História Garoto Cupido -Gabenath - Capítulo 2


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Audrey Bourgeois, Chloé Bourgeois, Emilie Agreste, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Jalil Kubdel, Juleka Couffaine, Kagami Kyoko Tsurugi, Lila Rossi (Volpina), Luka Couffaine, Marc Anciel, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Nooroo, Personagens Originais, Plagg, Rose Lavillant, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain, Wayzz
Tags Adrinette, Akuma, Beijos, Casal, Chatnoir, Ciumes, Cupido, Emilly, Emilly Agreste, Empurrãozinho, Felix, Gabenath, Gabriel, Gabriel Agreste, Ladrien, Ladybug, Ladynoir, Luta, Menino Cupido, Miraculous, Misterbug, Nathalie, Nathalie Sancoeur, Planos, Romance, Vilões
Visualizações 13
Palavras 1.203
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hehe.
A gente demora mas sempre Volta ne

Capítulo 2 - Substituição


Fanfic / Fanfiction Garoto Cupido -Gabenath - Capítulo 2 - Substituição

Ela queria levantar. Não podia, Gabriel havia deixado ordens, para que não a deixassem sair durante as próximas vinte e quatro horas, no mínimo. Não até que tivesse a certeza de que seu corpo estava bem restituído da dor. Dos ferimentos, mesmo que parcialmente. Revirou os olhos, quando tentou driblar o gigante em sua frente. 

—EU NÃO SOU UMA CRIANÇA!–Reclamou, assustando o grandalhão que nunca havia ouvido sua voz em um tom tão grave. Mas ele não se intimidou. 

— Estou ganhando o dobro apenas por te manter em casa. –Disse, esbanjando desdém embora permanecesse como sempre. Sério, e assustador. 

—O que?–Pela primeira vez Nathalie Sancoeur demonstrava sinais de "falhas". 

O franzir de sua testa mostrava uma expressão confusa, e isso era irônico para quem mantinha no rosto uma feição sempre impassível.  Mordeu os lábios apreensiva. 

— Gabriel não ser… 

— Ele foi capaz. –Simples, respondeu o homem de poucas palavras fazendo a mulher cruzar os braços e desviar de seu olhar profundo. 

— Onde está Adrien?–Indagou, após um tempo calada. —Achava que você era o guarda gostas pessoal dele. 

— Está com a moça. 

— Que moça? 

—Por acaso eu sou obrigado a saber o nome dela? 

—Ela quem? 

— A nova empregada. 

—Nova empregada?

 — Ao que tudo indica o senhor Agreste tem uma nova assistente. 

—Como? 

— Uma em  que ele confia, para guiar Adrien. 

— Oi? 

—Pelo menos ela é bonita. 

— O que… ? – Suspirou. Indagaria coisas, não fosse a surpresa por ver a porta aberta. 

— Nathalie… – Gabriel não pôde se conter. — Nos deixe a sós Gorila. 


Assim que o homem de segurança saiu de sua presença, deixando-o a sós com a mulher dos cabelos escuros com mechas vermelhas certificou-se que a porta estava fechada. Sentiu seu coração acelerar quando Nathalie fechou a cara. 

—Como se sente?– Perguntou, sem jeito. 

— Tirando o fato de estar sendo tratada como uma criança? Estou ótima, senhor Agreste.

— Sabe que eu não me importo com essas formalidades. – Ela arqueou uma sobrancelha.—Se tratando de você. 

— Hmn. 

— Não me respondeu. 

—Estou me sentindo péssima, Gabriel. –Sua voz subiu um tom, denunciando sua irritação. Ele a olhou.— O que? Não é pela luta, é por não poder sair daqui. 

— Aqui é o seu quarto. E só são necessárias vinte e quatro horas de repouso. 

— Fácil falar, não é você que está aqui. –Bufou.— É tedioso, só olhar essas paredes brancas. 

— Quer ficar no meu quarto? As paredes são de um tom diferente. –Falou sério, e se arrependeu. 

— O que? –Quis prender uma risada.—Não.. isso soou antiético. 

—Fecha os olhos, precisa dormir. 

—Eu não quero. 

—Quer comer? 

—Não. 

—Nathalie… 

—GABRIEL–Ele não conteve um suspiro. 

—Você precisa descansar. Entende isso? 

— Claro, e se eu estiver recuperada teremos êxito na próxima batalha.– Encolheu os ombros. — É, talvez seja melhor eu tentar dormir. –Fechou os olhos. 

— Não vai fazer isso.

— O que?

—Não vai dormir contra sua própria vontade por mim. 

— Mas você é bipolar, viu? 

— Eu quero que você descanse… não porque tenho interesse na sua ajuda. Preciso que esteja bem. 

— O… 

— Quero que esteja bem.–Tocou sua face, como fizera, outrora.

