História Game Over - Capítulo 3


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Categorias Amor Doce
Personagens Armin, Personagens Originais
Tags Amor Doce, Animes, Armin, Game Over, Jogos
Visualizações 37
Palavras 1.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


└┐Welcome┌┘

➛Obrigado aos comentários e os favoritos, eles me incentivam bastante à continuar com a fanfic até o fim.

➛Decidi fazer uma loucura e postar capítulos das minhas duas fanfics todos os dias, claro que um dia será Game Over e outro Amazons.

➛Essa será à primeira parte do capitulo 3, na quarta você terão o próximo. (Que claramente se chamará Ctrl V)

✧Bom jogo✧

Capítulo 3 - Ctrl C


Capítulo 3

C T R L  C


E o primeiro dia de aula de Serena Laytel, havia encerrado assim que ela fechou os olhos para dormir e em um piscar de olhos a morena já estava acordando para o segundo dia em Sweet Amoris.

Aquela quarta-feira havia começado bem fria, então quando ela havia saído debaixo das cobertas seu corpo arrepiou-se todo pelo clima. De chinelos ela foi ao guarda-roupa, tirou a calça jeans escura e uma blusa marrom de mangas medianas e largas, vestiu-se e calçou o par de tênis, em seguida pegou a jaqueta no qual seu colega de classe havia emprestado para voltar para casa e a guardou dentro da mochila.

-Serena acorda. - Disse a mulher furiosa do outro lado da porta.

-Já estou acordada. - Respondeu Serena, um pouco rude, mas isso aconteceu por contado susto que tormou com a voz de sua mãe.

-Olha aqui! Tenha mais respeito comigo, entendeu? Não sou sua colega. - Disse rispida batendo na porta. - Continua e você vai para escola ainda mais quente. - Termina a mais velha, deixando que a mais nova escute seus passos se afastando da porta do seu quarto.

Serena suspira pesadamente, sentindo seu peito e o estômago se contraírem em nervosismo, enquanto flashbacks de ontem passaram brevemente por sua mente. Abriu à porta do quarto com cautela e foi até a cozinha do apartamento, encontrando por lá Rosângela Laytel a sua mãe, uma mulher e aparência jovem considerando a idade, com cabelos pintados de vermelho e de olhos verdes.

-Mas, você já está arrumada? - Indagou a mulher franzindo o cenho, enquanto pegava uma sacola no balcão contendo pães franceses. - Você não dormiu vestida, dormiu?

-Claro que não. - Retrucou Serena, que vendo como falou mordiscou a boca.

-Você está muito grossa comigo menina. - Largando a sacola Rosângela se aproxima da menina, ficando bem próximo do corpo esquio de pouquissimas curvas. - Sobre o que eu falei com você ontem, em? Já se esqueceu? - Indagou a mulher encarando a menina de frente de modo assustador.

-Mãe eu não fiz nada demais. - Disse Serena bufando, porém não demorando muito tempo para sentir a mão pesada da ruiva contra seu rosto. - Por que fez isso? - Perguntou a garota se afastando.

-Para você parar de me encarar, você vê o quão bonitinho é ver as suas amigas Gaby e Tery como verdadeiras mocinhas? - A morena sente a boca formigar e arder com a medita do tempo, mas não poderia deixar essa passar abatido. Porque algo que ela odiava era alguém pedindo para ser como as duas meninas mencionadas.

Encheu os pulmões segurando o choro que a qualquer momento iria aparecer e disse. - Mocinhas que saem com qualquer um do time de basquete. - E agora um tapa transferido na boca da morena, a fez ficar em choque e por querer cair no chão.

-Limpe essa boca Serena Laytel, aquela escola não é de favelados como você. - Apontando o dedo e praticamente cuspindo no rosto de Serena a mãe continuou. - Isso mesmo chora e chega com o olho inchado no colégio, assim é bom porque todos verão o quão desprezível você é. - Rosângela dá as costas para Serena e pega sua bolsa de couro de cima da mesa. - Estou indo para o trabalho, coma e vá para escola.

Assim que Serena escutou a porta se fechar, foi até o balcão e pegou um pedaço do pão, comendo enquanto chorava. Aquela havia sido um péssimo começo de dia, e seus pensamentos mais obscuros já tentavam coloca-lá ainda mais para baixo ou talvez... Prepara-lá para algo ainda mais tenso ao dia.



