História Game of yaoi-zoo: Personagens gays baseados em animais. - Capítulo 17


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Palavras 1.734
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Oieeee meu povo!
Bom, eu vi aqui que não atualizo essa bagaça há dias, é porque só agora pensei em algo para concluir esse cap, já tinha começado ele há um tempo, mas empaquei XD

Esses dias fiz um monte de coisas! Entre elas foi dar uma de YouTuber. Segue o link nas notas finais, para vcs terem uma noção do meu nível de sanidade.

Foto abaixo: Leviatã (versão anime. Que é a versão dele que eu imagino ao escrever) interpretado pelo meu migo Lorenzo S2

Capítulo 17 - Controlar água sem tridente.


Fanfic / Fanfiction Game of yaoi-zoo: Personagens gays baseados em animais. - Capítulo 17 - Controlar água sem tridente.

Enquanto isso, no reino da água...

Leviatã retorna de sua busca com as mãos vazias. Estava de noite, e não teria condições de continuar.

Seu cajado que controla agua já estava vazio, esgotou toda magia presente nele, e agora era apenas um tridente esbranquiçado.

Assim que retorna, sua primeira atitude foi se jogar no mar da criação. Era a única coisa capaz de reaver suas forças. 

Embora isso seja proibido, já que sua água é incrivelmente viciante, como uma droga. 

Vários aquáticos se tornavam dependentes e morriam de overdose. 

No entanto, aquela água era o que o mantinha calmo diante dessa situação de crise: Seus irmãos estúpidos haviam fugido e ele levava a culpa.

Se deixou afundar. Aproveitou que era Greyjoy e tinha a capacidade de respirar de baixo d'agua.

Voltou para o castelo, com as roupas molhadas, e olhar caído.

Assim que foi recebido, reportam a Titã, que não achou seus filhos burros, e agora, estava desgostoso com a inutilidade de Leviatã. 

Mais que apego emocional, diante de tantas perdas, Titã temia que seu reinado decaísse. E até tinha uma garantia que isso não acontecesse. Era Tritão, a bomba atômica ambulante.

Havia uma lenda antiga, que relata um Greyjoy nascido metade peixe capaz de falar com os peixes, e controlar água sem utilizar o cajado. Podia levantar grandes volumes de agua, jamais conseguidos por um ou todos os Greyjoys juntos. Era pura energia de criação. 

Tritão se encaixava no perfil, mas a parte de controlar a agua ainda não havia desbloqueado. Titã buscava respostas em pergaminhos antigos... Mas até agora, a única informação clara eram pinturas rupestres de seus ancestrais. 

Titã tinha uma passagem secreta no castelo que seguia toda vez que precisava pensar. 

A saída levava-o a uma caverna. Tinha que trazer uma tocha de fogo consigo para poder admirar os desenhos antigos nas suas paredes.

As pinturas contavam uma historia em três partes. 

Na primeira, um bebê nasce metade peixe. E na segunda, ele controla a agua da criação, sem utilizar um tridente. E na terceira imagem, o garoto engloba toda a terra com agua, e apenas os nascidos Greyjoy sobrevivem por poder respirar abaixo da superfície.

Titã deu um sorriso diabólico em pensar no quã perfeito isso poderia ser.

...


Estavam na cama, como função da esposa, Kraken tinha que dormir com Fênix, e esquenta-lo durante a noite. No entanto, a dama da agua não era burra, pós alguns travesseiros entre si e Fênix. – Pra quê isso, amor?

Kraken: Barreira de proteção!

Fênix riu baixinho. – Tem medo de perder sua virtude antes do casamento?

Kraken: Se virtude significar virgindade, então sim, não quero que você me agarre enquanto estou dormindo. – Protestou enchendo as bochechas de ar e se enrolando todo no edredon.

Fênix gargalhou de rir perante a timidez de sua bela donzela. - Amor, não precisa ter vergonha. Fazer sexo é algo normal.

Kraken se encolhe todo.

Fênix: Eu já fiz bastante sexo, então não seria um exagero dizer que sou expert nisso – Driblou a “barreira de travesseiro” e buscou puxar o edredom de Kraken. - Iria gostar bastante, linda donzela.

Nesse momento Kraken levantou da cama e se direcionou para o banheiro. – TARADOOOO! – Se trancou de imediato.

Fênix desceu da cama. – Amor, você é uma gracinha. – Foi até a porta fechada e bateu. – Toc toc!

