubou todas as barreiras que ela mantinha a sua volta. Realmente, Lívia era uma mulher positivamente incomum, e isso fazia com que eu me envolvesse cada vez mais.

De volta em meu quarto, depois de escovar os dentes, admirei-a com o cabelo úmido e seu corpo coberto com minha camiseta dos Chiefs, pernas cruzadas enquanto mexia em seu celular.

― Tudo bem? ― Perguntei e beijei sua testa.

― Sim, ― ela levantou seu olhar e capturou meus lábios com os seus ― só estava dando sinal de vida ― ela levantou o celular.

― Faz bem ― eu disse e me deitei ao seu lado ― Vem aqui, ― abri meus braços e ela se aconchegou neles depois de deixar seu celular na mesa de cabeceira ― não hesite em me chamar se precisar alguma coisa, okay?

― Okay ― ela disse, puxando o edredom para nos proteger do vento frio do quarto ― Obrigada por...

Ela nem terminou a frase, pois dormiu assim que se aconchegou mais em meus braços. Beijei a ponta de seu nariz e a abracei mais forte, sem conter o sorriso de satisfação em meus lábios: a moça dura na queda amoleceu e adormeceu em meus braços.


Notas Finais


EU AVISEI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


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