História Galactic Games - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Fichas, Interativa, Luta, Romance, Universo Alternativo
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Palavras 1.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Opa, voltei, demorou mais do que o esperado, mas estou de volta, sem delongas bora pro capítulo, um cap mais parado hoje, mas aguardem os próximos.

Boa leitura!!

Capítulo 4 - Obediência


Fanfic / Fanfiction Galactic Games - Capítulo 4 - Obediência

______Carter____________________________

Agora eu estava na situação mais humilhante da minha vida, mesmo se comparada aos deboches do meu irmão, cheguei ao cúmulo de estar ajoelhado aos pés de uma garota, não conseguia correr, mal conseguia enxergar de tanto cansaso, nem percebi que passei uma hora inteira correndo atrás dela e agora as cores do labirinto se confundiam na minha visão.

— Que desprezível... – disse ela – Vou ter o mínimo de piedade em perguntar o que você quer.

— Você...calma... – meu cérebro parecia travado – Você acabou a prova... primeiro que eu, como? Como foi tão rápida?

— É isso? – ela parecia surpresa – Não quer meus livros ou algo assim? Não sei se te acho patético ou persistente além da conta.

— A segunda opção parece mais comigo.

— Se quer tanto saber... – a mão dela começaram a tremer e foi coberta por uma névoa negra – Eu não fiz a prova. A sombra fez a prova. 

Sua mão se mexia independente do corpo dela.

— O que é a sombra? – ousei perguntar.

— Eu me pergunto todo dia. Por enquanto, ela é minha única amiga.

— Ah... – fiquei meio sem graça – Eu acho que entendo, eu também só tenho um amigo, não é uma sombra ou algo parecido mas dá pro gasto.

— E onde está ele?

Olhei ao redor, os rastros de minha perseguição iam longe, nem sinal do Zaine.

— Você perdeu ele não foi? – ela debochou.

— Pff, ele já deve estar nos alcançando.

Depois de 5 minutos (também conhecido como "uma eternidade"), eu já tinha perdido as esperanças.

— Ok, acho que eu deveria procurá-lo. Agradeço o esclarecimento sobre a sombra ou o que seja, vou deixar você seguir seu caminho...dessa vez.

— Você não vai nem tentar me pedir ajuda?

— Eu... não preciso.

— A carta diz claramente que é preciso no mínimo 3 pessoas em um time, você tem a oportunidade de ter a mim no seu, e você não vai nem tentar por que é orgulhoso de mais?

— ...É.

— Gostei de você. – ela disse sorrindo – Fantasma...

— O que disse?

— Não é difícil reconhecer, o vigilante de Vênus, não é bem o que eu esperava, seu irmão seria mais cordial.

— Olha só sua putrefata, eu posso ser bem mais cordial que o meu irmão, seja lá o que isso signifique.

— Você sabe o significado de putrefata e não sabe  o de cordial? Significa que tem que me chamar pro seu time.

— Então entra.

— Ok, foi fácil.

— Espera, agora estou confuso.

— Você processa as informações muito rápido, então elas não chegam perfeitamente no seu cérebro, combinado com sua impulsividade, isso te torna facilmente manipulável.

— Como você me conhece tão bem?

— Eu pesquiso muito sobre meus adversários.

— Que seja. Quantos livros você tem? 

Ela abriu a bolsa, revelando o mais profundo vazio.

— Você fez todo esse teatro só porque não tem nada? Acho que somos dois patéticos agora.

— Mas deu certo...onde estão nossos livros? – ela perguntou, dando muita ênfase no "nossos".

— Eu tenho 3, estão com o Zaine.

______Zaine____________________________

— Sai de cima de mim, por favor! – eu repetia insistentemente para um lobo que estava me babando e rosnando.

— Jimi, eu acho que ele já entendeu o recado. – disse o "das sombras".

O menino lobo se levantou e voltou à forma humana.

— Poderia por favor não repetir isso? Eu só elogiei o corpo avantajado desta bela moça. – apontei para a baixinha com quem já havia falado antes mesmo da prova, parece que ela achou quem estava procurando – Por sinal que coincidência achar você, por acaso vocês viram um vulto azul passar por vocês?

...

Depois de algumas apresentações, eu consegui convencê-los a não me roubarem, mas tive que me juntar a eles.

— Temos livros suficientes agora. – disse Yusuke.

— Espera, um dos meus livros é do Carter, ele faz parte do time. – observei.

— O que corre? – ele questionou.

— É.

— Nem pensar, você é nosso agora.

— Não seria mais interessante se encontrassemos ele pra termos mais uma ajuda? – seu rosto seguia fechado como céu de tempestade – E você pode ter a chance de vê-lo implorar piedade como eu...

— Fechado.

Não tive muito trabalho por um bom tempo, andamos horas a fio, era muito prático ter Yusuke na linha de frente, até então nenhum competidor ameaçou nosso grupo, nem mesmo algum monstro do labirinto. 

— Quando entrei pros Galactic Games, achei que seria mais empolgante. – dizia Jimi-sho.

