História Game weaknesses - Jikook - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Cjonkm, Escolar, Fluffy, Fofo, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Park Jimin, Romance, Tem Putaria Mesmo, Yaoi
Visualizações 25
Palavras 3.583
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annyeong Yeorobun.
Voltei com att marota, eu espero que gostem, tá cheio de emoções 🤧🤧 não vou nem comentar 😔✊✊ então só fiquem com o cap.

Boa leitura.

Capítulo 2 - CAP. 2 - Fake passion


Fanfic / Fanfiction Game weaknesses - Jikook - Capítulo 2 - CAP. 2 - Fake passion

JEON JUNGKOOK


Eu estava tão nervoso. Quando as pessoas foram totalmente embora eu sabia que eu deveria ir para o lugar onde combinei com o Professor Jimin, mas a tensão invadia meu corpo só de pensar que logo eu ficaria naquela sala sozinho com ele. 

Tímido e ansioso, essas são as palavras que mais me definem. E, naquele momento, os dois sentimentos brigavam em dentro de mim só porque eu iria me encontrar com a pessoa que gosto.

Eu sou totalmente apaixonado pelo Sr. Park, meu professor de Biologia, mas ainda não consigo controlar meu próprio coração quando ele está em minha frente. Parece que meu coração vai sair pela boca, ou atravessar meu peito de tanto que bate forte e acelerado quando o vejo. Eu posso até ser tímido, mas eu não sou assim com mais ninguém, somente com o Sr. Park.

Isso ainda parece um sonho para mim… Eu e ele estamos namorando, mesmo que escondido, é um namoro de verdade! É inacreditável. O Sr. Park é meu namoradinho, nós somos namorados... Então só eu posso beijar sua boca ou abraçá-lo forte, e isso me deixa tão feliz que toda vez que penso nisso, só falta eu explodir de felicidade! Mas naquele momento, eu estava prestes  a explodir era de nervosismo. Minhas pernas não paravam de vacilar a cada passo em direção à sala em que combinamos, e minha mente paranóica não parava de me lembrar que vamos ficar totalmente sozinhos.

Eu adentrei na sala dos professores bem devagarinho, vendo se realmente não tinha ninguém ali. Graças a Deus estava vazia, barra limpa. Eu entrei, e esperei na mesa do meu namorado, sorrindo para a mesa organizada onde tinha seus livros de biologia, alguns cadernos e diversas folhas de seus trabalhos. Eu admirava sua letra escrita em um dos cadernos aos quais ele fazia seus exercícios para passar aos alunos. Até sua letra era linda e toda delicada. Eu devo ser muito apaixonado por achar até mesmo isso lindo nele… Mas logo eu saí daquele meu mundinho bobo quando escutei a porta da sala se abrir. Meus olhos foram diretamente para a passagem, vendo enfim a estrutura de meu professor ali. 

O mais velho sorriu para mim, fechou a porta atrás de si, e então veio calmamente caminhando em minha direção, sem pressa alguma. Meu coração voltava a acelerar a cada passo que ele dava, e assim que ele chegou em mim, eu suspirei pesado e abri minha boca para comprimentá-lo, mas minha voz saiu ridiculamente falha e um pouco alta.

— O-Oi, professor! — Jimin riu fraquinho com a minha recepção, seus olhos se fecharam totalmente, e tudo aquilo que eu estava presenciando me deixou abobado. Eu sou muito patético, mas eu não me importava se eu pudesse fazer ele sorrir com isso. Ah, como eu amava sua risada gostasa, eu me derretia igual a uma manteiga ao escutá-la. 

— Jungkook-ah, eu sou seu namorado. Você não deveria ficar tão nervoso comigo. — ele subiu seus braços e os deixou repousados em meus ombros, ficando com o seu corpo colado ao meu e com seu rosto mais próximo.

Eu abaixei malmente minha cabeça, buscando acalmar meu coração teimoso.

