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História Garotas - Capítulo 9


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Notas do Autor


Sumi, né? (^_^メ)
Prometo que vou me esforçar um pouco mais e postar caps bons e com mais frequência!!
Boa leitura^^

Capítulo 9 - Sério?


Quando acordei no sábado de manhã, uma dor de cabeça me incomodava. Fiquei olhando para o teto durante um tempo, tentando lembrar de tudo da noite anterior. Sorri. A noite passada tinha sido mágica – eu revelara minha paixão pela garota mais linda e incrível de todas.

Muitos podem achar que eu era a mais idiota das garotas, mas eu estava feliz. Não era aquele agarra e depois esquece, era algo especial para mim. Era algo que eu estava cultivando na esperança de que meus sentimentos se tornassem um jardim lindo.

Depois de tomar banho demorado desci para tomar café. Minha mãe conversava com alguém no telefone, enquanto fazia panquecas. Dei-lhe um beijo estalado na bochecha e depois enchi uma xícara com café.

– Ok, nós podemos rever isso. Bom final de semana! – Disse antes de pendurar o telefone. Olhou para mim e disse: – Você está radiante, querida! O que houve?

– Uma coisa muito boa! – Respondi.

– Wow! Quer compartilhar? – Disse me encorajando com um sorriso.

– Ah… que tal depois? Acho que estou com vergonha. – Disse me encolhendo. Não era mentira, ainda não sabia com que cara iria enviar Laura.

– Vou cobrar! – Disse, mas não tocou novamente no assunto. Depois de ajudar minha mãe a limpar a cozinha, subi a procura do meu celular. Meu coração deu uma cambalhota quando li a primeira mensagem.

Laura

Bom dia, nerd!

Dormiu bem?

Eu

Bom dia!

Dormi muito bem

Obrigada!


Laura♡

Que bom, nerd!

Queria saber de um coisa

Eu

O quê?

Laura♡

Está livre hoje?

Se estiver

Podemos ir ao cinema juntas?

Só eu e você?

Eu

Claro que sim!

Só me diz a hora!


Laura♡

Às 18:00h te pego

Até mais, nerd!

Eu

Até!


Antes das 18:00, resolvi tomar um bom banho. Vesti uma camisa grande do Marylin Mansosn, short preto curto, meia arrastão e uma bota. Fiz careta quando olhei minha aparência no espelho e passei um pouco de maquiagem. Desci para a sala para assistir enquanto esperava. Devo confessar que fiquei nervosa quando o relógio bateu 18:05h e ela não estava lá. Tolice, é claro. O que são 5 minutinhos?

Para cessar minha batidas de pé, o celular vibrou. Era ela.

Laura♡

Estou aqui fora

Com um salto levantei do sofá e corri para a porta. Abri um largo sorriso quando a vi. Estava usando um vestido solto vermelho, sandálias de amarrar e um coque frouxo. Não combinavamos nem um pouco, nosso estilo era totalmente diferente, mas eu a via como um deusa. Ri da minha própria reflexão e fui até onde estava encostada no carro.

– E aí, nerd? – Disse erguendo as sobrancelhas.

– Oi! – Respondi chegando mais perto. Ela me puxou para um abraço e deu um beijo perto dos meus lábios. Quando me soltou, riu – provavelmente de mim. Minhas bochechas estavam quentes e meu coração acelerado, mas eu também ria.

– Então, vamos? – Disse abrindo a porta do carro. Segurei o riso. Entrei e ela logo depois.

– Que filme vamos assistir? – Perguntei curiosa.

Como Eu Era Antes de Você.– Disse franzindo o cenho. – Mas nós vamos em uma lanchonete que sempre vou antes. Serve o melhor vaca preta de todos! Você tem que experimentar! E depois vamos ao cinema! – Completou.

– Certo. – Respondi alegre.

***

– Oi, Laura! – Disse o rapaz de olhos verdes parado em frente a mesa.

– Ronald! Essa é Susan! – Laura disse me puxando. Abri um meio sorriso para ele que desviou o olhar de Laura para mim. Deu um breve sorriso antes de se voltar novamente para Laura.

– O que andou fazendo? Faz um tempo que não a vejo. – Disse casualmente. Ela inclinou a cabeça para o lado de maneira charmosa e respondeu:

– Estive ocupada. – Ele acenou com a cabeça compreendendo.

– Certo! O mesmo de sempre? – Perguntou pegando a caneta em punho para anotar o pedido.

– Sim! – Ela respondeu com um sorriso. Então disse para mim: – Que experimentar a tal vaca preta de que falei?

– Quero sim! – Respondi. O rapaz anotou o pedido e sumiu atrás do balcão.

– Você gosta de vaca preta? Como é o seu preferido? Gosta com chocolate ou morango? – Perguntou Laura.

