História Game of Bones (Prévia) - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Tags Armas, Balas, Comedia Leve, Fellcest, Gangues, Violencia, Yaoi
Visualizações 58
Palavras 2.891
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Policial, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FALA CHUCKYS E FUJOSHIS!! BLZ!! TRANQUILOS EM SEUS ASILOS TOPE!!!

Esse capítulo é uma prévia de uma fanfic que estou preparado e que terá 8 continuações/ cada uma com 15 capítulos que serão Game of Bones I, II, III, VI, V, VI, VII e VII. E cara, eu tive que fazer essa prévia como uma espécie de trailer/anúncio para preparação de território, eu queria dar uma informação, queria dar uma ideia pra vocês do que é esse projeto "Game of Bones" que eu estou planejando desde o ano passado. Bem, é isso.

Informações:
Underfell Papyrus: Edge
Underfell Sans: Red
Underlust Papyrus: Paplust
Swapfell Papyrus: Mutt
Swapfell Sans: Blackberry

Espero que gostem!

Boa leitura o/

Capítulo 1 - Único


— Seu nome é Edge, não é? — Red perguntou recebendo como resposta um aceno positivo. — Escuta aqui cara, não fode! — Exclamou dando início á um discurso de ódio enquanto apontava para seu alvo. — Fica longe de mim, por que fica me perseguindo? Eu sou perigoso já disse, estou avisando fica longe! — Mas antes que pudesse finalizar sua fala foi interrompido quando Edge começou a se aproximar. Red já estava cansado daquelas atitudes, o mais velho simplesmente ignorava suas falas toda vez que se encontravam, naquele momento, Fell não teve escolha, ele puxou uma pistola e apontou a arma para o mais alto, ali ele parou de andar na sua direção. — Que merda fica longe! Cara você não me conhece; não sabe nada sobre mim, isso não te da á porra do dire-

— Cala a boca! — Edge teve que gritar pra conseguir silenciar a voz do baixinho, colocou a mão no bolso e de lá pegou uma granada, fez questão de que o explosivo fosse visto pelo outro, este que deu um passo para trás. — Eu sei tudo sobre você droga! — Continuou falando alto já impaciente daquela maldita situação, daquele vai-e-vem insuportável. — Eu sei que você rouba essas joias pra chamar a atenção, eu sei que você rouba dos seus amigos porque quer que eles te odeiem, você faz tudo isso porque tem medo de sentir aquele vazio, aquele oco no peito, a dor de ser traído. Eu sei daquele rato cientista que mexeu com seus olhos e te deu esse dente ouro. Garoto eu sei tudo sobre você: porque você é igual a mim. — Terminou seu desabafo já com seu corpo colado no de Red, a pistola dele estava contra seu peito, mas Edge não tinha medo, sabia que o mais novo não iria atirar. E mais, a granada na sua mão era falsa, porém nunca se sabe se alguém, principalmente aquele moleque, iria mudar de ideia ou ter uma crise de consciência.

Red começou a choramingar discretamente, sempre que alguém falava das experiências que Gaster havia realizado em si, ele se lembrava do inferno que foi viver naquele laboratório, não se orgulhava daquele dente de ouro nem dos seus olhos vermelhos, coisas que o diferenciavam do resto dos outros esqueletos. — Cai fora da minha vida, e daí que... Você acha que somos iguais... E daí... Só vai embora, por favor... — Entrou em desespero, não queria chorar na frente daquele cara então abaixou a cabeça, porém continuou com a arma apontada para ele, só que suas mãos estavam trêmulas.

— Eu sei que tudo que você precisa, e sempre precisou, foi de um abraço, e não de um tiro. — Edge voltou a falar enquanto tirava a pistola da mão de Red, jogando-a no banco do motorista do carro que ele estava encostado, em seguida o abraçou, trazendo com força aquele corpo para o seu afago. — Eu sei que você não confia em mim, sei que está com medo agora, eu também estou...

A mente de Red estava uma bagunça. Sim, ele sempre quis um abraço, alguém do seu lado nos piores e nos melhores momentos, alguém para dividir a vida, porém sua desconfiança em relação á sociedade o impedia de criar tais laços, Red nunca fora capaz de confiar cem por cento em alguém, ele não conseguia e quando conseguia a paranoia desse alguém o estar traindo ou tentando derruba-lo de algum modo sempre dominava suas atitudes. Esse sentimento um dia fora sua glória, agora era sua ruína. Não sabia se podia confiar nas palavras de Edge, ele era de uma gangue rival da sua, aquilo tudo podia ser uma armadilha, mas ele poderia estar sendo sincero depois de tudo que fizeram juntos, seja qual fosse a alternativa correta...

