História Gangnam Services - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Tags Baekyeol, Byun Baekhyun, Chanyeol, Kris, Kyungsoo, Luhan, Suho
Visualizações 116
Palavras 4.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Momentos & Atos


Fanfic / Fanfiction Gangnam Services - Capítulo 17 - Momentos & Atos

Baekhyun ainda passou mais um tempo na casa da mãe do Chanyeol quando a irmã mais velha do escritor surgiu para conversarem. Logo os dois homens se despediram por já estar ficando tarde e seguiram em um táxi rumo ao hotel aonde o empresário iria passar sua última noite antes de voltar para Coréia.

 

De início Byun recusou a companhia do autor para lhe deixar no hotel, porém o mais alto insistiu tanto que o Baek acabou desistindo de o contrariar. A desculpa de Park foi de que assim que o menor ficasse no hotel, ele continuaria o trajeto sozinho para o próprio apartamento.


Com a ideia de Chanyeol, ao meio do caminho, o taxista parou o carro em um acostamento movimentado comercial, para que o maior comprasse dois copos grandes de um chá tradicional do Japão, porque fazia questão que Byun provasse.


O caminho seguiu ininterrupto, com um ambiente mais favorável para os dois, que podiam trocar palavras mais descontraidas, diferente de algumas horas atrás, quando se comportavam como completos estranhos sem que falassem algo, mas não que não houvesse vontade pela parte dos dois.

 


– Chegamos! – anunciou o motorista parando o automóvel a frente do grande prédio que Byun estava hospedado.

 


O empresário desceu do carro, e viu Chanyeol descer também dispensando o taxista que logo saiu com o carro após receber seu dinheiro.

 


– O que você está fazendo? Você não tinha que ter falado para ele esperar? – o pequeno questionou intrigado vendo o autor abrir um sorriso grande pelas suas perguntas.

 


– Eu vou seguir de metrô. É mais prático e rápido. – explicou simplista vendo o menor entender. – Então Byun… – Park começou incerto, vendo o empresário sem algum motivo aparente corar, o que achou muito fofo. – Foi muito bom te reencontrar e esclarecer tudo, entende? Me sinto muito bem agora! – confessou soltando um ar preso de seus pulmões.



– E-eu me sinto da mesma forma. – Baekhyun afirmou se martirizando internamente por ter gaguejando.

 


– Eu sei que viajará amanhã, mas de agora em diante espero não perder o contato com você nunca mais. – falou mais sério do que gostaria parecer, percebendo por consequência um Baekhyun desconcertado confirmando com a cabeça apenas.

 


Chanyeol virou as costas rapidamente se afastando, deixando Byun surpreso por deixá-lo daquela maneira tão repentina. Mas o caminho do maior foi curto, logo ele parou em uma lixeira próxima jogando o resíduo do copo plástico de chá vazio. O empresário respirou aliviado sem saber o porquê especificamente, sorriu olhando para seu copo lembrando-se do líquido que ainda estava alí pela metade. Ao voltar o seu olhar para cima, viu o escritor se aproximar outra vez.

 


– Não vou mais perturbar você por hoje.. – comentou Park rindo. – Tchau Baekkie. – disse rindo minimamente agora, estendendo sua mão para que o menor pudesse apertá-la como forma de cumprimento para a despedida.


Sem jeito Baekhyun estendeu sua mão também juntando com a do maior. O que sentiu a seguir foi uma energia inexplicável que percorreu em todo seu corpo, lhe aquecendo mais uma vez por dentro. Ele tentou o seu melhor retribuindo o sorriso de Park ao lhe dizer um “Tchau” também, mas não conseguiu. Suas palavras foram quase inaudíveis. Mas ele se despediu de todo modo.


Chanyeol então com a deixa, soltou a mão do menor, sorrindo mais uma vez, se curvando ao mesmo e virando suas costas para ir embora para seu apartamento.


Havia sido totalmente diferente do que ele havia imaginado para esse reencontro. As coisas saíram mais pela emoção do que pela razão, mas ao final, tudo deu certo. O que lhe deixava extremamente feliz e satisfeito.



