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História Garota popular - Capítulo 3


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Notas do Autor


Opaan, Iae?

Demorei mais voltei!!!!!!

Capítulo 3 - Três; A velha fofoqueira - Garota Popular


POV'S AUTORA

Se Diane se olhasse mais uma vez naquele espelho, certeza que ele ganharia vida e sairia dali a passos pesados e resmungando; mas Diane queria ter certeza que estava mas que presentable, que estaria perfecto. O vestido de cetim caiu como uma luva, ia até a metade das coxas; possuia em suas costas uma leve abertura que era trançada com fios finos, as alças finas demonstravam elegância, a linda peça era laranja e as botas que trajava pretas. Se sentou com Cuidado na cadeira de sua penteadeira e se encarou no espelho outra vez, as madeixas castanhas caíam como cascatas sobre suas costas em forma de cachos.

Não chovia nem garoava no dia em que Houser resolveu levar o sogro, a cunhada e a namorada para conhecer sua avó; mas o céu mostrava-se num tom esbranquiçado já puxado para o crepúsculo, e o clima, extremamente frio e desagradável a quem resolvese usar roupas de alças, Diane estava odiando aquilo - não apenas o fato de ter que ir em um jantar com uma senhora de personalidade duvidosa, mas também o fato que daqui a algumas horas seria segunda-feira novamente e seu "novo amigo" não havia falando com ela - mas o clima havia se tornado um pretexto para reclamar de tudo. Era fato que onde Diane vivia as noites eram frias por causa da maresia, mas ela estava chateada de mais para relembrar o clima das noites de sua cidade natal

O 'Tim-Dom' da campainha quebrou os pensamentos nada saudáveis de Diane

- DIANEEE ATENDE A PORTA AII - o som irritante invadia a emcomodava os tímpanos de Diane

- chica aburrida -menina chata- -resmungou abrindo a porta do quarto e descendo um lance de degraus até a porta de entrada, a destrancou e deu espaço para Hauser entrar

_Quebra de tempo_

O plano da noite era levar a família Villa'Nuvea para conhecer a senhora Abgail, mulher miúda na casa dos sessenta e uma fofoqueira nata. E o plano da noite segui como planejado, tudo ocorria bem durante o jantar, a senhora Abgail ressaltando a cada brecha que podia o quanto o neto dela era extremamente perfeito e ideal para Matrona e para manter a reputação perfeita dos Villa'Nuvea

POV'S Diane

- essa semana tem sido empolgante para sua vida, não é, Diane - foi a sua observação Inicial. Olha aí para o meu pai em busca de um socorro mas ele também Deu a impressão de ter ficado - igual a mim - relativamente confuso. As sobrancelhas da idosa arquearam cirurgicamente e ela entregou a cabeça para o lado, como se Naquela Mesa apenas eu e ela soubesse do que estava sendo discutido - Conhecendo novos ares, novas pessoas...

Comentou ela, um tom de voz cheio de insinuações

- está insinuando alguma coisa Abgail? - fingi demência

- Não... - suspirou - mas é aquele ditado

" me diga com quem tu andas que eu te direi quem és" - Eu sabia que aquela velha tinha me visto entrar e sair da casa de King, em que como nos filhos dela não alavancaram seu sobrenome ela colocou a responsabilidade no neta, sei o quanto é importante para ela que o seu neto preferido e minha irmã tenha um relacionamento aberto ao público e sei que ela detestaria o fato de ter o seu futuro sobrenome sujo e E se fosse para manter o seu futuro sobrenome limpo ela meteria o nariz onde nunca foi chamada

- então, o quê... - fiz menção de indagar, mas ela me interrompeu

- acho mesmo que vocês não ouviram falar sobre os Foyer's... - anunciou, não tomo de surpresa artificial aguçado; aquela altura sobrancelhas estavam arqueadas que a qualquer momento poderiam se fundir com a cabeleira branca

Como eu disse: meteu o nariz onde não foi chamada

-bueno, podría haberme quedado en casa - bem, eu poderia ter ficado em casa - murmurei baixo, mas audível o suficiente para a velha escutar. No mesmo instante ela lançou um olhar condenatório para mim

- o que tem os Foyer's? - perguntou meu pai bebericando o vinho

- onde tem fumaça tem fogo... não é?...- comentou ela

- Algo pegou fogo? - perguntou Hauser

- Não, queridinho - respondeu, lançando um olhar comovente - Sabe, - fez uma longa pausa - isso já era esperado daqueles adolescentes irresponsáveis

- Adolescentes irresponsáveis? - repetiu ele, pensativo.