Kraken: VAI EMBORA!

Fênix: Não é assim a piada amor, se digo “toc toc” você tem que perguntar “quem é”.

Kraken: MAS JÁ SEI QUEM É!

Fênix: Vamos de novo. – Bateu na porta levemente. – Toc, toc...!

Kraken: Q-quem é?

Fênix: Um homem apaixonado por você! – Fez uma voz sexy.

Kraken lastimou ter tanto azar em sua vida.

Foi assim o resto de sua noite, sendo torturado pelo amor de Fênix, o imortal queria tirar sua bela dama do banheiro para terem alguns momentos bons juntos, mas Kraken se recusava. Até cair no sono na banheira. Fênix recitou algumas poesias de amor, até cair no sono também, dormiu fofamente no pé da porta.

...


Hydra não conseguia dormir por causa de sua decisão. Sua mente não parava de pensar que nesse momento a safada da Kraken estava esquentando seu irmão.

Ficava se revirando na cama fria, sentindo-se congelar no cair da madrugada. - QUE DROGA! AQUELA MALUCA ME TIRA DO SÉRIO!

Resolveu sair do castelo para espairecer.


...

Na floresta, há alguns quilômetros do castelo, Tritão estava correndo, sem nenhum destino, apenas a vontade de se afastar dos Cérberos.

Seguia sem rumo quando de repente entra em um território perigoso, pertencente a lobos selvagens. O pequeno peixinho fora d’agua é cercado por um bando.

Sequer tinha um tridente para defender-se, porem era arrogante o suficiente para enfrenta-los. – Saiam da minha frente! Ou faço picadinho de vocês! – Mandou com uma cara de bravinho.

Os lobos passam a rosnar, intimidando o aquático.

Tritão: P-parem de olhar-me como se eu fosse uma sobremesa! – Disse com a voz gaguejosa. – É serio! Não terei piedade se continuarem com isso!

A alcateia aproximasse do baixinho, fazendo seu medo aumentar.

Tritão: Droga... Então vocês descobriram certo... É, eu admito, sem meu tridente não tenho poder algum, mas sou um príncipe! Acham que se eu morrer, meu papai não irá atrás de quem me matou? – Procurou barganhar sua liberdade, porem esqueceu o fato que os lobos não entendiam nada que falava.

Eles estavam verdadeiramente famintos, mas esperavam o pronunciamento do líder para poder destroçar a carne de Tritão com os dentes. O alfa deve ser o primeiro a atacar, pois isso se tratava de imponência digna de um líder.

O poderoso se posicionou para avançar. Concentrando sua atenção no ponto fatal, que era o pescoço da presa burrinha.

Tritão já estava ficando sem argumentos diante de um público tão hostil. O jeito foi apelar. – Por favor, não me matem! Eu sei que sou gostoso, mas tenho filhos! Eles são os tubarões mais fofos que um pai pode querer, e vocês não querem deixar um filho sem seu pai! Certo?

Nesse momento o alfa tomou altura e pulou, mirando os dentes afiados na clavícula de Tritão. E teria conseguido desferir uma mordida, se um jato de água não o tivesse cortado ao meio.  

Tritão tinha o poder de controlar a água sem fazer uso de artefatos mágicos. Algo que o surpreende. De suas mãos saiu o jato de água que matou o lobo. - M-mas eu nem tenho um tridente...- Fica confuso.

A metade da cintura para cima do lobo rola pelo chão até atingir a patinha de outro lobo. O mesmo cheira aquele corpo multilado e sente o odor de sangue de lobo.

Ele avisa aos outros, que se acovardaram e resolvem abandonar aquela presa. 

Tritão percebe que os lobos passam a se afastarem até não vê-los mais ao redor. - E-eu não quis fazer isso com o líder malvado de vocês... Me desculpem. - Fica tristonho e senta em frente à metade da cintura para baixo do lobo. - Eu não fiz de propósito...

Vira olhando para as suas maos poderosas. Estavam molhadas, mas pararam de emitir água hermeticamente. - Láquesi deve ter alguma coisa haver com isso! - Enche as bochechas de ar e franze o cenho.

Súbito ouve o remexer de folhas e pisadas de cavalo. - Quem é você?! - Questiona uma voz grave, que Tritão desconhecia. 

