História Garotinho Psicótico - As Melhores Pessoas São Assim - Capítulo 21


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Crazy, Drama, Mad, Pyscho, Romance, Yaoi
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 21 - O Passarinho Azul Nunca Mente


Lá estava Jake sentado num banco de madeira próximo ao Lago Serpentine – ele observava os cisnes nadando ali e se perguntava onde estavam os filhotes de cervo que Lewis vira no dia em que se conheceram. Mesmo sabendo que isso podia ser tanto imaginação fértil quanto algum tipo de sintoma psiquiátrico, Jake gostaria de ver os cervos passeando pelo Hyde Park.

Não demorou muito para que ele ouvisse passos de aproximando calmamente. De forma ansiosa, Jake olhou para o lado e viu ninguém menos que uma mulher alta de longos cabelos castanhos e familiares, porém belíssimos olhos verdejantes, ela estava vestida com um casacão branco longo de botões negros com cachecol roxo e uma calça azul escura com botas prateadas da Biba, juntamente de uma bolsa vermelha bem grande no ombro. E é claro que atrás dessa linda mulher estava ninguém menos que Lewis.

Era a mãe de Lewis, Julianne. Jake engoliu em seco e se levantou. Ele se vestira da melhor forma naquele dia para parecer decente com uma camisa branca de desenho estilizado de clave de sol e sua amada jaqueta de couro com calça negras e botas Doctor Martens. Jake até escovara os longos cabelos loiros, então estavam um pouco mais domados hoje, mas ainda assim lindos.

Julianne o olhou da cabeça aos pés como se o estivesse escaneando. Lewis assistia tudo quietinho.

-Você é mais lindo do que eu pensei que fosse.-Julianne falou, do nada.

Jake ruborizou e Lewis começou a rir.

Pois bem, Julianne começou a abrir sua bolsa vermelha e procurar alguma coisa lá dentro. Jake já estava esperando uma arma apontada para ele quando Julianne pegou nada menos que um saco cheio de pão fatiado.

-Aqui, Lewis.-Julianne empurrou o saco de pão para seu filho.-Vai alimentar os cines, vai, meu filho.

Lewis sorriu lindamente e saiu correndo para o Lago Serpentine.

-Então, você é o Jake Blackwell?-Julianne perguntou com um olhar sério e arcano.-Aquele tal de rock n roll, não?

-O quê?-Jake piscou os olhos inocentemente.

-Sente-se!-Julianne ordenou rispidamente.

Rapidamente, Jake se sentou no banco de madeira. Julianne se aproximou mais e se sentou, colocando a bolsa vermelha em seu colo. Por um momento, eles ficaram observando Lewis despedaçando fatias de pão e jogando para os cisnes comerem.

-Uma coisa engraçada nisso tudo é que eu esperava que Lewis falasse de você o tempo todo.-Julianne começou a falar calmamente.-Mas não... Parece que ele quer guardar você só pra ele.

Jake não soube se sorria com isso, ou se ficava com medo.

-Olha, Jake, eu já vou logo avisando que Lewis não é um garoto normal.-Julianne disse-lhe, o olhando profundamente.

-Eu sei.-Jake assentiu.-Ele é especial.

-Ele não é somente especial.-Julianne está dizendo.-Lewis sofre com necessidades especiais que... O faz perder um pouco do contato com a realidade de nosso mundo e isso intervém muito na sua vida de várias formas em diferentes graus.

-Mas o que o Lewis tem que é tão grave assim?-Jake diz, já todo preocupado.

-Ele te disse que tem uma coisa chamada Síndrome do Chapeleiro Maluco, não disse?-Julianne perguntou com um olhar de quem já sabe de tudo.

Jake assentiu, meio assustado.

-Isso é um nomezinho bonitinho que ele dá para a sua esquizofrenia.-Julianne contou serenamente.

Jake ficou pasmo. Ele já desconfiara de algumas coisas de Lewis, mas não imaginava com fosse um transtorno psicológico tão sério assim. Jake olhou para Lewis e o viu todo tranqüilo sentadinho na relva jogando pães para os cisnes. O garoto parecia tão sereno ali.

