História Game Over - Capítulo 11


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Categorias Hora de Aventura
Personagens Finn, Fionna, Hudson Abadder, Keila, Lady Íris, Marceline, Marshall Lee, Personagens Originais, Princesa De Fogo, Princesa Jujuba, Princesa Tartaruga, Principe Chiclete
Tags Bubbline
Visualizações 58
Palavras 3.110
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


|Playlist•|

|Todas as músicas na sinopse|

Capítulo 11 - Capítulo (11)


BONNIBEL

Sábado

Na manhã seguinte, quando desço, Marceline Abadeer está sentada à mesa de jantar com meus pais. O gorro vermelho está pendurado na cadeira e ela toma suco de laranja, com um prato vazio à frente. O lábio está cortado e tem um machucado no rosto...

— Você fica melhor sem óculos — ela diz.

— O que você tá fazendo aqui? — Olho para ela, depois para os meus pais.

— Tomando café da manhã. A refeição mais importante do dia. Mas eu vim porque queria me explicar sobre ontem. Contei pra eles que a ideia foi minha e que você não queria matar aula. Que você só estava tentando impedir que eu me metesse em confusão me convencendo a voltar. — Pega mais frutas e mais um waffle.

— Também combinamos algumas regras pra esse projeto de vocês — meu pai diz.

— Então podemos continuar?

— Marceline e eu fizemos um acordo, não é? — Meu pai me serve um waffle e me passa o prato.

— Sim, senhor. — Marceline pisca para mim.

Meu pai a repreende com um olhar.

— Um acordo que não deve ser ignorado.

Marceline se recompõe.

— Não, senhor.

Minha mãe diz:

— Vamos confiar nela. Ficamos gratos por ela ter feito você entrar num carro de novo, queremos que se divirta, dentro do que for razoável. Só se cuidem e vão pra aula.

— Tá bom. — Me sinto em transe. — Obrigada.

Meu pai vira para Marceline.

— Me passa seu telefone e o contato dos seus pais.

— O que for preciso, senhor.

— Seu pai é o Abadeer do Depósito Abadeer?

— Sim, senhor.

— Hudson Abadeer, ex-jogador de hóquei?

— Ele mesmo. Mas não nos falamos há muito tempo. Ele foi embora quando eu tinha dez anos.

Fico olhando para ela, e minha mãe diz:

— Sinto muito.

— No final das contas, estamos melhor sem ele, mas obrigada. — Ela abre um sorriso triste e dolorido para minha mãe, e ao contrário da história que está contando, o sorriso é verdadeiro. — Minha mãe trabalha na Imobiliária Broome e na Bookmarks. Ela não fica muito em casa, mas, se quiser, já anoto o número dela.

Quem busca papel e caneta sou eu, e deixo ao lado dela, tentando chamar sua atenção, mas ela inclina a cabeça em direção ao papel e escreve em letras maiúsculas: Linda Abadeer, junto com todos os telefones, do trabalho, de casa e do celular, e depois Marceline Abadeer, seguido do celular dela. As letras e os números são nítidos e cuidadosos, como se tivessem sido desenhados por uma criança na aula de caligrafia. Quando entrego o papel ao meu pai, quero dizer: Mais uma mentira. Essa nem é a letra dela. Nada nessa garota é nítido e cuidadoso.

Minha mãe sorri para o meu pai, e é um sorriso que significa “hora de aliviar o clima da conversa”. Ela pergunta para Marceline:

— Então, quais sãos seus planos pra faculdade?

E então a conversa fica animada. Quando ela pergunta o que Marceline quer fazer além da faculdade, o que quer fazer da vida, presto atenção porque não sei a resposta.

— Isso muda todos os dias. Tenho certeza de que vocês já leram Por quem os sinos dobram.

Minha mãe responde que sim pelos dois.

— Bom, Robert Jordan sabe que vai morrer. “Só há agora”, ele diz, “e se o agora é de só dois dias, então minha vida é de só dois dias e tudo mais guardará a mesma proporção.” Ninguém sabe quanto tempo tem, talvez mais um mês, talvez mais quinze anos… Gosto de viver como se só tivesse dois dias.

Fico olhando para os meus pais enquanto Marceline fala. Está falando categoricamente, mas com serenidade, por respeito aos mortos e a Gumball, que não teve muito tempo.

Meu pai toma um gole de café e recosta na cadeira, numa posição mais confortável.

— Os primeiros hindus acreditavam que deviam aproveitar a vida ao máximo. Em vez de aspirar à imortalidade, aspiravam alcançar uma vida saudável e completa…

Ela termina de falar uns quinze minutos depois, contando sobre o primeiro conceito de vida após a morte, que afirmava que os mortos se reuniam com a Mãe Natureza e continuavam na terra sob outra forma. Cita um hino védico antigo:

— Que seu olho vá para o Sol, para o vento sua alma…

— Ou vá para a água se é ela que lhe agrada — Marceline completa.

