História Garoto Conhece o Mundo - Homem do campo e Garoto da cidade - Capítulo 1


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Categorias Garota conhece o Mundo (Girl Meets World)
Personagens Personagens Originais
Tags Farkle, Farkle Minkus, Lucas, Lucas Friar, Pansexualidade
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Palavras 2.302
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Garoto da Cidade


- Até que enfim você chegou filho - Disse a minha mãe assim que abriu a porta - seu amiguinho já chegou faz um tempo.

- “Amiguinho” mãe?

- o'que foi? parou de ter amigos quando parou de usar gola rolê?

Eu dou uma risada e a abraço antes de ir ao meu quarto onde o Lucas já se encontra. Eu jamais a decepcionaria. Eu normalmente não me atrasaria, mas a verdade é que o trabalho de escola dessa vez pedia material e eu fui o encarregado de comprar a cartolina.

- Desculpa a demora Lucas - digo enquanto passo pela porta e deixo o material no chão - eu não tava achando o papel machê em… - Meu Darwin da terra.

Tranco a porta. O Lucas estava com um diário na mão e não é apenas um diário comum. Se trata do meu “diário erótico” e o Lucas protagoniza boa parte dele.

- Lucas, me da isso - Eu avanço em direção ao diário.

O forte texano me joga na minha cama…

- Me devolve - Eu tento tirar da mão dele, mas surpreendendo um total de zero pessoas, eu não tenho força o suficiente para tirar o diário das mãos do Lucas.

- "Ele sobe em cima de mim, coloca minhas pernas no seu ombro me deixando exposto..." - droga, droga, para. Eu estava ficando vermelho como um pimentão.

- Lucas por favor…

- "Ele mete em mim com força enquanto gemo seu nome…"

- Para - agora eu estava me esforçando pra segurar o choro.

- “Lucas”...

- Eu dissse…

- “Lucaaaaaas”

- PRA PARAR! - eu faço o'que nem eu achei que seria possível, o Lucas esta caído no chão e minha mão doí. Demoro pra interligar todos os pontos, mas sei o'que aconteceu.

Eu dei um soco no cara que eu amo. Eu pego meu diário e corro para o banheiro do quarto. Tanta coisa passa na minha cabeça agora. Assim que eu tranco a porta eu me encolho encostado nela. Eu queria ficar lá para sempre.

- Farkle - O Lucas, tudo que eu menos queria.

Vai embora Lucas - Ouço o som das costas dele encostando do outro lado da porta.

- Farkle, me desculpa por ter te irritado… eu só… só me surpreendi...

- …

- Me desculpa, eu fui um babaca… eu não quero ser um…

- … - Eu quero bancar o compreensivo, mas quer saber? ele realmente foi um babaca - eu não esperava que você entendesse…

- Como assim?

- Eu sou nerd, magricelo e agora como você pode notar… gay - Nessa hora as lagrimas de fato escorreram, foi bom as soltar, é como se estivesse as segurando desde que nasci - eu não contei pra ninguém, nem pra minha família, nem pros meus amigos porque… porque é mais um alvo… eu sempre fui um, mas isso… tem pessoas que morrem por isso, eu to realmente com medo.

- …

- Você é um cara, hétero, boni… elegante…

- Obrigado

Eu fico feliz por ele não estar me vendo pra notar como fiquei vermelho.

- Literalmente a sua única escolha é qual das duas meninas que estão afim de você, você vai ficar, vão casar e virar mais uma das famílias tradicionais americanas.

- … talvez não seja só esse meu problema.

- Lucas, se você fizer um discurso sobre como sofre preconceito por ser bonito eu juro que saio daqui e te soco de novo - Ele ri e confesso que eu também.

- Talvez tenha sido me dado uma escolha, porque as pessoas esperam algo de mim, mas talvez eu não queira escolher entre duas opções que na verdade sejam a mesma coisa… Talvez eu também queira poder… experimentar coisas novas.

Eu fico em silêncio absorvendo o'que o Lucas acabava de me dizer. Ele queria tentar fazer sexo gay? o'que isso fazia dele? Gay? Bissexual? o'que isso fazia de mim? um experimento?

Abro a porta. Eu tinha dúvidas sobre o'que ia fazer. Isso até ver aquele sorriso combinados aqueles olhos verdes claros. Era uma combinação cruel, mais cruel era notar que meu soco não havia nem feito cicatriz (provavelmente o Lucas caiu mais pelo susto que pelo soco em sí).

O Lucas me olha diferente, diferente de como qualquer um já me olhou. Acho que era assim… ter alguém sentindo atração por você. É estranho, mas como tudo que estava acontecendo na minha vida com a puberdade, era um estranho bom.

