História Game of yaoi-zoo: Personagens gays baseados em animais. - Capítulo 18


Visualizações 190
Palavras 1.511
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Foto abaixo: Krampus.

Capítulo 18 - O escravo


Fanfic / Fanfiction Game of yaoi-zoo: Personagens gays baseados em animais. - Capítulo 18 - O escravo

Krampus acordou com um cântico maravilhoso que se assimilava a pássaros. A cantoria vinha dos seus colegas de cela, declarando o começo daquele belo dia. Os alados tinham essa mania de cantar festejando a aurora igual passarinhos.

No entanto, quem não tolerava a companhia daqueles anjos era o demônio da travessura. Estava adoecendo com suas manias de bonzinho, em evitar palavras chulas, ser agradáveis o tempo todo e se desculpando quando Krampus dizia que os odiava.

A única coisa tolerável era a comida. Para alguém que nunca comeu na vida, pão e agua acalmava a voz de seu estomago e o fazia se sentir bem.

Alguns dias passaram durante a viajem, afinal as montanhas de Arryn eram bastante distantes do reino de gelo. Mesmo passando este tempo forçado a conviver com raças que odiava, ele conseguiu não interagir de forma alguma com os dois Arryn malditos.

Então finalmente, quando menos esperava, a carruagem parou. Os anjinhos espreguiçaram fofamente, se preparando para sair da gaiola. – Foi um ótimo passei! – Disse um deles com seu sorriso intacto.

- Sim, também gostei!

Krampus revirou os olhos.

O gigante de gelo que conduzia a carroça, a destrancou, liberando os três prisioneiros. – Ultima parada, Arryns malditos! – Falou rispidamente.

Krampus se identificava totalmente com aquele pessimismo e ódio do gigante de gelo pelos Arryn, e mais uma vez tentou defender o patriotismo – Eu também os odeio! Será que não vê que somos parentes?! Eu sou mais Stark que você!

O gigante de gelo, com aquele olhar entediado, piscou os olhos cansados, ignorando o baixinho em sua frente.

Assim que os três descem da carroça, o cocheiro voltou para seu lugar, conduzindo os ursos polares à puxar a carruagem. E então o veiculo partiu.

Krampus o assiste seguir caminho, com um olhar triste. 

Depois de perder a esperança de voltar para seu lar, Krampus suspirou de cansado. Então mira ao redor. 

O reino dos Arryn era um campo lotado de árvores frutíferas. Onde alados frequentemente desciam do alto para colher uma fruta e comê-la deitados em um galho confortável.

Mais ao horizonte, havia um castelo tão alto que alcançava as nuvens. Krampus se imaginou escalando o castelo até alcançar as nuvens.

Um grupo de guardas estava ali, esperando-os, para dar as boas vindas. – Com os cumprimentos da rainha Fada Arryn, sejam bem vindos de volta ao lar!

Os dois Arryns vibram de emoção. Diferente deles, Krampus queria vomitar.

Krampus: Será que isso podia piorar?

Os dois alados, que vieram com ele ficam cochichando baixinho o incomodando bastante.

Krampus: Porra! O QUE VOCÊS ESTÃO FALANDO AI?!

- Você não tem asas!

- É um deficiente!

Krampus fica irado. – EU NÃO PRECISO DE ASAS PARA ACABAR COM A RAÇA DE VOCÊS!

Os dois começam a rir e batem suas asas levantando vôo.

Krampus: VOLTEM AQUI! COVARDES! – Tenta pular, e alcança-los, mas a gravidade era sua inimiga.

Os garotos começam a fazer caretas provocativas.

Krampus fica ainda mais irritado. Vai até uma arvore, e tenta arranca-la do chão, para bater neles, como se fosse um taco de basebol. No entanto, ele era fraco demais para arranca-la do colo, era uma arvore bastante grande, de tronco grosso. Então falhou em suas tentativas, fazendo os Arryn rirem mais.

Krampus: Maldito seja Ámon, por inventar a raça de vocês!

Os garotos acenam em despedida e seguem voando para longe.

Krampus range os dentes de tão puto que estava, mas, ao menos, os afugentou. Estava sem rumo, então pensou em dar um role pelo reino. No entanto, algo aconteceu.

Os guardas miram suas espadas para Krampus, quando o demônio deu o primeiro passo.

Krampus: O que foi?

- De quem você pertence? – Um dos guardas pergunta. Krampus fica confuso, e até rir de nervoso.

Krampus: Não entendi...

- É um escravo! Deve pertencer a algum alado.

Krampus: E-eu não pertenço a ninguém! – Disse, já se irritando com os policiais.

- Então servirá à rainha!

Krampus: Que?

- Venha conosco! – Dois guardas aproximam-se do demônio, um tirando um par de algemas, e o outro de prontidão para deter Krampus caso apresentasse resistência.

Krampus: Coale! – Revira os olhos, estava tão cansado da viajem e de ser humano, que não iria impedi-los de algema-lo.

Então assim fizeram, e depois foi forçado a acompanhar um bando de alados até o castelo real.

Krampus: Odeio esse reino!

...

O demônio narcisista da travessura, o mais poderoso do universo, estava sobrevivendo a maior pegadinha de sua vida: Ser confundido com o que mais detestava, que era um Arryn, e ter seus poderes em capacidade mínima.

E tudo só estava piorando.

As portas do castelo estavam abertas, os súditos faziam filas trazendo presentes diversos para Fada, a rainha dos alados. Ela era a mais justa dentre os reis conhecidos, não impunha trabalhos ou exigia tributos. Era uma sociedade utópica, mesmo sem capitalismo, vivam organizadamente. E como disse antes, os Arryn não tinham inimigos, pois moravam em picos altos, que os Greyjoy não conseguiam alcançar.

