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História Garota atrevida - Capítulo 26


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Notas do Autor


Primeiramente, tenho que agradecer as visualizações, os favoritos e os comentários. Obrigada demais!
Chegamos às 10k views e vocês são uma parte fundamental nessa propagação. MUITO OBRIGADA.

para comemorar, vem aí um cap especial desse casalzão digno de dia dos namorados ~americano~.

beijinhos e aproveiteeeeemmmmm

Capítulo 26 - Hóspede inconveniente


Hóspede inconveniente

Domingo, 25 de agosto de 2013

POV NEUER

-Obrigada por me receberem. - agradeceu, ao pararmos na porta do quarto que seria temporariamente dela, dividindo o olhar inofensivo entre mim e Kathrin, que mirava Nina com desdém desde o momento que minha prima chegou ao nosso apartamento, há uns 15 minutos atrás - Especialmente a você, Kath. - enfatizou, referindo-se à minha garota pelo apelido que só os íntimos costumavam chamá-la.

Percebo que Kathrin arqueia uma das sobrancelhas em resposta e ela parece bem brava. Desde o momento que Nina entrou nessa, Kathrin parece acumular motivos para odiar ainda mais sua estadia ali. Ela pareceu não gostar de ver Nina usando roupas curtas, nem do sorriso matinal irritante, e agora, do modo de falar meigo, como se ignorasse o fato de que estava sendo uma visita totalmente inconveniente. Por que que fui aceitar a proposta de minha mãe? Burro! 

Capto uma das mãos de Kathrin com a minha e seguro firme, massageando-a de leve. Ela me reprime com o olhar, como se dissesse fazer-carinho-em-mim-não-vai-me-impedir-de-esganar-a-sua-prima. Mas, não recuo. Não vou deixá-la perder a cabeça com alguém tão alheio a nós quanto Nina. 

-Creio que nossa convivência será bastante...agradável. - Nina continuou a dizer, disfarçando o cinismo de sua voz - Em breve seremos da mesma família, não é mesmo?! - questionou, com a voz irritantemente anasalada e fina, olhando para os anéis de compromisso que eu e Kath carregávamos.

-Sim, Nina. Com toda certeza. - ratifico, respondendo no lugar de Kathrin, que agora parece mais irritada comigo que com qualquer outra pessoa, me fitando com os olhos semicerrados, os lábios comprimidos, a sobrancelha desdenhosa e o punho quase sem cor, tamanha a força com mantinha-o fechado. Sim, não vou deixá-la correr o risco de machucar suas belas mãos estapeando Nina, baby. Tenho planos melhores para elas - Bom, acho que agora, acho que já podemos deixá-la sozinha, certo? - questionei, desejando que aquela conversa acabasse o mais breve possível, mesmo que depois tivesse de aguentar a fúria de Kath.

-Sim, eu acho que posso me virar. Qualquer coisa chamo você...vocês - retificou, numa provocação velada, olhando para a montanha de malas que erguia-se no cômodo. Sob meus olhos, vi o rosto de Kathrin avermelhar-se de raiva. Acalme-se, baby, vê-la assim é tudo que ela quer.

Feito isso, assim nos despedimos de Nina, Kathrin marchou adiantada a passos ruidosos para o andar de baixo, seguindo rumo ao nosso quarto e batendo a porta violentamente. Eu estou fodido, isso é certo. 

-Você não deveria ter feito isso. - ela censurou, assim que entrei no campo de guerra, quer dizer, nosso quarto. Ela olhava para a janela e mantinha as mãos na cintura, pressionando-as com força contra o tecido do vestido que usava. Eu não era o único a deixá-la vermelha à força.

-Você estava a ponto de agredi-la e eu não ia deixar você se machucar com esse tipo de coisa. - falei, me aproximando dela, cercando-a por trás como uma parede - Eu cuido do que é meu. - completei, baixando meus lábios até o topo de sua cabeça, mas assim que sentiu aquele contato, virou-se para mim, apontando os olhos para mim como um fuzil engatilhado e lábios fechados em um bico. Ela era linda assim, mesmo querendo me matar também.

-E você está preocupado com a sua priminha agora? - quis saber, fechando os braços ao redor do corpo e fazendo uma expressão inquisitória. Inquisitória. Talvez o nervoso me faça pensar em palavras bonitas.

-Eu não me preocupo com ela, apenas com você. E quero e continuarei a protegê-la, mesmo que de si. - falei, lembrando-a que não era porque estávamos engatando um romance que teria menos domínio sobre ela.