— Eu sei… Vou me acostumar. É porque eu gosto muito do senhor… — o professor suspirou e tombou de leve sua cabeça para o lado. Adorável.

Droga, eu definitivamente sou besta por qualquer um de seus movimentos.

— Vamos, Jungkook, não me chame de "senhor"… Quando estivermos só nós dois, você pode me chamar de Hyung. — arregalei meus olhos, chocado, eu não seria capaz de ser tão petulante!

— I-Impossível, professor! — neguei freneticamente.

Aigoo… Eu estou pedindo, por favor, sim? — parecia que um anjo divino estava pedindo aquilo para mim. Seus olhos brilhantes e seus lábios volumosos, juntos de suas bochechas fofas, eram as combinações perfeitas para qualquer um dizer "sim" para ele. Eu choraminguei baixinho com seu rostinho tão lindo me pedindo daquela forma terna e meiga, da qual eu não presenciava tantas vezes, então acabei cedendo sem qualquer resistência.

— Okay… H-Hyung. — ele sorriu, e mais uma vez, eu me senti atacado por aquele sorriso lindo. 

— Isso mesmo. — disse baixinho, antes de se aproximar de meu rosto e começar um beijo comigo. Suas mãos atrás de minha nuca começaram a puxar malmente meus fios enquanto me beijava, e foi ali que eu senti uma coisa diferente.

Aquilo era diferente demais de seus carinhos, me causava uma sensação contrária ao do conforto. Sim, diferente, deixava o meu corpo diferente. E aos poucos, eu começava a ter vontade de tocá-lo também, somente não sabia por onde começar. Eu, assim como minhas mãos, estavam totalmente perdidas. 

O ósculo foi encerrado, pois nós nos separamos ofegantes pela falta do ar, mas o Professor não deu uma pausa sequer, assim que largou meus lábios ele foi com seu rosto para meu pescoço, rapidamente. Eu sobressaltei levemente, apertei meus olhos e pus minhas mãos em seus ombros, seus lábios estavam beijando minha pele, eu senti meus pelos se arrepiarem todinhos com aquilo.  Não tinha explicação...

Os sentimentos em dentro de mim estavam tão confusos, e começaram a ficar ainda mais quando uma das mãos do professor começou a passear de meu peito, percorrendo meu abdômen, até parar no cós da calça de meu uniforme. Ele a apertou, e então, eu escutei o som de meu cinto sendo aberto.

Minha respiração já estava agitada. Seus beijos eram bons, e logo foram subindo para as minhas orelhas, intercalando entre elas e meu pescoço. Eram molhados e gostosos, eu estava gostando daquilo, mas estava receoso com sua mão abóbada lá embaixo, que então, sem mais nem menos após abrir a minha calça, adentrou na mesma tocando em meu pênis por cima do tecido fino. 

Senti um choque ao ter a sensação de sua mão começando a massagear meu membro por cima de minha cueca. Eu não nego, era um pouco assustador, porque eu nunca toquei ali daquela forma. Mas, era a mão do Sr. Park… Me tocava de forma tão gentil, era suave, era bom… Eu queria que ele me tocasse mais. 

— Senhor Park… — o chamei, mas minha voz saiu estranha, arrastada, como nunca havia saído antes de minha boca.

— "Hyung", Jungkook. Me chame de "Hyung". — me corrigiu, enquanto adentrava a sua outra mão dentro de minha camisa, lentamente, tocando de forma singela em meus músculos do abdômen.

— H-Hyung… Por que está tocando aí embaixo? — Jiminnie parou de beijar meu pescoço para olhar em meu rosto, seus olhinhos belos me encaravam tão sedutoramente, que eu nem sabia como ainda estava de pé.

— Você não gosta? Hum? — seu tom baixo saiu um pouco dengoso. Então neguei fraquinho.

