História Garota Do Século XXI - imagine Park Jimin - Capítulo 70


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Categorias B.A.P, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, EXO, Got7, Mamamoo, Monsta X, TWICE, VIXX
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin), Sana, Taeyang
Tags Amor, Bts, Drama, Park Jimin, Personalidade Difícil
Visualizações 268
Palavras 1.336
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha eu aqui kk.

Boa leitura e divirta-se bolinho.

Não deixe de ler as notas finais. Obrigada por voltar a acompanhar minha fic mesmo desfavoritando ela kkkk. Aos leitores fiéis obrigada por me aguentarem e aguentar minha estória!

(Não errei é que quando se trata de contos fictícios se usa estória com e mesmo hihi)

Capítulo 70 - Ditando As Regras.


Fanfic / Fanfiction Garota Do Século XXI - imagine Park Jimin - Capítulo 70 - Ditando As Regras.


Em algum lugar afastado da residência de S/n


                      {18:30pm}



Calmamente abrindo meus olhos  me percebo largado deitado em uma calçada fria. 

Elevo minha cabeça para o alto e percebo que é noite, ponho a mão sobre minha cabeça que lateja frenéticamente e eu franzo curtamente meus olhos fechando-os por consequência das dores, parece que me bateram com uma panela de pressão. Na minha boca sinto a saliva amargosa por conta da droga consumida sem pudor. Procuro me cituar onde estou, olho de um lado a outro da rua não muito movimentada e aos poucos vou assimilando o local, uma avenida distante do centro. Tento me levantar devagar.


— droga. Como eu vim parar aqui? Não devia ter consumido tanto! — cambaleei me apoiando no poste.




— O que você quer aqui?

— quero saber como estão indo as coisas.

— Eu te disse um mês. Completou um mês? Não, então não precisa vir atrás de mim logo aqui. E que cheiro horrivel de bebida é esse? 


— Eu briguei com ela hoje? Não lembro de ter visto ela. Aish não me lembro de muita coisa — expressei chateação. 



— Já pensou se meus pais estão em casa e te vêem assim nesse estado deplorável?


— eu não quero nada com você! Bota de uma vez por todas isso na tua cabeça. Me larga Taeyang eu já pedi!


— eu estou falando sério me larga, eu vou gritar!


— Já briguei tantas vezes com ela. Não posso forçar minha cabeça pra pensar, é capaz de piorar essa dor maldita! Melhor eu ir pra casa. Não! Vou atrás da Sana... caramba, essas lembranças não querem me deixar em paz.



                                  {...}


— Credo Taeyang, você está deplorável! — me encarou com certo nojo mesmo pegando em meu ombro. — onde você estava, fazendo companhia aos mendigos? E esse rosto machucado? Meu Deus! Olha só a lateral da tua cabeça!

— Não enche o meu saco garota! Deixa eu entrar e me faz um café bem forte, de preferência.

— só o café você quer que eu faça pra você? — senti o tom provocativo dela.

— primeiro o café, depois podemos negociar. Agora eu vou entrar e me largar no seu sofá. Sua tia tá' em casa?

— Felizmente não, ela foi  fazer tricô e dormir na casa da irmã dela. Pode ficar tranquilo que eu estou sozinha hoje, baby.


 piscou pra mim e andou em minha frente fazendo questão de que eu observasse suas nádegas rebolando sutilmente espremidas em seu short curto de malha enquanto anda um pouco lenta, mas,  eu estou um pouco cansado pra observar a bunda de alguém rebolando de um lado pra outro só pra me provocar. Talvez depois que eu retomar um pouco da minha energia, eu desconte toda a minha vontade nela.


— Graças a Deus um pouco de sossego pra mim. — murmurei me jogando rendido no sofá. 


Me permiti fechar os olhos e relaxar um pouco. A televisão em baixo volume entrava em contraste com o silêncio do ambiente. Aos poucos o cheiro do café suavemente invadiu a sala e entrou no meu nariz me fazendo curtir o aroma dando sorrisos curtos. 



— levanta e toma o café. — ditou Sana andando em passos lentos deixando a xícara sobre o pires no centro.

— vou te punir se não estiver bom.

— nas condições em que você está, é mais fácil eu te castigar. — ironizou sentando ao meu lado de frente pra mim.


Peguei a xícara e apoiei no pires inspirando um pouco em seguida beberiquei.


— dessa vez você escapou. — a fitei e tomei mais um gole do café. — O café está ótimo.

— Você precisa reconhecer os meus talentos e minha lealdade a você, Taeyang.

— Mas eu reconheço.

— eu estou falando sério.

— eu também, Sana. — deixei a xícara no centro e olhei pra ela.

— se você reconhecesse o que eu faço por você, estaria comigo e não correndo atrás de uma inútil que só sabe esfregar na tua cara que não gosta de você.

