História Game of Survival - Jikook(Kookmin) - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 110
Palavras 1.782
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, LGBT, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem voltou não é mesmo?


Boa leitura 📖

Capítulo 11 - Capítulo XI - Imagens


Fanfic / Fanfiction Game of Survival - Jikook(Kookmin) - Capítulo 11 - Capítulo XI - Imagens

Yoongi massageava as têmporas a cada cinco minutos, escutar as fadas discutirem sobre o futuro do povo murlock não era nada agradável.

— Nós não sabemos mais o que fazer, elas estão ficando cada dia mais fracas. — Dizia Kirian se referindo as fadas vitae.

— Se acalmem, vai dar tudo certo. — Miranda falou.

— Como dar tudo certo? Essa guerra já dura anos, a alguns anos atrás aqui foi quase destruído por bolas de fogo que os humanos mandaram, tivemos baixas no nosso exército, como dar tudo certo? — Kion ironizou.

— Sabem que ainda tem a profecia… — Maya comentou, logo sendo interrompida por Kion.

— Isso é só uma lenda, nem sabemos se isso é verdade, nem sabemos se os descendentes dos dragões estão vivos, nem sabemos se eles existem de verdade. — Kion quase gritou.

— Chega, não fale o que não sabe Kion. — Maya quase gritou, ficando frente a frente com a fada.

— E você? O que faz aqui? Nunca te vimos, nem sabemos se você é de confiança. — Kion falou, seu hálito batia no rosto de Maya.

— Kion, chega, nem tudo se resume a guerras e conflitos. — Kyria falou separando Kion de Maya.

Yoongi apenas observava a discussão, Maya o olhava atentamente, como se quisesse pedir logo um fim daquilo.

— Chega disso tudo, eu estou cansando, era para nós chegarmos a uma solução, mas nem isso vocês conseguem fazer. — Yoongi levantou a voz.

— E que solução você sugere? — Kion perguntou.

— Eu já estou fazendo tudo o possível, essa guerra vai acabar, eu não estaria dizendo isso se não fosse uma fada da sabedoria não? — Yoongi foi irônico a resposta de Kion, que logo virou o rosto em outra direção.

Yoongi se levantou da cadeira, Maya o acompanhou, os dois saíram daquele templo que mais parecia um cubículo feito de pedra pura, Yoongi sabia que aquela discussão não levaria a nada.

— Você sabe o que fazer com Jimin? — Maya perguntou, pondo o capuz da capa azul clara que usava.

— Já está tudo em mente, apenas cuide de Jungkook. — Yoongi falou.

— Jungkook é impulsivo às vezes, mas eu consigo controla-lo. — Maya respondeu.

— Apenas faça o que for possível, essa profecia tem que se cumprir. — Yoongi advertiu, Maya assentiu, caminhando por outra direção, caminhava em direção a fronteira.


[…]


Jungkook e Jimin estavam caminhando, a direção era até a fronteira, Jungkook planejava ir embora, e talvez voltar somente amanhã.

— Pronto, está entregue. — Jimin falou, mesmo com um resquício de vergonha em seu ser.

— Eu… voltarei amanhã. — Jungkook falou coçando a nuca, imagens do momento dos dois não paravam de vir a sua cabeça.

— Tudo bem, quando vier, eu estarei te esperando. — Jimin sorriu ao ver que Jungkook havia corado.

— Eu acho que somos melhores amigos agora. — Jungkook falou cabisbaixo, tudo por vergonha.

— E continuaremos assim, eu não quero me afastar de você, você é legal, talvez o único melhor amigo que eu já tive. — Jimin falou sorrindo.

Jungkook sentiu uma leve pontada no peito ao ouvir a palavra "amigo", se sentiu estranho em relação a isso, mas era a realidade não? Eles eram apenas melhores amigos.

— Adeus. — Jungkook falou, mas quando iria sair, sentiu uma mão puxando seu pulso.

Não deu tempo de pensar, Jungkook já sentia braços rodeando seu corpo, Jimin havia lhe abraçado, o moreno apenas retribuiu o abraço.

Enquanto os dois mantinham os olhos fechados, os colares brilhavam forte, e em meio a grama, pedrinhas pequenas formavam uma frase.