— Não, não é isso… Mas deixa a minha cabeça um pouco estranha. — após esclarecer, vi um suspiro pesado deixar os lábios carnudos de meu professor, parecia aliviado e satisfeito, e em seguida, ele abaixou sua cabeça e a deixou encostada em meu peito, e eu só me dei conta de que ele estava olhando para baixo, para a minha parte íntima, quando escutei a devida frase:

Está ficando duro… — eu respirei falho quando ele disse aquilo. Levantei um pouco meu rosto para cima e apertei fortemente os meus lábios enquanto sentia sua mão massageando aquele local. Eu estava morrendo de vergonha, mas eu também sentia algo mais além disso, uma coisa que ainda não sabia identificar o que era, mas eu tinha certeza que era por aquela ereção entre minhas pernas.

Depois daquilo, o senhor Park se ajoelhou em minha frente, e claro, eu fiquei um pouco surpreso com o movimento e me pus a observá-lo atentamente de cima. Vê-lo naquela posição… Foi algo surreal, e foi ficando ainda mais inacreditável quando o mais velho começou a puxar minha calça para baixo, junto de minha roupa íntima, deixando exposto meu pênis, que ficou bastante perto de seu rosto.

O Hyung ficou olhando para "ele" por alguns segundos, e aquilo só foi me deixando muito nervoso, até ele falar:

— É grande, né? — por dentro, eu sentia a minha cabeça começar a pegar fogo! Eu estava com TANTA vergonha, que meu rosto deveria estar totalmente vermelho! Sem contar, meus neurônios estavam fritando, como eu deveria raciocinar e agir ali?

Eu devo me desculpar por ter isso assim?! Ele está olhando muito para o meu pênis! Será que é feio?! Será que ele está achando estranho?! YAH, NÃO! MEU DEUS!

— D-DESCULPA! Eu n-não…! Sinto muito, Hyung! — novamente, eu escutei aquele risinho tão gostoso naquele momento tão embaraçoso.  

— Por que está se desculpando, bebê? — eu soltei alguns barulhinhos desconexos, tentando respondê-lo, e falhando totalmente nisso. Eu realmente estava confuso, mas aquilo parecia estar sendo muito divertido para o meu professor — Não se preocupe, seu pau é do tamanho perfeito para mim, Jungkook… — a minha respiração se prendeu totalmente ao ouvir aquilo. Tanto o seu rosto como suas palavras mexeram comigo de uma forma inexplicável, e não só mexeu com minha cabeça, mas com o meu corpo inteiro também. 

Logo depois daquilo, o Sr. Park pegou na base de meu pênis e encostou em seu rosto de forma realmente descarada, ele tinha um sorriso pequeno no rosto e seus olhos estavam fechados. Eu não sabia como declarar aquela imagem, mas certamente era o que as pessoas chamariam de "erótico". O Professor Park era muito erótico… 

Não demorou para eu sobressaltar novamente, pois o mais velho começou a beijar, gostosamente, meu pênis. Eu acharia adorável se não fosse num lugar tão... "Estranho". Nossa, eu não posso acreditar que ele realmente está beijando naquele lugar! Eu nunca o imaginaria fazendo tal caisa.

E, aos poucos, ali onde ele beijava, começou a dar fisgadas, começou a ficar mais quente, e assim que meu professor abriu sua boca e acolheu meu pênis dentro dela, fora quando eu senti a sensação mais gostosa e confusa de meu dia.

J-Jimin Hyung! Sua boca- ela… ahh… — minhas mãos tatearam o ar, eu não sabia o que fazer com elas, então assim que o professor começou a chupar meu membro, eu passei a apertar minha camisa e também os meus olhos. 

Meu deus, toda vez que eu abria meus orbes eu não podia acreditar no que eu estava vendo. Meu pênis ia tão fundo na garganta do Sr. Park, ele estava me chupando com tanta vontade, toda vez que eu abria meus olhos e via sua imagem eu me "excitava" mais. 

