História Gap Dong - Capítulo 7


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Categorias Lee Joon, MBLAQ
Personagens Lee Joon, Personagens Originais
Tags Dorama, Gap Dong, Romance, Serial Killer
Visualizações 10
Palavras 807
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olhem só quem reapareceu depois de alguns séculos~?!
Eu fiquei fora por um looongo tempo (não que ainda não esteja um pouco atarefada), mas por conta do meu tcc da pós graduação e também das últimas provas da segunda graduação, pois, como vocês sabem, estava cursando ambas ao mesmo tempo. Estava ficando maaaaluquinha.

'Pra quem sabe da minha saúde: Ainda estou um pouco mal (é pior psicologicamente por conta dos sintomas físicos), e eu meio que recebi o tratamento errado até aqui, então... não estarei bem até... PELO MENOS a metade do ano que vem, então... se minha frequência for baixa (evidentemente não tanto quanto atualmente), é porque preciso fazer uma porção de exames e comparecer a uma porção de consultas (além do das bads que batem por conta disso)...
Espero que entendam.

Enfim,
Boa leitura~

Capítulo 7 - Um pouco fora do planejado


Lee Joon encontrava-se estirado no chão ainda pensando sobre tudo o que havia acontecido até o momento.

Sua vida havia virado do avesso, mas não era como se ele fosse o tipo de pessoa que não sabia lidar com situações inesperadas. A verdade era que Joon era realmente muito experiente em lidar com todo o tipo de situação, mas o oficial Junoo estava torrando sua paciência, mais do que o previsto.

Junoo parecia sentir seu cheiro mesmo à quilômetros de distância  para prossegui-lo e aquilo parecia ter se tornado um eterno jogo de caça em que Lee Joon era a presa.

Ele odiava a ideia de não ser o caçador e estava ansioso para inverter o jogo.

Após o primeiro dia longe da delegacia, Joon começou a pensar sobre como poderia encontrar a psicóloga, a presa mais fraca, mas que Lee Joon não estava disposto a dividir. Ele só precisava aprender a rotina dos dois, Ji Ahn e o policial e então, vouila, ele passaria a ter suas presas exatamente onde queria.

Ergueu-se de supetão e seguiu rumo à escrivaninha para coletar um bloco post-it e uma caneta, passando a espalhá-los pela parede para que pudesse anotar cada uma das informações que lhe seriam úteis em sua caçada.

–Isso será divertido! –Sorriu ao perceber a quantia de informações que tinha sobre Ji Ahn apenas por observá-la em suas consultas.

 Após organizar-se e planejar-se para não ser descoberto por Junoo enquanto fazia sua caçada por Ji Ahn, tentando camuflar-se na maior parte do tempo, finalmente decidiu sair nas ruas para que sua parede se tornasse finalmente cheia de informações que poderiam lhe vir a ser úteis no futuro.

Junoo era fácil de se perceber. Estava sempre lá com sua altura e trajes policiais quase tão notáveis quanto sua prepotência, e dividia seu dia entre iniciar o turno às seis horas da manhã na delegacia 29  de Jandari-ro 6 gil, passaando cerca de uma hora por lá, provavelmente jogando papo fora ou decidindo como destruir a vida de alguém no restante do dia.

Quando essa hora acabava, Juno se enchia de uma energia sobrenatural para ir até o consultório da psicóloga Ji Ahn e lhe torrar a paciência. Joon não sabia sobre o que falavam, mas por sempre conseguir vê-lo sair irritado do hospital, essa era a única conclusão a que eu conseguia chegar.

Depois, o Senhor-super-atarefado voltava para a delegacia de polícia, de onde não saía até que o relógio marcasse dezoito horas. Então ele ia até algum bar com os amigos e voltava para casa.

Aparentemente, em alguns dias de muito bom humor, ele também fazia algumas rondas de noite.

Já Ji Ahn possuía uma agenda menos interessante ainda, mas com horários muito mais bagunçados, o que o irritava um pouco, afinal, ela deveria ser a presa mais fácil.

Joon havia a seguido novamente para conseguir aprender sobre todos os lugares que a mulher gostava de comparecer, mas fora percebido enquanto a observava, ambos frente a frente. Ele em uma calçada e ela na outra, dentro de um estabelecimento, enquanto rabiscava em sua caderneta.

Ele gostava do quão surpresa ela parecia estar, mas nunca assustada. Era como se algo nela lhe implorasse para acreditar em sua inocência, como se algo dissesse a ela o tempo todo que ele era confiável.

“Eu deveria ir embora ou ficar e dar-lhe a chance de ligar para a polícia?”, pensou.

Fugir poderia parecer a escolha mais sábia para alguns, mas Lee Joon queria saber o quanto a psicóloga confiava nele, o quão encrencada ela estava disposta a ficar por pura negligência. O quão influenciada ela já estava.

Tola.

Ela havia escolhido Joon tão rapidamente que sequer parecia ter pensado com clareza ao erguer o corpo e tentar alcança-lo.

Era realmente admirável tamanha coragem e uma parte sua quis rir daquele ato tão deliberadamente ingênuo, a mulher havia apenas se erguido e deixado todos os pertences para trás, afinal, mas algo nele gritava o quão despreparada ela estava para sua posição. E se ela acabasse se colocando em perigo porque custava a acreditar que as pessoas pudessem ser culpadas?

Com um gosto azedo na boca, Joon abaixou novamente o chapéu e camuflou-se na multidão o mais rápido que pôde.

–Como pode uma mulher adulta ser tão tola? Tão imprudente? –Reclamou em voz alta após terminar de beber mais uma garrafa de Soju. –Ela é um perigo ‘pra si mesma, como não percebe?

Suspirou.

Não era fácil de aceitar que, mesmo tendo estudado o que estudou, pudesse ser tão ingênua sobre o comportamento alheio. Tão... irresponsável.

O que deveria fazer com ela?

Bagunçou os próprios fio de cabelo enquanto encarava o próprio reflexo em um ato de raiva antes de voltar para a escrivaninha e sentar-se frente a ela para que pudesse começar a planejar  quais providencias deveria tomar sobre a mulher imprudente.


Notas Finais


Avisem-me eventuais erros ortográficos, porque por vezes não percebo. Nos vemos no próximo capítulo ~
xoxo


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