História Garoto Conhece o Mundo - Homem do campo e Garoto da cidade - Capítulo 2


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Categorias Garota conhece o Mundo (Girl Meets World)
Personagens Personagens Originais
Tags Farkle, Farkle Minkus, Lucas, Lucas Friar, Pansexualidade
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Palavras 2.473
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Homem do Campo


Viajar para o Texas havia sido uma ideia incrível. A verdade é que eu tinha muita saudades de casa. Ficava ainda melhor tendo o Farkle aqui.

 

Sempre admirei o jovem nerd que queria dominar o mundo, mas passei a respeita-lo mais depois que ele cresceu e teve coragem de se assumir homossexual. Eu sei que isso significa um alvo nos dias de hoje, mais do que ser magro, nerd e ter problemas sociais… independente de qualquer coisa sempre vou admirar qualquer um que tenha a coragem de se assumir nos dias de hoje.

 

Quando chego na casa do meu avô montado em seu cavalo é impossível não notar como o Farkle me olha. Ele começa em meu rosto, sei que ele ama meus olhos verdes e sorriso que estavam agora sombreados pelo chapéu que estava usando. Seus olhos percorrem meu corpo, vão desde meu peitoral que estava descoberto pelos primeiros botões da minha camisa xadrez estarem desabotoadas, segue meus braços que estavam amostra e minha calça jeans levemente apertada que acabavam em duas autênticas botas de couro do texas.

 

Eu era melhor em disfarçar, mas a verdade é que Farkle não sabia como mexia comigo. Não sabia como podia me perder nas profundezas daqueles olhos azuis escuros. Do seu novo estilo de vestir roupas mais escuras, das suas calças que diferente da minha eram realmente apertadas e daquele sorriso que facilmente me fazia refém da sua felicidade, nunca seria capaz de toma-lo, sei disso.

 

 

- Oi Farkle - Digo pra ele - Quer andar de cavalo comigo?

 

- Mas - Farkle lutava pra não gaguejar agora, sei o quanto isso é errado, mas eu adorava esse efeito que era capaz de exercer nele - eu não sei montar.

 

- É só subir aqui que eu lhe ensino.

 

Desço do cavalo para ajuda-lo a subir. Assim que ele sobe monto atrás dele, bem próximo para aproveitar a unica sela.

 

- Segure firme nas rédeas - Falo bem a seu pé do ouvido e sinto seu corpo estremecer ao contato do meu sussurro em sua orelha - Eu te ajudo a conduzir - Deslizo minhas mãos sobre os braços dele, lentamente sinto o efeito que meu toque causa no corpo do Minkus, enrijecendo-o.

 

O cavalo começa a andar e o movimento da cavalgada nos relembra nossas primeiras vezes um com o outro. Meu pau está ereto e seguindo o movimento do cavalo, sei que ele o sente em suas costas.

 

- Para onde estamos indo? - Pergunta Farkle curioso.

 

- Quero lhe apresentar meu lugar especial.

 

Caminhamos até quase sair da fazenda do meu avô. Andamos sob muitos pastos até chegar a um belo lago, circundado por algumas árvores frutíferas que se aproveitavam da água dele para crescerem.

 

Descemos do cavalo e o amarro em uma dessas arvores.

 

- Esse lugar é realmente lindo - Diz Farkle admirando a forma como a luz do por do sol refletia sobre a água.

 

- É realmente lindo - Digo sem olhar para o lado, notando apenas como a luz do sol favorecia o jovem nerd - Vamos dar um mergulho?

 

- Mas eu não trouxe roupa de banho - Disse o inocente Farkle.

 

- Deixa de ser besta - Digo já desabotoando a camisa - Estamos só nós aqui e não vai querer subir no cavalo todo encharcado.