— Que… 

— Já não está com febre.–Disfarçou. 

— Ah.. 

— Tenta relaxar. 

— Difícil. 

— Queria matar a Ladybug. 

— Não se preocupe com isso.–A mulher sorriu, se remexendo na cama, espremendo os lábios para devitar o palavrão que escaparia por sua boca pela dor nas costas. — na proxima batalha a gente… 

— Não! – Ela franziu o cenho, encarando-o de canto.—Tenho outros planos. Aliás você já não é Mayura. 

— Como? 

— Te arrumei uma substituta.

— Oi ?

— O nome dela é Jen… tem vinte e quatro anos, e é uma esgrimista excepcional. 

— Ah..

— É o melhor a se fazer. 

— Gabriel.. 

— Confio nessa garota! –Ele mantinha no rosto a expressão impassível.

— O suficiente para transformá-la em uma super vilã? 

—Você não pode mais continuar. 

— Ah, claro!– Revirou os olhos. 

— Me entenda!

—Eu entendo, eu só… se o Gorila estava aqui o Adrien…? 

— Já é adulto o suficiente, mas para evitar suas preocupações demasiadamente exageradas Jen está em seu encalço. 

— Gabriel… 

— E não precisa forçar a barra, eu sei que o gorila te contou. –Ela desviou de seu olhar penetrante. 

— Sua assistente? Sério? 

— Você precisa descansar. 

— E aí você me substitui..– Sua voz continha amargura. 

— Por quantos anos você trabalha nessa casa, hamn? –Ela o olhou. — Desde que o Adrien nasceu. Desde os seus vinte anos de idade. 

— E? –Mantinha os braços cruzados. 

— Como assim "E?", Nathalie? Você já está beirando os quarenta. 

— E daí? 

— Não acha que se esforça demais? Que faz demais? Se preocupa demais? Se fere demais? 

— Quem se "preocupa" demais, é você. Eu nunca reclamei do meu trabalho, já? E você nunca se importou com o que isso me proporcionava de ruim. –Bufou.— Eu estive aqui Gabriel, e você sabe que nunca foi por falta de opção que eu não saí daqui. 

— Porque gostava do Adrien, você ficou. –Ela assentiu. 

— Porque eu gosto de você.. d-digo… de vocês. Fazem parte de mim. 

— Você também. –Sentiu os olhos dela sobre si e desviou o olhar—Você… você também é importante para o Adrien, como uma segunda mãe.

— E você me substitui. Que legal. 

— Deixa de ser teimosa, isso é pro seu bem. 

— Onde? 

— Eu não estou te expulsando desta casa, ok? 

—Eu não conseguiria ficar mais um minuto aqui, sabendo que não posso fazer nada em troca da moradia. 

— Eu não quero que você saia daqui. 

— Eu vou voltar para o meu loft. 

— DROGA Nathalie, deixa de ser teimosa. 

— Eu, Agreste? Eu sou teimosa? 

— Eu vou acabar por optar que está com ciúmes, Sancoeur. 

— Oi? 

— Não há outra explicação. –Ele pressionou os próprios lábios. — Eu não estou te substituindo. 

— Ah, não? Dar o meu cargo a outra pessoa é fazer o que? 

— Tá, em partes. Mas é pro seu bem. 

— Como? Eu não ouvi direito. Você me faz criar paixão por esse serviço, pelo seu filho que eu criei como se fosse meu quando a mãe morreu, eu me mato toda uma vida pra organizar tudo e você me vem com um "É pro seu bem, enquanto me demite?" Fala sério! 

— NATHALIE! –Ele grita, segurando-a pelos braços. 

Surpresa, a primeira reação dela foi puxar seus braços, que nem sequer saíram do lugar enquanto ele permanecia parado no meio do quarto, encarando-a com aquela feição de raiva que fazia quando não era escutado. 

— G-Ga..… 

— Você pode parar pra me ouvir? –Ela suspirou. 

Responderia-o de imediato, com palavras, se não sentisse uma vertigem posicional ao mover o rosto de um lado para o outro de forma bruta. Viu tudo girar. Quase caiu, mas viu-se presa ao corpo dele, quando suas mãos pesadas seguraram em seus quadris finos impedindo-lhe de tocar o chão. 

—Viu? É por isso.. –Ele disse, calmo, embora se sentisse demasiadamente nervoso. 





Notas Finais


Sorry quaisquer erros. O capítulo ficaria maior, mas não so fã de ultrapassar as mil palavrinhas. Acho que eu acabo tornando o capítulo muito tedioso quando ele é cumprido. Enfim. Espero que tenham gostadooo.♥️ Foi do fundo do cora♥️

Ps: O capítulo hoje não teve muita narrativa. Foi mais diálogo. Sorry, achei que era preciso.


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