-Ele foi diagnosticado com esquizofrenia aos 4 anos de idade.-Julianne começou com a longa história.-Eu já desconfiava de coisas estranhas sobre ele quando era pequeno. Lewis costumava chorar para coisas que eu não via em seu quarto. Quando o levei ao meu psiquiatra, a verdade foi revelada. Era esquizofrenia na certa.

-Seu psiquiatra?-Jake olhou para a mulher ao seu lado com surpresa no olhar.-Você tem algum transtorno também?

-Eu tenho Síndrome de Borderline.-Julianne suspirou profundamente.-Instabilidade emocional, comportamento auto-destrutivo e tendências suicidas são alguns dos meus sintomas.

-Você já tentou se suicidar?-Jake quis saber curiosamente.

Julianne não falou nada. Ela apenas tirou o cachecol roxo do pescoço e puxou um pouco o seu casacão branco, junto da blusa azul que vestia por baixo para mostrar um corte já cicatrizado que marcava desde o seu pescoço até seu ombro. Ela escondeu isso novamente.

-Eu já estive na beira de um precipício sem ninguém para me resgatar e ainda tive de cuidar de Lewis sozinha.-Julianne explicou enquanto cruzava as pernas e olhava para seu filho ao longe.

-Mas e o pai dele?-Jake perguntou delicadamente.

-Jordan, o maior desgraçado da história da humanidade não ficou.-Julianne riu zombeteiramente.-Ele já não conseguia lidar comigo por causa dos meus problemas. Nós brigávamos muito e eu já tentei me suicidar grávida do Lewis. Quando nosso filho nasceu, ele achou que haveria um pouco de normalidade em nossas vidas como cuidar de um bebê, mas depois da grande descoberta, tudo rolou ladeira abaixo...

-Vocês se divorciaram, não é?-Jake diz como se já soubesse de tudo.

-Eu consegui tirar tudo dele para conseguir sobreviver, já que o cretino não me deixava trabalhar.-Julianne explicou, fazendo uma expressão de repulsa.-Fiquei vivendo de empregos de meio-período para cuidar de Lewis e sustentá-lo até realizar o meu sonho de ter uma floricultura.

-É difícil imaginar uma jornada dessas...-Jake comentou, sentindo o peso emocional daquela mãe batalhadora ao seu lado.-Você praticamente começou da estaca zero, não?

-Eu me ergui da lama para florescer na superfície como um lótus.-Julianne brincou, rindo.

Isso parecia ser um bom sinal para Jake – eles pareciam estar simpatizando lentamente.

-Mas e o Lewis?-Jake olhou para o garoto de olhos verdes que agora comia pão, junto dos cisnes.-Ele enfrentou bem esse divórcio? Ele estudou? Alguma coisa assim?

-Como o divórcio aconteceu apenas quase um ano depois do diagnóstico de Lewis, ele não guarda muitas lembranças de seu pai negligente e desnaturado.-Julianne explica, parecendo genuinamente aliviada.-E eu prefiro assim. Agora, sobre assuntos de escola, essa foi uma fase difícil para Lewis. Eu nunca quis colocá-lo numa escola para crianças com necessidades especiais porque queria que ele tivesse todas as oportunidades que todos tem, mas o caminho foi uma tormenta...

-Ele sofria bullying?-Jake perguntou, já sentindo um nó na garganta.

-Olha, Lewis pode parecer pequeno e indefeso, mas esse garoto sabe brigar.-Julianne não deixou de rir.-Sempre que alguém zombava dele por falar sozinho, ou ter comportamentos fora do comum, ele conseguia mandar o infeliz para a enfermaria da escola.

-Não acredito!-Jake começou a rir.-Esse pequenininho com rostinho de bebê fazia tudo isso?!

-Fazia e com muito prazer.-Julianne riu e ficou mais calma.-Mas ele também tinha surtos dentro da escola, todos ficavam assustados quando ele começava a quebrar as coisas e tinha de ser internado às pressas. Alguns alunos tinham medo, outros felizmente tinham compaixão.

-Pelo menos, isso...-Jake sorriu ao ver Lewis o olhando de longe com um sorrisinho sapeca.-Ele conseguiu se formar no ensino médio?