Certus non est, sed fortasse haec erit in novissimis diebus conveniant.

Coisa que poderia ser traduzida como:

Não tenho certeza, mas essa será, talvez, a última vez em que nos vemos.


Os dois cessaram o abraço, mas se olhavam fixamente, Jungkook acordou do transe ao perceber que estava anoitecendo.

Se despediu do loiro com um aceno, passou pela fronteira colocando seu capuz e começando a caminhar rápido


[…]


Jungkook estava chegando perto da cidade, ouviu várias vozes, por instinto se escondeu tentando escuta-las.

— O líder proclamou que a partir de agora, qualquer humano que passar por aquela fronteira será morto ou talvez exilado, isso se o líder tiver piedade. — Era a voz de seu pai.

Passou despercebido em meio aquela multidão que se amontoavam a cada vez que escutavam a voz do general.

Conseguiu chegar em casa o mais rápido possível, fechou a porta atrás de si, escorregando até o chão assim, soltando a respiração que nem sabia que havia segurado.

Então era isso, ficaria mais difícil entrar naquele lugar? Jungkook poderia ser morto ou talvez exilado de seu povo se saísse da cidade.

O pior, o general aumentou as escoltas da noite, ficaria difícil sair da cidade assim.

Se levantou indo até seu quarto, encontrou Hoseok sentando na cama, tirou a capa e a jogou em qualquer lugar do cômodo, se sentou ao lado do ruivo, apoiando seu braços nas próprias pernas.

— Por que demorou tanto? — O ruivo perguntou.

— Eu estava procurando por uma pessoa, mas ela não estava lá, acabei por esperar ela, mas mesmo assim ela não veio. — Jungkook respondeu.

— Tudo bem. — Hoseok falou.

— E minha avó? — Jungkook perguntou, tinha percebido que Jihyo não estava naquela casa.

— Foi visitar uma amiga, eu fiquei sozinho o dia todo. — Hoseok respondeu.

— Oh, tudo bem, mas foi ruim ficar só? — Jungkook perguntou.

— Nem tanto. — Hoseok respondeu.

Os dois se alarmaram ao ouvir a porta se abrir, correram até a sala, Jihyo havia entrado, tirou sua capa e a pôs em cima do sofá.

— Estão com fome? — Jihyo perguntou, a mesma segurava uma bandeja.

Os meninos assentiram, Jihyo tirou o pano que cobria a bandeja, revelando uma torta de amora.

Os três se sentaram a mesa, comeram em silêncio, até Jungkook olhar para Hoseok e uma ideia vir a sua cabeça.

— Hoseok, preciso falar com você depois. — Jungkook falou, o ruivo apenas assentiu.

Assim que acabaram, todos foram para o quarto, Hoseok e Jungkook ficaram sozinhos no quarto, o que facilitou a conversa.

— Hoseok, você me disse que andava vagando por aí antes de eu te salvar e te trazer pra cá, você fugia dos guardas? — Jungkook foi direto em questão a pergunta.

— Fugia sim, mas porquê a pergunta? — Hoseok ficou confuso.

— Eu estava pensando em te levar comigo para o outro lado, mas pra isso eu preciso da sua ajuda. — O moreno falou.

— Que tipo de ajuda? — Hoseok perguntou interessado.

— A guarda foi reforçada nos limites da cidade, você sabe o tempo em que eles davam uma pausa em um lugar específico? — Jungkook perguntou esperançoso.

— Sim, eu percebia que a cada cinco minutos os guardas faziam uma pausa em um certo lugar, era como um revezamento, mas como isso pode nos ajudar? — Hoseok perguntou.

— Nós precisamos marcar um lugar específico, esperar eles darem uma pausa e então, sair da cidade o quanto antes. — Jungkook falou.

— Sim, mas a gente tem pouco tempo, são apenas cinco minutos que temos para sair dos limites da cidade, e outros dez para despistar qualquer guarda que aparecer. — Hoseok especificou.

