História Garota Má - Drastória - Capítulo 57


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Daphne Greengrass, Draco Malfoy, Lucius Malfoy, Narcissa Black Malfoy, Salazar Slytherin, Scorpius Malfoy, Theodore Nott
Tags Astoria Greengrass, Draco Malfoy, Drastoria, Garota Má, Harry Potter, Romance
Visualizações 146
Palavras 3.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


#Lumus

Capítulo 57 - Capitulo LVI



Um erro que cometeram foram chegar juntos. O outro foi chegarem de mãos dadas.

Sorte que soltaram seus dedos entrelaçados antes de todos virarem a cabeça para os olharem.

Bem, pelo menos quase todos.

Alexis franziu o pequeno cenho. Era impressão sua ou sua melhor amiga e Malfoy...?

Não. Devia estar enganada.

Os dois se sentaram onde estavam antes com Blásio seguindo cada gesto de Draco com extrema atenção.

Parecia o analisar com um desconfiamento infinito.

— O que estavam fazendo?

Astória revirou os olhos e se ocupou em pegar sua bebida para não ter que estuporar seu primo tão cedo naquele fim de tarde, quase noite.

— Nada que te interessa, Zabine — rebateu em tom seco e duro, além de terrivelmente grosso.

Blásio ainda tinha o cenho intrigado, mas desfez isso quando Alexis lhe afagou o braço e o olhou pedindo algo com os olhos.

O goleiro não pode negar um beijo a sua namorada.

Draco ouviu a Greengrass bufar, mas apenas sorriu, pondo um pouco de uísque de fogo na boca.

A conversa animada entre o grupo chegou a todos, até os pequenos lufanos que se entusiasmaram em falar de seus feitos em Hogwarts.

— ... E aí eu pude provar pro Jonny Tomlison que ele estava errado e que o Ben é sim, o maior artilheiro do mundo!

Skay e Anne sorriram largamente para o pequeno. Jace sussurrou algo a Cally, que riu docemente com o comentário.

Zabine e Alexis ainda estavam se beijando. Draco e Astória entrelaçavam seus dedos novamente por debaixo da mesa enquanto ouviam a narração do leal.

Petterson, com um olhar sacana, diz com uma piscadela:

— Se disser que eu sou o melhor artilheiro do mundo — falou astutamente —, eu lhe dou minha namorada...

O menino corou inteiramente após aquelas palavras. O grupo não entendeu o porquê.

Benedict olhou pros pequenos e apontou para seu ouvido.

Imediatamente os dois primeiranistas taparam suas orelhas e começaram a fazer "Lá-lá-lá-lá-lá".

Era um trato que tinham.

Para os lufanos ficarem Ben os fez prometer que sempre que pedisse teriam que tapar os ouvidos pois algumas vezes precisaria falar coisas que não deviam escutar.

Sacage não achava certo e se preocupava em eles ouvirem palavras inapropriadas para suas idades.

O artilheiro voltou sua atenção aos mais velhos da mesa:

— Dennis tem um fetiche por garotas mais velhas — revelou coçando a cabeça de uma maneira sem jeito. — Qualquer que seja, desde que seja muito mais velha que ele... — sorriu de modo nostálgico. — Ele sempre acabava apaixonado pelas minhas namoradas...

Alguns da mesa riram.

Isso explicava o fato do garotinho ter se encantado por Astória.

— Com exceção — continou olhando de uma forma indecifrável para uma garota em especial —, da Greengrass — o sorriso se alargou. — Ele tem uma queda maior e mais especial por você do que pelas outras, já que o salvou, mas convenhamos — falou travesso —, acho que é por causa de seus olhos...

E piscou.

A Greengrass sorriu e depois revirou os olhos.

Draco apertou suas mãos entrelaçadas com força enquanto rangia os dentes para Sacage.

— Se lembre da aposta — ouve a sonserina sussurrar.

Mas sua raiva não se dissipou.

Tudo o que fez foi virar em um gole só toda a dose de sua bebida e ainda pedir por mais.

Estava olhando fixamente para Benedict que voltara a falar com o irmão e a meiga Shamiran.

Já estava no terceiro copo consecutivo quando ouviu Astória murmurar:

— Pensei que não precisaria beber enquanto eu estivesse aqui — disse azedamente.

— Estou com raiva — apenas falou torcendo para que ela o deixasse em paz pois sua cabeça estava explodindo.

Mas claro que isso não aconteceu.

— Não tem nem motivos para isso — rebateu.

Draco soltou uma risada escarnecente e debochada.

Tomou mais um gole da bebida que desceu rasgando por sua garganta.