-Conseguiu.-Julianne assentiu, sentindo orgulho disso.-Eu não sei se ele fará faculdade, um dia, mas posso me orgulhar de que ele foi capaz de completar o ensino médio todo, ainda que à trancos e barrancos. Uma vez, prenderam ele na sala da diretoria e ele destruiu tudo. Um computador saiu voando pela janela.

-Nossa...-Jake balançou a cabeça incrédulo.

-E Lewis... Já gostou de muitas pessoas antes de você aparecer...-Julianne agora tinha um ar mais compassivo e meio tristonho.-Mas elas não gostavam dele... Isso o machucava e ele passava com períodos de depressão em que não conseguia nem comer, ou se levantar da cama. Pra falar a verdade, antes de te conhecer, ele tinha um amigo com quem vivia conversando, mas os pais foram transferidos para a Austrália por causa do trabalho e eles nem se despediram...

-Isso é horrível...-Jake murmurou, sentindo-se mal por ouvir tal coisa.-Ele ficou realmente mal?

-Tão mal que queria tomar mais remédios do que devia para ficar dormindo o dia todo.-Julianne estava cabisbaixa, mas daí olhou para Jake e sorriu simplesmente.-Então, ele te conheceu.

Jake ruborizou pela segunda vez e olhou para Lewis. O garoto parecia estar marchando em frente ao Lago Serpentine, ou parecendo dançar de um jeito esquisito.

-Como é que é?-Jake perguntou debilmente.

-Eu forcei ele à sair do quarto naquele dia.-Julianne está dizendo.-Ele ficou com raiva de mim por ter sido tirado da cama e então decidiu sair de casa e andar por aí. Foi no Hyde Park que ele viu o passarinho azul atrás de você, Jake, e o passarinho azul nunca mente... Lewis acreditou tanto naquele dia que era você que o faria feliz que ele voltou correndo me contar que conheceu alguém novo e maravilhoso. Ele disse que queria provar disso. É claro que fiquei surpresa porque ele saiu em depressão e voltou em pura luz do Sol. Foi tudo muito novo para mim e até para a terapeuta dele. Nós não pudemos prever tal maravilha...

-Será que eu...-Jake mordeu o lábio, todo acanhado.-Tirei o Lewis da depressão.

-Você o fez voar da depressão, Jake.-Julianne contou-lhe.-Ele voltou à ler livros e desenhar. Ele teve vida novamente e eu só posso agradecer por isso. Lewis me contou no dia em que te conheceu e também para a sua terapeuta que tinha encontrado a toca do coelho para o País das Maravilhas... Você.

Jake acabou sorrindo espontaneamente. Ele olhou para Lewis novamente e o viu todo deitado e relaxado na relva verdejante enquanto brincava com o saco de pão vazio perto dos cisnes. Lewis estava lindo e cheio de vida.

-Vem cá?-Jake olhou para Julianne.-E por quê Lewis?

-Olha, Jake, eu sempre amei Alice No País das Maravilhas.-Julianne está dizendo.-Tanto que nomeei meu filho como Lewis Kingsleigh Hopkins. O Hopkins é meu e eu ainda contaminei o garoto com essa loucura.

-Ah, mas é uma loucura boa e maravilhosa.-Jake sorriu.

-Agora falando sério, Jake.-Julianne o olhou com muita seriedade.-Eu posso ver nos olhos do meu filho como ele está apaixonado por você.

Jake ruborizou pela terceira vez.

-Então, se você o ama de verdade, nunca o machuque, nunca faça nada de mal à ele.-Julianne disse-lhe com um olhar bem sombrio.-Não magoe o coraçãozinho dele, ou eu corto a sua cabeça...

Apesar de toda essa ameaça, não tinha erro. Jake não faria nada disso em nenhum momento.

-Pode deixar, Julianne.-Jake acabou sorrindo.-Lewis é o meu garotinho psicótico. Eu vou amá-lo mais do que o ar que eu respiro.

E Julianne sorriu.