As sobrancelhas de meu pai se erguem até a linha do cabelo, e vejo que está tentando entender a garota.

Marceline diz:

— Eu meio que tenho uma coisa com a água.

Meu pai levanta, pega os waffles e coloca dois no prato de Marceline. Por dentro, deixo escapar um suspiro de alívio. Minha mãe pergunta sobre nosso projeto de andar por Indiana, e durante o resto do café da manhã Marceline e eu falamos sobre os lugares onde estivemos até agora e alguns que ainda planejamos visitar. Quando terminamos de comer, meus pais se tornaram “Pode me chamar de Michael” e “Pode me chamar de Sheryl”, em vez de sr. e sra. Bubblegum. Eu queria que a gente ficasse aqui com eles o dia todo, mas de repente Marceline vira para mim, com os olhos verdes inquietos.

— Jujubete, o tempo está passando. A gente precisa botar o pé na estrada.

Do lado de fora, digo:

— Por que você fez aquilo? Por que mentiu pros meus pais?

Ela tira o cabelo do olho e ajeita o gorro vermelho.

— Porque não é mentira se for como você se sente.

— O que você quer dizer com isso? Até sua letra estava mentindo.

Por algum motivo, isso me deixa mais irritada. Se ela não foi verdadeira com eles, talvez não seja verdadeira comigo. Quero perguntar: O que mais é mentira?

Ela se encosta na porta aberta do passageiro, o sol impedindo que eu veja seu rosto.

— Às vezes, Jujubete, as coisas são como verdade pra gente mesmo que não sejam.

MARCELINE

Dia 28

John Ivers é um avô educado, de fala mansa, com um boné branco de beisebol e bigode. Ele e a esposa vivem numa fazenda enorme no interior de Indiana. Graças a um site chamado Indiana Incomum, consegui o telefone dele. Liguei com antecedência, como recomendava no site, e John está no jardim esperando por nós. Ele acena e se aproxima, aperta nossas mãos e pede desculpas por Sharon não estar, pois foi ao mercado...

Nos leva até a montanha-russa que construiu no quintal — na verdade, são duas: a Flash Azul e a Outra Azul. Cada uma tem lugar para uma pessoa, o que é a única coisa ruim; fora isso tudo é incrível. John diz:

— Não estudei engenharia, mas sou viciado em adrenalina. Corridas de demolição, dragsters, velocidade… quando desisti disso tudo, quis arranjar algo pra substituir, algo que desse a mesma emoção. Adoro a sensação da morte iminente, mas leve. Então construí algo que me proporcionasse esses sentimentos sempre que quisesse.

Enquanto ele fala, com as mãos no quadril, olhando para a Flash Azul, penso sobre morte iminente, mas leve. É uma fala que gosto e entendo. Guardo na memória para usar depois, quem sabe em uma música.

— Você deve ser o cara mais brilhante que já conheci — digo. Gosto da ideia de algo que proporciona todos esses sentimentos sempre que queremos. Quero uma coisa assim também, então olho para Bonnibel e penso: Aí está.

John Ivers construiu a montanha-russa ao lado de um galpão. Ele diz que ela tem cinquenta e cinco metros de comprimento e chega a seis metros de altura. A velocidade não passa de quarenta quilômetros por hora e a volta dura só dez segundos, mas tem um looping no meio. Olhando, a Flash é só sucata de metal retorcido pintado de azul-claro, com um assento de carro dos anos 70 e um cinto de tecido gasto, mas algo nela faz com que minhas mãos cocem e mal posso esperar para dar uma volta.

Digo a Bonnibel que ela pode ir primeiro.

— Não, tudo bem. Vai você. — Ela dá um passo para trás como se a montanha-russa fosse avançar e engoli-la, e começo a me perguntar se isso tudo foi uma má ideia.

Antes que eu diga qualquer coisa, John me prende no assento e me empurra pela lateral do galpão até eu ouvir um clique, então o carrinho começa a subir, subir, subir. Quando chego ao topo, ouço:

— Talvez seja melhor você se segurar, filha.

Obedeço ao passar, por um segundo, por cima do telhado do galpão, as terras da fazenda espalhadas à volta, e então disparo, desço e entro no looping, gritando até ficar rouca. Rápido demais, a volta acaba, e quero ir de novo, porque essa é a sensação que a vida deveria causar o tempo todo, não só por dez segundos.

Vou cinco vezes porque Bonnibel ainda não está pronta, e sempre que chego ao fim ela dá um tchauzinho e diz:

— Pode ir mais uma vez.