— Um cara se insinua e pisca, esperando um beijo da minha...
— para imediatamente de falar.

Os olhos esmeraldas voltaram perigosamente para o apanhador que se interrompera.

— Da sua o quê, Malfoy? — questionou como se fosse uma ameaça mortal.

O silêncio pairou enquando se mantinha calado e bebendo vagarosamente o uísque.

Astória não desiste. Se aproxima furiosamente dele.

— Lhe fiz uma pergunta e espero uma resposta, Malf...

Nada — rebateu mais do que irritado. — Da minha nada, Greengrass.

Não a encarou nos olhos quando disse aquilo. A sonserina queria que Draco fizesse isso, que a encarasse, mas ele não conseguiu.

Porque ela sempre tinha que deixar claro que não havia um relacionamento entre os dois?

Tomou mais um gole de uísque.

O restante do grupo só foi dar falta de Nott naquele instante e se perguntavam aonde ele poderia ter ido.

Ben teve que mandar os pequenos tapar os ouvidos novamente quando Skay começou a falar sobre suas teorias da onde Theodore deveria estar agora.

Astória bebeu uma garrafa inteira de hidromel em um curto período.

— Não beba tanto assim — Draco a repreendeu.

Ela o ignorou.

Roubou o uísque de fogo da mão dele e matou tudo em um gole.

Se serviu de mais uma dose, mas uma mão tirou a garrafa de suas mãos.

Ela rosnou para o apanhador.

— Pare de beber — mandou autoritário.

Astória arrancou a garrafa de suas mãos.

— Então você pode, não é, Malfoy? — retrucou. — Estava todo cheio de ciuminho e agora quer bancar o estraga prazeres?

— Não estou bancando o estraga prazeres — rebateu. — Só não quero que fique caindo de bêbada.

— Claro que está — respondeu friamente fazendo uma careta de desprezo. — Ficou e ainda está com raiva de mim sem nenhum motivo e...

— Não preciso de um motivo, Greengrass — a cortou rispidamente. — Posso fazer o que eu bem entender.

Ela soltou uma risada de escárnio.

— Então quer dizer que eu também posso fazer o que eu quiser...

O tom misterioso o deixou intrigado.

— O que quer dizer, Greengrass? — questionou de modo sério, se ajeitando na cadeira.

Ela apenas bebeu um pouco do hidromel que havia se servido.

— Nada — diz ainda de modo que não ficou claro, mas enigmático. — Só que temos direitos iguais...

Os olhos dele estavam firmes na garota ao seu lado.

— Quero compreender, então trate de me explicar — falou focando sua atenção toda nela.

Ela o ignorou por um minuto inteiro continuando a beber mansamente.

— Se prefere ficar bravo do que me beijar — disse em tom amargo depois de engolir o álcool —, não posso fazer nada a respeito...

Draco estava pasmo com aquela resposta.

— Mas — continuou ela —, eu tenho o direito fazer o mesmo...

Dito, puxou sua mão que estava entrelaçada com a dele mesmo naquela discussão férrica e virou o rosto, recusando-se a encará-lo.

Draco apenas ficou completamente sem palavras.

Okay, pensou tentando voltar a raciocinar. Aquela era a DR mais estranha que teve.

Alexis olhou por um momento para a amiga e estranhou ela estar emburrada sendo que minutos antes a sonserina de olhos verdes esmeraldas estava normal.

Malfoy teve que tomar um grande gole de uísque de fogo para não endoidar.

— Sinceramente — decidiu dizer a Greengrass que passava o dedo pela borda do copo. — Não sei o que está acontecendo...

— Simples — lhe respondeu sem o encarar —: odeio quando sente ciúmes de mim e fica como um idiota me falando ordens, Malfoy. Tenho vontade de estuporá-lo toda vez que faz isso.

Draco permaneceu em silêncio.

— E sobre a vez que disse que eu preferia que eu te beijasse a sentir ciúm...?

Ela chuta sua cadeira o fazendo cair brusca e violentamente contra o chão.

Todos da mesa se viraram para vê-lo sendo praticamente jogado sobre o piso dos Três Vassouras.

Ele tentava formular alguma frase mas não conseguia por tamanha surpresa que sentia.

— Está louca? — é tudo o que consegue dizer depois de muito tempo calado.

Todos do bar o encaram. Até Drewanne virou o rosto em sua direção para olhá-lo.

Se senta sobre o chão e Benedict rapidamente se prontifica a o ajudar a se levantar. Draco despensa o artilheiro com um palavrão e se ergue sozinho.

A Greengrass permanecia indiferente, como se não tivesse feito nada demais. Ela observava as unhas bem pintadas com certo tédio.