Ele avança sobre mim. Mil coisas passam na minha cabeça, mas o'que me deixa arrepiado foi o braço do Lucas passando em volta da minha cintura enquanto a outra agarra minha nuca. Não sei o'que fazer, mas sei que não deveria ser a primeira vez do Lucas, então apenas relaxo nos braços do grande texano que finalmente cola seus lábios no meu.

Seus lábios pressionam os meus e desprecionam seguidamente. Sua língua percorre a minha como suas mãos percorrem meu corpo deixando um rastro quente como fogo pela minha pele a medida que ele tira minha roupa.

Ele desabotoa minha calça e me deixa tirar enquanto tira sua camisa. O corpo do Lucas faz meu pau marcar minha cueca boxer laranja. Seus fortes braços, seu definido abdômen e seu grande peitoral.

Eu, o racional Farkle, sou tomado por um extinto. De repente o meu prazer realmente importava. Eu caminho até o Lucas. Eu lambo seu pescoço, desço lambendo até seu mamilo. Nesse momento tenho medo dele achar esquisito, mas então eu ouço, o melhor som que meus ouvidos já tiveram a honra de ouvir.

- fffarkleee - O Lucas estava gemendo meu nome.

Suas mãos apertam meu traseiro, tenho certeza que amanhã ainda vai ter marcas do Lucas na minha bunda. Sentir seu mamilo em minha boca, descer pelo seu abdômen em minha língua passando por cada gomo.

Eu então chego na virilha, estou ajoelhado de frente para o grande volume na calça do cowboy que respirava pesadamente. Estaria eu deixando o grande Lucas Friar nervoso?

Eu desabotoou o botão de sua calça e abaixou o zíper lentamente. Termino de abrir sua barguilha e abaixo sua calça o deixando apenas em sua cueca preta que continha o grande volume pulsante virado pra esquerda.

Quando agarro o cós da cueca e a abaixo, seu pau bate na minha cara me fazendo perceber como podia ser duro um pau de verdade. O Lucas era muito bem dotado. Seu pau era maior do que eu imaginava e fazia minha boca salivar.

 

Eu seguro sua base, o'que fez o pau do Lucas babar gozo. Coloco minha língua pra fora provando o sabor do Lucas que escorre antes de saborear sua grande cabeça. Sei que é um ponto sensível do Lucas pela forma como ele teve de se apoiar na parede enquanto minha língua rodeia a ponta da sua glande que derramava seu leite.

O Lucas se excita tanto que ele começa a foder minha garganta, mexendo o quadril e fazendo seu pau ir e percorrer minha boca que tinha que se abrir o máximo para caber toda a extensão do membro do texano. Quando o Lucas percebe que eu estava engasgando com sua porra que agora derramava diretamente em minha garganta, ele retira de dentro de mim me devolvendo o ar. Ele então bate três vezes com seu pau na minha cara manchando meu rosto com sua porra.

- Vi um cara fazendo isso com uma mulher em um video uma vez - Disse ele se explicando.

- Eu gostei - Eu disse tentando demonstrar que ele não precisava se explicar.

- Você ta pronto para avançar? - ele me pergunta, sabia que já havia feito um oral nele, mas entendi que ele estava falando sobre ter meu primeiro sexo anal - sei que é sua primeira vez… minha também, mas se não quiser nós podemos...

Calo a boca dele com um beijo. Quando nos separamos ele segura na minha cueca e a abaixa. Eu ajudo erguendo as pernas. Ele nitidamente está surpreso, não o culpo, o nerd magricelo ter um pinto consideravelmente grande (ainda que não maior que o dele) deve ter sido realmente uma surpresa. 

Ainda mais porque não parecia haver um interesse real dele em ser passivo, mas ele não deveria se preocupar porque não havia em mim um interesse real em ser ativo. Todavia quando se faz sexo com homens, é sempre bem vindo o estímulo do pênis.

Por sorte, ele deve saber disso porque o Lucas pega no meu pau, junta ao dele dando um passo a frente, os masturbando lado a lado. A sensação de ter meu pau apertado pela mão firme junto ao pau do grande texano enquanto pulsavam na mesma sintonia estava me deixando em êxtase.

- Lucas - Eu o olho nos olhos, poderia me perder no verde mar dos seus olhos - eu estou pronto.

Ele sorri enquanto me pega pelos braços e joga na cama. Reconhecia a cena, ele estava reproduzindo a cena que leu no meu diário erótico. Ele então sobe em cima de mim, pega uma das minhas pernas e a coloca em cima do seu ombro, colocaria os dois, mas percebi que a posição era bem mais desconfortável do que na minha imaginação.

