História Gangster slayer - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan Boys (BTS), Gangster, Kelsey Jenner, Kim Taehyung (v), Marfia
Visualizações 3
Palavras 1.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


2 capitulos pra vcs, pq fiquei muito tempo sem escrever kkk... Espero q vcs gostem..
Boa leitura

Capítulo 10 - Speak now parte 2



Depois das alianças, finalmente ele falou as palavras finais e então, eu e Taehyung demos um selinho demorado. Nem preciso dizer que foi estranho, não é?

Mesmo sendo apenas um selinho, foi super estranho. Era a primeira vez que tínhamos nos "beijado", nunca tínhamos feito isso antes, até porque, tinha aquele contrato que impedia qualquer forma que ele quisesse me tocar, mas naquele momento, tivemos que fazer isso, foi necessário e fazia parte do acordo de manter a faixada do casamento, e tivemos que fazer isso justo na frente de todos, com meu pai e Castiel presentes. 

Foi estranho, muito, muito estranho. 


No final tínhamos que assinar umas papeladas. Era um mistério o fato de que meu pai conseguiu fazer esse casamento acontecer tão rápido. Essas coisas levam dias para serem finalizadas, e em menos de uma semana o cartório já tinha aceitado o nosso casamento. Isso realmente era estranho, essas coisas têm muita burocracia. 
Mas estava feliz por ter acontecido rápido, só esperava que isso acabasse rápido também.
Estávamos lendo toda aquela papelada e chegamos à parte do regime, pra saber como serão divididos nossos bens.
Comunhão Parcial: É aquele em que fica pertencendo a cada um dos cônjuges os bens que possuam por ocasião do casamento, e apenas se comunicam aqueles bens adquiridos na constância do casamento, com rendimento do trabalho de ambos; uma vez que os bens adquiridos por doação como adiantamento de legítima ou por herança, ainda que na constância do casamento, só pertencerão ao cônjuge beneficiário da doação ou herança, se não for contemplado o cônjuge afim.

Comunhão Universal: Este regime importa a comunicação de todos os bens presentes e futuros dos cônjuges e suas dívidas passivas, ou seja, o marido terá parte no patrimônio da mulher, seja ele adquirido quando ela solteira ou por herança ou doação após o casamento, e vice-versa. Faz-se necessário antes da realização do matrimônio, a lavratura de escritura pública de pacto antenupcial estipulando esse regime.

Participação final nos aqüestos: É aquele em que cada cônjuge possui patrimônio próprio, e lhe cabe, à época da dissolução da sociedade conjugal, direito à metade dos bens adquiridos pelo casal, a título oneroso, na constância do casamento.
Separação Total: É aquele em que a cada um dos cônjuges ficarão pertencendo os bens que possuía e que vier a possuir após o casamento, adquiridos a que título for, não se comunicando o patrimônio de um e de outro, que têm independência nos frutos e rendimentos que deles advir, à exceção da disponibilidade, em que dependem da anuência mútua. Faz-se necessário antes da realização do matrimônio, a lavratura de escritura pública de pacto antenupcial. 
 

Taehyung rapidamente disse que iríamos ficar com a "Separação Total", filho da puta.  

 

Durante o casamento e depois da separação, todos os seus bens pertencem só a ele, e todos os meus bens pertencem só a mim. Ou seja, nada.  


Olhei pro meu pai e ele deu de ombros, isso não interessava mesmo, Taehyung que era esperto, no final eu não poderia ter vantagem de arrancar algo dele.
Na hora de escolher se eu iria adquirir o sobrenome do meu marido ou permanecer com o meu, é claro que eu preferi permanecer com o meu. Não teria orgulho de pegar o sobrenome Kim. Isso provavelmente o irritou, pois ele trincou o maxilar, mas não fez birra.

Pelo menos uma coisa não iria mudar na minha vida, meu nome continuaria sendo Kelsey Blake Jenner.

Finalmente tudo estava no fim, saímos da sala de mãos dadas e assim que estávamos ao lado de fora do cartório, podíamos ser nós mesmos. Nos distanciamos, olhando um para o outro com cara de nojo.
— Espero que esse ano passe rápido. — ele resmungou.
— Você não faz ideia do quanto eu estou rezando por isso. — retruquei.
— Já chega, agora estão casados, isso já acabou, agora vão viver a vida de vocês. E Taehyung— meu pai se virou apenas pra ele. — Quando começamos a trabalhar?
— Assim que eu voltar da viagem.
— Você quis dizer da lua de mel?
— Isso não é uma lua de mel, já que não vai rolar coisas que ocorrem em uma lua de mel, então é só uma viagem. — respondeu dando de ombros.

Meu pai deu risada. 


— Tudo bem, chame como quiser. — ele deu tapinhas no ombro de Taehyung. — Agora eu e Castiel temos que voltar ao trabalho, boa viagem a vocês. — ele se aproximou de mim e beijou minha testa. Achei isso estranho, com certeza foi o primeiro ato de carinho que ele fez comigo desde que eu cheguei. Talvez até mesmo em toda a minha vida.
— Até logo, Kelsey. — Castiel disse antes de se afastar.
Taehyung bufou e seguiu para seu carro. Revirei os olhos e o segui. O carro da vez era um Lamborghini. Taehyung entrou no carro e ficou esperando eu entrar, fiquei olhando pra porta e não conseguia achar onde clicava pra abrir aquela porra.
Ele bufou e abaixou o vidro.
— Anda logo porra, não tenho o dia todo.

— Como abre esse caralho? 

— Tem um botão ai do teu lado esquerdo, puxa a porta pra cima. — fiz o que ele disse, e como mágica, a porta se abriu pra cima. Adentrei no carro e logo já estávamos correndo pelas ruas de Strartford.
— Sua mala já está no carro, junto com as minhas. — falou, depois de um longo silêncio entre nós dois. Não respondi, continuei em silêncio, olhando pela janela.
— Ainda não sei onde vai ser a lua de mel falsa. — falei, depois de um tempo em meu silêncio de luto.
Ele riu.
— Havaí. — olhei para ele incrédula. — Legal, né? — perguntou quando viu a expressão do meu rosto.
— Gosta de praias? — perguntei.
— Amo praias. Acho que o fato de morar em um país sem praias e com muito frio e neve, me faz amar praias e lugares com muito calor.
— Sou acostumada com calor e praias porque vim de Los Angeles, mas nunca estive em praias como tem no Havaí, vai ser legal. — tentei não parecer tão animada.
— Curte bastante, serão apenas três dias no paraíso, depois iremos aterrissar novamente no inferno. — ele riu de sua piadinha sem graça.  

Eu não sei por que, mas algo me dizia que isso não era apenas uma piada.  



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