— Sua maluca — Draco a xingou pasmado. — Vai se arrepender disso, sua...

Zabine o interrompe, falando raivoso para a prima:

— Porque fez isso, Astória?

Ela deu de ombros e olhou por canto se olho para Malfoy.

— Porque eu quis.

Até Alexis parecia revoltada com a atitude da amiga.

Skay olhava tudo com extremo interesse, Jace estava espantado e as namoradas dos dois pareciam não saber o que fazer.

Ben ainda estava intrigado do porque Malfoy recusou sua ajuda tão rudemente.

Nott havia chegado bem na hora em que a cadeira do apanhador foi chutada e se segurava para não rir.

Malfoy tinha os olhos brilhando de raiva.

— Não acredito que...

— Pois acredite — o cortou rispidamente. O encarou pela primeira vez depois de muito tempo. — Não sentiu a dor de ter caído? Então trate de aceitar que o derrubei e conforme-se.

A resposta fria não o fez recuar diante do olhar mortal da rebatedora.

Não foi um impulso, mas num gesto bem pensado, pegou sua varinha.

— Peça desculpas — ordenou.

Um "Ohhhh" foi emitido por alguns do bar pela coragem (ou burrice, ninguém sabia ao certo) do apanhador em enfrentá-la.

A Greengrass eriçou as costas de ódio. Virou lentamente a cabeça para vê-lo.

— Está apontando sua varinha para mim, Malfoy? — perguntou descrente por tamanha falta de senso.

— Pois acredite, Greengrass — rebateu debochadamente. — Não está vendo ela apontada em sua direção? Então trate de aceitar que o estou fazendo e conforme-se.

Outro "Ohhhh" soou.

A garota se levantou bruscamente quase derrubando sua cadeira no processo.

— A-Asty? — Alexis tentou a chamar apaziguá-la, mas foi em vão pois a ignorou totalmente.

A varinha branca da sonserina se desembainhou e foi direcionada a Malfoy.

— Agora eu que quero que peça desculpas, Malfoy — ordenou imperativa.

— Terá que me torturar para que eu as peça...

— Será um prazer — falou com a ponta de sua arma começando a brilhar.

Iria atirar o feitiço expulsante quando um completo idiota se meteu no meio dos dois.

— Estão loucos? — Blásio rugiu depois de arrancar a varinha de cada um de suas mãos.

O bar fez um "Ohhhh" desanimado por a batalha acabar mesmo antes de começar.

Astória rosnou para ele.

— Devolva minha varinha, Zabine! — exigiu.

Draco não ficou surpreso com aquela frase porque mesmo sabendo que ela era uma avaradora e não necessitava de uma, tinha consciência que Astória não queria que ninguém soubesse sobre isso.

— Tem noção da infantilidade de vocês?! — o capitão começou a bronquear. — Que iniciariam um duelo idiota por nada?!

A Greengrass bufou escarnecente e Draco tentou se defender:

— Essa louca que...

— Malfoy — o goleiro o cortou friamente. — Sabe como minha prima é e não devia ter caído nas provocações dela — olhou para a rebatedora — E Greengrass — falou a olhando com os olhos pálpebras semi abertas —, você é louca?

Ela apenas revirou os olhos.

— O atacou sem nenhum motivo! — seu primo continou.

— Malfoy sabe o do porque disso... — ela rosnou com ódio.

Aquilo devia ter mudado tudo pois todos olharam novamente para o apanhador.

Eu? — questionou apontando para si mesmo.

Só faltou escorrer veneno na boca de Astória para a imagem dela parecesse mais assustadora.

Pare de se fazer de desentendido — o repreendeu com ira imposta na voz. — Sabe muito bem do que estou falando!

— Mas...

Ela se aproximou e Zabine, que estava perto, e Malfoy recuaram.

— Quer mesmo que eu fale do motivo dessa discussão, Malfoy? — questionou tão perigosamente quanto o possível. — Quer, de verdade, que todos saibam?

Ele hesitou. Será que ela falava do que os dois tinham?

Malfoy não tinha nada o que esconder, só o fazia porque a rebatedora queria o que tinha em segredo.

Deu um passo para frente, ficando bem próximo a ela.

— Fale.

Isso a surpreendeu.

— Fale, Greengrass — pediu novamente. — Anuncie aos quatro ventos o que quer que seja!

Astória hesitou, mas depois sua postura se manteve firme e intacta.

Todos esperavam a resposta dela.

— V-você... — a voz dela tremia de raiva e ódio. — Você... é um... um... — apertou os lábios — Argh! Você é um...

Draco esperava pacientemente.

