História Game Over - Capítulo 15


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Categorias Amor Doce
Personagens Armin
Tags Amor Doce, Armin, Comedia, Game Over, Romance, Shoujo
Visualizações 49
Palavras 1.821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


「Kon'nichiwa Floquinhos」

↣Bom, eu sei que demorei para postar esse capítulo, mas não foi por estar com uma agenda muito apertada, ao contrário. Eu estou até mais tranquila e deste ontem: Quarta-feira, eu estou sem aula por que a minha escola decidiu paralisar.

↣Eu estive em uma comunidade de RPG de semi-deuses no amino, irei fazer uma propaganda dela em um jornal.

↣Vamos para o capítulo e já vou agradecendo os favoritos e comentários, logo que chegarmos à 300 teremos o sorteio e os agradecimentos nas notas finais.

✦Bom jogo✦

Capítulo 15 - Relacionamento


Fanfic / Fanfiction Game Over - Capítulo 15 - Relacionamento

Phase 15

Relacionamento

Tanto eu quando meu cérebro está cansado de relembrar que à anos atrás eu acordei com amnésia, fui apresentada à minha falsa vida por qual fiquei presa por mais longos e dolorosos anos, até agora. Tenho certeza que meus filhos irão se surpreender ao contar para eles à minha história, afinal tudo isso é digno de um filme americano com novela mexicana o falta vir é o romance que eu realmente, espero que demore. Não teria cabeça para mais uma dessas coisas em meio à... Sair de casa por uma ordem juridicial, estar na casa de um detetive que me parece um tarado e não saber em quem acreditar, porque naquele papel dizia claramente que Delanay poderia ter planejado o meu acidente. E por causas desconhecidas, afinal eu não sei os motivos para que eu esteja envolvida em uma confusão dessas deste pequena.

-Terminei de me banhar, se quiser fazer o mesmo não tenha vergonha. - Olhei para o lado e vi Arthur, de roupa já trocada e com os cabelos molhados.

-Entendi, obrigada. - Me levantei segurando minha mochila e com cuidado fui até a porta.

-Pode usar tudo que quiser, irei ir na loja de conveniência aqui perto para comprar algo para nós, tudo bem? - Ele deu passos até mim e eu assenti com a cabeça segurando a minha mochila. - Quer algo em especial?

-Não. - Ele sorriu e se aproximou de mim fazendo com que eu me inclinasse para trás. - O que está tentando fazer?

-Um beijo de despedida. - Ele sorri mostrando seus dentes quando ainda estava poucos metros longe do meu rosto.

-Nem pensar. - Virei o rosto e fechei os olhos com força. - Eu ainda sou bv e se tocar em mim eu grito pedindo ajuda. - Falei nervosa sentindo sua respiração na minha pele.

Seus lábios tocaram minha bochecha em um beijo estralado, quando voltei a fita-ló, me entireidei meio sonsa.

-Esteve guardando seu primeiro beijo para mim? - Ele diz e quando eu iria falar algo, ele alto responde a pergunta. - Irei me segurar até o momento certo. - Ele pisca um dos olhos e se vira de costas, me deixando ver sair do apartamento.

Assim que a porta se fecha solto o ar pela boca voltando a respirar de maneira mais aliviada. Entro no banheiro e me certifico de trancar a porta, depois coloco a minha mochila pendurada retirando minhas vestes, vou para o box e antes de iniciar o banho eu pego o sabonete e levo até o meu nariz, inalando um cheiro forte e fresco de alguma flor.

{...}

6 anos atrás...

Eu tinha dez anos e estava no 2 ano do ensino fundamental na Tiger School, a escola que toda Paris amava vanglorizar. Era um dia qualquer da semana em que tudo estava dando certo para mim, não me destacava em nada e não havia nada em especial para isso acontecer, então estava no meu canto olhando para a janela imaginando em como seria incrível se eu conhecesse algum personagem da franquia Final Fantasy ou se um Digimon aparecesse naquele exato momento e me levasse ao digimundo, para vivermos uma grande aventura em pró de salvar o planeta. Pensamentos infantis e inocentes de uma garota que não havia motivações e especulações para poder se socializar com o resto da turma.