-Então ela me provoca e ainda tem o direito de ficar com todos os dentes na boca? Ah, vá à merda, Manuel. - ela responde, petulante, enfrentando-me.

Aquela desobediência era como uma alavanca para meu instinto dominador. Imediatamente, segurei seu queixo com força e beijei seus lábios, ela apresentava a resistência típica de quando estava com raiva. Com alguma insistência, ela deixou-se ser invadida por mim. Mas, traiçoeiramente, ela fechou os dentes sobre minha língua, fazendo-me afastar dela, sentindo o ardor.

-Eu também sei brincar com dor, Neuer. - ela respondeu, olhando-me com ar de superioridade, com os fios caindo esvoaçados sobre o rosto, dando-lhe aquele visual selvagem que me fazia esquecer qualquer obstáculo que ousasse ficar entre nós.

-Acho que você está precisando de algumas palmadas, Srta. Kathrin. Parece que já esqueceu das lições que lhe dei. - comentei, cercando-a como uma muralha novamente, até suas costas encostarem no vidro da janela que a barrava por trás.

-Quem precisa de umas boas palmadas é sua priminha. Não eu. - ela respondeu, arfante, fazendo-me bufar diante de suas palavras bárbaras.

-A única pessoa que eu tenho vontade de fazer qualquer coisa é você. Não pense e nem fale como se eu fosse capaz de ter outra mulher em mãos, quando eu só quero você o tempo inteiro. - falei, sério e seco, prendendo suas mãos sobre a cabeça e a encoxando até a vidraça da janela protestar contra seu dorso.

-Então, por que não age? - atiçou, mordendo os lábios vermelhos convidativos. Ela também estava gostando daquele jogo.

-Seu desejo é uma ordem. - falei, antes de imediatamente arrastá-la dali até a cama.

Sentado, fi-la deitar com o abdômen sobre as minhas pernas, enquanto uma de minhas mãos já permeava sob o vestido, levantando a barra até o redor de sua cintura.

Sua bunda era espetacular. Duas redondezas emolduradas por uma calcinha de renda preta. Comecei  acariciar uma a uma, sentindo a temperatura natural de sua pele antes de vê-la aquecer sob meus golpes.

Quando ela parecia relaxada com o meu afago, logo levantei a mão e a surpreendi com a primeira palmada.

Sciaff

Não era muito forte, apenas o suficiente para lembrá-la minimamente de como era a sensação de pertencer-me daquela forma. Seu gemido carregado de surpresa, seu roçar de quadris e a marca rósea em sua bunda fez-me continuar com aquilo, ritmicamente os glúteos e a vulva, até vê-la esfregar-se contra a ereção minha ereção crescente.

Quando senti o calor emanando de sua pele, livrei-a da calcinha, rasgando a pena como um papel, retomando a sessão de palmadas, dessa vez mais forte.

-Você sabe que deve ficar em silêncio, não sabe? - questionei, olhando em direção ao seu rosto, quando percebi que seu gemido e seus “Aii`s” estavam altos demais para o recato necessário ao local onde estávamos. Não quero que os vizinhos ouçam o gemido da minha mulher!

-Sim,...senhor. - completou, como se estivesse com dificuldade para respirar. Era catastroficamente excitante ouvi-la falando daquela forma.

-Então, seja discreta. Seus gemidos são só meus. - sussurrei, para logo surpreendê-la com mais um ataque de mãos, aplicando um golpe por vez, dando-lhe tempo para absorver o impacto. 

A cada vez que minha mão atingia-lhe na vulva, a via afastar as pernas, mostrando-me a buceta a escorrer, quase como um convite para mim. Com isso, ela também pressionava mais meu pau ainda coberto, lembrando-me que estava apertado demais.

Pausando, deslizei dois dedos por sua intimidade, penetrando-a lentamente até chegar tão profundo quanto seus suspiros.

-Debruce-se à borda da cama. - ordenei, vendo-a mexer os quadris com dificuldade, sentindo a dor até obedecer minha imposição.

Então, aconchegando-me atrás dela, teci uma trilha de lambidas, beijos e mordidas, seguindo do lóbulo de suas orelhas até a bunda, enquanto meus dedos tratavam de apertar e puxar seus mamilos tesos.

Ajoelhando-me entre suas pernas, um de meus polegares desenhava círculos ritmados sobre seu clítoris, enquanto minha língua invadia sua buceta, arrastando-se do vão entre os pequenos lábios até as profundezas que conseguia alcançar.