— Sim, Greengrass... — falou cruzando os braços. — Você já falou que eu sou um "Argh!", mas continue, por favor...

O tom condescendente não foi muito aceito por ela.

— Você é um idiota, Malfoy! Um idiota! — exclamou gritando com todas suas forças. — Um completo e interminável idiota! Tenho nojo da sua existência e...

— Vamos pular essa parte dos insultos, sim? Vá direto ao ponto — pediu quase gentilmente descruzando os braços e pondo as mãos no bolso da calça onde sentia o relógio frio que havia ganhado. — Estou ficando impaciente — avisou com um sorriso travesso e uma piscadela.

Ela rugiu um palavrão tão sórdido que Ben teve que ser rápido para tapar os ouvidos dos pequenos.

O bar ficou mudo, em completo silêncio por aquela palavra ter saído da boca de uma garota.

O time estava acostumado com a boca suja da rebatedora, mas ficaram impressionados com o nível elevado.

Alexis corou terrivelmente. Cally e até Anne (que era namorada do cara mais malicioso do time) ficaram sem jeito.

Astória, pisando forte, seguiu para o corredor onde daria os banheiros, mas um braço a agarrou.

Ela amaldiçoou o sorriso no rosto do apanhador.

— Ainda não falou o motivo de ter...

Cale a boca, Malfoy — ordenou. — Cale sua maldita boca! — as esmeraldas se tornaram perigosas. — Pensa que sabe de tudo, não é? Mas só é um maldito sangue-puro como todos desse raça e um mimadinho pelo papai e pela mamãe! É nisso que você se resume! — o ódio nas esmeraldas verdes era mais do que palpável. Para terminar, sussurrou com certa repulsa: — É isso que representa sua existência...

Dito, se libertou dele e rumou aos banheiros.

A cólera fervia no sangue do apanhador. O corpo dele inteiro tremia de raiva. O rancor era avasto por aquelas palavras.

Não era um mimadinho como ela afirmara. Era mais do que isso... Ou pelo menos, tinha que ser.

Revoltado e enraivecido ao extremo, saiu do bar.

Alexis e Zabine fizeram menção de ir atrás de seus amigos, mas Skay os fez parar.

— Não — falou para o goleiro e a pequena loira. — Deixem que os dois resfriem a cabeça...

***

Draco bufava de ódio com as costas apoiadas nos fundos dos Três Vassouras.

Estava do lado de fora do bar, onde ficava o lixo para ser retirado. Sorte sua que não havia nada no local.

O frio o ajudava a se controlar pois estava fervendo de raiva e a temperatura baixa do ambiente o mantinha estável.

Merlin. O que fora aquilo que acontecera?

Estava tudo bem e de repente os dois começaram a gritar insultos feito lou...

Não teve tempo de responder sua própria pergunta pois a porta dos fundos se abriu, revelando a pessoa que paralisou quando o percebeu.

Astória ainda tinha a expressão irada como a dele.

Sem hesitar começou a marchar na direção de Malfoy. Draco já se preparava para o que sucederia a seguir:

Os dois se agarram e se beijaram loucamente.

Merlin. Se soubesse que toda a briga que tivesse com Astória acabaria daquele jeito teria criado uma todos os dias.

Ela o puxou pelo colarinho da camisa enquanto ele a abraçava de uma forma que seus corpos estivessem mais do que colados.

A tensão entre os dois era vasta.

Seus lábios se moviam rapidamente enquanto suas línguas pareciam estar batalhando sobre a boca do outro.

Draco a puxou e a emprensou na parede enquanto saboreiava aquele gosto terrivelmente bom e viciante da Greengrass.

A Greengrass ofegou com esse gesto.

Ela começou a correr suas mãos por dentro da camisa dele, alisando o dorço esculpido do apanhador.

Draco a agarrou mais forte e quase agradeceu quando Astória abriu mais a boca para a língua dele a explorar.

Merlin. Cristo. Deus. Alá. Buda. Maomé. Quem quer que fosse... mas aquilo estava incrível.

Ele gemeu quando a Greengrass começou a brincar com sua boca de uma forma boa e torturante.

Massageou o peito dele e o fez arfar. Para compensá-la a pressionou mais sobre a parede e navegou a mão para a nuca dela, onde a puxou mais pra si.

Asty... — gemeu.

Astória o agarrou pelos cabelos quando ouviu seu apelido em forma de gemido raspar pela garganta do apanhador. Sentiu os fios loiros macios por entre seus dedos e os puxou, ainda naquele beijo quente e devastador.

Suas pernas estavam começando a ficar bambas quando Malfoy a agarrou firmemente pela cintura para não deixá-la cair.