– Na verdade, nunca experimentei. – Confessei. Ela fez uma expressão estranha.

– Nunca? – Tornou a perguntar como se não tivesse certeza. Fiz que não com a cabeça. – Então isso é bom! Vai experimentar a melhor logo de primeira! Mas não tome rápido demais.

– Se você diz. – Dei de ombros. Ela riu com os lábios cerrados e se recostou na cadeira, me observando. Desviei o olhar, nervosa. Agora podia imaginar no que estava pensando. Estendi a mão para pegar o guardanapo na tentativa de fazer algo que me deixasse calma. Ela pegou minha mão antes que a retirasse e se inclinou na mesa. O cheiro doce penetrou em meu nariz e ela me olhava com olhos inquisidores. Abriu a boca para dizer algo bem no momento em Ronald voltou.

– Meninas! Seus pedidos! – Anunciou e nos endireitamos. Depositou duas taças com sorvete na mesa e depois adicionou Coca Cola, que fez a mistura subir. Por fim, colocou um canudo em cada e disse: – Prontinho.

Felizmente, Laura tinha mudado sua expressão. Puxou a mistura e sugou avidamente. Fiz o mesmo, sugando rápido e me arrependi.

– Ah, então era isso! – Disse depois de soltar um gemido involuntário. Esfregando a cabeça olhei para Laura que ria de mim. – Você foi má! – Acusei rindo em seguida.

– Eu avisei! – Ela disse rindo ainda mais. – Tome devagar, nerd! Vai ver que é bom.

Obedeci. O gosto era realmente bom. Nunca pensei em experimentar, pois sempre optava por coisas sabores que já conhecia.

– Não é ótimo? – Perguntou.

– Sim, realmente gostoso. – Respondi parando para tomar fôlego. – Hum. Laura?

– Sim? – Disse.

– Eu queria conversar com você… sobre, sobre ontem. – Declarei olhando para a porta. Você sempre vai olhar para portas e janelas porque são meios de fugir de um embaraço.

– Claro, eu também. – Replicou colocando o recipiente quase vazio de lado. – Eu queria fazer isso ontem mesmo, mas achei melhor esperar até que ficasse sóbria. Podemos fazer isso depois do cinema.

Assenti, sugando o canudinho, bebendo o resto da bebida. Deixamos o dinheiro da conta sobre a mesa e saímos. Ao chegarmos no cinema, uma pequena fila já estava formada.

– Que bom que chegamos cedo! – Disse Laura depois de pegar dois bilhetes.

– Você vai indo, certo? Vou comprar pipoca e refrigerante. – Ela assentiu com um sorriso e foi para a sala. Peguei um tamanho família de pipoca e duas latas de refrigerante.

Quando entrei na sala, as luzes ainda estavam acesas. O que foi sorte, já que provavelmente iria cair no escuro e derrubar tudo. Vasculhei o lugar com os olhos até ver Laura acenando para mim em um canto.

– Não sabia se você toma normal ou diet, então trouxe o normal. – Disse entregando a latinha de Coca Cola a ela.

– Obrigada. – Disse. Abriu a latinha e tomou um gole. – Hum, tem problema de ficarmos aqui?

– Não, nenhum problema. – Falei abrindo a minha latinha. No mesmo instante, as luzes se apagaram e as conversas cessaram. O telão se iluminou, dando início ao filme.

Enquanto comia pipoca, desviei o olhar do filme e vi um casal perto. Estavam abraçados, não estavam fazendo nada mais do que isso, mas me peguei com inveja. Aquilo era tão carinhoso. Bufando me endireitei na cadeira.

– Que houve? – Sussurrou Laura.

– Nada. – Sussurrei de volta. Ela franziu o cenho. Certamente percebeu o que estava acontecendo.

– Está com inveja do casal! – Disse baixo rindo silenciosamente. – Nerd, eu não sou seu par agora? – Abri a boca para responder algo, mas me detive.

Voltei minha atenção para o filme. Laura passou um de seus braços em meus ombros, me puxou para perto e sussurrou no meu ouvido:

– Se está se sentindo solitária, eu posso te fazer companhia, nerd. – Disse. Naturalmente, senti um arrepio subir por minhas costas. Ouvi uma risadinha baixa, e não pude deixar de notar como aquela garota tinha a capacidade de me arrebatar com facilidade.

– Não sei o que está esperando. – Retruquei sem saber se ouviria. Colocou uma das mãos em minha coxa e apertou, fazendo meu sangue ferver.

– É só dizer que quer. – Disse sem desviar olhos do filme, mas notei seu sorriso malicioso.

Finalmente, depois de ponderar mil vezes se rebatia o comentário de Laura com um beijoou algo parecido, as luzes se acenderam. Pisquei os olhos me ajustar ao ambiente. Frustrada por ser tão lenta, levantei, seguindo o curvilíneo vulto a minha frente.