-Olhem o meu novo pingente. - Dalya se exibia por ter comprado um novo colar, sua voz foi tão alta que me atrapalhou no meio do percurso de quando o Piyomon abria o portal e juntamente do Tai, me puxassem para o mundo digital.

-Que lindo.

-Nossa, super você. Ficou top.

-Onde comprou?

-Maravilhoso.

Toda vez que isso acontecia, imaginava que aquelas meninas ao seu redor eram computadores programados para falarem sempre as mesmas coisas ou sempre estarem prontas para elogiar a dupla. Não importa se eu acertar algo primeiro e Dalya acertar em segundo, eu sempre era deixada para segundo e último plano. Menos na queimada.

O sinal tocou e todos fomos para a fila, como eu era a mais alta sempre ficava no final, então descemos e o recreio ocorreu sem interrupções.

-Professora alguém roubou meu colar! - Gritou Dalya começando a chorar do nada no meio da aula.

-Você perdeu um colar? - A professora arqueou uma das sombrancelhas em dúvida. - Como alguém o roubaria se estava no seu pescoço?

-Mas eu deixei no meu estojo professora, agora que abri ele, não está mais. - A menininha de cabelos castanhos se levantou com o estojo em mãos. - Eu vou falar com meus pais.

-Calma, calma. - A professora pediu e em seguida mandou Dalya sentar-se. - Irei revistar todas as mochilas e se não estiver aqui, você o perdeu. - Falou a professora.

Passou alguns minutos até chegar na minha mesa e eu entrar meus materiais para a professora, ela estava terminando quando foi abrir o bolso da lateral e nele estava o famoso colar com o novo pingente de Dalya. Nunca senti tanto medo na vida, pois eu sempre soube que roubar era errado, cobiçar também e fazia o máximo para não cometer esses erros e um deles era o do furto. Fui levada a diretoria junto da menina que me falava várias asneiras quando minhas mãos estavam geladas e eu queria chorar.

Bem, no final eu fui acusada e perdoada pois tive que pedir desculpas sem dever. Em casa foi pior.

-Para que você está estudando?! Em! -Gritou ela apertando meu braço. - Estão te ensinando a roubar?! É isso?! Você viu a vergonha que eu passei?!

Queria muito falar a verdade, mas me calei apenas a olhei e chorava quando ela me batia com o chinelo e me dava tapas no rosto, falando o quanto meus olhos de cores lilás eram estranhos.

{...}

Mesmo me lembrando de algo longo no banho, não demorei muito, pois ali não era minha casa e mesmo se fosse não faria isso. Me troquei e sai do banheiro, logo voltei a me sentar no sofá no mesmo canto, porém não prestava tanta atenção na televisão apenas ficava cheirando a minha pele, sentindo meu corpo fresco após o banho.

-Cheguei. - Olhei para a porta e Arthur passou com algumas escolas em mãos. - Como está cedo para nós jantarmos deixarei a nossa comida na mesa. - Falava ele passando para a cozinha e depois voltando para sala. - Melhor?

-Sim. - Menti e o vi pegar a mochila e colocar no quarto e depois voltar para o mesmo lugar.

-Quer jogar algo, assistir algum filme ou anime? - Ele perguntou e eu neguei. - Serena, você não pode ficar assim, okay?

-Oh, desculpe não posso ficar triste. - Dou um sorriso e me ajeito no sofá cruzando as pernas como uma dama. -Perdoe minha falta de educação. - Falei sorrindo forçadamente.

-Idiota... - Ele diz puxando minha bochecha e em seguida me surpreendendo, colocando meu corpo próximo ao seu em um abraço.- Não refiro que você esconda o que está sentindo, mas... Já que é assim eu lhe empresto quantas vezes for preciso o meu ombro para você chorar. - Escutava sua voz perto do meu ouvido e sentia o seu cheiro, Arthur está me enfraquecendo com essa aura de segurança.