– Chanyeol! – ouviu seu nome ser pronunciado pelo menor de forma alta, já que a distância entre eles era considerável. O maior se virou analisando o empresário de maneira confusa, e viu ele se aproximar de si outra vez, então esperou que ele prosseguisse com a fala. – E-eu, e… v-você não quer entrar um pouco?! – começou enrolado, era óbvio que estava envergonhado ao fazer aquele convite, afinal seu rosto vermelho não negava, Byun não conseguia nem encarar o autor, e Park abriu um outro sorriso com aquilo, achando o menor adorável mais uma vez. – O restaurante daqui tem uma sobremesa incrível! Se você quiser, a gent– ele dizia um pouco rápido, mas foi interrompido pelo escritor.



– Baekhyun. – chamou a atenção do outro que lhe olhou no mesmo instante. – Eu agradeço, mas parece que eu não tenho um motivo plausível para ficar como da última vez em seu apartamento. – comentou rindo se referindo ao primeiro encontro deles, quando Byun derramou bebida em sí.


 

O pequeno ao ouvir o outro negar se entristeceu momentaneamente, mas quando escutou a piada interna do maior, se pôs a rir junto com ele.



– Você tem mesmo razão… – disse o empresário se convencendo.

 


– Pois é… Fica pra próxima. Tchau Baekh-



Um susto. Uma surpresa. E uma confusão.


 

Foi o que se passou com Chanyeol quando viu o menor destampar o copo de chá e jogar o conteúdo restante em suas vestes. O escritor estava com os olhos arregalados e muito confuso para entender em um curto período de tempo do porquê que o menor fez aquilo propositalmente.

 


– AI MEU DEUS! EU DERRAMEI EM VOCÊ! – exclamou Baekhyun. – Me desculpa! Eu juro que não foi minha intenção! – disse forçando claramente aquela cena.


Chanyeol que estava confuso, deixou-se ter um flashback do passado, onde já estivera naquela mesma situação com o menor, mas ao contrário desta vez, a anterior foi natural e está aqui está sendo encenada pelo próprio empresário. Park antes de adentrar na brincadeira, deixou-se rir rapidamente pela ideia um tanto infantil e ousada de Baekhyun. Mas já que o pequeno queria daquela forma, Chanyeol iria aderir também. Seu sorriso morreu e uma expressão de chateação e raiva surgiu em seu rosto.



– E-eu não acredito que você fez isso! - exclamou com voz firme. – Baekhyun, essa camisa e este sobretudo são mais caros que meu salário! Você ta querendo o quê??! Me ferrar?! É isso mesmo??!



– E-eu posso te ajudar! Eu juro! – continuou dramatizando. – Posso lavar pra você! Ou até mesmo pagar roupas novas!



– Não! Pagar não! Isso é demais! Quase como uma desonra para um homem como eu! – negou ressaltando. – Lavar é a melhor opção. M-mas eu não posso andar por aí neste estado! -– falou.

 


– Se você quiser, pode subir até meu quarto e damos um jeito nisso! – disse fingindo aflição ainda.



– Tudo bem, espero não demorar! – Chanyeol falou friamente enquanto tentava limpar com as mãos inutilmente suas roupas.


O menor se desculpou mais uma vez e pediu para que o maior lhe acompanhasse e assim fez, e seguiram rumo ao elevador com destino ao quarto de Baekhyun.


Era de fato engraçada toda aquela cena, mas por algum acaso, os dois mantiveram a expressão séria e de preocupação, andaram pelo corredor do andar até o quarto luxuoso do hotel e adentraram o mesmo. Chanyeol tirou sua blusa rapidamente e entregou ao milionário que sorriu ladino e andou até o banheiro, onde deixou o pano sobre a pia e abriu a torneira, assim a água poderia levar os resíduos mais grossos da mancha e o resto poderia ser retirado  com sabonete líquido. Tampou o ralo da pia, deixando a água acumular mais um pouco e fechou a torneira, deixando a blusa de molho, enquanto virava-se, tendo o prazer de contemplar a visão do autor sem camisa.


Podia afirmar veementemente que não era o melhor corpo que já vira em toda a sua vida, mas não precisava ser perfeito para ser atraente para Byun, Chanyeol era inesquecível em cada linha do seu corpo, em cada traço. O mais alto olhava em seus olhos e percebeu quando Baekhyun se aproximou, observando-o de forma serena, até que pôde sentir o toque em seu peito quente das pontas dos dedos gélidos do menor que havia entrado em contato com a água segundos atrás. Um toque singelo que fez o rapaz estremecer.



– Seria ridículo dizer que sonhei com o momento que lhe tocaria novamente? – o milionário perguntou, recebendo um sorriso em troca.

 

– Sim. – soltou uma risada abafada e desviou o olhar – Mas não precisa continuar sonhando acordado, Byun. Eu estou aqui... Bem aqui.  