Saindo da sala, Laura pegou minha mão.

– Não quero perder você. – Disse com um sorriso quando olhei. Fiquei feliz e simplesmente segui o fluxo.

O sol já tinha de posto e o céu estava escuro. Me arrepiei com o frio depois que a massa de pessoas se dispersou.  

– Vamos para casa? – Perguntei quando entramos no carro. Ela assentiu com a cabeça, me lançando um sorriso antes de ligar o carro. – Certo.

Conversamos animadamente na volta para casa, mas isso não me tirava do pânico de conversar com Laura. Sob o efeito da bebida não tinha problema, mas sóbria?Já estava me preparando para me tornar um bolinho em combustão.

– No que você tá pensando? – Disse ela quando saímos de um sinal vermelho. Eu a tinha advertido que era super importante usar o cinto de segurança e ela o colocou.

– Nada demais. – Respondi com um sorriso. Ela mexeu a cabeça em concordância e batucou no volante. Para manter o bom clima, perguntei a primeira coisa que veio a cabeça. – Quando você faz aniversário, Laura? – Aniversário? Sério, Susan? Você já foi melhor nisso .

Entramos na rua da minha casa. O lugar vazio e calmo era reconfortante.

– Dia 04 de junho. Por quê? Vai me fazer uma surpresa? – Perguntou rindo.

– Quem sabe? – Disse considerando a idéia.

– No caso, vou fingir surpresa! – Disse estacionando o carro. De repente, o sorriso sumiu de seus lábios. – Nerd, você não gosta de filmes românticos?

– O quê? Claro! Por quê? – Perguntei sem entender.

– É que, você não pareceu gostar do nosso encontro. – Disse dando de ombros e lançando uma olhada rápida a mim.

Suspirei. Eu havia conseguido estragar tudo por estar nervosa demais. Peguei sua mão que repousava em sua coxa e disse:

– É claro que gostei. – Falei olhando em seus olhos. Um sorriso surgiu e eu sorri também. – Foi muito especial.

Ela assentiu com a cabeça e olhou para fora.

– Que tal caminharmos um pouco? – Acenti aceitando o convite. – Vamos lá.

Pulei do carro sabendo que chegara o momento. As luzes da minha casa ainda estavam acesas, um sinal de que minha mãe estava acordada.

Laura tomou minha mãe e eu deixei que me guiasse. Caminhamos algum tempo em silêncio, até que paramos.

– Nerd, quero perguntar algo a você. – Disse virando-se para mim com o semblante sério. Era o momento que eu estava aguardando.

– Pergunte. O que é? – Encorajei. Laura se aproximou mais e olhou nos meus olhos.

– Ontem, depois da festa… – Assenti para que continuasse. – Você disse que gostava de mim. Se lembra disso?

– Sim, lembro. – Respondi com vergonha. Mexeu a cabeça como se afirmasse algo e perguntou:

– Você estava falando a verdade, Susan? Eu sei que talvez tenha forçado a barra e deixado você confusa…

– Claro que eu estava falando sério. – Interrompi criando coragem. – Eu, bem, já gosto de você há muito tempo. – Continuei dando de ombros. – E gosto de estar com você. – Conclui sabendo que tinha falado mais do que minha coragem permitia.

Por alguns segundos ficamos apenas nos encarando. Segurei o impulso de falar que era um brincadeira e sair correndo dali. Finalmente, Laura abriu um sorriso.Levou a mão ao meu rosto e passou o polegar nos meus lábios, descendo para o meu queixo e disse:

– Bem que eu sabia que era recíproco. – Em seguida selou seus lábios aos meus. Momentâneamente fiquei surpresa, mas então passei meus braços por sua cintura trazendo-a para mais perto. Não vendo resistência da minha parte, ela invadiu minha boca com sua língua. Pegou meus cabelos na nuca e puxou levemente para trás, aprofundando o beijo. Minhas mãos exploravam seu corpo, trazendo-a o máximo possível para perto. O frio de antes havia desaparecido.

Paramos quando nossos fôlegos acabaram, mas nos mantemos presas no abraço. Laura riu maliciosamente.

– Nerd, acho que acabamos de descobrir um ponto de combustão. – Ri de seu comentário.

– Você também é nerd. – Falei baixinho. Peguei uma mecha de cabelo seu e enrolei no dedo. Laura depositou um beijo na minha testa.

– Acho que é hora de devolver você para sua mãe. – Disse.

– Mas já? Não pode subir e ficar mais um pouco? – Implorei. Ela riu, mas concordou.

– Só um pouco, certo? – Disse. Alegre, a arrastei até minha casa. Minha mãe estava no sofá, assistindo a algum filme.

– Alô, mãe! – Falei animada.