Barulhos estranhos saíam de minha boca, mas da do professor também. O barulho que ele fazia enquanto me chupava era de sucção, e por mais estranho que fosse, eu achava aquele som muito bom. Não sei se sou estranho por achar isso, mas era novamente erótico. E assim que o Hyung deixou de chupar, ele passou a lamber toda a extensão de meu pênis, espalhando sua saliva junto de algo que saía de mim. E a imagem do mais velho agora, não podia ficar mais lasciva e obscena.

— Você está realmente muito duro, Jungkook…Está gostando? — eu engoli em seco antes de responder sua pergunta.

— E-Eu não sei… Sua língua é muito boa chupando, Hyung. — falei apenas o que se passou em minha mente nublada, eu não conseguia pensar direito, mas assim que vi o mais velho sorrir, o meu coração deu uma leve parada, que malmente me fez minha cabeça acordar.

— Haha, obrigado. — docemente, ele agradeceu, mas logo voltou a pôr meu pênis em sua boca, mas dessa vez, ele chupava mais rápido, e usava muito mais de sua língua durante aqueles movimentos.

Céus, o que era aquilo? Estava deixando minha cabeça bagunçada, estava tudo um borrão. Minha cabeça estava ficando quente, me fazia suar, algumas gotas já desciam por meu rosto, e assim que eu senti que algo estava vindo, não soube como me controlar.

— Hyung, acho melhor parar… — minha voz saiu com dificuldade, mas mesmo com meu pedido, o mais velho não fez caso.

Algumas lágrimas começaram a brotar em meus olhos, aquela sensação estava se apoderando do meu corpo, meu pênis estava pulsando, estava formigando, alguma coisa estava vindo e parecia estar prestes a sair pelo lugar onde o Hyung chupava. 

Eu não podia, não na boca do Hyung. Ele irá se chatear!

— Ah, Hyung, espere… Jimin Hyung! Sr. Park, Por favor! A-Algo está!- Ahhhn! repentino. Foi totalmente repentino. Eu joguei minha cabeça para trás ao atingir o limite. Eu tentei avisar, mas foi tão rápido que não pude controlar.

Minhas mãos foram para a cabeça do professor e elas apertaram seus cabelos, e fora com tanta vontade, que por causa daquilo escutei um som lindo vindo do educador. Meu pênis estava muito fundo em sua garganta, era quente e úmida, e foi naquele momento em que eu estava profundo em sua cavidade bucal, que liberei jatos que fizeram meu corpo inteiro estremecer. Eu tremi, espasmos se espalharam por toda a minha estrutura, e eu somente não fui para o chão, porque havia a mesa atrás de mim que me sustentou em pé. 

Eu estava ofegante, estava destruído como se tivesse corrido uma maratona inteira, e meu raciocínio mal funcionava, mas eu o pus para funcionar assim que vi o Sr. Park se levantar. Porém, definitivamente, qualquer neurônio que eu forçava para que trabalhasse, parou, assim que olhei para o rosto do meu professor.

Provavelmente, minha cara era de paisagem enquanto olhava para seu rosto. O que havia saído de mim, que agora preenchia a boca do mais velho, era branco, meu sêmen... Tinha um pouco em seu rosto, descia por seu queixo fazendo uma linha, mas ver aquilo, junto de seu rosto malmente rosado, olhos dilatados e lábios extremamente vermelhos, foi o limite para mim. Meu professor era o pecado e eu estava apaixonado por ele.

— Me desculpe, senhor… Eu não quis fazer isso, eu juro… Eu sinto muito. — Como sempre, eu só sabia me desculpar. Até porque, eu jurava que ele estava zangado comigo por eu ter feito isso, mas assim que ele sorriso pequenino, eu fiquei totalmente sem reação alguma.

Eu o vi engolir o que estava em sua boca, e logo depois, passar seu dedo polegar no vestígio de sêmen que tinha entre seus lábios e queixo.

— Você sentiu? — ele questionou repentinamente.

