História Galaxy - Capítulo 4


Escrita por: e La_Lari

Postado
Categorias 2NE1, 4Minute, B.A.P, Bangtan Boys (BTS), EXID, EXO
Personagens Personagens Originais
Tags B-pop
Visualizações 19
Palavras 1.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁÁÁÁÁÁ AMORESSS!!! Enjoy :)

Capítulo 4 - Acre


Pâmela Pov’s On

 

 

Acabei de pisar os pés para fora do avião para o então famoso Acre. Terra dos dinossauros, aliens, conspirações e os orelhões recém inaugurados.

 

 

Mas brincadeiras a parte, eu nunca estive aqui antes. Tudo novo e tenho muita caminhada pela frente, não é fácil encontrar novos cantores. Temos muitos talentos por ai, mas todos modestos demais e escondidos. Certo, começamos pegando o táxi. O resto é o resto.

 

 

Grupo On

 

 

“Socorro!!!” ~ Pâmela

 

“O q foi??” ~ Thiago

 

“Se perdeu?” ~ Marcela

 

“Eu nem comecei ainda, não faço idéia de por onde começar, tenho uma lista enorme aqui do lado” ~ Pâmela

 

“Relaxa, se a gente conseguiu, você tbm consegue :D ” ~ Karine

 

“Inspirador, muito obrigada” ~ Pâmela

 

Grupo Off

 

 

- Sarcasmo on... – Sussurrei e olhei pela janela, aquilo ali que eu vi era mesmo um orelhão? Pâmela, não acredito que está esquecendo de tomar os remédios na hora certa.

 

 

******

 

- Olha, eu realmente aprecio muito a sua convicção senhora, mas...

 

 

 

- Eu juro, ela tem potencial! É o sonho dela desde criança, é muito talentosa!

 

 

 

- Senhora, se soubesse quantas vezes ouvimos isso. – Dei um riso fraco, tentei ser o mais gentil possível, por dentro eu estou pura impaciência.

 

 

O dia foi estressante. Fui até a primeira agência da lista escutar a voz de dezenas de jovens sonhadores. Mas não bons o suficiente. Eu tenho prazos a cumprir, perdi todo o meu dia e agora uma mulher pegou meu telefone sei-lá-onde para divulgar sua preciosa e talentosa filha.

 

 

Estamos nessa discussão tem vinte minutos.

 

 

- Por favor! Não vão durar nem vinte minutos!

 

 

- Eu estou muito ocupada, por favor vá até uma das agências para que eu possa ver ela, não fico com casos isolados, me faria perder tempo pular de casa em casa para isso. – E se uma agência não tem o que eu quero, infelizmente pessoas aleatórias também não tem.

 

 

- Mas...

 

 

- Ligue para uma agência, tenha uma boa noite. – Encerrei a ligação e bufei, essa “missão” será longa.

 

 

******​

 

Mais duas agências e um jovem cantando e tocando violão no metrô. Nunca vi uma lista tão inútil e uma perca de tempo tão grande.

 

 

- Você de novo?

 

 

Rejeitei novamente a ligação. Outra coisa que fiz o dia todo, rejeitar as ligações da mesma senhora de ontem. Me senti mal por um segundo, ela realmente queria ajudar a filha. As imaginei sentadas num canto, torcendo para serem ouvidas e terem uma chance, a cada chamada rejeitada um teco de esperança se esvaindo. Aguardei a próxima ligação, afinal, o que tenho a perder?

 

 

O telefone enfim tocou, depois de meia hora.

 

 

- Alô? Senhora, esse talvez seja o seu dia de sorte!

 

 

******

 

 

Desembarquei do metrô algumas horas depois (acabei me perdendo, acontece) o próximo passo era andar até encontrar a tal casa.

 

 

 

 

Amarela e portão azul. Chamativa? É o Acre, não vamos questionar. Toquei a campainha duas vezes e aguardei, não tão pacientemente quanto o esperado. Podia ouvir risinhos histéricos ao fundo.