 

Retiro meu chapéu, desabotoo o resto da camisa a retirando-a e a pendurando em um dos galhos das árvores. Depois me abaixo para desamarrar minha bota, a tiro e em seguida desço o zíper da calça, da para ver como os olhos do Farkle descem junto com a minha mão que abaixa minha calça até tira-la.

 

Poderia ter retirado junto a minha cueca, mas ai não poderia atiçar ainda mais o coração do meu pequeno.

 

- O'que foi? - Digo olhando pro Farkle que ainda estava completamente vestido, avanço até ele - Não vai tirar sua roupa também? - Eu não espero sua resposta, começo a desabotoar sua camisa aos poucos revelando o pálido corpo que ele sempre esconde.

 

Me ajoelho em sua frente pra retirar suas botas. É estranho eu dizer que gosto dos pés do farkle? Bom, é um fetiche comum eu acho…

 

Retiro enfim sua calça. Passando pelo zíper já posso sentir sua elevação e quando a abaixo é impossível fingir que algo realmente não estava acontecendo lá em baixo. Sempre me esquecia que o Farkle também era muito bem dotado.

 

- Farkle - Estávamos bem perto agora, nossas ereções se tocavam ainda cobertas pelo pano.

 

- Diz Lucas - Diz o Farkle cujo a boca estava tão perto que podia sentir seu halito.

 

Eu abaixo minha cueca e a retiro. A entrego em sua mão. Farkle cheira.

 

- O ultimo que chegar no lago é mulher do Cory.

 

Ele demora pra sair do transe me dando a vantagem, mas quando percebe tenta correr enquanto tira a cueca oque é uma cena tão excitante quanto cômico.

 

- Ora ora, olhe só se não é a nova sra. Matius.

 

Farkle usa sua agilidade e o fato de está atrás de mim para pular nas minhas costas de surpresa. Se não fosse o magro Farkle acho que provavelmente teria caído junto com ele. Mas consigo mante-lo em meu ombro fazendo um cavalinho.

 

- Se serve de consolo sempre achei o sr. Matius atraente.

 

Eu do risada enquanto seguro suas pernas pra manter o equilíbrio.

 

- Jura?

 

- Ah, vai, quem nunca teve uma queda em algum professor?

 

- E falando em queda - eu começo a correr com o Farkle, posso sentir seu pau na minha nuca e para se apoiar ele segura em meu cabelo, mas eventualmente ele acaba caindo e como não quero ter o cabelo arrancado tombo meu corpo junto ao dele.

 

Farkle se levanta rápido, mas eu aguardo.

 

- Lucas? - ele procura em volta - Lucaaas

 

Eu salto da água e o pego por trás abraçando-o.

 

- Te assustei? - Digo dando um beijo em sua bochecha

 

- Claro aberraçãozinha - Disse o Farkle devolvendo o beijo com um selinho.

 

É quase que extintivo a forma como um abraço e um selinho evolui para algo mais. Ele desliza até estar de frente para mim, minhas mãos estão em sua cintura e minha boca em seus lábios.

 

Minha língua invade sua boca, fazendo contato com a sua. O ar passa de uma boca a outra. Uma das minhas mãos desliza para o rosto do farkle sentindo a macies da sua pele em contraste a minha mão áspera.

 

- Lucas… - Farkle olha em meus olhos, não é preciso palavras pra expressar oque sente.

 

- Eu sei.

 

Pego Farkle no colo e o levo até o raso o deitando sobre a água. Subo em cima dele cobrindo seu corpo sobre o meu. Meus braços seguram os seus, Meus lábio beijam seu pescoço, Meus ouvidos ouvem seus gemidos e meu pênis roçava sobre o seu.

 

Minhas mãos então deslizam rápido pelo seu corpo até suas pernas. As ergo expondo seu pequeno buraco rosado. Era incrível que ainda se mante-se tão apertado, mas eu o foderia até arromba-lo de vez.