– Olá! – Disse lançando um sorriso divertido a mim depois de ver minha mão enlaçada com a da garota ao meu lado.

– Nós vamos subir! – Declarei saindo antes que ela dissesse que devíamos assistir com ela.

– Coitada! – Laura disse rindo assim que fechei a porta do quarto.

– Você não sabe! Ela iria querer fazer você ver um monte de fotos antigas e contar a história de cada uma. Sem contar que provavelmente iria entupir você de comida! – Disse rindo. Minha mãe era uma pessoa tão boa.

Laura foi até minha prateleira e observou as fotos. Em todas elas, Josh, Clary, Jully e eu estávamos juntos. Ela tocou um delas e disse:

– Eles devem ser bem importantes para você, não é?

– São. – Respondi com carinho tocando uma em que nós ainda estávamos no fundamental. – São sim.

– Bem, agora só falta uma foto minha aqui! – Disse rindo.

– Vamos providenciar isso! – Falei realmente pensando naquilo. – Você também é minha amiga. – Pensei alto. Afinal, amizade existia em tudo. E no caso dela, muito mais do que isso.

Laura me abraçou e retribui. Afastou-se o bastante para olhar para meu rosto.

– Espero que eu possa me tornar mais do que isso, nerd. – Assenti seriamente.

– Eu também. – Sussurrei em resposta e a puxei para um beijo. Começou calmo e carinhoso, mas logo passou a algo mais quente. Laura me pegou pela cintura e colocou sobre a penteadeira. Ri quando ouvi coisas caindo, mas não me importei. Separando minha boca da dela, desci distribuindo selinhos por seu pescoço o que a fez ofegar. Sentia suas mãos explorando meu corpo e fazia o máximo para me controlar, mas não conseguia, não queria. Terminado meu trabalho, voltei para sua boca, dando uma mordida em lábio inferior, soltando um gemido dela.

O momento era perfeito. O que poderia acontecer, a não ser uma mãe?

– Queridas! Trouxe chocolate quente! – Ouvi minha mãe dizer antes de dar três batidas a porta. Nós separamos rápido. Desconcertada, pulei para o chão, indo abrir a porta. Tentei esconder meu rosto afogueado o máximo que pude.

– Obrigada, mãe! – Disse pegando a bandeja e dando um beijo em seu rosto. – Você é a melhor mãe do mundo! Agora pode ir! – Falei. Ela provavelmente entendeu o que acontecia porque ergueu as sobrancelhas e riu, saindo sem fazer perguntas.

– Sua mãe é uma fofa. – Laura comentou. Havia se sentado na cama. Seu coque havia soltado, e o cabelo em ondas caiam por seus ombros.

– É, ela é. – Falei colocando a bandeja ao seu lado na cama. Vi que seu pescoço estava marcado e reprimi um sorriso envergonhado. Como eu podia perder as rédeas tão cedo?

Peguei uma caneca e sentei ao seu lado. Laura riu quebrando o silêncio.

– Você está com vergonha! – Disse. Pegou a outra caneca e tomou um gole, me olhando com divertimento.

– A culpa é sua! – Acusei. – Você é… quente. Sabe disso? – Falei embaraçada, mas rindo depois.

Seu celular tocou e ela vasculhou a bolsa procurando. Quando achou, atendeu.

– Alô, mãe! – Disse. Fez uma careta. – Não, não estou em uma festa. Sim… Agora?! – Revirou os olhos. – Tá, tá. Também te amo! – Disse desligando o telefone.

– Que houve?

– Preciso ir para casa. Minha mãe agora se tornou super protetora. – Disse de modo entediado, mas reconheci certo carinho por trás. – Eu vou indo, nerd.

Triste, assenti.

– Acompanho você.

***

– Até segunda, então. – Disse antes de me dar mais um selinho demorado. – Me manda mensagem amanhã!

– Certo! – Respondi da maneira mais boba possível. Deu um tchauzinho antes de desaparecer na rua. Voltei para casa saltitante. Encontrei minha mãe nas escadas.

– Mãe, sabia que a senhora está linda hoje? – Disse dando um abraço de urso nela antes de subir as escadas. Ela apenas riu e deu tapinha na minha mão.

Tomei um banho rápido antes de dormir. Toquei meus lábios repentinas vezes antes de cair no sono. Estava tragicamente apaixonada por um garota. Um pontinho no fundo de mim tinha medo de como aquilo acabaria, mas a maior parte estava mais do que feliz com o momento. Não seria como das outras vezes. Eu iria fazer algo para que tudo desse certo.


Notas Finais


Er... Esse é o momento em que eu corro com vergonha;_;
A relação das minhas queridinhas está indo rápido demais porque não quero deixar a história muito longa e chata. Sem contar que estou sem inspiração T_T
Enfim, espero que tenham gostado e até o próximo capítulo!


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