Chanyeol não podia evitar e mais uma vez aquela cena se repetiu. O mais alto empurrou Baekhyun contra a parede de azulejos brancos, deixando seus corpos colados, enquanto olhava e admirava o rosto do amado, daquele que sentira saudades. Um formigamento se apossara do baixo ventre de Byun, ao sentir a pélvis de Chanyeol contra a sua, o quadril se moveu minimamente para proporcionar aquela sensação mais uma vez e um suspiro foi solto pela boca dos dois. A mesma sensação, os mesmos pensamentos nada castos. Lembraram do que acontecera depois da blusa ser colocada para lavar...


Byun sentiu suas bochechas queimarem, sabia que elas adquiriram uma tonalidade rósea, deixando-o com uma aparência infantil que Chanyeol achava extremamente sexy.



Sexy... Byun Baekhyun e sua inocência eram excitantes, na opinião do autor.  


 – Está corado! – o mais alto disse, apontando para o rosto do milionário.


– Aigoo, qual o seu problema? – Baekhyun cobriu o rosto com as mãos e soltou um risinho de constrangimento.


Os dedos ágeis do mais alto removeram as mãos do milionário do seu rosto, gostaria de vê-lo daquela forma, gostaria de saber o que passava em sua cabeça tão inocente. Tinha medo de machucá-lo apenas por olhá-lo. Baek era uma frágil porcelana.


– Deixe-me te tocar.... – suplicou, levando os lábios até o lóbulo da orelha de Byun.


– O que mais eu queria era ser tocado por ti.

Um leve selar foi dado, antes de Chanyeol apertar a cintura de Baekhyun e o mesmo suspirar, fechando os olhos para apreciar os toques do amado. Sabiam que aquilo não seria um ato paciente, eles tinham pressa e saudades. Um ósculo foi iniciado, o milionário rodeou o pescoço de Chanyeol com seus braços finos, enquanto o mais alto descia suas mãos até as nádegas fartas do mais baixo, deixando que a pele pudesse se esparramar entre os dedos. As línguas brincavam, exploravam suas bocas, quentes e molhadas, sendo sugadas em um desespero constante, uma rapidez incontornável, um desejo indomável, a vida por um fio de saliva que unia os dois.


Baekhyun gemeu ao sentir seu corpo ser levantado por suas coxas e encostado na parede gelada mais uma vez, prendeu suas pernas na cintura de quem lhe segurava e causava tanto calor, esquecendo até mesmo o próprio nome quando permitiu-se mover o quadril em um rebolado que faria o mais alto enlouquecer consigo.  


– B-Baek... – resmungou, fazendo Byun jurar que seu plano havia dado certo, mas ao olhar o rosto de Chanyeol, acabou percebendo que sua expressão não era de prazer e sim de dor – Ai... A fivela do seu cinto grudou no meu...


O milionário olhou para baixo rapidamente e riu sem graça, movendo as mãos rapidamente para soltar o parceiro daquela dor nada suportável.


– Desculpa! – ele disse constrangido, recebendo uma risada calma e reconfortante do maior, que voltou a beijá-lo, segurando-o da melhor forma para que pudesse seguir até o quarto.


BaekHyun sentiu seu corpo bater contra o colchão ao ser jogado, tentou raciocinar por um momento e avistou Chanyeol retirando seu cinto e abrindo o zíper de sua calça. Ele abaixou a mesma e a puxou de seus pés, ficando apenas com a peça íntima e inclinando-se para deitar por cima do milionário e ajudá-lo a retirar sua camisa, jogando-a no chão do quarto. Sua calça também fora tirada e os dois podiam ter uma visão mais ampla dos corpos suados e quentes que esperavam por toques lascivos.

Seus membros duros e doloridos foram tocados um pelo outro quando Chanyeol puxou o milionário para o seu colo e o mesmo – desesperado por um contato mais aliviador – simulava uma cavalgada lenta e instigante sobre a ereção do autor.


 

– Hmm... C-Chanyel-ah, você tem camisinha com você? – Baek perguntou, lembrando-se que deviam se proteger.



– Não, mas... – suspirou e levou a mão até o criado-mudo ao lado da cama, puxando uma pequena gaveta e pegando uma pequena embalagem que estava ao lado de um livro de auto-ajuda – Normalmente há nas gavetas do quarto. Não sabes disso porque nunca procurou, certo? – as mãos do autor acariciavam o rosto delicado de Byun, fazendo o mesmo olhá-lo com carinho, com o coração sendo aquecido  por um sentimento inexplicável que nunca sentira outrora.