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Mais tarde, naquele mesmo dia, Julianne mostrou que aprovou Jake ao deixar que Lewis ficasse com ele pelo resto do sábado. O marmanjo ficou tão feliz que decidiu fazer uma torta de abóbora doce com chantilly com gotas de chocolate e um chá de frutas vermelhas para celebrar esta grande conquista.

Lewis estava sentadinho na mesa usando um dos blusões de Jake no corpinho sem nada por baixo – ele bebia de uma xícara de chá enquanto fazia carinho em Tarrant, que estava deitadinho sobre a mesa.

Jake só vestia uma calça de moletom, ele estava terminando de bater o chantilly na batedeira quando ouviu o temporizador de galinha apitar, anunciando que a torta de abóbora estava pronta. Logo percebeu que Lewis ficou todo animadinho quando ouviu esse som, ele devia estar cheio de fome como sempre.

O marmanjo loiro desligou o temporizador e colocou luvas de forno nas mãos. Ele abriu o forno e logo a cozinha fora perfumada pela doçura quente da torta de abóbora. Tirou a torta de dentro do forno e a colocou sobre a mesa. Na hora, o garotinho de olhos verdes deixou de lado sua xícara de chá e quase subiu na mesa querendo atacar a torta.

-Não! Nada disso, menininho.-Jake riu e afastou a torta das garras de Lewis.-Nada de comer tortinha agora.

-Mas eu estou com fome...-Lewis se sentou e fez um beicinho manhoso.

-Eu é que estou com fome só de ver esse rostinho lindo pra cima de mim.-Jake provocou, sorrindo.-Você vai comer a tortinha daqui há pouco.

Enquanto Jake foi pegar uma espátula para encher o saco de confeiteiro com o chantilly batido, Lewis ficou encarando a torta de abóbora como se ela fosse fazer alguma coisa, além de ficar parada e fumegando lentamente. Ele cruzou os braços sobre o peito e fez uma carinha emburrada muito fofa.

-Descreva o próximo pensamento, Panqueca...-Lewis pediu para o ar.

Por um momento, Tarrant o olhou e depois olhou para o ar como se houvesse mesmo alguém sentado ao lado daquele garotinho psicótico.

-Eu sei, eu sei...-Lewis assentiu lentamente.-Sei disso desde o dia em que nasci... Claro que sei! Eu não sou retardado!

Jake olhou para Lewis por cima do ombro quando ele gritou e ficou parado com a espátula escorrendo de chantilly.

-Se não fossem aqueles peixes voando por aí, eu já teria atacado a geladeira toda.-Lewis começou a falar desenfreadamente.-Eu sei que não dá pra fazer uma façanha dessas. Seu grande imbecil! Aquela torta está bem ali paradona bem encarando, ela deve estar toda se ardendo para que eu a coma, mas não! Jake disse que eu tenho que esperar. Eu não posso desobedecer alguém que tem cabelos amarelados. Ele pode ser descendente de Dame Alice Kingsleigh!

Jake olhou para Tarrant, que lhe lançou o mesmo olhar confuso. Lewis estava numa discussão acalorada com Panqueca mais uma vez.

-Não! Não! Não!-Lewis bateu as mãos na mesa com raiva.-Quer saber? Não falo mais com você. Está despedido. Como é que é? Vou lavar essa sua boca com folhas de sabonete! Volta aqui, seu monte de estrume...

Lewis já ia se levantando para arranjar briga com o vento e a ventania quando Jake veio correndo e o segurou, o fazendo se sentar na sua cadeira.

-Jake!-Lewis sorriu lindamente.-Eu estou com fome. Já posso comer?

-É. Acho melhor você comer mesmo...-Jake riu em diversão.

Agora tudo fazia sentido. Os comportamentos infantis e as inclinações à fantasias eram parte da sua esquizofrenia. Lewis devia ter um atraso mental de alguns anos para agir como uma criança e ter alucinações visuais e auditivas para ficar tagarelando dessa forma tão espontânea.

Contudo, Jake cortou duas fatias da torta de abóbora. Ele as cobriu com uma linda espiral bem alta de chantilly com o saco de confeiteiro e ornou com gotas de chocolate branco e ao leite – e serviu.