Na quinta vez em que o carrinho para, desço, as pernas tremendo, e de repente Bonnibel está no assento e John Ivers está apertando seu cinto, então ela sobe, até o topo, onde para. Ela vira para olhar na minha direção, mas dispara, mergulha, gira e grita até parecer que sua cabeça vai explodir.

Quando termina, não sei dizer se ela vai vomitar ou sair e me dar um tapa. Em vez disso, grita:

— De novo!

E dispara mais uma vez num borrão de metal azul, cabelos rosa, pernas e braços rosados.

Então trocamos de lugar e dou três voltas seguidas, até o mundo parecer de ponta-cabeça, e sinto o sangue pulsando com força nas veias. Enquanto solta o cinto, John Ivers ri.

— Foram muitas voltas.

— É verdade.

Estendo a mão para Bonnibel porque estou com as pernas meio bambas e a queda seria longa se eu caísse. Ela põe o braço ao meu redor como que por instinto. Me apoio nela e ela se apoia em mim até virarmos uma única pessoa.

— Querem tentar a Outra Azul? — John pergunta, mas de repente não tenho mais vontade porque quero ficar sozinha com essa garota. Porém Bonnibel se solta e corre para montanha-russa e John afivela o cinto.

A Outra Azul não é nem de longe tão divertida, então damos mais duas voltas na Flash. Quando desço do carrinho pela segunda vez, pego a mão de Bonnibel e ela balança para frente e para trás, para frente e para trás. Amanhã estarei na casa do meu pai para o jantar de domingo, mas hoje estou aqui. Estamos aqui.

Deixamos para trás um carrinho em miniatura que compramos na loja de um dólar — representando o Tranqueira — e duas bonequinhas, uma rockeira e uma princesa, que enfiamos dentro de uma caixa de cigarros vazia. Guardamos tudo em uma latinha do tamanho de um livro de bolso.

— Então é isso — Bonnibel diz, prendendo a latinha embaixo da Flash Azul. — Nossa última andança.

— Não sei. Por mais divertido que tenha sido, não sei se é o que o sr. Black tinha em mente. Vou refletir sobre isso, analisar… pensar bastante… mas talvez a gente precise escolher um lugar de reserva, só pra garantir. A última coisa que quero é que esse projeto fique meia-boca, ainda mais agora que temos o apoio dos seus pais.

Na volta para casa, ela abre a janela, o cabelo voando. As páginas do nosso caderno de andanças se agitam com o vento enquanto ela escreve, com a cabeça inclinada, uma perna cruzada sobre a outra, servindo como apoio. Como fica assim por alguns quilômetros, pergunto:

— O que você está fazendo?

— Só algumas anotações. Primeiro estava escrevendo sobre a Flash Azul, depois sobre um homem que constrói uma montanha-russa no quintal de casa. Aí tive umas ideias e quis colocar no papel.

Antes que eu pergunte sobre essas ideias, ela inclina a cabeça sobre o caderno de novo, e a caneta corre pela página.

Quando levanta o olhar, três quilômetros depois, diz:

— Sabe o que gosto em você, Abadeer? Você é interessante. Você é diferente. E consigo conversar com você… Não deixe isso subir à cabeça.

O ar parece carregado e elétrico, como se tudo — o ar, o carro, Bonnibel e eu — fosse explodir caso alguém acendesse um fósforo. Mantenho os olhos na estrada.

— Sabe o que gosto em você, Bubblegum? Tudo.

— Mas eu achava que você não gostasse de mim.

Então olho para ela. Ela levanta uma sobrancelha.

Pego a primeira saída que vejo. Passamos por um posto de gasolina, redes de fast-food e atropelo alguns cones para entrar num estacionamento. BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL, diz a placa. Paro o Tranqueira com certa violência, desço e dou a volta.

Quando abro a porta, ela diz:

— O que está acontecendo?

— Não posso esperar. Eu achei que podia, mas não dá. Desculpa.

Solto o cinto de segurança dela, então a puxo para fora e ficamos cara a cara nesse estacionamento feio de uma biblioteca obscura, ao lado de um fast-food. Ouço o caixa do drive-through no alto-falante perguntando se querem adicionar fritas ou refrigerante ao pedido.

— Marceline?

Ela examina meus olhos, procurando qualquer indício de que eu tenha ficado louca. Eu a olho de volta e, neste instante, sinto a necessidade de tocá-la. Assim o faço. Tiro uma mecha de cabelo perdida do seu rosto delicado e me aproximo, o suficiente para beijá-la. Desta vez, consigo ver através de seus olhos o que ela está pensando, e, antes que eu dê para trás, seguro seu rosto com as duas mãos e a beijo. Toco seus lábios suaves em um beijo com mais intensidade do que pretendia, então alivio um pouco, mas ela me beija de volta. Seus braços estão em volta do meu pescoço, me puxando junto à ela. Encostadas no carro, passo a língua entre eles, envolvendo seu lábio inferior na boca e o chupando, na tentativa de provocá-la. Sinto seu gemido, o doce som da sua voz libertando uma nova experiência, me conduzindo. A levanto com suas pernas em volta da minha cintura, e de forma ágil abro a porta de trás, a deitando no cobertor que está ali. Fecho as portas e arranco desesperadamente o moletom, enquanto ela tira a camiseta.