 


– Seria ridículo dizer que você me aquece de forma tão única?


– Essa é a única coisa decente que falamos em toda a noite. – Chanyeol sorriu e levantou Baek para poder retirar sua cueca e a dele também, o sentando em seguida para sentirem o que tanto queriam naquele momento.   


Chanyeol colocou um dedo delicadamente sobre os lábios de Baekhyun e um flash passou por sua cabeça, pois tudo os levava novamente até o ponto de partida.  Sua língua rodeava a ponta dos dedos, molhava cada vez mais com a sua saliva, sendo arrancados de sua boca apenas quando Chanyeol julgou ser a hora exata para prepará-lo. BaekHyun sentiu aquele dedo úmido e escorregadio adentrar o seu interior e não evitou mexer o quadril contra ele, continuando o mesmo movimento quando teve o segundo.


Chanyeol segurou a ponta do próprio membro e direcionou até a entrada de Baek. Um choque foi sentido ao tocarem-se daquela forma novamente e o membro do milionário latejou quando Chanyeol forçou a entrada e foi engolido até a base do mesmo. O suficiente para o mais alto enlouquecer de amores por cada pedacinho daquele corpo que julgava ser tão seu.

 

Um abraço foi dado, um abraço de corpos suados, um abraço caloroso, de forma que Byun se sentisse completo.


Sua cintura foi impulsionada para cima pelo quadril de Chanyeol, Byun então segurou nos ombros dele e movimentou-se em um cavalgada lenta e ritmada. Suas nádegas engoliam o membro teso do autor e eram apertadas por mãos fortes banhados em lembranças boas de sua primeira vez. As coxas do Park batiam contra a pele de Byun, fazendo um barulho erótico ecoar por todo o quarto, juntamente com gemidos e suspiros baixos.  


O Park, repousando em prazer, puxou os fios de Byun por entre seus dedos, impulsionando a cabeça do mais baixo para trás, deixando o espaço livre para que pudesse sugar a pele branquinha do milionário, até que marcas roxas enfeitassem o espaço. Mordidas e mais mordidas foram depositadas ali, arrancando-lhe um arfar desesperado por oxigênio, por alívio daquela quentura que se apossara de seu corpo magro e frágil. Ao ver o corpo de Baekhyun brevemente marcado por si, o escritor se sentiu satisfeito por tecido o autor das mesmas.


– Nunca mais... M-me deixe! – Baekhyun disse, apertando o corpo contra o do autor, deixando uma corrente elétrica passar pelos dois e tocar seus corações tão inundados por sensibilidade naquele momento.


– Nunca mais... – disse baixinho e selou os lábios do seu pequeno presente em forma de homem.


O que Chanyeol sentia naquele momento era a prova de que dinheiro não lhe importava, coisas materiais muito menos, pois queria apenas aproveitar os toques, o corpo de Byun se chocando contra o seu, queria sentir-se feliz apenas com aquilo que o jovem tinha para lhe oferecer de sentimentos bons. Os gemidos manhosos dele eram como uma doce sinfonia, o impulsonava a dar beijos pelo pescoço e maxilar do menor, tentando demonstrar em simples atos o quão importante Byun Baekhyun era para si.  


As mãos se uniram em uma aperto singelo, os dedos se entrelaçaram, o dorso das mesmas eram acariciados pelos polegares, o medo que percorria cada nervo de seus corpos fora se dissipando e dando lugar ao sentimento mais lindo e puro que poderiam ter um pelo outro: amor.


Amor que faria mudanças drásticas em seus jeitos de falar, de andar, de pensar, de organizar suas vidas, de tratar a si mesmos, de olhar uma forma diferente...


Era amor, não apenas sexo.


Park sentiu o seu ápice próximo e levou sua mão grossa e áspera até o membro de Byun, apertando o prepúcio com o seu polegar, sorrindo minimamente ao ver a expressão de excitação do citado.


Prazeroso. Constante. Amável.


Inebriado pelo prazer que Byun lhe proporcionava, Chanyeol gemeu rouco ao chegar ao seu ápice, derramando seu deleite na camisinha e pulsando dentro de Baekhyun, seu membro ia amolecendo e arrastando-se para fora, enquanto a mão de Chanyeol continuava trabalhando, até que o milionário pudesse chegar ao seu orgasmo também.