Merlin. Como ela adorava isso.

Aprofundou mais o ato e o ouviu gemer mais uma vez. Ela consegue sorrir brevemente em meio ao beijo e se entregar mais naquela loucura de lábios e línguas.

Revirou os olhos quando a mão de Draco percorreu sua coxa enquanto a outra passava por baixo de sua camisa.

Eles terminam ofegando por ar.

Malfoy respirava pesadamente com o rosto escondido no pescoço de Astória.

Sentia o peito dela colado ao seu subir e descer rapidamente pela falta de fôlego.

Minutos se passaram com eles parados na mesma posição até Malfoy beijar a pele que seus lábios tocavam com suavidade e sorrir.

A boca de Astória também não pode deixar de fazer o mesmo.

Os dois estavam sorrindo feito bobos.

Até...

Começarem a rir.

Os dois se engasgavam de tantas risadas.

Tentavam parar, mas sempre que o outro não conseguia, o que restou também não aguentava.

Eram o casal mais louco e estranho do mundo.

Riem por aquela discussão sem sentindo nem fundamento.

Quando tiveram sucesso em ficar sérios, Draco a abraçou ainda mais forte em seus braços.

Astória se acomodou ali como se fosse seu lugar ideal de estar.

— Merlin — ele sussurrou no ouvido dela. — Aquela briga toda foi por tensão acumulada?

Só podia ser. Estavam profundamente irritados e sedentos um pelo outro e nem tiveram tempo direito de se beijar quando se retiraram pela primeira vez da mesa e foram para o corredor.

E aquilo acarretou várias consequências.

Astória riu e o abraçou pela cintura.

Draco a pegou pelo queixo e a beijou novamente.

A garota se afastou.

— Sabe que uma hora ou outra, Zabine irá vir aqui... — Astória sussurrou.

Malfoy a beijou mais uma vez.

— Ainda temos tempo, Greengrass — disse saboreando aquela boca enlouquecedora.

A sonserina enrolou seus braços no pescoço dele quando o apanhador desceu os lábios por seu rosto e os direcionou para os ombros.

Mordeu levemente o esquerdo.

— Fui muito condescendente... — murmurou subindo para o pescoço macio dela.

Ela apenas arqueiou uma sobrancelha.

— Está tentando me pedir desculpas?

Draco parou de fazer os carinhos e a olhou com a expressão confusa.

— Sim — confessou enrugando mais o cenho. — Não vai fazer o mesmo?

Ela revirou os olhos.

— Claro que não — respondeu. — Cada palavra do que eu disse foi a mais pura verdade.

A encarou de modo impressionado por falar aquilo.

— Acha que sou um idiota? — perguntou.

— Sim — afirmou.

— Um idiota interminável?

Ela assentiu sorrindo mais abertamente.

— Tem nojo da minha existência? — ainda continou a indagar.

— Completamente — ela concordou.

— E que sou um sangue-puro mimadinho?

— Em absoluto — assegurou.

— E que isso representa e resume minha existência.

Astória o puxou para um beijo.

— Ainda bem que sabe, Malfoy...

Só então notou que falou aquela frase não no tom de interrogação, mas de afirmação.

Nossa, Astória lhe tirava até o raciocínio.

Os lábios dela capturaram os dele de forma faminta e selvagem. Draco correspondeu a pressa e necessidade que sentiam à altura e foi recompensado com o aprofundamento do gesto por parte da rebatedora.

Viaja naquele beijo interminalmente bom e a faz delirar com os movimentos exploradores de sua língua.

O puxou mais forte pelo ombros.

Malfoy — suspirou enlouquecendo.

Draco apenas se aproveitava daquela boca infinitamente saborosa e o gosto misterioso e viciante da garota que beijava.

Ficam durante meia hora se pegando não-publicamente.



Notas Finais


#Nox

É isso que dá eu escrevendo uma DR.... Algo completamente sem sentido....

Sério, sei escrever amassos calhentes mas não sou propícia a brigas de casal (sorte de vcs)...

Demorei pra postar mas em minha defesa, eu já tinha escrevido essa parte do cap, só que o dividi no meio pq ainda não consegui terminá-lo.

Se preparem para a próxima parte porque vão ter uma surpresa SEN-SA-CIO-NAL!!!

E sobre essa palavra sódida que Astória falou? Não me pergunte qual é, mas não vou proibir vcs de adivinhar 😉

Será q todos tem essa mente da Asty para xingamentos tão maravilhosos??

Se prepare para os Avadas Amanda_Malfoy!!!

Te loves ❤💙💚💛


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