- claro, o namorado da sobrinha do Sr.Foyer e o próprio sobrinho dele

Meu pai continuou a pensar no assunto e, então, desistiu

- Senhora Abgail, o que está tentando nos dizer?

A velha aparenta ter ficado meio atendida.

- Contar sobre o garoto Harlequin e o garoto Ban, obviamente.

- o que tem eles? - quis meu pai, com impaciência

- Bom, ele foi preso - respondeu ela, com satisfação. - ontem de manhã, as seis

- eles os prenderam?

A velha fez um biquinho, em paciente. Estava farta de ver meu pai repetindo tudo o que dizia e queria ir direto ao assunto

- isso mesmo, foram ontem de manhã e os levaram numa viatura. - ele ficou uma das mãos e estudou as unhas impecavelmente feitas, com a frieza de um perito no julgamento de homicídio

- e foi... a senhora que viu? - Perguntou meu pai com interesse

Ela hesitou por um momento

- A senhora viu? - perguntei a encarando. A velha lançou-me um olhar que, Teoricamente, teria dado toda comida. Pelo que parecia ela deve estava quando trechos de suas fofocas eram questionados

- Guilthunder viu quando eles foram levados na viatura da polícia - ela pegou um copo com suco de laranja e colocou dois Torrões de açúcar. Após tomar um gole com cuidado, acrescentou: - não foi uma surpresa para os que vivem neste bairro há tanto tempo quanto eu

Revirei meus olhos e meu pai viu o meu visível desconforto

- Diane minha querida você deveria tomar um pouco de ar lá fora... - pediu acariciando minha mão

- tudo bem pai - suspirei e me retirei da sala, desci as escadas da varanda e me deparei com a rua asfaltada vazia. Ainda não era noite mas também já havia deixado de ser dia

- perdida? - uma voz familiar me perguntou

- soube que foi preso- o encarei - foi verdade?

- Infelizmente sim mas quanto tudo para você amanhã... Eu quero te levar num lugar, você vem? - o encarei por um momento. Esse garoto é realmente estranho

- E para onde vamos? - perguntei

- para lá - apontou para o Alto da Colina no final da rua e experimentos olhos consegui ver o resto de um castelo que um dia aquilo foi

- vamos... 

_Quebra de tempo_ 

Enquanto avançávamos devagar pela trilha de acesso ao antigo Castelo, tentei fazer mais perguntas sobre sua experiência traumática com os "populares", só que ele não estava disposto a falar.

- Eu não estou te metendo em encrenca com sua irmã não né? - perguntei, enquanto saímos a trilha entrávamos no terreiro em regular que, no passado, foram Castelo. Pisar vamos uma camada de folhas secas e acumuladas do Outono anterior; Além disso, esquilos surgiam por todas as partes me assustando

- Não. Vamos subir até a torre. - Subimos com dificuldade pelo declive acentuado até à beira das ruínas a torre. King Contorno a lateral da construção e se agachou para passar pelo pequeno buraco na estrutura. O segui com dificuldade por causa das botas com salto

- Você não está vestida adequadamente para andar por aqui não é?