As respirações pesadas e as peles grudentas de suor se misturaram em um abraço, tornando-se sonhos que iriam banhar a noite de sono daqueles dois com muito carinho e satisfação de ambas as partes. Afinal, naquele dia, um desejo almejado pelos dois fora realizado. Um reencontro. Um amor correspondido.

 




 


~♡~


 


 

 


Chanyeol poderia continuar dormindo daquela forma para sempre. Sentia-se relaxado e realizado por conta de ter feito atos tão carnais e emocionais com Byun.


Agarrou os lençóis e tentou voltar a dormir, apesar da luz do sol que adentrava a grande janela e começara a lhe incomodar os os olhos, porém mais uma vez foi levado para a realidade por conta de uma fisgada em seu membro. Não ousou abrir os olhos, estava com vergonha de ter ficado duro apenas por pensar na noite que havia passado com o amado, porém algo estava errado! Sua imaginação não poderia ser responsável por algo tão realista como sentir algo macio envolvendo sua boca...


Seus olhos se abriram podendo contemplar o rosto de Baekhyun rente ao seu enquanto o mesmo selava seus lábios, em um ato mudo e singelo de bom dia. Foi inevitável ao escritor não sorrir antes de corresponder o beijo com um selar também, iria afastar seu rosto para apreciar o empresário outra vez mais o menor não o permitiu, continuou com o beijo quando passou a língua nos lábios do maior, puxando em seguida o lábio inferior do mais alto, em um ato totalmente provocador ao ver de Chanyeol.


O autor havia adorado aquilo, e iria fazer um comentário em relação a atitude do menor, porém mais uma vez fora interrompido pelos atos ágeis e ousados do milionário que em um piscar de olhos saiu do lado do Park e sentou-se em cima do mesmo voltando com um beijo mais urgente do que o de outrara.


Baekhyun pediu passagem com a língua para dar prosseguimento ao beijo, e de imediato foi-lhe concedido, por mais que Chanyeol não estivesse entendo o mais baixo, mas deixaria ser levado pelas sensações que o milionário quisesse lhe proporcionar, por isso levou as mãos ao redor da cintura de Byun e se reconfortou naquela posição.


O ósculo era lento, porém profundo. Nele eram aproveitados cada segundos que o tempo passava. Ambos exploravam mais a cavidade de cada um, descobrindo sabores e formas que excitavam o parceiro através do beijo levando-os a suspirar entre o mesmo. O carinho trocado pelos dois era tão prazeroso que não havia pressa de recuperar o fôlego para dar prosseguimento ao mesmo. Todos os sentimentos da noite passada estavam ali, e os dois podiam sentir isso.


Eles poderiam passar a manhã toda daquela forma, se beijando, se amando. Afinal a está hora Baekhyun nem se importara mais com o vôo que já havia perdido horas atrás. O que lhe era mais interessante no momento, era o homem abaixo de si que pressionava sua cintura com certa possessão. Sabia que iriam ficar marcas arroxeadas mais tarde naquela região de seu corpo, assim como também já haviam marcas em seu pescoço, mas isso tão pouco lhe importava já que havia aprendido naquelas últimas horas a amar os toques do maior em si.


Aquele beijo e atos constantes iriam prosseguir da mesma forma se Baekhyun não remexesse seu quadril fazendo um fricção gostosa, levando Chanyeol partir o beijo ao gemer de forma rouco pedendo a cabeça para trás em forma totalmente de prazer.


Byun adorou ouvir aquilo, e sua meta seguinte seria ouvir todos os gemidos possíveis do maior em várias sonoridades e tempos diferentes. Com toda certeza para o empresário, a voz do escritor em excitação era coisa mais maravilhosa de se ouvir. Com isso em mente, Baekhyun aproveitou que o beijo fora partido para seguir em direção ao pescoço do Chanyeol lhe retribuindo da melhor forma possível as marcas e os prazeres que foi lhe depositado pelo maior em seu pescoço na noite anterior.


Park estava entregue, como um barco aderiva no mar ido e vindo para onde as águas quisessem lhe levar, e naquele momento as águas eram Byun, que recebia em troca de seus toques no maior suspiros e gemidos do mesmo. Chanyeol continuaria recebendo aquilo tudo, se Baek não descesse seus beijos e lambidas para o peitoral desnudo do maior seguindo uma linha invisível com destino certo.