— Você está me deixando louca… Você está me deixando louca há semanas — digo ofegante.

Quando enfio a língua em sua boca, ela a lambe, me provocando de forma excitantemente única. Então, começo a distribuir beijos entre seu maxilar e pescoço, sentindo seus dedos agarrarem com força meu cabelo. Sua respiração pesada transformando o ambiente em algo sexy.

— Meu Deus, onde a gente está? — diz ela com dificuldade.

Vejo sua boca perfeita esboçar um sorriso perfeito novamente e, automaticamente, sorrio também. E, exatamente como eu havia feito, ela faz um caminho de mordidas até meu pescoço, onde decide beijar. Simples assim, meu corpo inteiro está tão vivo que parece que vou explodir. Decido explorar seu corpo, passando a mão na pele quente e macia de seu quadril, enquanto ela mordisca minha orelha. Escorrego essa mesma mão para o espaço entre a barriga e a calça dela, suas unhas arranhando minhas costas, causando desejos infinitos. Continuo a descer a mão entre seu corpo, e, quando faço menção a desabotoar o botão do tecido que nos impede de ter algo mais íntimo, sinto o seu corpo se afastar. Quero bater a cabeça no teto do Tranqueira porque, merda, ela é virgem. Sei pelo jeito como reagiu.

Ouço seu sussurro.

— Desculpa.

— Todo aquele tempo com Finn?

— Chegamos perto, mas não.

Corro os dedos pela barriga dela.

— Sério?

— Por que é tão difícil de acreditar?

— Porque é Finn Lawn. Achava que as outras garotas ficavam loucas só de olhar pra ele.

Ela bate em meu braço, depois coloca a mão sobre a minha e diz:

— É a última coisa que achei que ia acontecer hoje.

— Valeu.

— Você entendeu.

Pego sua camiseta, entrego para ela, pego meu moletom. Enquanto vejo ela se vestir, digo:

— Um dia, Jujubete.

E ela até parece decepcionada.

~•~×~•~

Em casa, no quarto, sou dominada por palavras. Palavras para canções. Palavras sobre lugares aonde Bonnibel e eu iremos antes que o tempo acabe e eu adormeça novamente. Não consigo parar de escrever. Não quero parar.

31 de janeiro. Método: nenhum. Numa escala de um a dez, quanto cheguei perto? Zero. Curiosidade: a Euthanasia Coaster, uma montanha-russa capaz de matar os passageiros, não existe de verdade. Mas se existisse, seria uma volta de três minutos com uma subida de quase meio quilômetro, seguida de uma queda superíngreme e sete loopings. Essa queda e a série de loopings duram sessenta segundos, mas o que mata é a força centrífuga de 10 G resultante dos loopings a trezentos e sessenta quilômetros por hora.

Então acontece uma ruptura estranha no tempo, e percebo que não estou mais escrevendo. Estou correndo. Ainda estou com o moletom preto, a calça rasgada, sapato e luvas, e de repente meus pés começam a doer, e de alguma forma cheguei a Centerville, que é a cidade vizinha mais próxima.

Tiro o sapato e o gorro e volto para casa andando, porque pela primeira vez me cansei. Mas me sinto bem — importante, cansada e viva.

Julijonas Urbonas, o homem que pensou no conceito da Euthanasia Coaster, diz que ela é projetada para “humanamente — com elegância e euforia — tirar a vida de um ser humano”. Aqueles 10 G criam força centrífuga suficiente no corpo para que o sangue corra pra baixo em vez de pro cérebro, o que resulta em uma coisa chamada hipóxia cerebral, e é isso que mata.

Caminho pela noite escura de Indiana, sob as estrelas, e penso na expressão “elegância e euforia” e em como ela descreve exatamente o que sinto por Bonnibel.

Pela primeira vez, não quero ser outra pessoa além de Marceline Abadeer, a garota que ela vê. Ela sabe como é ser elegante e eufórica e cem pessoas diferentes, a maioria imperfeita e burra, parte babaca, parte problemática, parte vampira, uma garota que quer ser fácil de lidar para as pessoas à volta para que não se preocupem com ela e, principalmente, fácil para si mesma. Uma garota que pertence a este lugar — aqui neste mundo, aqui na própria pele. Ela é exatamente quem quero ser e o que quero que meu epitáfio diga:















A primeira garota que Bonnibel Bubblegum ama...



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