-Não é bom chorar. - Falo e sinto seu braço me guiar para ficar no seu colo. - Pare com isso.

-Calma... - Ele diz enquanto eu escondia meu rosto na curvatura do seu pescoço, lutando contra as lágrimas que resistiam em querer cair. Logo ele se ajeita no sofá e coloca algo na televisão, com o volume um pouco mais alto. - Agora você pode chorar sem problemas... - Ele diz calmo retirando meus cabelos do pescoço.

Comecei a me segurar, mas logo sentia os olhos cheios de lágrimas e em um piscar de olhos eu já estava chorando enauanto abraçava Arthur. Nunca havia me sentindo tão, frágil e vulnerável quanto agora chorando enquanto todos esses anos desejava alguém para me abraçar nesses momentos foram concretizados graças à esse detetive.

-Eu estou aqui com você, não precisa mais esconder quem você é e ter medo de tudo ao seu redor. - Ele falava mexendo nos meus cabelos e dando beijos no meu rosto e aos poucos nos meus olhos.

Ele havia conseguido algo que milhares de pessoas com boas intenções, ou não, tentavam fazer comigo ao me verem magoada logo que meu rosto já não estava molhando seu ombro ou pescoço, eu estava encarando-o e ele cuidadosamente limpando minhas bochechas com o seu polegar.

-Me abrace, por favor. - Pedi entre soluços quase silenciosos.

-Claro princesa. - Ele me abraça e eu me aconchendo em seus braços.

Passo alguns minutos chorando, agrrada à Arthur até me acalmar aos poucos e ele... Não me afastou em nenhum segundo se quer, na verdade eu o deixei ir pois nossos estômagos reclamaram por algo e ele nos providenciou nosso jantar. Mesmo sendo algo comprado em uma loja, aquela comida estava deliciosa assim que não estávamos mais comendo Arthur me puxou e ficamos deitados assistindo um canal que passava animes e eu acabei pegando no sono.

[...]

Senti algo subir algo agarrar minha cintura enquanto ainda dormia, e calmamente eu abri os olhos tendo a imagem do rosto de Arthur que dormia profundamente ao meu lado. Olhei para tudo calmamente e reparei que estávamos em seu quarto, meu olhos estavam quentes e provavelmente bastante inchados reparei que havia dormido sobre o braço do detetive e com isso aos poucos me levantei na tentativa falha de não acorda-ló.

-Devo estar sonhando ainda. - Ele fala subindo suas mãos que pousaram em meu colo para o ombro, e me fez impulso para deitar novamente.

-Por que? - Falei baixo e olhando para seus próximos movimentos.

Arthur sorri de canto e passa a ponta dos seus dedos pelo meu rosto e depois faz um cafuné lento perto da nuca. Me pergunto porque ele é assim.

-Porque estou acordando vendo você ao meu lado. - Ele diz com um sorriso bonito no rosto. - Tão linda, meiga, sonolenta tão... Serena. - Ele diz ainda me fazendo carinho, enquanto eu ainda aproveitava a sensação e olhando em seus olhos cinzas pude perceber um certo brilho ao falar todas aquelas palavras. - Ficaria ainda mais feliz se nós tivéssemos um relacionamento à mais do que temos agora.

-Você está a apressando demais. - Me manifesto olhado para baixo. - Não te conheço direito.

-Para você sou apressado, mas eu já esperei muito para ter o seu amor Serena. - Ele diz se aproximando enquanto eu me afastava. - Você só precisa lembrar do seu passado e se lembrar dos nossos momentos.

-Você está esta me assustando.

-Me desculpe. - Diz ele voltando a se afastar. - Esqueça o que disse e volte à dormi, sim? - Ele me puxa fazendo ficar com o rosto em seu peitoral.



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