Passado pouco dele dizer isso, começamos a sentir um vento estranho, o corredor pelo qual passávamos perdeu as cores, assim como o chão se tornou escuridão, caminhando mais a frente havia um púlpito, no centro de uma área quadrada, nenhuma passagem para outro corredor.

A frente do púlpito, cerca de 10 livros espalhados pelo chão, e uma garota de joelhos, cinza, sem reação, ou melhor, sem sequer poder reagir.

Eu fui o primeiro a correr até ela, os outros 3 olharam de longe, guardando a passagem de onde viemos.

Parece que era este o lugar onde ficava a passagem para o próximo andar.

Uma marca branca no chão dizia "Não tente quebrar as regras".

Me ajoelhei em frente a moça, pela primeira vez, não olhei o corpo, mas olhei seus olhos, minhas mãos tremeram ao tocar nas dela, que estavam geladas, por impulso peguei-a no colo e corri para fora daquele lugar, pelo mesmo lugar que havia entrado, o grupo me acompanhou por trás.

A garota foi recuperando a cor e voltando a se mexer.

Encostei-a em uma parede qualquer, ela ainda estava tentando entender o que acontecia. Reparei no dourado de seus olhos, os mais bonitos que eu já vira na vida.

— Qual é o seu nome? – foi a única pergunta que me passou a mente.

— Hope.

________________________________________

Informações de mundo #3:

• Experimentos com aliens e até humanos são realizados constante e secretamente por grupos de cientistas em toda galáxia, geralmente ocorrendo em planetas anões.

• O material mais resistente conhecido no sistema solar é o Barbaarsheidium, metal do qual são constituídas as unhas/garras de um Selvagem, uma raça de uranianos que vive de modo primitivo.

______Scott_____________________________

Bati forte o copo de conhaque sobre a mesa, eu tinha os 10 em minhas mãos, mas eram falsos.

Me segurei para não aumentar o tom de voz.

— Oraclom... você me decepcionou. – reclamei ao que estava detido por Avi bem em frente a minha mesa – Por sua causa, essas dez vidas alienígenas inocentes se foram, como se sente?

— ... você deve...ter gostado disso.

— Não nego que teriam morrido de qualquer forma, mas tu me fizeste perder um tempo precioso. Últimas palavras?

— Você... está errado.

— Sempre me dizem isso.

A cabeça de Oraclom não ficou muito mais tempo no corpo. Avi fatiou seu pescoço como uma fatia de melancia.

______Yuki_____________________________

Sentamos naquele canto do labirinto, com nosso novo time, que Oraclum acabará de nos apresentar, mas escolheu manter segredo sobre o motivo de nos unirmos, mesmo assim, Nick não hesitou um momento em seguir suas ordens.

Oraclum é um saturniano genéticamente modificada, que participou de experimentos no mesmo lugar que Nick, porém os testes dele não foram muito bem sucedidos, ele perdeu seu rosto, fala com dificuldade, e a única coisa que lhe restou como poder foi a capacidade de ter visões do futuro e de múltiplos futuros diferentes. E se ele estava dizendo que deveriamos nos unir por algum motivo, deve ser algo sério.

— Qual é o seu nome mesmo? – perguntou o loiro que se aproximava de mim.

— Yukiteru Aishi, ou Yuki se quiser, e o seu?

— Tatsuya, só Tatsuya. Obrigado pelo chá. – ele disse.

Minutos mais cedo eu havia preparado um chá de uma planta medicinal do labirinto, para curá-lo de uma maldição de um monstro.

— Não há de que. Agradeça a Oraclum por nos ter trago aqui, foi o único lugar em que vi esta planta em todo o labirinto.

— Como sabe tanto sobre as coisas daqui?

— Os livros, não servem só para serem roubados, cada um contem uma vasta gama de informações sobre o labirinto, antes de perder os meus acabei lendo muito sobre plantas medicinais daqui.

— ...eu sinto algo... estranho...– reclamou Oraclum que estava conosco.

— Como o quê? – Nick prontamente se preocupou.

— ...menos uma parte...em mim...Oraclom...meu irmão não está mais em vida...eu sinto...temos que nos apressar...

— Acho que já terminamos por aqui, se tudo estiver correto no livro, Tatsuya não está mais sob efeito do veneno. – disse eu.

— Estivemos analisando todo mapa e informações contidas nos livros, descobrimos que a passagem para o segundo andar está próxima daqui. – completou Nick.

— ...espere...4 estão pelo caminho certo...2 ainda estão perdidos...acorde Kalum e Kasai...vamos encontrar os últimos...

Cada fala de Oraclum me deixava cada vez mais confuso, mas neste momento, só nos restava obedecer.


Notas Finais


Comentem o que acharam, amo ler os comentários hein.
Próximo capítulo sem previsão de chegada, mas vai chegar.

Bem se estiverem achando algumas coisas meio aceleradas, me desculpem, mas é de propósito hsuhsuajshs, se seguir tudo como eu planejo a história não terá muitos capítulos, até porque já estou com outras ideias na cabeça, então essa fic não vai durar muitos caps, por isso podem notar que as passagens de tempo serão um pouco maiores do que o normal daqui pra frente.

Obrigado por lerem, até a próximaaa.


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