1. Spirit Fanfics >
  2. Garota má >
  3. River

História Garota má - Capítulo 3


Escrita por: e AngelClark


Capítulo 3 - River


Fanfic / Fanfiction Garota má - Capítulo 3 - River

Narrado por Megan

"Eu quero terminar"

Assim que eu disse essas três simples palavrinhas, Jungkook começou a rir, como se aquilo fosse a maior piada que eu poderia contar. Mas só ele riu, afinal eu estava falando sério. Eu estava decidida em romper com ele.

— Está falando sério? — perguntou após cessar seu riso.

— Sim. — respondi, aconchegando-me melhor em minha cama, deitando a cabeça em meu travesseiro. — Eu já consegui tudo que eu queria, Jungkook. Eu não preciso mais de você. Pensa pelo lado bom, agora você não precisará mais me trair "escondido", agora você pode andar livremente com as garotas que você transa. Outra coisa também, você é um péssimo namorado, sinceramente. Agora que eu tenho o que eu quero, eu estou acabando com essa farsa, porque eu já estou de saco cheio de você.  Você é louco, você é agressivo, inconsequente, meio psicótico... Eu quero poder falar com as pessoas normalmente, Jungkook! Os garotos tem medo de falar comigo, por sua causa! Isso é desconfortável pra mim! Porque não me leve a mal, mas você é meio louco! — Fui sincera. — Eu nem sei porque eu continuei com isso por dois anos e meio... Nem sei como eu consegui, você... Você é insuportável. – disse, friamente, enquanto via seu rosto ficar vermelho de ódio.

Não demorou nem dois segundos, quando eu me dei conta ele estava sentado em cima de mim e quando eu fui tentar me defender com as minhas mãos, as suas agarraram meus pulsos sobre o colchão, me imobilizando.

– Você meça suas palavras quando for dirigir a palavra à mim, garota. – Seu tom de voz era assustador, por instinto arregalei os olhos quando uma de suas mãos soltaram meus pulsos e seguraram meu pescoço, antes de começar a apertar, me sufocando. Aquele é o meu fim. – Você não quer estragar esse rostinho de princesa, quer? Então, entende uma coisa, eu dediquei os últimos dois anos da minha vida à você e não vou deixar que jogue tudo fora por causa de uma briguinha! Foi você que me queria, você conseguiu. Agora você é minha namorada até EU dizer que não é, entendeu bem? — perguntou e eu não conseguia mais respirar.

— Me larga, seu imbecil! — disse, falhadamente, por estar sem ar. Soquei seu ombro, mas nem assim ele me largou. — Você não me serve mais pra na...– Antes de eu terminar senti uma dor em meu rosto. Ele tinha acabado de me dar um tapa no rosto e doeu, doeu mesmo. Meus olhos lacrimejaram no mesmo instante. – Você é doente! – gritei, com a voz embargada de choro e ele apenas riu.

Que pesadelo é esse? 

— Por que quer insistir com essa palhaçada? Perdeu a graça há muito tempo. Não quero mais! Vá se tratar! Eu não quero mais fingir que te amo, porque na verdade eu não te suporto! Você só tem beleza externa porque por dentro você é vazio. Você me bateu, você é louco! — Comecei a chorar.

— E quem é você pra falar alguma coisa de mim? Você é igual a mim, meu amor. Você não percebeu isso ainda?

— Eu não sou... Não sou. Outra coisa, não me chama de "meu amor", toda vez que você fala isso me dá náusea. — eu disse, antes de levar outro tapa que fora desferido em meu rosto, forte o suficiente pra arder.

Em seguida, levantou-se saindo de cima de mim, pegou meus cabelos com força e me puxou pra dentro do banheiro e ainda segurando meus cabelos me obrigou a ter que me enxergar no espelho. Eu já estava vermelha e chorando. A marca de seus dedos estavam cravados na lateral dolorida do meu rosto.

