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História Garagens e Tatuagens! chensung - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


olha eu aqui de novo, escrevi ouvindo isso https://open.spotify.com/track/5BB0Jzw60KyfSTyjJqtely?si=tNAKbBpaSTmdjwIpwjuxyA se quiserem ouvir e tal

Capítulo 1 - Baterias e piercings labiais


O som ecoava por toda a garagem de Donghyuck, os instrumentos ganhavam vida nas mãos habilidosas de seus amigos.


Jeno no baixo, Jaemin na guitarra de base, Jisung na guitarra solo, Chenle na bateria e por fim, Renjun e o outro Lee nos vocais.


Se pergutarem, eles não sabem ao certo como a banda começou. O que se sabe é que algum dia Renjun começou a cantarolar uma música de suas bandas indies e Chenle o seguiu batucando na mesa, como se estivesse com sua bateria. Mark, o namorado do Donghyuck, achou que daria um som maneiro se eles tentassem com instrumentos de verdade.


Se reuniram em uma tarde e tentaram arriscar um som, o incrível é que todos tocavam e eram bons. Então, agora como se fosse sagrado, todas as tardes os seis se reuniam na casa do Lee, mais especificamente em sua garagem. Era ali que os ensaios de sua banda, nem tão conhecida assim e sem um nome definido, que por hora se chamava Kids in The Dark, acontecia.


Mark, o empresário oficial dos garotos, observava o ensaio totalmente focado. Ele mais do que ninguém levava os meninos muito a sério, sabia que se quisessem teriam um futuro no meio musical.


O ensaio corria bem.


 Bom, isso até Jisung cessar os acordes em sua guitarra e gritar um "Espera".


Renjun revirou os olhos, Jaemin e Jeno largaram seus instrumentos, o outro Lee passou as mãos pelo rosto e caminhou até o namorado que sorria acostumado com a situação. 


Todos sabiam o que viria a seguir.


— Qual é o problema dessa vez, Park? – Chenle que permanecia em seu lugar, perguntou com a expressão entediada que sempre usava ao falar com o guitarrista.


— Você. Você é o problema. – revidou também de seu lugar, encarando Zhong com o mesmo desprezo. — Não consegue acertar o ritmo, suas batidas desafinadas estão estragando a música. – continuou.


— Por Deus! Você só pode ser louco. – riu desacreditado. — Você que não sabe tocar a porcaria dessa guitarra e vem jogar a culpa em mim.


"E vamos nós", Jeno ironizou se sentando ao lado de Mark.


— Eu toco mil vezes melhor que você, se manca. – o corenao falava em um tom mais alevado.


— Se manca você e cresça! – levantou irritado, girando suas baquetas num velho hábito. — A banda seria muito melhor se só tivéssemos o Jaemin como guitarrista.


Viu a expressão convencida vacilar por alguns segundos, e estranhou. "Eita", Donghyuck sussurrou.


Os olhares ferozes, como se fossem pular no pescoço um do outro a qualquer momento, não assustava mais os outros cinco. Estavam mais do que acostumados, a não ser por Jaemin, ele realmente acreditava que os dois pudessem sair no soco algum dia. 


Por conta disso, se pôs no meio deles quando percebeu que estavam mais próximos do que era recomendando para manter a paz.


— Ei, tenho certeza que ele não quis dizer isso. Se acalma, Sung. – passava as mãos pelos fios pretos do mais novo.


— Quis sim. – o chinês rebateu sem se importar com a careta que o Na lhe lançou, como se dissesse, "colabora por favor".


— O nana não aprende né? Todo ensaio é a mesma coisa, os dois se provocam mas nunca brigam de fato. – Renjun comentou.


— Você sabe como ele é, tem medo de que acabe ficando mais sério. E ainda os vê como dois bebês. – o canadense lembrou.


— Olha, vamos fazer um pausa. Vocês fiquem aí e se resolvam. – Jeno anunciou, era o líder e o mais calmo entre os sete. — Vem Jaemin.


— Estaremos na cozinha. Se comportem e qualquer coisa é só chamar. – disse a última frase olhando para o mais novo.


Os meninos seguiram para a cozinha com Donghyuck gritando um último, "tentem não se matar", antes de fecharem a porta da garagem. Deixando um Jaemin preocupado e arrancando um coro de risada dos outros.


Os dois continuavam trocando olhares ameaçadores. Se olhassem de perto, era possível ver a faísca saindo de seus olhos


Jisung deixou sua guitarra de lado e se aproximou mais uma vez do chinês, como se estivesse o desafiando. Chenle o analisou uma última vez, antes de lhe puxar pela camiseta e começar um beijo afoito, carregado de saudade e desejo. 


Park ria e brincava com os lábios do outro, vez ou outra deixando mordidas e chupões no lábio inferior, onde tinha um piercing tornando o beijo mais gostoso.


— Que showzinho foi esse? – Chenle perguntou em meio aos selares molhados.


— Tô ficando sem ideias pra implicar contigo. – falou deixando um aperto na cintura alheia. — Acha que exagerei?