- Não... - sorri sem graça e me posicionei ao seu lado, por algum tempo, ficamos ali parados em silêncio, observando o céu e todo o seu esplendor

- vem, por aqui - disse ele, apontando. Então, começou a caminhar. Fui atrás dele, caminhando lenta e cautelosamente pelas pedras quebradas

Olhando em volta, ficava difícil imaginar como era o castelo quando sua construção ainda permanecia intacta. Tudo aquilo não passava de resquícios destroçados de paredes e torres, tão gastas que se situavam ao nível da terra, e as pedras que antes formavam os muros reluziam um musgo verde chamativo

Era o próprio retrato do fim de uma era, um ocorrido de muito tempo ponto final não se conseguia nem imaginar que o castelo tava embaixo do nossos pés já foi habitado ponto final até mesmo dos Fantasmas que moravam lá devia ter se desgastado, transformando em nada, depois de dez séculos

Chegamos ao mais alto da torre - que nos levava para um campo repleto de flores - e paramos

- é aqui, em algum lugar - comentou King, olhando ao redor. Andamos pelo solo coberto de folhas. Olhei de canto de olho para o meu mais novo amigo - e se tudo desse certo, meu namorado - Eu o encarava na esperança de descobrir por seu olhar o que diabos estávamos fazendo ali

Ele caminhava com cuidado pela vegetação rasteira, e eu seguia, estranhamente curiosa. Então ele parou. Mas eu que estava pensado a data de nosso casamento - eram imagens tão agradáveis - estava tão de boas, por sinal, que, quando de repente esbarrei em suas costas

- Veja.

Olhei e, a princípio, não tive certeza do que vim. A névoa era densa e impedia-me de ter uma visão ampla do local, consegui apenas ver restos de Pedras como todas as outras espalhadas naquela área ponto final mais ali aquelas ruínas adquiriam uma forma, me dei conta de que observavam uma mesa. Uma mesa perfeito de pedras, feita com cuidado precisão

- Senta aqui - ele bateu sua mão algumas vezes contra a pedra acinzentada, fui de encontro a ele e me sentei ao seu lado. Ele tirava algo do bolso do moletom, eram cigarros? A imagem de um King nerd saia como fumaça da minha mente, e agora a única imagem que eu tinha dele era de um BadBoy gostoso 'pra caralho - Não é maconha. Mas te deixa drogado

Me ofereceu um enquanto tragava a fumaça do seu. Eu assenti, pequei o isqueiro de suas mãos e acendi. Aquilo tinha um gosto mentolado e um fundo frutoso

- ¡Maldita sea, esto es realmente bueno!  - porra isso é realmente bom!- o encarei perplexa ele riu

- achei que você ia jogar isso lá em baixo, e começar a me xingar - apontou pra o penhasco a nossa frente - achei que você era apenas uma patricinha , cheia de si, impiedosa, briguenta e extremamente gostosa, que so estava tentando ser minha amiga por causa de sua mau nota em geometria, que no final de tudo ia ajudar os seus "amigos" a me afogar na privada

Eu o encarei por alguns instantes

- eles fazem isso com você? E você me acha gostosa? - questionei

- Sim eles fazem, não apenas isso. E sim! Eu acho você gostosa - riu e expulsou a fumaça de entre seus lábios e eu fiz o mesmo

- Eu sou assim - ele me olhou confuso - sou uma patricinha, cheia de mim, impiedosa e briguenta - Então ele me encarou profundamente - Mas não é com todo mundo

Me levantei a sentei em seu colo Audaciosa eu

- Não queria passar uma má impressão pra você... - ele jogou o cigarro fora e acariciou meu rosto um pouco risonho

- algum motivo em específico? - joguei meu cigarro também, não sei o que diabos tinha nesse 'bagui, mas que está fazendo efeito está

- Sí muchos...- sim muitos... - Não me contive então o beijei, sua boca parecia tão convidativa... senti o gosto mentolado de sua boca, nossas línguas dançavam juntas, eu explorava cada canto de sua boca; enterrei minhas mãos nos seus cabelos alaranjados e o mesmo agarrava minha cintura me trazendo para mais perto, mas no fim tivemos que nos separar pela falta de ar

Mas permanecemos com poucos centímetros de distância, apenas escutando a respiração um do outro

- Diane... e se alguém estiver olhando... isso pode te encrencar

- Foda-se Harlequin - e voltei a o beijar

Mas quem diria que realmente havia alguém nos observando...


Notas Finais


Aiaiai essa Diane


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