– Você ainda não é igual à mim, Megan? – perguntou, me olhando pelo reflexo do espelho do banheiro, ao mesmo tempo que segurava meus cabelos. – Olha essa maquiagem, essa roupa, esse cabelo... Você ainda acha que não se tornou uma patricinha fútil e babaca? 

– A culpa é sua! — gritei.

– Minha? – Riu. – Você é uma vadia e a culpa é minha? Vai querer se isentar agora?

– Eu não sei onde eu estava com a cabeça de querer namorar um psicopata que nem você! Você é doente. Por que você não segue em frente, hein? Arruma outra e me erra um pouco! Que saco.

– Porque eu te amo, Megan – disse ele, com uma voz de deboche, me olhando pelo espelho e começou a rir.

– Problema é seu. Acabou, entendeu? Eu. Não. Quero. Mais. Você. Compreendeu o que eu falei? — perguntei e ele puxou ainda mais forte meus cabelos. — Você quer me machucar? Me machuque, mas eu vou continuar não querendo você.

– Eu vou ser o mais claro possível, Megan. Isso só vai acabar quando eu disser que acabou. Termina comigo que eu conto pro seu papai, as maldades que a princesinha dele faz naquele colégio – Me ameaçou, sussurrando no meu ouvido — Eu vou querer só ver! — Riu. — Imagina a princesinha do Sr. Kim em um colégio interno! — Caiu na risada. — Imagine se ele soubesse que você usa drogas em festas por aí? Imagina, Megan, você internada em uma clínica de reabilitação como se fosse uma viciada. Imagina, Megan! Você entre um monte de loucos viciados e ser tratada como se fosse uma... — Começou a rir e eu a me apavorar, só de imaginar.

– Você não faria isso.– Eu disse, já apavorada. Mas eu não sabia do que Jungkook realmente era capaz, na verdade ninguém sabe.

– Quer pagar pra ver?! Você não conhece meus limites, Megan. – Jungkook disse, ameaçador, me fitando pelo reflexo do espelho. — Imagine se ele soubesse que você é uma viciada.

— Eu não sou viciada. Você sabe que eu não sou viciada.

— Eu sei, mas será que seu pai vai acreditar nisso? — Riu e eu me encontrei sem saída.

— Por favor, Jungkook, não faça isso. — implorei, já aos prantos e com minha maquiagem toda borrada.

– Então, vamos fingir que essa conversa nunca aconteceu. – disse ele, segurou meu maxilar com uma mão e virou meu rosto em sua direção, enquanto sua outra mão estava em meus cabelos. Fui obrigada a olhar pra ele. – Não pague mais de vadia louca, não quero ter que arrebentar seu rostinho tão lindo. O rosto mais lindo que eu já vi, seria muita idiotice estragá-lo. Aliás... – Segurou meus ombros e me virou de frente pra sí, fazendo-me ficar entre a bancada da pia do banheiro e seu corpo.

– Tem uma coisa que você está me devendo... – Franzi o cenho, fitando-o confusa. – Sua virgindade, princesa.

Se eu já estava apavorada antes só de imaginar meu pai descobrindo que eu já usei droga alguma vez na vida, agora eu estava em uma crise severa de pânico. Só de pensar na palavra "sexo", eu já entrava em surto imediatamente. Crises de medo e pavor se apoderam de mim quando eu penso nisso e o motivo desse pânico é algo relacionado à minha infância.

Flashes da minha infância invadiam minha cabeça toda vez que eu entrava nesse assunto porque nessa fase, eu fui molestada pelo meu próprio pai biológico. Eu não lembro de muita coisa, mas eu sabia que eu já fui abusada.

Mas nunca contei pra ninguém. Literalmente ninguém.

Eu tenho traumas e simplesmente não consigo me entregar sexualmente pra absolutamente ninguém, eu tenho traumas, simplesmente não consigo. Eu simplesmente entro em pânico só de pensar.

Foi isso que aconteceu. Eu entrei em pânico intenso. Parecia uma crise de ansiedade.

