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História Garota 304 ( park jimin) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá trago a vocês mais uma obra de minha total altoria... espero que gostem.

Afrodite: 18 anos
Jimin: 20

Capa por mim mesma.

Capítulo 1 - "Casa de Luxúrias e prazeres"


Fanfic / Fanfiction Garota 304 ( park jimin) - Capítulo 1 - "Casa de Luxúrias e prazeres"

Naquela noite soube até que ponto iria a maldade humana. Eu era apenas uma criança de onze anos que não sabia pelo o que a mãe passava noite após noite. Aquele lugar que vivi por basicamente minha infância inteira era amedrontoso, mas sempre ouvi cada detalhe das palavras de minha mãe quando ficava só junto às outras crianças:

" Minha pequena essa noite ficarei sem ver você, mas me prometa que ficará bem?"

Mas naquela noite não fiquei bem. A desobedeci e fui para onde ela todas as noites ia e lá a vi sendo brutalmente maltratada. Ela era como um objeto para aquele homem. No momento que vi não entendi o porque, pois ainda era muito inocente para entender tal cena.

Mas agora depois de sete anos estou com dezoito anos e me encontro na mesma "profissão" que ela antes de sua morte. Sim me tornei uma garota de programa como todas as meninas que foram criadas junto a mim. Não me sinto orgulhosa do que me tornei, aliás acho que ninguém deve ter prazer em ser tocada por um bando de velhos nojentos.

 Mas a realidade é essa: fui planejada por esse programa que trafica mulheres com o intuito de satisfazer esses crápulas ricos, e isso vem de gerações. De fato é muita crueldade ser criada vendo e ouvindo coisas desnecessárias e ainda ser tratada como um objeto.

Porém a realidade já se fez presente em mim já faz alguns anos. Me chamo Afrodite ou para eles "garota 304".


[Casa de luxúrias e prazeres] sexta feira,seul 21:30]


— Você bem sabe que já é a segunda vez que essa situação acontece em apenas uma semana 304!— ditou o homem a minha frente— já perdi dois clientes bilionários por sua causa.


— Me desculpe chefe.— faço reverência ao mesmo— Prometo que não irá se repetirá essa situação— saio da sala já pensando no que farei para recompensar esse prejuízo que causei.


— O que o velho disse a você?— pergunta hiong vindo do meio da pista.


— A mesma situação da segunda vez que fui chamada.— murmuro sem paciência— Eu perdi mais um cliente por recusar seus fetiches idiotas e agora tem bastante possibilidade de eu ser punida por isso.— lamento.


— Nossa porque você é tão azarada assim? Só perde velho podre de rico.— fala desacreditada— Mas talvez hoje seja seu dia de sorte em, olhe para aquele rapaz ali.— aponta para um homem de cabelos negro e roupas de um legítimo playboy da alta classe— Ele é o filho do velho!— a olho desacreditada— Sim ele é o filho do nosso chefe Lee Kang.


— Nunca vi ele por aqui.— encaro o rapaz que apenas se mantia sentado na bancada— Aliás acho que pelo o estilo dele de filhinho de papai nunca frequentou um lugar como esse.


— Não se engane com as aparências, pois ele é filho de um traficante de mulheres que é o dono desse lugar, então não se engane porque a fruta nunca cai longe do pé.— fala simplista— Afrodite essa é sua chance de arrancar uma grana desse playboy aí e pagar sua dívida com o velho ou já sabe, terá que se entregar a ele.


— É me parece ser uma ótima chance de eu sair dessa, e não me submeter a pegar algum velho nojento desses.— olho o rapaz uma segunda vez— Ele até que dá pro gasto.— vou em sua direção.


— Boa sorte porque já tentei o seduzir e o filha da puta é resistente a um corpinho bonito.—grita em um tom médio.


     [ Afrodite POV]


Já fiz isso diversas vezes porque estou me retrancando assim? Ele é apenas o filho do velho e não tem o porquê de me sentir envergonhada.

Pego o copo de bebida de sobre a bancada que pertencia ao rapaz.


— Não acha que um lugar como esse não devesse apenas beber?— levo aos lábios um pouco de seu Blink.


— Eu apenas acho que devo ficar na minha sem nem uma garota como você em minha volta.— diz com uma certa ignorância sobre mim que apenas o encaro desacreditada.


— Se você acha isso deve ir embora daqui, pois o que mais tem a sua volta é garotas como eu.— encaro o rapaz que apenas sorri sem ânimo.