-Não goze. - ordenei, percebendo-a contrair as pernas e tentando fechá-las em meu rosto, preparando-se para o júbilo.

Continuei meu ataque, dessa vez apenas com os dedos, como se apanhasse mel direto da fonte.

-Chupe, é seu. - mandei, levando a mão encharcada de sua lubrificação até sua boca, vendo-a envolver meus dedos até a base para depois liberá-los lentamente, tirando todo o conteúdo de estava ali.

-Você é tão gostosa. - disse, em admiração - E eu vou foder você. - falei, beijando-a logo em seguida, sentindo seu gosto em seus lábios.

Então, liberando-me do short jeans e da camiseta, apontei meu pau duro como mármore contra sua intimidade, segurando-a firme pela cintura, impedindo que impulsionasse seu corpo em direção ao meu cedo demais.

-Parada. - avisei, agarrando seus fios com a mão, puxando seu pescoço para trás, fazendo seus seios apontarem para frente como flechas.

Retomei minha posse, invadindo-a devagar, apenas com a cabeça do meu pau, abrindo o caminho apertado da minha deliciosa petulante. Ela grunhia aliviada ao sentir meu corpo roçando dentro do seu e, quando me retirava, percebia seu corpo em protesto.

Nessa lenta tortura me demorei. Enchendo-a de expectativas e frustrações seguidas vezes, até que eu mesmo já não aguentasse meu próprio jogo, sentindo meu pau inflamando para derramar meu desejo junto ao dela.

-Eu a amo. Sabe disso. - lembrei-a - Jamais ouse cogitar que outra mulher pode me ter da mesma forma como você. Entende isso? - questionei, introduzindo meu pau violentamente e o mais profundo que consegui, ouvindo seu gemido de dor e prazer.

-Sim,...senhor Neuer. - respondeu, como se sentisse labaredas em sua intimidade.

-Eu mal posso esperar para ouvi-la dizer que também me ama enquanto fodo você. - falei, sentindo meu pau latejar apenas em imaginar esse dia.

Sem mais, voltei a estocar meu corpo contra o seu violentamente, fincando meus dedos em seus quadris como um selvagem. Fui tecendo uma sequência rápida de recuos e avanços, seguida de movimentos circulares de minhas ancas, massageando especificamente o ponto interno onde a via sentir mais prazer. Dessa forma, alimentava seu orgasmo e o meu, deixando-os crescer mais e mais, até liberar-los ao mesmo tempo, sentindo o alívio jorrado e quente banhando nossas intimidades, enquanto ela apertava-me com a sua.

-Eu gostei do nosso joguinho, Srta petulante. - disse, quando nossas respirações voltaram ao normal, dando-nos forças suficientes para ganharmos a cama confortavelmente.

-Você ainda me chama assim? - inquiriu,  balançando a cabeça em falsa descrença.

-Não se pode negar aquilo que é fato. - argumentei, recebendo seu corpo em meus braços tão nus quanto nós dois e enchendo de beijos os seus cabelos.

-Você sabe contornar bem as situações. - ela notou, me dando um de seus belos sorrisos em resposta.

-Cabe a mim sempre agradá-la. - falei - Veja bem, Nina mal chegou e já nos rendeu uma boa foda. - argumentei novamente, mostrando-lhe a força do meu poder de solucionar questões críticas.

-Então precisamos da sua prima para aumentar sua libido, Manuel? - questionou, mirando-me com sarcasmo e reprovação. Aposto que sua mente fervia ao pensar naquilo, mesmo que eu estivesse claramente entregue a ela.

-Você é mesmo uma ciumenta implacável, Srta. Kathrin. I-M-P-L-A-C-Á-V-E-L. - falei, pausadamente, ganhando um de seus leves soquinhos por caçoar de seu jeito enciumado de ser.

-E cabe a você sempre contornar isso da melhor forma. - propôs, num sorriso sacana, lambrando-nos do que estávamos fazendo pouco tempo antes.

-O prazer será todo meu, Srta. Kath. E seu também. - disse, beijando-lhe pela enésima vez naquela manhã de domingo.

Seriam dias difíceis os dias de estadia de Nina ali, mas iríamos superá-los um por um. Pois, assim como dois e dois são quatro, de uma coisa eu tenho certeza: adversidade alguma me separaria desta mulher. Nada!

 


Notas Finais


EEEEITAAA

o que mais esperar desses dois?
e a Nina, hein? fora ratinha JÁ


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