— Cala a boca, Sana. Eu sei do que eu estou fazendo e você não é ninguém pra me dizer o que eu tenho que fazer. Fica longe do meu lance com a (S/n), entendido?

— eu poderia fazer muito mais por você, se você me quisesse...

— Mas eu não quero você. — a interrompo imediatamente — o que aconteceu entre a gente, foi no passado. Eu namorei com você por que você estava fácil e perto de mim o tempo todo. Eu não te pedi pra me acompanhar nos meus rolês com a irmandadevocê se meteu porque quis. Eu não te obriguei a nada, portanto, não me venha cobrar nada agora Sana. Entre quatro paredes, no carro ou em qualquer lugar vantajoso a gente sempre se entendeu muito bem e eu espero que continue assim. Quando eu quiser curtir, desestressar, eu te chamo como sempre eu fiz e você sempre aceitou. Estamos entendidos?

— Sim, Taeyang. — ela murmurou cabisbaixa.

— agora venha aqui. — dei batidinhas em minha perna.


Ela me olhou e rapidamente entendeu o recado, se sentou devagar em meu colo de frente pra mim com as mãos apoiadas em meus ombros. Eu fechei meus olhos expressando alívio e prazer em um gemido baixo quando sinto sua intimidade tocar a minha mesmo estando com roupa.

Levei minhas mãos as laterais de seu quadril e apertei com certa força fazendo com que ela suspire pesado e ao mesmo tempo acaricie meu rosto e leve a mesma mão aos meus cabelos puxando repentinamente.


— o que aconteceu com você?

— Não me lembro, acredita? — a olhei surpreso.

— acredito. Consumiu de novo, não é? Você conseguiu ficar limpo esse tempo todo, Taeyang. — senti repreensão no timbre de voz.

— Você sabe que pra mim é difícil ficar sem aquilo e sem.... 

— Sexo. — ela completou sorridente.

— exatamente. Não me lembro de muita coisa, mas quando eu acordei me veio na mente a (S/n) brigando comigo e me pedindo pra eu largar ela. Foi tudo muito confuso.

— Você encontrou com ela hoje? — ergueu a sobrancelha.

— Não. Acho que não. Provavelmente são lembranças das outras brigas que eu tive com ela, só pode.

— certo... — ela concordou meio desconfiada. — está melhor? Quer mais alguma coisa? — mudou de assunto.

— Estou ótimo, só preciso que você cuide de mim como está fazendo agora. — impulsionei o quadril dela com as mãos pra ela rebolar um pouco em mim.


 Devagar Sana começou a rebolar em cima de mim se debruçando no meu corpo me fazendo sentir seu perfume doce enquanto enrosca seus dedos nos meus cabelos. Minhas mãos passeiam sem nenhum pudor sobre suas pernas, costas e seios. Descaradamente ela me olha nos olhos enquanto rebola em cima do meu membro que mesmo por debaixo da calça já está começando instigá-lo por consequências dos tais movimentos.



                               {...}


Escutei batidas na porta.


— Quer conversar sobre o que houve, Puddle? — Jungkook aparece tímido me fitando da porta.

— Acho que sim.


Ele entrou e sentou do meu lado na cama. Me observou deitada.

 

— porque ele estava te atacando? — indagou preocupado.

— Ele não estava em si, tenho certeza que voltou a consumir certos tipos de droga que deixam ele daquele jeito ou pior, Jungkook. —Me virei para olhá-lo.

— e mesmo assim você deixou ele entrar na sua casa? 

— eu não sabia que era ele e também eu não ia adivinhar que ele estava alucinado! — falei como se fosse óbvio.

— está certo. Me desculpe por perguntar isso.

— sem problemas. — me sento na cama e me aproximo dele pra melhorar o contato visual. — por favor, não conte nada pra os meus pais sobre hoje.

— Não tenho motivos pra isso, eu só te ajudei e pronto, era o que eu podia fazer por você Puddle. — aninhou minha cabeça e beijou minha testa. — descanse um pouco, eu preciso sair. — saiu em direção a porta.

— onde você vai?

— é coisa minha. Nada demais. Prometo não voltar muito tarde, está bem? Qualquer coisa me ligue. — lançou um beijinho no ar me fazendo sorrir depois foi embora.


Notas Finais


Obrigada por ler até aqui. Comentem o que acharam do cap, mesmo que não tenha sido algo grandioso.

Fico alegre em dizer que já fiz tópicos dessa temporada até o final dela, ou seja, já resumi os acontecimentos e com isso vai ser ótimo quando eu for escrever os capítulos, também fiz isso com a segunda temporada inteira e só falta escrever os capítulos também, estou ansiosa pra ver a reação de vocês quando souberem como vai ser o fim dos vilões e do problemático couple Jimin e S/n. Obrigada pela paciência de sempre.


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