Eu não conseguia respirar, puxava rajadas de ar pela boca, mas de nada adiantava. Era uma agonia profunda e de dentro de mim tão forte que bloqueava meu fôlego.

Ele já havia tentado inúmeras vezes ir pra cama comigo, mas eu sempre me safava com a desculpa da virgindade e quando ele insistia, eu ficava exatamente como eu estou agora, com crise de ansiedade.

— Toda vez que entra nesse assunto você fica assim. — disse ele e eu tentei respirar fundo e seguir todas as regrinhas pra tentar reverter essa crise de ansiedade. Respirei devagar, comecei a pensar em outras coisas até que a minha respiração voltasse ao normal.

— E-eu não quero, Jungkook. Eu não quero. Por favor, não faz isso comigo. — Solucei e ele começou a rir.

— Ei! — Segurou meu rosto e me obrigou a encará-lo. — Você vai gostar, eu prometo. Eu vou ser legal. Você não vai se arrepender. — Sorriu e eu balancei minha cabeça negativamente, nitidamente apavorada.

— Você não entende! — Comecei a chorar de novo.

— Cara, você é muito estranha, Megan.

– Você não  pode fazer isso comigo, Jungkook! Eu... Eu finjo ser sua namorada feliz e contente, mas por favor não faça isso comigo, eu imploro.

– É óbvio que eu não irei fazer isso com você sem seu consentimento. Eu posso até ser um pouco difícil, mas também não sou um monstro! Mas é verdade, você realmente é bem estranha. – Riu novamente – Eu vou pra casa. – Ele disse.

Jungkook saiu do banheiro acompanhado por mim, fui até a porta do quarto e abri para que ele finalmente saísse, mas antes ele me beijou enquanto segurava forte meu braço com possessividade, pra mostrar que eu era uma propriedade dele, em seguida ele saiu e eu fechei a porta. Desmoronei no chão do meu quarto e comecei a chorar desesperadamente, chorei até a respiração me faltar.

Eu estou presa ao infeliz destino que me obriga a ficar ao lado de Jungkook.

Na minha concepção de tempo, fiquei horas alí até regular minha respiração e tentar me acalmar. Me levantei, fui até a penteadeira, prendi meus cabelos e retirei toda a maquiagem que estava borrada. Em seguida, sai do quarto para almoçar sozinha, já que meus pais estavam trabalhando, pra variar.

Não que eu estivesse reclamando, eu entendo que eles devem trabalhar pra sustentar essa casa enorme, manter os meus luxos e etc, mas eles trabalham muito. Eles podiam sim dar uma maneirada pra ficar comigo.

Enquanto eu estava almoçando, ouvi a porta de entrada da sala abrir, era meu pai, o som dos passos lhe entregava. Meu pai tinha um som de andar que era só dele.

Abri um sorriso enorme no meu rosto ao saber que ele saiu de seu serviço mais cedo só pra passar o dia comigo. Levantei-me da cadeira e fui correndo até a sala dando de cara com ele

– Pai! – Gritei de felicidade e corri pra abraçá-lo – Voltou mais cedo do trabalho? — Sorri.

– Não estava no trabalho, eu estava no seu colégio. – disse ele, sério, e meu coração quase parou nesse momento.

– N-no meu colégio? – gaguejei.

– A gente precisa conversar muito sério, mocinha. – Ele disse e com seus dedos apertou meu nariz, como se eu fosse uma criança.

Sentou-se no sofá e eu me sentei ao seu lado, lhe dando toda minha atenção no que ele queria dizer.

– Suas notas estão horríveis e o pior em todas as matérias de exatas: matemática, física e química. Filha, você está muito ruim em exatas. Como você é a minha herdeira, eu quero que você comande o meu lugar quando eu não estiver mais aqui. Você precisa urgentemente entender essas matérias, os erros que você comete nessas matérias são absurdos. Eu não estou criando uma filha pra ser burra na vida, ou estou?