Os guardas tomaram a frente na fila para informar o assunto urgente. Um dos policiais ajoelhou ao se dirigir à rainha. – Majestade...!

Krampus mira-a, ver se tratar de uma bela mulher da pele cor de café, usava um vestido de seda da cor amarela, algo que combinava com seus olhos dourados.

Fada: Diga, algo aconteceu?

– Sim, este Arryn escravo diz não ter um dono...

Fada pós o indicador abaixo dos lábios grossos em interesse. - Deixe-me vê-lo...!

Então Krampus foi empurrado. Chegou a perder o equilíbrio e cair de quatro no chão com seu bumbum empinado. Sentiu o rosto queimar de vergonha pelo vexame. Todos começam a rir do demônio, ele tentou levantar aos poucos enquanto absorvia o ódio.

No entanto, ele não iria permitir que caçoassem por mais tempo. – CALEM-SE! EU POSSO ESTAR FRACO AGORA, MAS ASSIM QUE RECUPERAR MEUS PODERES, IREI EXTINGUIR A MALDITA RAÇA DE VOCÊS!

Fada começa a rir de sua declaração, e os outros se contagiam com sua risada, começam a rir também. – É um escravo bastante comediante!

O custo de algum tempo, os alados cessam as risadas.

Krampus: NÃO SOU ESCRAVO!

Fada: Rsrsrsrsrs, pare, eu não aguento mais rir! – Gargalhou de rir, chegando a sentir dor na barriga. – Será perfeito para meu filhote! Ele está meio tristonho por ter perdido as asas pro Harpia. Talvez um escravo comediante mude seu humor.

Krampus: NÃO SEREI DE NINGUÉM! – Bateu o pé.

Fada: As regras são claras, se nasce sem asas, vira um escravo.

Krampus: Mas não sou um Arryn!

Fada: A não? Então o que é?

Krampus: Sou um gigante de gelo! – Disse, fazendo todos rirem novamente. De repente ele virou a piada do século.

Fada: Acho que um gigante é mais alto que isso!

Krampus: E são, mas eu perdi minha altura, porque...

Fada: CHEGA! Está me cansando com suas piadas. – Voltou à atenção para seus guardas reais. – Levem-no para Pégaso, diga que é um presente...

Krampus: RECUSO-ME A SER UM PRESENTE PARA ALGUÉM!

Fada: Isso é uma pena, pois servos não tem opinião aqui. – Disse rindo maquiavélica.

Então Krampus percebeu que havia algo maligno nos anjos. E isso causava-lhe bastante medo.

Foi levado mesmo contra sua vontade para a sala de desenho, onde o príncipe alado estava tranquilamente pintando um jarro de flores. 

Ouve toques em sua porta e seguidamente um guarda se identificar. 

Pégaso: Pode entrar. - Disse, e então sua porta é aberta. - O que desejam, senhores?

- Vossa mandou entregar-lhe isso...! - Nesse momento empurram o escravo demônio para os pés do príncipe.

Krampus cai novamente de quatro e sem delicadeza.

Pégaso: Quem é ele?

- Um escravo comediante, majestade, para melhorar vosso humor.

Pégaso: Meu mau humor só dissipará quando o Harpia for morto... Por falar nisso, como estão as buscas?

Enquanto isso, Krampus levantava aos poucos, e agora, de pé, tinha uma altura bastante superior a Pégaso.

- Nada ainda, senhor... Aguardamos respostas da última patrulha.

- Ninguém voltou ainda.

Pégaso: Entendo... Já podem ir.

Nesse momento seus guardas saem, deixando Krampus e o príncipe sozinhos.

Pégaso permite que a raiva o consuma, vai até o vaso que desenhava e o joga contra a porta, quebrandi-o. - ESSES MALDITOS! NÃO CONSEGUEM FAZER NADA CERTO!

Krampus fica caladão na dele, nunca conviveu com humanos antes, então era péssimo em agir com as pessoas.

Pégaso fica um tempo aplicando sua raiva nos vasos ate não existir mais nenhum para quebrar. Já estava chorando, e descontrolado.

Krampus mirou ao redor, para passar o tempo. Viu que o principe havia pintado bastante quadros de asas, percebeu que os Arryn eram obcecados por isso. 

Seguidamente olhou para as costas de Pégasus, e viu que não tinha asas nele. 

Era curioso.

Voltou a atenção as outras pinturas de Pégaso. Viu que tinha de jarros, rostos de pessoas, e corpos nús. Ficou envergonhado e desviou o olhar.

Pégaso: Tire a roupa! - Mandou de repente.

Krampus fica confuso. - Que?

Pégaso: Meu conselheiro receitou pintar como terapia pós perca de asas. 

Krampus: E o que isso tem haver comigo ficando nú pra você?

Pégaso: Quebrei todos os meus jarros, preciso de outro objeto pra desenhar.

Krampus: Eu não sou objeto!

Pégaso: Tire a roupa antes que mande meus guardas baterem em você!

Krampus: Quanta covardia...! - Põe-se a tirar as poucas peças de roupas. Tinha apenas uma blusa e calça branca em farrapos. 

Quando fica completamente nú, Pégaso mira para cada detalhe de seu corpo nú. - É bem bonito.

Krampus: Um dia te farei se arrepender por me forçar a isso!


Notas Finais


Vejo vcs nos comentários S2


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...