— Eu não confio no que você disse. — Se desvencilhou do abraço com dificuldade, pois o outro não queria soltar. — Olha... Eu ainda acho que isso é uma armadilha. — Continuou falando em meio á uma quase crise de choro por seus sentimentos estarem desequilibrados.

— Não confie: apenas sinta. — Edge segurou no queixo de Red e o puxou para um beijo profundo; intenso e sincero.

Ambos afirmaram que a situação não era uma emboscada nem nada do tipo, que o encontro fora programado apenas para os dois esclarecerem a complexidade de seus sentimentos que eram demonstrados de forma desequilibrada e até insana, mas o que Edge e Red não sabiam era que seus respectivos amigos estavam os seguindo para garantir segurança.

Sans, Blueberry, Blackberry e Lust estavam escondidos dentro de um gramado que ficava num jardim de um apartamento perto do estacionamento que os amantes estavam, observando-os de longe com binóculos, Lust parecia interessado na agarração que havia tido início no presente momento.

— Esse é o nosso Red... Pegou logo um bofe das pesadas... — Comentou aumentando o zoom do equipamento, querendo ver mais detalhes da cena, sentia um filete de baba escorrendo por sua boca e o secou rapidamente mesmo não entendendo como esqueletos podiam babar.

— Lust, seu sem vergonha! — Blueberry exclamou num sussurro tomando os binóculos do companheiro de gangue, estava extremamente corado de vergonha alheia. — Dê privacidade a eles, mas que coisa! Você nunca muda! — Tentou controlar sua voz, mas sua revolta não permitia.

— Uma vez Lust, sempre Lust. — Blackbery fez um trocadilho com a situação ainda de olho vivo na cena, mais especificamente no carro do esqueleto membro da gangue rival, não havia nada ali que colocasse a vida de Red em risco, mesmo assim continuava analisando só por precaução.

— Vocês estão bem falantes hoje, meu Deus, e olha que o Red nem está aqui. — Sans repreendeu os companheiros enquanto lançava a eles uma feição de irritação parcial, até gesticulou para os dois ficarem quietos e levarem a situação a serio. — Blackberry, detectou alguma coisa na Lamburguine? — Voltou-se ao único esqueleto que estava ajudando.

— Nada, e aquela granada que ele tem em mão é falsa. — Respondeu, ainda sem parar com a análise. Depois dos últimos ataques surpresas que a maldita gangue rival havia realizado não só com eles, mas com diversos outros grupos e até com as autoridades, Blackberry desconfiava até de um simples piscar de olhos; mesmo não entendendo como esqueletos podiam piscar.

Do outro lado do estacionamento os companheiros de Edge se escondiam dentro de um carro não muito distante do casal. Carrot estava sentado no banco do motorista fumado como de costume e quase dormindo, estava ali há muito tempo e já tinha terminado de checar os arredores com seu binóculo de visão noturna, certo de que não havia nenhuma ameaça presente e ali estava o maior tédio seu sono de repente veio, mas não podia ceder e por isso fumava. Paplust estava no banco atrás de Carrot observando a cena com o binóculo e sentindo um filete de baba sair por sua boca, o enxugou mesmo não entendendo como esqueletos podiam babar, sua língua nem estava ativa para aquilo acontecer, mas procurou ignorar e fitar os detalhes da agarração do outro lado do estacionamento iluminado.

— É serio que o Edge vai transar aqui? Na cara dura? Em público? — Paplust comentou desacreditando no que seus olhos testemunhavam.

— O Edge não cometeria tal atrocidade! Ele é um esqueleto responsável e com muitos padrões! — Papyrus, que estava sentado ao lado de Paplust, defendeu o amigo que estava do lado de fora.

— Claro. — Paplust virou-se ao esqueleto novato. — Uma atrocidade seria deixar te verem com essa roupa de drag queen. — Fez um trocadilho apontando com o olhar para as roupas alheias.

— Isso meu caro é um disfarce de primeira categoria! O melhor que eu já criei ao longo da minha existência, ninguém jamais seria capaz de me reconhecer com essa belezura. — Afirmou orgulhoso apontando para a peruca loura com vários cachos ao redor. — Mas voltando ao assunto, Edge jamais faria algo irresponsável, ele com certeza está explorando os pontos fracos do tal Red e daqui a alguns instantes irá fazer qualquer coisa que ele normalmente faria que com certeza não seria sexo em público.

— Meu Deus é melhor concordar do que ficar ouvindo baboseira. — Suspirou cruzando os braços.

— Papyrus tem razão. — Carrot se intrometeu na antítese alheia enquanto dava uma forte tragada, colocou a mão no queixo prosseguindo com sua fala que deixou os dois no banco de trás calados e atentos. — Mesmo assim, o que me deixa preocupado é a influencia que aquele esqueleto está causando no chefe. — Finalizou sua fala olhando pelo retrovisor interno a seus companheiros, depois olhou para Mutt que estava sentado do seu lado com um olhar assassino sobre a cena no centro do estacionamento.