Ao chegar no colégio, percebeu que a população de alunos havia aumentado, pelo jeito a maioria dos estudantes fazia como ela antes de entrar em Sweet Amoris.

Passando pelo pátio ela pôde se dar ao prazer de olhar o céu azul, sem nuvens, a grama e as árvores verdes e os três bancos espalhados pelo espaço aberto e em um deles estava um rapaz tão chamativo quanto os outros alunos. Entretanto, ele exalava à aura de alguém com quem Serena queria metros de distância, sua aparência era sem dúvidas de um encrenqueiro de primeira.

-Bom dia Serena. - Assim que a morena adentrou nos corredores deu de cara com Kentin, o rapaz de cabelos castanhos claros e olhos verdes, que hoje vestia uma blusa de mangas de estampa militar e uma calça jeans um pouco folgada.

-Bom dia. - Comprimentou Serena já ajeitado sua mochila para retirar da mochila a jaqueta que o rapaz havia imprestado. - Aqui, obrigado por ontem... Me ajudou bastante. - O rapaz arregala os olhos e parece ponderar em pensamentos por alguns minutos, até sorrir e pegar a sua peça de roupa e coloca-lá.

-Eu nem me lembrava... Nossa esse cheiro, você lavou? - Indagou o rapaz cheirando as mangas, impressionado.

-Achei que fosse o correto. - Disse Serena.

-Não precisava desde trabalho todo... - Kentin envergonhado coça a nuca e fica com as bochechas avermelhadas. - Bem, você aceita um biscoito? - Perguntou ele tentando mudar o assunto.

-Ah, irei passar... Comer doces de manhã me faz mal. - Falou a morena calmamente, encerrando o assunto e fazendo ficar um silêncio constrangedor para ambos. - Acho que, está na hora de eu ir colocar algumas coisas no meu armário. Nós vemos outra hora. - Serena sorri amarelo, e acena sem jeito enquanto passava pelo colega.

Serena odiava os dias da semana em que sua mãe acordava de mal humor, porque isso iria repercurtir durante toda semana e o pior... Ela se sentia sempre muito chateada por não ter seus esforços reconhecidos pela mulher. A morena até mesmo já se considerou estar em um caso de depressão, por muitas vezes ficar relembrando coisas tristes, tentar coisas que à um tempo atrás nunca imaginará fazer e depois ficar se arrependendo pelos cantos. Era triste... E hoje em questão, a segunda briga que teve com Rosângela estava deixando a adolescente mechida, como uma bomba de lágrimas prestes à explodir.

Suspirou profundamente enquando deixava alguns itens que talvez, não seriam necessários durante seu dia no armário e após tranca-ló iria ir para a sala na qual foi guiada ontem, porém foi parada por uma professora, que sem querer tromba na jovem derrubando os livros de química e física.

-Me desculpe. - Pediu a morena se abaixando para recolher o material.

-Tudo bem, estou meio avoada e acabei por não te ver... - A mulher iria continuar, mas para de falar e fica com a boca entre-aberta assim que se levanta e tem os livros de volta em mãos.

-Entendi, está tudo bem? - Perguntou a morena um pouco trêmula, temendo por se envolver em encrenca com algum professor, afinal isso já havia lhe trago dores de cabeça no passado.

-Sim, estou bem... Você é a Serena Laytel, aluna do segundo ano? - Perguntou a mulher de cabelo channel, da cor de um carvalho, lábios finos e pintados de rosa e olhos verdes, um pouco acima do peso, mas o vestido azul com o jaleco faziam ficar proporcionais.

-Sim... Você é uma das minhas professoras? - Perguntou Serena segurando a mochila e olhando para o corredor.

-Sou, me chamo Delanay Louneless e sou sua professora de quimica. - Apresentou a mulher com um sorriso gentil no rosto. - Seu rosto ele está... - A mão feminina tenta se aproximar da face de Serena, que assustada recua.

-Desculpa, preciso ir. - Sorriu sem jeito e saiu cabisbaixo para longe da professora.

O medo, um sentimento que repele você de agir, seguir em frente com a sua vida e amadurecer mentalmente. Estava certo que Serena deste os seus 10 anos de idade era imperativa, alegre, sonhadora e doce. Porém, com o tempo perceberá sua realidade e tiverá que seguir o jogo que o mundo lhe mandava.

Alguém, poderá ajuda-lá à encontrar à saída dessa fase?



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