— Então está decidido, nós sairemos daqui perto do amanhecer, sairemos pela parte do mercado, e mais fácil despitar um guarda lá por conta das barracas, veremos quando os guardas fizerem a pausa dos cinco minutos, aí sim, nós podemos sair. — Jungkook falou.

Depois de muito tempo, os dois decidiram o plano, sairiam bem cedo, por isso, dormiram o quanto antes.


[…]


A ansiedade não deixava Jungkook sossegado nem por um minuto, assim que olhou pela janela, viu que o sol nascia, empurrou o corpo de Hoseok, tentando acordá-lo.

— Vamos Hoseok, nós não temos muito tempo. — Falou, pegou sua capa e deu outra a Hoseok.

Os dois saíram pela janela, seguiram pelo lado oeste, era mais fácil ir por ali, já que era o lado do mercado.

Viram um guarda passar por ali, se esconderam na parede de uma casa, assim que o guarita saiu, os dois pararam de se esconder.

Assim que chegaram perto do limite, viram os guardas ali, mas segundos depois eles resolveram sair.

Jungkook foi na frente, assim que não havia mais um deles ali, chamou Hoseok, os dois correram até sair da cidade, só tinham cinco minutos, e cada segundo deveria ser aproveitado.

Estavam no meio do caminho, estavam longe da cidade, nenhum guarda poderia os ver de longe, começaram a caminhar lentamente, quase chegando a fronteira.

Assim que chegaram perto daquele muro impenetrável, Jungkook não pensou, apenas segurou a mão de Hoseok, fazendo os dois passarem juntos.

— Vamos, precisamos encontrar uma pessoa. — Jungkook falou, começando a caminhar.

Assim que adentraram o território, Hoseok ficou impressionado, havia ouvido histórias daquele lugar, só não sabia que era tão bonito assim.

— Vamos, precisamos subir ali. — Jungkook apontou para a árvore gigante no centro do lago, Hoseok abriu a boca em surpresa.

— Como subiremos ali? É impossível. — Hoseok falou meio abismado.

— Não sei, mas conseguiremos um jeito. — Jungkook falou.

Caminhar por ali não foi tão difícil, apesar dos olhares tortos dados para Hoseok, mas não era por ele ser um humano, e sim pelo seu cabelo.

Assim que chegaram, a escada feita por galhos começou a se formar, como se já soubessem que eles estavam vindo, subiram os mais de cinquenta degraus, o que foi um pouquinho difícil, pois Hoseok reclamava o tempo todo.

Jungkook ouviu barulhos ali dentro, Yoongi estava finalmente em casa, entrou no imóvel, vendo a fada guardando alguns potes e poções.

— Yoongi, eu preciso da sua ajuda. — Jungkook falou.


[…]


Yoongi cumprimentou Jungkook, percebeu que havia alguém mais com ele, era um garoto ruivo, muito bonito por sinal.

— Esse é Hoseok, meu amigo. — Jungkook falou.

Yoongi apertou a mão do ruivo, mas assim que o fez, sentiu algo queimar em seu pescoço, desabou no chão, não conseguiu ouvir nada, mas sabia que os outros estavam lhe chamando.

Fechou os olhos com força, imagens vinham a sua mente.

Uma mulher, vestida com roupas que mais pareciam trapos, carregava um bebê em seus braços, andava em direção a uma casa afastada da cidade.

Segundos depois Yoongi viu outra coisa, a mulher entregava a criança a família que vivia ali.

Yoongi não sabia quem ela era, mas descobriu ao perceber que ela carregava uma marca em seu antebraço, a marca de um girassol apontando para o leste, o lugar onde o sol nasce.

Mas antes dela entregar a criança, a mulher tocou em sua mão, uma marca queimou ali, fazendo a criança chorar, mas aos poucos o bebê dormiu.

A moça o entregou a mulher que morava ali com seu marido, desaparecendo em seguida.

Yoongi aos poucos voltava ao normal, sentou se corpo ser erguido pelos dois garotos, que o colocaram sentado em uma das cadeiras da sala de poções.

— O que aconteceu Yoongi? — Ouviu Jungkook perguntar.

— Celestia… Hoseok. — Yoongi disse apenas isso, antes de apagar Completamente.


Notas Finais


Num sei de nada.


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