 

Ajoelho e começo a penetra-lo enquanto ele chama meu nome. Suas pregas envolvem minha cabeça com pressão causando resistência, mas ela se abre e engole meu pau assim que eu avanço a estocada oque faz Farkle apertar o barro da margem que escorre em suas mãos.

 

Continuo socando, cada socada forma uma nova onda não só na água, mas também em nossos corpos que agora batem na mesma pulsação. Farkle sente o ar quente que escapa de meus pulmões a cada estocada fazendo seus pelos se arrepiarem.

 

Sei que estou perto então começo a enfiar cada vez mais forte. Minha visão está turva pelo esforço, começo a revirar os olhos, eu teria gozado ali mesmo se não fosse a voz do Farkle para me tirar do tranze.

 

- Lucas - Farkle tentava falar com os dentes quase cerrados - Eu quero beber seu esperma.

 

Retiro então meu pau babado de dentro do buraco, agora alargado, do Farkle. Ele pingava gozo fazendo um caminho até chegar no rosto dele. Sento em seu peito. Permitindo a aproximação da cabeça rosa do meu pau em sua boca.

 

Ele a beija pressionando minha glande com seus lábios . Não resisto e começo a foder deitando como se fosse fazer flexões e estocando minha carne sob sua garganta. Farkle engasga algumas vezes, mas segura meu quadril indicando que não queria parar.

 

Não demora muito para que o primeiro Jato acerte sua garganta, para se recuperar retiro meu membro de dentro dela e termino de gozar em seu rosto.

 

Eu me levanto e dou a mão para ajudar Farkle a levantar, mas o puxo com força oque o surpreende, o prendo em minha cintura e lhe plano um beijo apaixonado. Em sua boca ainda há meu leite que agora passa de uma língua a outra.

 

Nos olhamos nos olhos quando nos separamos.

 

- tem uma sujeirinha aqui - Digo passando meu polegar pela bochecha salpicada por um cremoso cordão branco e depois devolvo a sua boca, ele suga meu polegar, a visão coloca um sorriso em meu rosto - Está escurecendo, devíamos levar o cavalo de volta ao estábulo.

 

 

Eu o solto. Farkle se abaixa no rio para lavar o rosto. Eu já havia vestido minha bota e calça quando sinto vontade de mijar. Abro o zíper, coloco pra fora e deixo o forte jato quente descer sobre a árvore.

 

Quando olho para o lado percebo Farkle olhando fixamente.

 

- Oque foi - Pergunto com um sorriso debochado no rosto.

 

- Nada - diz Farkle disfarçando e começando a por sua roupa, ele pode não admitir, mas sei que algum pensamento muito depravado acabava de passar pela mente do jovem nerd e se eu não tivesse acabado de gozar, insistiria em satisfaze-lo.

 

- Vamos - Digo balançando meu pinto e colocando dentro da calça - não é seguro cavalgar no escuro - Coloco a roupa, mas não a abotoo.

 

Subimos no cavalo. Dessa vez por estar escurecendo eu prefiro controlar o cavalo. Enquanto isso Farkle entrelaça seus braços pelo meu corpo, nitidamente tirando uma casquinha, oque não me incomoda em absolutamente nada.

 

Chegamos no estábulo onde descemos do cavalo. Eu o estou amarrando quando percebo como Farkle está com o olhar vazio.

 

- oque foi Farkle? - Termino de prender o cavalo e viro pra ele - Está pensativo.

 

Farkle demora a responder, mas suspira como se estivesse aborrecido por ser tão transparente para mim.

 

- Lucas eu… - Ele pausou como se estivesse se segurando para não desabar, isso me machucou um pouco - você sabe o quanto eu gosto de você, Lucas eu te amo, mas você nunca me disse o mesmo… eu sei que talvez você não me ame, mas… eu sei que doeria, mas eu preciso saber - O calo com um beijo, longo e demorado.