Desde já, Lewis começou a devorar sua fatia de torta com o garfo. Jake sorriu ao vê-lo tão feliz e provou de sua torta, estava uma delícia. Faz sentido o garotinho estar fazendo caras e bocas ao comer a torta toda. Eles repetiram, é claro, e mal pareciam que iam se entupir com a torta toda.

Em algum momento, Jake olhou para Lewis e viu como ele estava alegrinho comendo sua terceira fatia de torta.

-Lewis?-Jake o chamou.-Por quê não me contou que tinha esquizofrenia... Explicitamente?

-São essas lembranças que a mente desfaz...-Lewis cantou brevemente e voltou à comer.

-Você gosta de ser misterioso, não é?-Jake começou a sorrir.

-Eu não sei.-Lewis olhou para Jake.-Às vezes, sinto que sou tão misterioso que me sinto suspeito.

-Mas você não fez nada de errado, lindinho.-Jake diz, rindo.

-Não seja tão louco, Jake! É claro que eu fiz!-Lewis choramingou dramaticamente.-Eu fiz uma coisa terrível! Um crime hediondo! Uma coisa tão horrorosa que eu estou segurando aqui dentro de mim há muito tempo, mas não consigo mais segurar!

-Por quê?!-Jake franziu o cenho de maneira chocada.-O que é que vai pular pra fora daí?

O garotinho olhou para o marmanjão por um momento como se estivesse cogitando a hipótese de contar, ou não a verdade sobre o seu tal crime hediondo para ele. Então, suspirou.

-Eu roubei seu coraçãozinho...-Lewis diz manhosamente – depois esconde o rostinho vermelho com as mãos.

Depois dessa, Jake engoliu em seco, se levantou de sua cadeira e deu a volta na mesa antes de se ajoelhar ao lado da cadeira de Lewis. Eles se olharam por um momento.

Jake beijou Lewis – só para não ficar na vontade.

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Os pezinhos de Lewis batiam contra o estofado do sofá-cama enquanto ele tentava fugir das cócegas de Jake. O safado chegou à levantar todo o blusão do menininho até as suas costas magras, mostrando toda a sua deliciosa nudez e saiu fazendo cócegas pela sua cinturinha toda. Lewis gritava e ria alegremente.

Jake abriu ainda mais aquelas perninhas carnudas, admirando a paisagem sensual dos testículos redondinhos e o pau enorme entre as coxas carnudas e aproveitou a situação para dar tapinhas naquela bunda rechonchuda e carnuda com vontade.

-Não! Jake! Sem tapas!-Lewis gritou aos risos.-Seu safado de cabelo amarelado! Sem tapas!

-Nada disso.-Jake diz, rindo.-Nenenzinhos lindos tem que levar tapinhas na bundinha gostosa!

Em algum momento, Lewis conseguiu se virar – ele ergueu a perna direita e colocou o pé no ombro de Jake para tentar empurrá-lo para longe, mas o loirão foi mais rápido e se inclinou todo sobre o seu corpinho com sua perna toda flexível passando por cima do ombro dele. Jake sorriu para Lewis, que também não parava de sorrir e deu um beijo bem apaixonado e demorado em sua bochecha, bem pertinho de sua boquinha carnuda e rosada.

-Quer saber?-Jake murmurou carinhosamente.-Acho que eu vou celebrar ainda mais. E dessa vez, vamos envolver o James.

De repente, Lewis pareceu apavorado.

-Jake, eu já fiz uma façanha conseguindo engolir você.-Lewis está dizendo.-Mas dois de uma vez...

-Eu não estou falando disso, seu lindo.-Jake não deixa de rir.-O que você acha de um adorável almoço italiano no Il Gustoso?

-Aquele que é uma delícia?-Lewis perguntou curiosamente.

-Isso mesmo...-Jake sorriu em diversão.

-Se o assunto é comida, pode contar comigo!-Lewis sorriu calorosamente e ainda fez a saudação de exército com a mão.

-E ainda diz que não agüenta engolir dois de uma vez.-Jake brincou.

Lewis ficou quietinho por um momento – mas depois começou a rir. Jake o encheu de beijos, Lewis merecia.



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