 

 

- Olá! –Uma mulher pela casa dos 40 anos abriu a porta e seu sorriso que já era grande aumentou mais ainda. - Aaah, boa tarde! – Estendeu a mão desajeitadamente para que eu a cumprimentasse.

 

 

- Boa tarde! Para confirmar, sou Pâmela. – Me inclinei para poder ver o interior da casa melhor. – Onde está...

 

 

- Luana? Ah, está na sala. Ficou praticando bastante! – Abriu espaço e eu entrei, pronta para fazer as malas caso todo esse esforço tenha sido em vão.

 

 

Andamos por uma garagem até um corredor com vasos de plantas por todos os lados, as portas da casa era vermelhas. As pessoas dessa casa gostam de cores.

 

 

- Pode entrar! – A mulher abriu a porta e pedi licença antes de entrar, educação acima de tudo.

 

 

Vi uma garota arrumada – muito bem arrumada, devo ressaltar - não parecia combinar com as fotos que estavam na estante, fingir deveria ser um ponto a menos?

 

 

A garota me pegou encarando as fotos e imagino que tenha percebido a minha reação para duas pessoas tão diferentes, ficou nervosa e seu sorriso desapareceu por um segundo.

 

 

- Sou Luana, prazer! – Estendeu a mão voltando a sorrir.

 

 

- O prazer é meu. – A cumprimentei. – Imagino que já saiba meu nome. – A garota assentiu e eu tomei a liberdade de me sentar no sofá. – Indo direto ao ponto, quero que cante para mim.

 

 

A garota e a mãe pareceram surpresas, se olharam e em seguida olharam para mim. Arqueei uma sobrancelha como se dissesse “estou com pressa, então vamos logo com isso”. A mãe se sentou ao meu lado e deu um sorriso encorajador para a filha.

 

 

- Certo. – Respirou fundo e juntou as mãos, começou a cantar uma música que não era brasileira, não me parecia estranha. Nobody’s Home, da Avril Lavigne? - I couldn't tell you

Why she felt that way

She felt it everyday

I couldn't help her

I just watched her make

The same mistakes again

 

What's wrong, what's wrong now?

Too many, too many problems

Don't know where she belongs

Where she belongs

 

She wants to go home, but nobody's home

That's where she lies, broken inside

With no place to go, no place to go

To dry her eyes, broken inside

 

Open your eyes

And look outside

Find the reason, why (why)

You've been rejected (You've been rejected)

And now you can't find

What you left behind

 

Be strong, be strong now

Too many too many problems

Don't know where she belongs

Where she belongs

 

She wants to go home, but nobody's home

That's where she lies, broken inside

With no place to go, no place to go

To dry her eyes, broken inside

 

Her feeling, she hides

Her dream, she can't find

She's losing her mind

She's falling behind

She can't find her place

She's losing her faith

She's falling from grace

She's all over the place (yeah!)

 

She wants to go home, but nobody's home

That's where she lies, broken inside

With no place to go, no place to go

To dry her eyes broken inside

 

She's lost inside, lost inside (oh, oh)

She's lost inside, lost inside (oh, oh, yeah)

 

 

- Muito bem, vejo que sua mãe não estava exagerando. – Me levantei e sorri, retirando um papel da bolsa. – Creio que não vá recusar a oferta, preciso de você no Galaxy pra ontem.

 

 

Mãe e filha sorriram, nos sentamos nos sofás da sala – elas de frente para mim – e começamos a discutir sobre todo o procedimento. Dia produtor, no final das contas.

 

 

******

 

Grupo On

 

 

“Tudo certo por aqui finalmente, e vcs?” ~Pâmela

 

“Pelo menos alguém está se saindo bem” ~Victor

 

“Você vai conseguir :)” ~Pâmela

 

 

Grupo Off


Notas Finais


Esperamos q tenham gostado, um cap novo sai amanhã :D


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