— E-Eh? — imiti confuso, vendo ele sorrir um pouco mais abertamente.

— Alí, onde eu coloquei minha boca, é sua principal zona erógena. Você se sentiu bem? — abaixei um pouco minha cabeça, sentindo aquele arder chatinho em minhas orelhas que sempre apareciam quando eu ficava envergonhado.

— Eu me senti tão bem que minha cabeça quase explodiu, Hyung… — confessei, ouvindo a risada fraquinha, e agora um pouco rouca, do mais velho. Que se aproximou de mim e deixou um beijo em minha bochecha, e em seguida fez um gostoso carinho em minha cabeça. 

Isso é muito bom, da próxima, vamos descobrir mais lugares que você se sente, huh? 


[...]


"Da próxima" foi o que ele disse… Mas a questão é:

Quando vai ser a próxima?! 

Desde aquele dia em que fizemos aquilo na sala dos professores, eu nunca mais fiquei sozinho com o professor Park. 

Ao que tudo indica, ele pegou hora extra, e agora também trabalha à noite.  -  eu estou chorando igual a um condenado por causa disso! (ㅠㅇㅠ)

Minha escola é de tempo integral, ou seja, eu passo o dia todo aqui, até mesmo os dias de sábado. Mas, é lógico, eu não tenho aulas de biologia todos os dias, apenas duas vezes por semana. Então, eu só estava podendo ver o professor durante essas aulas e pouquíssimas vezes nos corredores da escola. 

Eu podia entendê-lo, é claro. O Sr. Park dá aula para cinco turmas diferentes sempre que vem trabalhar, sendo que ele vem quatro vez na semana, e agora ele ainda está trabalhando de noite, o tempo livre que ele deve ter deve ser para fazer seus trabalhos, corrigir trabalhos, e fazer assuntos para as suas turmas, porque ele é um professor, e praticamente as coisas não param. Eu fico até mesmo um pouco preocupado, ele está trabalhando demais. Mas, principalmente, eu sinto muito a sua falta… 

Antigamente, nem que fosse por cinco minutos, ele me puxava para algum canto e me beijava, deixava eu o abraçar fortemente. Sinto falta de seus carinhos, e hoje mesmo eu nem sequer recebi o meu carinho da manhã.

Meu coração está partido por ele estar tão distante… Mas hoje, assim que minhas aulas acabarem, eu, definitivamente, vou atrás do meu namorado/professor! 

— Muito bem, já podem guardar os livros, a aula acabou. — falou minha professora de literatura assim que a campainha da escola tocou. 

Todos começaram a arrumar suas coisas, e eu, pela primeira vez, comecei a ajeitar meus cadernos, livros e canetas, rápido em minha mochila. Certo, eu esperei um pouco até todos se distanciarem dos corredores para que eu então pudesse ir até a sala dos professores. 

Eu fui animado até a sala, a àquela hora, o Sr. Park provavelmente já deveria estar sozinho lá, porque todos os professores costumam ir embora cedo, e só ficam poucos para as aulas da noite, mas esses sempre vão fazer um lanche naquele horário, e o Sr. Park não gosta muito de comer naquela hora da tarde ou ele não janta a noite. - ele disse para mim em uma de nossas conversas de intervalo. 

Assim que cheguei, vi meu namorado pela janela de vidro da sala, ele estava com alguns papéis na mão, e parecia bem concentrado lendo-os. Eu suspirei triste em ver suas olheiras, ele parecia realmente cansado. Eu não iria tomar muito de seu tempo, apenas queria lhe desejar força, dizer para ele descansar bem quando for para casa, e lhe dar um beijo de boa sorte. 

Então, apertei as alças de minha mochila e tomei mais coragem, caminhei até a porta com um sorriso animado em meu rosto, mas me detive assim que escutei uma voz de dentro da sala, parecia ter mais um professor com o Sr. Park ali dentro. Então permaneci lá fora, sem deixar que eles me vissem, ou o outro professor mandaria eu ir logo para casa. Eu só queria esperar, mas de onde eu estava, dava para ouvir eles falando claramente cada palavras. Eu comecei a ouvir a recente conversa. 