— Desde que ele conheceu esse Red, ele mudou do vinho para a agua... — Mutt disse irritado tentando controlar seu ódio interno. Edge sempre fora um esqueleto forte e de altos padrões como Papyrus havia dito; uma figura a ser seguida e invejada, mas agora que conhecerá esse tal Red, sua personalidade mudara drasticamente, ele estava mais emotivo e abria mais brechas, aquilo era irritante para Mutt porque ele só é forte agora porque cresceu se inspirando na força e na frieza de Edge; seu irmão mais velho nunca fora amoroso, e vê-lo daquele jeito era como olhar para um espelho e ver a si próprio quando era pequeno e fraco. A decadência do irmão o irritava, mexia com seu psicológico que já era desequilibrado, o fazia ter impulsos e crises de raiva (um exemplo ao último item era que Mutt e Edge começaram a brigar fisicamente e terem varias antíteses depois que o mais velho conheceu o tal Red).

Papyrus e Paplust ainda discutiam no banco de trás sobre o que o líder faria a seguir, Carrot passou a prestar atenção no comportamento de Mutt e arregalou os olhos percebendo que ele tremia, subiu o olhar e viu que sua expressão não era uma das melhores, somou os fatos e concluiu que ele estava tremendo de raiva, não precisou ser um gênio para saber o motivo daquilo.

— E-ei Mutt. Cara se acalma, dá uma tragada aqui... — Levou o cigarro até ele, nesses momentos de estresse vindo dele o melhor a se fazer era dar-lhe algo que ele era viciado, naquele momento só tinha aquele cigarro.

Mutt pegou o cigarro e ao invés de coloca-lo na boca amassou-o na mão, ignorando a dor física que o ato causou. Limpou a mão no banco e num momento de raiva ele pegou um fuzil que estava no chão do automóvel, abriu a porta e saiu ligando o foda-se para tudo. Não aguentava mais ver Edge daquele jeito, iria matar Red e acabar com aquilo de uma vez por todas. Carrot até tentou impedi-lo gritando num sussurro(?) para que ele voltasse, mas já era tarde.

— RED! — Mutt berrou revoltado ganhando a atenção dos dois, mesmo estando ainda longe foram capazes de vê-lo.

Longe dali os companheiros de Red engasgaram e quase tiveram um infarto devido ao susto que foi ver um esqueleto armado apontando para o amigo deles, rapidamente eles deixaram os binóculos no chão e se armaram, estavam no terceiro andar de um apartamento e teriam que descer pela parede com um fio implantado nas barras e a outra ponta no cinto deles, tinham que fazer de tudo para salvar o comparsa.

— Mutt...? — Edge murmurou surpreso ao ver o irmão vindo à direção deles.

Se Edge parecia surpreso, Red estava mais ainda.

— Eu sabia! — O mais novo empurrou o maior para longe com suas pernas não contendo as lágrimas de tristeza e raiva; tristeza por ter sido enganado num momento daqueles e raiva de si mesmo por ter confiado em outra pessoa, novamente, diga-se de passagem. Impulsionou seu corpo para trás caindo do outro lado do carro, tentou abrir a porta do passageiro porém ela estava trancada, ele havia trancado acidentalmente antes de chegar ali. A arma estava no banco e não teve outra escolha a não ser quebrar o vidro com o cotovelo e pega-la para se defender.

O chefe pensou em ir até o amante, mas temia um tiro por isso virou-se na direção do irmão.

— Mutt! O que você está fazendo?! — Exclamou puto da vida quase perto do esqueleto armado, não estava compreendendo nada, sabia que sua gangue o seguiria, mas aquilo já era demais. — Vai atirar em mim? — Teve um ataque de fúria, já era o bastante. — E pegar o meu lugar de líder? Vá em frente, mas nele — Apontou para o mais novo que se escondia atrás do carro. — Você não toca. — Ameaçou por fim.

— Eu não vou te matar droga! Porque você confia mais na merda de um desconhecido do que na própria família?! — Estava desabafando involuntariamente, até abaixou a arma por alguns segundos se esquecendo da existência de Red de tão puto que estava.

Naquele meio tempo que ele abaixou a arma, recebeu um tiro no ombro e recuou alguns passos tentando se colocar de volta em posição de combate. Mas diferente do que os dois haviam pensado o tiro não veio de Red, porque o menor estava numa direção e o tiro veio de outro lugar. Mesmo irritados eles procuraram com o olhar por onde o tiro havia vindo.