— Você sempre exagera.


Percebeu a surpresa no rosto do mais alto, achando graça de como ele conseguia ser fofo ao mesmo tempo que era um filho da mãe.


— Mas eu gosto. – completou deixando uma mordida em sua orelha. — Também peguei pesado quando disse que seria melhor ter só o Nana. Você sabe que é único.


O coreano sorriu com o elogio espontâneo e Chenle o puxou para o sofá que antes Mark estava sentando. Trouxe com delicadeza o maior para o seu colo.


— Esse piercing na tua boca tá me deixando doido. Precisava ficar sozinho com você. – confessou, daquele jeito desesperado.


O mais velho passou as mãos pelo cabelo do outro, puxando-o para mais perto, aproximou seus rostos e roçou os lábios, antes de sussurrar contra sua boca:


— Sabe o que tá me deixando doido? – puxou os fios mais longos de sua nuca. — Essas tatuagens expostas no seu pescoço.


Avançou para a pele marcada de Jisung, se deliciando com as reações do mesmo, distribuiu beijos, lambidas e chupões que não fossem deixar uma marca.


— Chenle... – Park resmungo manhoso.


O menor voltou a dar atenção para os lábios desenhados do guitarrista, enquanto sua mão percorria a pele quentinha por baixo da camiseta larga. Adorava ouvir os resmungos e xingamentos direcionados a si. Jisung se sentia nos céus, chupava a língua do mais velho como se fosse seu doce favorito, provocava-o se remexendo com cuidado em seu colo.


Zhong firmou as mãos em sua cintura antes de deixar um aperto, arrancando um gemido baixo de ambos.


— O Nana é uma figura, não acha? – perguntou se afastando um pouco.


— Ele se preocupa, é fofo. E pra ele eu ainda sou um bebê. – o mais novo brincou passando os dedos pelo metal nos lábios rosados do outro.


— O que ele acharia se soubesse que o bebê dele, não é mais um bebê? – deixou um carinho no rosto sorridente a sua frente.


— Ele não acharia nada, porque eu sou um bebê. – escondeu o rosto na curva do pescoço alheio, deixando um beijo, antes de se esfregar como um gatinho pedindo carinho.


— Tá certo, é o meu bebê. – Chenle concluiu se rendendo ao carinho.


Continuaram por um bom tempo trocando beijos molhados, carinhos e algumas provocações.


Jisung estava brincando com os fios avermelhados, falando como a cor combinava com o quase namorado e como o mesmo estava tão lindo que chegava a ser injusto com ele. Chenle ria e abraçava a cintura do maior, afirmando que ele também era lindo e que as tattos novas deram um destaque a pele que adorava beijar.


— O que foi? – o maior perguntou, vendo o mais velho soltar uma gargalhada após olhar a tela de seu celular


— Mensagem do Jeno. Disse que estão voltando pra cá. – deu um último selinho. — E ele não quer saber se nos entendemos ou não, quer encontrar a garagem inteira. – riu novamente pelas últimas mensagens.


Park se levantou e ajeitou as roupas, pegando sua guitarra e voltando para seu lugar.


— Quer ir lá em casa depois do ensaio? – perguntou, com os olhos doces que Zhong conhecia quando estavam sozinhos.


— Claro, Park. – voltou com a expressão mais leve para sua bateria, ouvindo a porta ser aberta.


Jaemin e Mark traziam bandejas com comida. Renjun e Donghyuck discutiam sobre algum assunto que parecia ser super relevante para os dois e Jeno vinha em direção a eles, com uma expressão seria, como se realmente pudesse botar medo em alguém.


— Tudo certo? Conseguiram se resolver, crianças? – perguntou com as mãos na cintura.


Por favor Lee Jeno, você não assusta nenhuma mosca


— Sim, estamos mais do que resolvidos. – Zhong declarou, girando suas baquetas.


Jeno sentiu que tinha algo a mais naquela frase, mas preferiu não questionar. Pediu que todos sentassem para lanchar.


— Chenle até aceitou ir lá em casa para receber aulas de bateria. – Jisung comentou com o rosto iluminado, fazendo todos encararem o chinês com uma expressão surpresa e desconfiada.


"Senhora Park que me perdoe, mas que filho da puta". Pensou.


— Você concordou com isso, Le? – Mark perguntou meio incerto.


— Sim. Acho que temos muito o que aprender um com o outro. – respondeu forçando um meio sorriso.


Os amigos se entreolharam como se discutissem em silêncio se aquilo realmente estava acontecendo.


— Fico feliz que tenham se acertado. – o único Na entre eles comentou, mais do que feliz.


Chenle olhava desacreditado, Como Park podia ser tão cara de pau? O mais novo lhe lançou uma piscadinha antes de voltar a comer junto aos outros.


A verdade era que Park era um grande cretino e Chenle sabia mais do que qualquer um. 


Afinal, foi por esse e outros traços que se apaixonou pelo guitarrista.


Notas Finais


tenho que aprender a fazer capas e títulos, mas é isso aí🤙🏼


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