- Baek, Baek… calma, o que você pretende fazer? - perguntou levantando o tronco do menor que estava deitado ao seu, seu rosto transbordava luxúria, mas estava receoso com o próximo atitude do pequeno.


- Chanyeol, relaxa… - o respondeu com um sorriso malicioso.


- Você não precis-


- Eu quero! - disse convicto, levando suas mãos ao membro do maior e apertando o mesmo que já estava rígido da maneira natural como todas as manhãs para um homem, aquilo fez Park perder total noção do que era sanidade, desistindo de tentar contra Baekhyun e se entregando ao momento mais uma vez.


Chanyeol sentiu um arrepio percorrer toda a sua espinha dorsal quando viu Byun  descer a cabeça lentamente e tocar com a língua, sem nenhuma hesitação, o seu membro. As mãos do menor seguravam a base do membro alheio, enquanto sua bunda estava empinada, proporcionando ao mais alto, uma visão completamente atraente e excitante.  


Chanyeol inclinou o tronco para frente e depositou um tapa estalado em Byun em pura excitação. Ele mesmo não espera desferir um tapa no empresário, mas ele não tinha mais controle sobre seus atos, apenas estava agindo por impulso.



– Hmm... Você tem um gosto tão bom! – Baek disse manhoso, enquanto lambeu lentamente o membro do outro do topo até a base, levando Park a loucura, e o prazer de Byun realmente estava sendo aquilo. Ver o escritor enlouquecer em suas mãos.


Chanyeol estava de boca aberta, não imaginava que Byun seria capaz daquilo e muito menos de proferir palavras tão chulas quanto. Era excitante de fato e o fez lembrar da primeira noite que passaram juntos como amantes. O Park lhe dissera que não precisaria chupá-lo e o mais baixo sentiu alívio por isso, por ser algo totalmente novo para si, mas naquele momento, o jovem milionário estava o chupando por vontade própria e parecia divertir-se quando sua boca ficava presa ao membro por um fio de saliva.



– B-Baek... – um gemido rouco saiu dos lábios do autor, sendo perdido pelo quarto de hotel em seguida.


Um sorriso sapeca tomou conta do rosto daquele rapaz que o chupava. Estava se divertindo ao fazer aquilo, gostou da forma como sua boca abrigava o membro quente e teso, com veias saltadas e um gosto agridoce, via-se naquela posição todos os dias, sentia-se um prostituto e não ligava para isso, pelo contrário, estava adorando a sensação.  

 

Gangnam Services... – ele disse entre uma chupada e um suspiro – Para que preciso disto quando posso fazer meu próprio prostíbulo de luxo com você?  - comentou brincando enquanto dava continuidade ao prazer do outro com as próprias mãos habilidosas o masturbando.

 

– Oh... E-eu... – O Park tentou falar, mas foi interrompido por um barulho erótico que Baekhyun fez com sua língua ao fazer um sucção deliciosa na cabecinha do membro como último ato daquele momento, levando o maior ao orgasmo imediato.


O escritor mordeu o próprio lábio e gemeu, abrindo um sorriso desconcertado porém lindo ao ver de Byun, demonstrando o quanto havia gostado daquele ousadia do mais baixo. O puxou para cima e o beijou, entrelaçando suas línguas e sentindo o seu próprio gosto nos lábios do milionário.



– Não sabia que você seria capaz disso! – disse, fingindo indignação.



– Nem eu, Chany... – riu envergonhado.


- Acho que esse foi o melhor “bom dia” que já recebi na minha vida! - confessou fazendo um carinho singelo nos cabelos do menor enquanto o abraçava ainda deitado. Baekhyun riu do comentário do Park, e o respondeu.


- E quem disse que acabou? - perguntou retoricamente enquanto ria sacana, levantou-se, puxando a mão do Park.

 

Os dois foram em direção ao banheiro, onde a blusa ainda estava ali de molho, sorriram ao lembrarem que foi ali que tudo começou na noite passada e tomaram um banho juntos, cheio de beijos, carícias, amor... Desejo, gemidos, rosnados de tesão... Não sabiam quando sentiriam vontade de parar ou se iam parar em algum momento, só queriam que momentos como aqueles fossem perpetuados em suas mentes, enquanto o passado de dor era deixado de lado, em uma lembrança que não doeria mais.








Notas Finais


~Lemon feito pela maravilhosa da Alexia~

Eai meus amores?
Reta final hein...
Por isso quero que os leitores fantasmas tratem de aparecer logo!
Amo vcs~😙💕
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