 

- Farkle - Digo olhando em seus olhos - Eu te amo - Quando o seguro em meus braços sei que jamais poderia magoa-lo, eu nunca me perdoaria se fizesse algum mal a ele - Mas…

 

- Tem sempre um mas…

 

- Mas eu to acabando de me entender, quer dizer, eu sempre soube que poderia gostar de mais do que apenas meninas, mas agora eu não tenho mais certeza de nada, quer dizer, sempre nos ensinam que você deve gostar do seu sexo oposto, vemos isso em novelas, séries, tudo, eu nasci no estado mais hétero dos Estados Unidos.

 

- Realmente o Texas é bem hétero… - Disse Farkle ainda marejado de lágrimas - o mais gay é a Califórnia com certeza.

 

- Por causa do lance de Hollywood né? - Digo sorrindo.

 

- Fazer oque? todo mundo sabe que metade daqueles artistas são tudo do vale.

 

- Mas enfim, eu entendi que talvez não houvesse um tipo que eu não gostasse… mas o ponto é que eu não ache que eu tenha uma sexualidade pela qual não me interesse e a verdade é que isso é algo totalmente novo não só pra mim, mas simplesmente não se fala disso nem mesmo no meio e eu não faço ideia do que fazer, mas eu quero descobrir, quero muito descobrir e assim poder me compreender melhor… - Nesse instante não era apenas o Farkle que segurava o choro - Mas você já sabe oque quer, você se abriu e falou pra todos quem era… eu preciso disso, eu preciso experimentar antes de dar esse paço… um dia eu também quero me juntar com alguém, me casar e construir um lar… mas não agora...

 

Farkle me abraça, posso sentir suas lágrimas molhando meu peito.

 

- Lucas, eu te amo - pego em seu rosto e olho em seus olhos.

 

- Eu também te amo, te amo o suficiente pra saber que você precisa encontrar alguém que possa te amar como você merece ser amado, alguém  que possa te amar sem pensar oque a vida poderia ter sido… sem dúvidas...

 

Eu pego um pequeno punhado de feno e o enrolo.

 

- Oque está fazendo? - Pergunta Farkle confuso.

 

- Uma promessa - Faço um anel e o coloco em seu dedo - Farkle Minkus, você é e sempre será meu primeiro amor e não importa onde a vida nos leve, sempre teremos esse momento, você conseguiu tocar o coração de um grande homem do campo e quero que guarde esse anel para se lembrar disso.

 

Farkle chora, mas logo em seguida mexe em seu bolso retirando um anel de brinquedo que reconheço vir junto de um pirulito em lojas na cidade grande.

 

- Lucas Friar - farkle pôs o anel em meu dedo, ele quase não coube por ter sido feito para dedos infantis - Eu era só um nerd me escondendo em minha gola rolê torcendo para não ser notado, para que as pessoas não percebessem como eu me sentia e quem eu realmente era, mas você me notou e isso mudou a vida de um pequeno garoto da cidade, quero que use esse anel para nunca se esquecer - sua voz falhava - como mudou minha vida.

 

Nos abraçamos, palavras não eram necessárias mais. Lembro como deitamos fora do celeiro aquela noite com apenas a luz da lua cobrindo nossos corpos, tentando aproveitar o máximo de tempo que nos restava antes de voltarmos a nossas realidades. As estrelas enchiam os céus, mas eram os olhos azuis do Farkle em mim que refletiam a maior das claridades.

 

Ninguém nunca me olhou com aquele olhar.

 

Aquele momento no Texas nunca saiu da minha mente. Não me arrependo da decisão que tomei, sei que não estava pronto para um relacionamento sério tanto quanto ele precisava de um… mas nunca me esqueci do meu primeiro amor e como nos amávamos tanto que tivemos que nos permitir ser livres.

 


Notas Finais


Para ler esse conto com direito a imagens e até trilha sonora basta clicar aqui: https://contosdotioadam.blogspot.com/2019/06/capitulo-2-homem-do-campo.html


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