— V-A-Z-A!— fala entre pausas logo olhando o meu crachá— Garota 304?— dá uma leve gargalhada— Meu pai realmente é um cretino.— pega o copo.


— Enfim foi bom te conhecer, mas não sou do feitio de ser uma garota que migalha para um homem uma noite de prazer.— me retiro da bancada indo até a pista mas sinto aquele pé no saco do velho Lee Kang vir me puxando para o canto.


— Estava lhe observando e vi que estava rondando meu filho, então só lhe direi uma vez. Ele se casará daqui a um mês e não quero que você tenha nem um tipo de relação com ele!—ditou firme— Ainda mais com esse corpo imundo.


— Só diz isso porque não quer que eu consiga a grana que devo a você pelos dois clientes que perdi, pois se eu conseguisse não precisaria transar com você.


— O que está acontecendo aqui?— perguntou o rapaz que apenas observava a alguns minutos a conversa de longe.


— Nada filho.—segura o ombro do mesmo— Apenas estava dando um belo puxão de orelhas nessa vadia que estava a lhe incomodar.


— Não preciso de você para fazer ou dizer algo que me encômode! Aliás nunca precisei. 304, certo? Venha comigo?— estende a mão— Eu topo subir com você.—se refere ao quarto.


— A não sei, se posso mais.— encaro Lee Kang que me olhou feio.


— Eu estou lhe dizendo que pode,eu estou mandando você vim!— fala firme pela segunda vez logo segurando minha mão e me puxando para cima deixando Lee Kang boquiaberto com a atitude.


— Por que fez isso?— abro a porta do quarto.


— Sei o quão cruel meu pai é com cada uma de vocês, aliás esse é o motivo pelo qual não frequento esse lugar.— senta na beirada da cama.— Sei que ele iria punir você essa noite se não arrumasse o dinheiro.— retira a carteira do bolso— Toma aqui.— estende uma boa quantia de dinheiro— Acho que é o suficiente.


— É mais do que preciso— devolvo algumas notas ao rapaz, mas ele nega.


— Fique com tudo, talvez precise quando sair desse lugar.


—Nunca saí daqui nem quando era criança, que dirá agora — sorri simples retirando aos poucos minha saia.


— Não! Por favor não me entenda mal.— atira os lençóis— Se cubra. 


— Você não deseja ter nada comigo essa noite?— digo sem entender a atitude do rapaz.


— Meu desejo é apenas saber seu nome, garota 304.— a olha profundamente nos olhos— Me diga apenas isso essa noite.


— Não posso lhe dizer pois talvez eu possa ser prejudicada em algum momento— visto novamente minha saia— Então só me chame pelo número.


— 304? Não posso chamar você assim é como se você fosse um produto.


— Está bem Irei lhe dizer mais me prometa que nunca falara a ninguém aqui da administração e muito menos a seu pai?— concordou— Prazer Afrodite.


—Hm belo nome. Não perguntará o meu?


— Porque perguntaria? Se nunca mais nos veremos?


— Talvez porque eu possa voltar novamente a esse lugar.


— Mesmo assim prefiro chamar você de playboy da alta classe.— sorri encarando o rapaz— Não volte, não a esse lugar, porque você é muito bom para frequentar esse ambiente.


— Está certo, Afrodite— estava já prestes a ir embora mas o impedi.


— Mas antes de ir por favor apenas me conseda um beijo? Aliás será uma desfeita para mim se não me conseder tal coisa.


— Sou noivo, não posso fazer isso.— diz já com um tanto de sua respiração desregulada.


— Mas nunca nos veremos novamente, que mal tem se for assim?— sorri quando sinto os braços do rapaz rodearam minha cintura por inteiro e logo após os lábios do bendito playboy se tocarem aos meus a sensação era boa. Confesso que nunca senti algo tão bom quanto os lábios daquele homem, os movimentos eram precisos e intensos. De fato não me passava ter algo a mais com o filho do chefe, mas agora o desejo está se tornando forte por tê-lo dentro de mim. 


— Deu... Parou!— se afasta limpando seus lábios manchados de batom bordô.— Garota não podemos levar isso adiante.


— Xiu!— faço sinal para que ficasse quieto— É só uma noite que mal tem?— me aproximo já desabotoando sua camisa.


— Garota o que você tem de tão atraente assim que me faz ficar com tanto calor?




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