O Lucas já estava pronto para meter toda a extensão do seu membro em mim, quando eu o interrompi.

- Ei grandão - Ele aparentemente gostou de ser chamado assim - Sabe que vai ter que me dedar antes né?

Ele me olha confuso. Eu não sei o'que ele era: Gay, Bi, Pan… mas com toda certeza ainda pensava como um hétero. Porem não demorou muito para ele entender que não seria apenas enfiar seu pinto em mim, precisaria preparar terreno.

O texano então coloca dois dedos (o indicador e seu dedo do meio) na boca, os molha bem, antes de enfiar o seu dedo do meio em meu botão me fazendo arfar com a entrada. Seu dedo percorre meu espaço, entra, se dobra, mas a maior surpresa é quando finalmente ele toca em uma região totalmente sensível do meu corpo que eu nem sabia que possuía, minha próstata.

Me contorço de prazer e o Lucas percebe isso, o'que o faz estimular mais ela. Ele introduz se outro dedo o'que faz com que meu buraco de fato se alargue. Era estranho a mistura entre dor e prazer, mas ela me inebriava, me fazia quase chegar em meu orgasmo. Não cheguei porque o Lucas parou antes disso.

Meu cowboy percebeu que eu estava perto do orgasmo e ele sabia que se fosse para tê-lo, seria com seu pinto dentro de mim. Ele se posiciona da mesma forma que estava antes, com uma das minhas pernas em seu ombro. Sua cabeça já encosta em meu botão.

- Posso?

- Deve

Ele enfia todo seu caralho bem devagar por mim. Eu reviro os olhos sentindo o pau do Lucas me preencher por completo, mas posso ouvir as arfadas do grande Texano que me diziam que meu espaço apertado satisfazia seu grande membro.

Ele vai e volta dentro de mim. Apertando minha próstata e me dando choques de prazer cada vez que sua grande cabeça acertava minha parte sensível, me enchendo de tesão. Suas bolas apertavam contra mim a medida que Lucas enfiava completamente seu pau o mais fundo que conseguia. Já podia sentir gozo escorrendo dentro de mim, era impressionante a quantidade de esperma que o Lucas já havia jorrado em mim, da boca, a cara e agora o ânus.

O Lucas metia em mim sem parar, não sei dizer se como uma máquina ou como um touro. Meu corpo estava em êxtase e ver o grande corpo suado do Lucas em cima de mim. Ele passa sua mão pelo meu rosto, descendo pelo pescoço, passando pelo meu torso até segurar firme meu pau.

O grande Texano então mete em mim enquanto me masturba fazendo eu sentir o máximo de prazer em ambas as minhas zonas mais erógenas. É seu nome que eu gemo quando sei que tanto ele como eu estamos perto de esporrar.

O Lucas goza em mim, mais de um jato seguido o'que faz com que transborde pela borda enquanto o Lucas termina de investir sobre mim. A sensação é ótima e é ela que me leva a gozar também.

O primeiro jato ejacula pela minha barriga seguindo até o pescoço. O'que me surpreende é o segundo jato que atira forte para cima pegando o abdome do Lucas, seguindo do peito direito até seu rosto.

Lucas tira seu pau de dentro de mim e passa sua mão na base pegando um pouco de gozo que escorreu pelo seu pau. Eu pego seu braço, sei o'que fazer com aquilo, eu sento na cama enquanto chupo os dedos do Lucas.

Quando termino ele me surpreende também, o Lucas lambe meu corpo pegando com sua língua meu esperma que eu havia ejaculado em mim mesmo. Então ambos com a boca cheio da porra um do outro nos beijamos, unindo não apenas nossas línguas, mas o sabor um do outro que escorre pelas nossa bocas e desce pelas nossas gargantas.

- Cara isso foi intenso - Disse um cansado Lucas Friar deitado em minha cama.

- Foi - Respondo me deitando a seu lado, ele abre o braço para que eu me recoste em seu corpo.

- O'que devemos fazer agora? - pergunta ele.

- Primeiramente deveríamos terminar esse trabalho da escola, a tranza foi boa, não me entenda mal, mas não estou afim de tirar meu primeiro zero.

- Tudo bem - Disse ele se sentando e pegando a roupa, deveria o avisar que ainda estava com porra na cara? - e qual é o assunto do trabalho?

Pego o livro que estava no criado mudo e do risada pela ironia do destino.

- Anatomia.


Notas Finais




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