– Não sei, pai. — Fui sincera. — Eu não entendo nada, eu tento entender, mas eu não entendo. Eu desisti até de prestar atenção porque eu não entendo nada.

– Eu vou contratar um professor particular pra você. Está decidido.

Arregalei os olhos. Eu realmente não queria estudar mais do que eu já estudo naquele colégio. Eu já tenho que estudar no colégio, agora em casa também? 

– Não precisa! Eu vou me esforçar mais – Sorri. – Não tem necessidade.

– Tem necessidade sim. Já está decidido, Megan. Cronograma um tempo para os seus estudos, duas horas por dia estuda matemática, depois física e depois química. Agora sim papai vai trabalhar, até. – Me deu um beijo na testa e se levantou.

– Mas você acabou de chegar!

– Eu estava no seu colégio e não no trabalho, meu amor. Alguém precisa trazer dinheiro pra essa casa. Até mais – Ele disse e saiu. Me deixando sozinha naquela casa enorme. Voltei a almoçar e depois descansei um pouco.

[...]

Despois de descansada, não parava de pensar em como me livrar de Jungkook. Eu só consigo pensar melhor na água, eu preciso nadar um pouco para ver se eu relaxo mais. Se eu ficasse aqui sozinha, eu surtaria.

Sai de casa do jeito que eu estava mesmo, fui até um riacho que tinha após uma trilha perto da minha casa que ninguém frequenta, só eu sei desse lugar, ninguém nunca vem aqui.

Me despi de todas as peças de todas as roupas que eu estava vestida e pulei nua na água. Não tem sensação melhor do que nadar nessa água pelada, não é a mesma coisa que nadar de biquíni. Como eu já conhecia esse lugar há um tempo, eu sabia que não tinha perigo. 

Narrado por Jimin

Estava caminhando sem rumo pela trilha que alguns amigos me falaram que dava acesso à cachoeira das pedras, enquanto falava com minha mãe por telefone.

— Você entra nessa trilha e vai reto. A água é cristalina, azul e pura, Jimin! Ninguém frequenta porque poucos conhecem. Pode ir, vale a pena.

— Tá, ninguém conhece? Você tem certeza?

— Absoluta.

Continuamos falando por telefone sobre como eu estou me virando sozinho aqui em Seul, eu lhe disse que estava indo bem, até que – surpreendentemente – eu estava indo bem mesmo, melhor do que eu imaginava.

A conversa estava boa, até a ligação cair por causa do sinal. Tentei fazer de tudo pra achar o sinal, até subir em árvore, eu subi. Me sentei tronco da árvore, mas nem assim o sinal voltou, simplesmente sumiu! 

No fim, acabei desistindo e pronto pra descer daquela árvore e ir embora. Já tinha desistido de achar essa cachoeira e minha mãe seria a minha GPS, mas como a ligação caiu, eu desisti de procurá-la.

Mas foi então que do alto eu pude enxergá-la de longe, vi alguém nadando na água, com a distância não consegui identificar quem era, mas a minha curiosidade foi maior ao ponto de fazer eu descer dalí, só para espiar atrás de uma árvore.

E minha mãe dizendo que ninguém conhecia esse lugar.

Segui em rumo à cachoeira e quando finalizei a trilha, fiquei atrás de uma árvore só pra espiar quem era, mas foi aí que eu me arrependi de ter vindo.

Eu fiquei simplesmente chocado. O destino é muito clichê ou é muito doido. Como uma pessoa como a Megan veio parar pelada nessa água?

Eu não cheguei a ver ela nua ainda já que ela estava nadando, mas eu vi suas roupas na beirada da cachoeira, então supus que ela estava pelada.

Ela nadava contentíssima, parecia uma criança na água, parecia um peixinho, lembrando que piranha também é peixe.

Quando eu notei que, depois de ter se divertido muito, ela iria subir pra sair da água, eu resolvi olhar pra qualquer canto que não fosse em sua direção. 