O pequeno mira em direção do homem. Diferente de Cérberos, aquele rapaz estava muito bem vestido. 

Aquele homem era Hydra. Desceu do cavalo e o puxou pelas rédeas para não permitir que se afaste. Aproximou sua tocha do rapaz novinho para ver melhor sua companhia da floresta. 

Hydra mirou melhor para o garoto, estava semi-nú, então percebeu. - Pela tanguinha, posso ver que é da casa de Martell.

Tritão ia quase se identificando, dizer que era um Greyjoy. No entanto três Cérberos aparecem para impedi-lo de se suicidar. 

Láquesi ver seu melhor amigo, Hydra, um guerreiro da casa lannister, inimigo declarado dos Greyjoy, que inclusive, Tritão disse que mataria. Próximo de um Greyjoy. 

Atropo ergueu a espada, queria defender o moleque, mesmo que isso fosse traição. Mas seu senso de justiça não permitiria que um garoto indefeso fosse morto na covardia por Hydra.

No entanto, Clotho põe a mão na frente de sua espada, pedindo que a abaixe. 

Láquesi aproximasse de Tritão e o direciona a mão. - Eu te ajudo a levantar! 

Tritão repassa o olhar surpreso de Hydra para Láquesi. Queria dar atenção a ambos.

Queria tanto apresentar-se para o desconhecido, e brigar com Láquesi por acha-lo, tendo pedido que não o fizesse.

Hydra: Láquesi, Atropo, Clotho! Que ótima surpresa!

Clotho: Acredite, estamos mais surpresos que você. - Disse já suando de nervosismo.

Só em omitir a identidade de Tritão, já estavam traindo a coroa Lannister. Então estavam bastante nervosos.

Tritão decidiu dar atenção à Láquesi primeiro. - Por que me achou?! Pedi pra ficar longe! - Reclamou apresentando sua melhor cara de irritado. Embora fosse mais fofo que nunca.

Láquesi o puxou do chão pelo braço para levantar. - Já estamos de saída...!

Tritão: M-me solta! - Corou feito tomate.

Hydra: Que? Mas acabaram de chegar...

Atropo: Mas já estamos indo! - Revida rispidamente. Era bastante suspeito sua reação. Hydra não pode ignorar.

Clotho tentou concertar. - O que eu quero dizer, é que não podemos ficar, porque nosso irmão gripou e temos que cuidar dele.

Tritão: Estão falando de quem? - Questiona tornando aquela desculpa totalmente confusa.

Láquesi lamentou o baixinho ser tão estúpido.

Hydra: E quem é esse? - Questionou apontando para Tritão.

Atropo perdeu a esperança, iria atacar Hydra para proteger o baixinho. -  Foda-se! Isso não está dando certo! - Antes que pudesse fazer algo, Tritão responde inocentemente.

Tritão: Sou o quarto Cérbero! - Disse, e os três Cérberos ficam surpresos com sua resposta.

Hydra: Nossa, pensei que fosse apenas três, a força, inteligência e beleza... Qual parte você é?

Tritão: A malvada! - Fez cara de perigoso.

Hydra rir alto. Enquanto que os três Cérberos soltam um suspiro de alívio. E formam uma expressão de cansaço.

Hydra: Muito prazer! - Esticou a mão para Tritão. - Me chamo Hydra Lan... - Antes que pudesse dizer o sobrenome, Laquesi pensa rápido.

Láquesi: Hahahaha que bom que já se conhecem! Estava me perguntando quando iriam se conhecer!

Hydra: Eu realmente não sabia que esse garoto era vocês também. Vocês nunca falaram dele. - Falou fazendo o trio engolir a seco e pensar em uma explicação para isso.

Tritão: É porque eu me tornei cérbero hoje. Antes eu era eu. - Se justificou por eles.

Hydra: Entendo, bom, vocês podiam ficar um pouco mais? Eu estou tendo um péssimo dia.

Láquesi/Clotho/Atropo: Não!

Tritão: Sim! - Disse prontamente. Fazendo o trio lamentar por sua estupidez.

Clotho: Não sei como esse garoto conseguiu se manter vivo até hoje! - Sussurrou para Atropo.

Atropo: Estou me perguntando isso há horas!


Notas Finais


Eu dando uma de YouTuber: https://www.youtube.com/watch?v=GG_r5EHCDYQ&feature=youtu.be

Agora já posso dizer que fiz tudo nessa vida XD


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