— ALI! — Mutt berrou apontando para um grupo de quatro esqueletos que vinham correndo na direção deles, todos estavam armados e começaram a atirar, antes de se esconder atrás do carro do irmão mais velho pode perceber que nas roupas deles tinha o símbolo da gangue “Sancest” desenhada, sem precisar mais de provas chegou a conclusão de que eram eles mesmos.

Red travou vendo seus companheiros chegando para salva-lo, no mesmo instante a tristeza e a raiva deram lugar ao alívio e a surpresa de vê-los ali, arriscando suas respectivas vidas para salva-lo, até deixou escapar um sorriso tamanho foi o sentimento de gratidão que cresceu em sua alma.

— Mas que porra é essa?! — Edge disse extremamente confuso, não estava compreendendo nada ali. — Que merda, eu não acredito que o Red armou pra mim...

— Que merda você tá falando? — O irmão mais novo ficou perplexo. — Você sabia que o Red era do Sancest?! — Perguntou retoricamente sentindo uma vontade absurda de sair na porrada com ele pela traição. Só não o fez porque os Sancest estavam metralhando o carro de tiros e já haviam quebro todos os vidros. — Que merda você fez... — Suspirou e levantou-se rapidamente encaixando a arma em cima do carro e atirou no primeiro esqueleto que viu, infelizmente errou porque eles eram rápidos e também porque não queria levar um tiro. — Que merda cadê o Carrot... Se ele dorme numa luta porque não dormiria num tiroteio? — Fez um trocadilho.

Sancest pararam de atirar sobre o comando de Sans, o líder. Blueberry e Lust caminharam lentamente pelo lado esquerdo do carro enquanto Sans e Blackberry iam pelo lado direito. Red observava tudo ainda escondido atrás do seu Skyline, seria um elemento surpresa. O coração dos que estavam em desvantagem numérica quase parou quando repararam as sombras se aproximando e mais ainda quando as sombras pararam de se mover.

Na verdade, os Sancest haviam parado de andar na direção dos alvos porque ouviram um rachar de pneu vindo do outro lado, quando eles desviaram o olhar na direção do ruído tudo que viram foi um carro voando na direção deles; haviam dois esqueletos nas janelas armados e já estavam atirando contra eles. Sans deu a ordem de eles irem para trás do Skyline e se protegerem das balas alheias, mas que não parassem de atirar, isso foi início do tiroteio mais louco de todos os tempos.

— Papyrus! Vá buscar aqueles dois malucos! — Carrot ordenou tentando acertar os rivais que estavam escondidos atrás do Skyline. O calouro nem pensou duas vezes e foi correndo na direção do outro carro buscar seus companheiros.

— Mutt! Edge! Vamos sair daqui! — Teve que puxa-los pelos braços porque eles estavam paralisados e aparentemente cheios de ódio.

Os três caminharam abaixados de volta ao carro oficial da gangue. Papyrus voltou para a direção enquanto os outros dois se acomodavam no banco de trás. Mutt se juntou ao tiroteio enquanto Papyrus pisava no acelerador rumo à longe dali.

Sans deu o comando de inibição quando viu que o carro da gangue rival já estava longe e não tinha como objetivo voltar, eles pareciam mais surpresos que seus companheiros. Num desespero para recuperar a cadência respiratória, o líder dos Sancest sentou-se no chão respirando ofegante; realmente não esperava por aquilo, Blackberry ficou do seu lado no chão frio do estacionamento, mas não parecia cansado, Sans sempre se impressionava com a estabilidade física de Blackberry.

— O que foi isso? — Sans suspirou em meio à cogitação de possibilidades, ainda não havia caio-lhe a ficha do que havia acabado de acontecer. Por outro lado ele notou que Blackberry já havia pensado eu algo visto que este se levantava caminhando na direção de Red.

— Ele está ferido! — Blueberry exclamou notando uma mancha vermelha no ombro de Red.

Naquele momento Sans ignorou todo o significado oculto daquele acontecimento e andou apressado na direção do amigo ferido, mas ele teve o ombro segurado por Blackberry.

— Ele deve satisfações, isso não pode ter sido coincidência Sans. — Disse desconfiado com a voz severa.

— Primeiro cuidamos dele, depois o interrogamos. — O líder respondeu preocupado demais para começar a discutir com o senhor paranoia.

Blackberry estalou a língua nos dentes, realmente, Sans estava amolecendo como líder e isso começou quando Red entrou na gangue deles. Mesmo desconfiado do ferido ficou de guarda olhando ao redor com a arma engatada. 


Notas Finais


Se não entendeu faz parte :D Lembrem-se que essa fanfic é só uma prévia ;D
Espero que tenham gostado e entendido a gravidade da situação aqui xD Todos os 8 Game of Bones serão postado na primeira semana de Outubro <3 Espero que estejam comigo até lá <3

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