— Não sei porquê você aceitou trabalhar a noite, Jimin. Até onde eu sei, seu salário está ótimo, não precisava se esforçar tanto, certo? — a voz grave, me fez reconhecer na hora quem era aquele professor. O rigoroso professor de cálculos, Kim Namjoon.

— Não estou fazendo para ganhar mais dinheiro... Não tem professor de biologia no turno da noite, eu sou apenas temporário, a diretora me prometeu que logo arrumará um para ficar nesse horário. Enquanto isso, eu dou as aulas. É melhor do que eles ficarem sem e atrasarem todos os seus estudos. — meu Hyung o respondeu.

— Oh, você é tão legal, Jimin! Mas mesmo assim, deve ser esgotante. — eu ouvi algo, como um metal, arrastar pelo chão, julgo que ele deve ter puxado uma cadeira — Ah, escuta…   Você já resolveu aquele lance com os seus pais?

— Ah, ainda não… Eu realmente não queria ver isso agora, estou tão ocupado... — sua voz soou exausta.

— Jimin... Você sabe que ficar adiando só vai piorar. Eles até já escolheram a menina, se você não ir logo vai acabar no altar.

O que...? Menina? Altar?

— Ai, Nam, nem brinca com uma coisa dessas. Eu sei que falta só dois anos para eu chegar nos trinta, mas essa coisa de casar não vai rolar agora. — a àquela altura, um nó já começava a se formar em minha garganta. 

Não podia ser de verdade. Eu só podia estar interpretando mal. O Sr. Park está namorando comigo… 

— As nossas famílias são profissionais nos casamentos arranjados. Eu mesmo não consegui escapar. Casado com a Heesun já faz dois anos porque meus pais escolheram. Se você não fizer nada, vai ter um casamento assim. Mas pelo menos, a Taeyeon é linda. 

— Para com isso. — o professor de cálculos começou a rir com a fala seria do professor de biologia.

— Hahaha, ah, qual é?! Vai dizer que não?

— Ela é linda sim, e já tivemos vários encontros, e não é que eu não pense nela como esposa… Mas ainda não está no tempo, não para mim, talvez daqui há um ano eu me case com ela, mamãe vai ter que esperar esse evento um pouco mais...


Eu estou... Completamente sem chão.

Eu não sabia o que fazer, nem o que senti. Nunca houve em dentro de mim todos aqueles sentimentos borbulhando todos ao mesmo tempo como estavam agora.

Minha cabeça estava abaixada, e olhando para o chão, eu via minhas lágrimas atingirem a lajota. Eu tinha vontade de soluçar, de gritar, berrar, de entrar dentro daquela sala e perguntar para ele o porquê. Por que ele aceitou meus sentimentos? Por que me fez seu namorado quando tem um casamento? Por que ele usou dos meus sentimentos assim?

A dor em meu peito era insuportável, então sem mais nem menos eu corri dali, sem ligar se eu tinha feito barulho com meus passos pesados ou não. Eu só queria ir embora, ir embora e nunca mais olhar na cara do professor Park novamente, mas eu sabia, amanhã, eu vou vê-lo de novo.



Notas Finais


Tadinho do nosso inocente Jeikey 😔💔💔
Gente só, para deixar claro, casamento escolhidos pela família, principalmente quando é uma família tradicional, na Ásia é muito normal.
Essa bebê é long fic, apesar de ter bastante putaria ao decorrer, então se preparem pro drama 😔✊🤧

Eu tenho conta do Wattpad, e tenho outras fics lá, então bonitos e bonitas, se quiserem me seguir lá ♥
https://my.w.tt/CT9WzB8dNZ

Me sigam aqui tbm a @c_Jonkm

Espero que tenham gostado, eté o próximo~


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