Não vou mentir, não sou santo, minha curiosidade de olhar pra lá era enorme, mas me contive. Contive minha curiosidade no fundo da minha alma, mas não olhei por uma questão ética e quando, por acidente, eu acabei olhando em sua direção, ela estava de costas.

Ela é, como dizem, um pedaço de mau caminho. Eu não acredito que eu acabei de pensar isso.

O sol refletia exatamente nela, fazendo seu corpo brilhar, enquanto secava seus cabelos com as mãos, tentando tirar o excesso de água.

E as costas dela, sem nenhuma cobertura, nada. Ela se vestiu com suas roupas íntimas de costas pra onde eu estava, e então ela se virou, de sutiã e calcinha.

Eu estava dividido entre o horror e também um pouco de admiração. Ela colocou seu short e sua camisa amarela.

Suspirei, nervoso, e me escondi melhor atrás daquela árvore

Eu sabia que, no fundo, eu deveria ter ido embora. Droga.

Megan ficou um tempo parada e depois foi em direção à algum canto e sumiu, simplesmente sumiu, desapareceu e eu fiquei atrás da árvore procurando por onde ela foi. Como ela pode sumir assim?

– Gostou do que viu, Park Jimin?

Meus olhos se arregalaram quando eu escutei sua voz atrás de mim, um arrepio me percorreu a espinha e eu estava receoso de me virar e olhar pra ela. Meu coração quase saiu pela boca e eu sabia que eu deveria ter ido embora, mas já que ela já me viu, resolvi enfrentar de cara.

— Tá com medo de olhar pra minha cara?! — perguntou ela. — Vira!

Tomei coragem, respirei fundo, muito fundo e me virei devagar e dei de cara com Megan, me encarando, vermelha, mas não era de vergonha, era de raiva. Talvez, raiva misturado com vergonha.

Não sei se ela estava com vergonha, mas eu estava. Eu sabia que eu deveria ter ido embora, mas algo me prendeu aqui.

Ficamos em um silêncio constrangedor, só olhando um pro outro. Foi mais forte que eu e meus olhos percorreram por ela inteira, de cima à baixo, e quando eu fiz isso, fiquei mais constrangido ainda.

— Responda minha pergunta! Gostou do que viu, seu tarado?

Essa garota me deixou sem palavras. Mas mesmo assim, eu disse, respondendo-lhe sem filtro algum, completamente sincero.

— Olha, eu gostei sim, foi uma bela visão.

Sem filtro nenhum, eu lhe respondi e logo me arrependi. Embora eu tenha gostado sim do que eu vi, eu queria que o chão se abrisse e me engolisse. Seus olhos se estreitaram, me encarando.

Ela respirou fundo.

— Quer saber? Dane-se você. Estou nem aí pra você. — disse ela, me dando as costas e iria sair.

Pense rápido!

O que eu diria agora para que ela não fosse embora. Eu queria mesmo que ela fosse embora desse jeito? Provavelmente não.

— Ei, a propósito, bela bunda.

As palavras simplesmente escaparam da minha boca. 

"Bela bunda", sério? Eu disse isso mesmo?

Me martirizei mentalmente quando eu disse aquilo e falhei quando tentei dizer algo melhor. Ela se virou pra mim novamente, com um olhar mortal.

Eu consegui irritá-la.

— Ah, é?! E você tem uma bela... Bela... Sei lá. Podemos voltar a falar disso quando eu olhar melhor. E, sabe o que mais? Deixa pra lá.

Apoiei no tronco da árvore, enquanto olhava pra ela, eu queria rir de nervoso ao mesmo tempo que queria que o chão se abrisse e me engolisse. 


Notas Finais


Comentem o que acharam das cenas e novamente digo que NÃO PRECISA FALAR "CONTINUA", eu vou continuar. A única coisa que eu quero saber é o que vcs acharam do capítulo. Beijos e até o próximo! ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...