História Garoto de programa - TaeGi - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7, IKON
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Jikook, Lemon, Taegi
Visualizações 63
Palavras 3.256
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii olha quem apareceu? Fui rápida?

Bo lê ne? E depois nós "proseia" kkklkk

Capítulo 5 - Boate vermelha


Vasculhei o quarto em busca do cartão do Wang e achei amassado no fundo da minha mochila. Com a respiração acelerada e mãos trêmulas sentei-me na cama, encarando o papel pelo que pareceram-se horas.

Estava disposto a isso mesmo? Ser um.. um garoto de programa, perder minha dignidade, meu corpo e talvez me enfiar em um problema maior ainda para conseguir dinheiro? Com um suspiro longo peguei meu celular.

Sim, dês que conseguisse salvar meu pai, meu futuro e minha família valeria a pena. Tinha que valer a pena! Tinha que dar tempo! Não podia mais esperar pelo processo. Não mais.

— Alô? Jackson?

— An? O que? Quem é? — sua voz sonolento e embolada respondeu.

— Sou eu, Taehyung. Desculpe se te acordei

— Ah! Tae!? Me ligando? — revirei os olhos

— Vou direto ao assunto Wang, queria saber se.. — minha voz vacilou e falei aos sussurros mesmo sabendo que não tinha ninguém em casa — Se o emprego que me falou está disponível ainda? Ainda estão precisando de pessoas?

— Oh! — escutei um barulho como se alguma coisa caindo — puta que pariu! Achei que nunca mais ia falar comigo. Sim, ainda estão precisando mas tem que ir hoje.

— É exatamente o que pretendo. Posso te encontrar para me levar ou prefere me dar o endereço?

— Bom, posso te encontrar em algumas horas, só vou voltar a dormi um pouco e 15:00 te encontro, pode ser?

— Sim, te passo o endereço da minha casa — fiquei com medo, e se eles forem barra pesada? Se soubessem onde moro poderia ser pior! — Melhor, te encontro no café onde te vi aquele dia

— Tá bem. As 3 tô lá. Boa noite

— Bom dia — achei graça e desliguei

Estava feito e não iria voltar atrás.

Meio dia mamãe veio de ônibus para casa. Papai continuava na mesma e decidiu vim descansar um pouco. Fiz uma comida rápida pois ambos estávamos sem fome por motivos óbvios. Foi se deitar depois que lavei a pior louça quase quebrando dois pratos. Aguardei até a 13:20, peguei na carteira os únicos sobreviventes do remédio para pagar a passagem. Agora não tinha mais carro.. Mamãe quase me joga a comida na cara por isso.

Jackson estava me esperando quando cheguei atrasado.

— Tem certeza? — Perguntou-me antes de subir em sua moto

— Sim, eu preciso da grana — digo determinado e ele se convence me dando o capacete

— O que te fez mudar de ideia? — pensei rápido.

— Mensalidade da faculdade — ele emitiu um "ah" e subi, não quero a sua pena, quero sua ajuda e talvez sabendo do verdadeiro motivo possa parecer "meloso" demais, melhor achar que sou ambicioso, melhor acharem que estou fazendo isso por mim mesmo.

As ruas estavam desertas pelo feriado, todas as lojas e estabelecimentos fechados mas no começo de um rua, em destaque uma prédio de três andares se erguia e Jackson para em frente a ela. O lugar estava fechado como todo o resto e a Boate Vermelha, como dizia a placa acoplada a parede em um hagul estilizado, não era exceção. Jackson ignorou esse fato rumando aos fundos passando pela porta metálica.

— Ele é todo durão, mas é boa pessoa, só fazer o que ele mandar e responder as perguntas sinceramente. Só falei o melhor de você — falou enquanto percorriamos um curto corredor.

— Certo.

Quando o corredor acabou e mais uma porta foi aberta, tive a visão de um lugar espaçoso reservado para dança, um palco com instrumentos de som para talvez DJ's, algumas mesas com as cadeiras viradas pela pessoas que estavam limpando e uma parede inteira com bebidas nas prateleiras. Subi os olhos para um tipo de sacada, ligadando os dois andares por uma escada espaçosa, não dava para ver nada de lá, as janelas eram revestidas de vidro fumê. Não precisei pensar muito para deduzir que era ali a "boate de verdade".

Jackson vai me guiando para dentro, passando pelo andar de cima, que era una versão mais luxuosa e menor que a anterior,pelo vidro dava para ver tudo lá em baixo. Passando por um corredor com dezenas de portas fechadas de um lado a outro. Depois mais uma escada, essa mais simples de madeira polida e igualmente espaçosa, deu para passar eu e Jackson lado a lado com folga. No terveiro andar uma especie de sala redonda com portas muito bonitas ao redor, três delas escritas camurim. Em uma delas, Wang bate duas vezes e entra.

Diferente do que achei que veria: um velho fumando um charuto cubano, coberto de ouro em uma sala escura (sim, um maldito estereótipo, coisa que odeio mas que era impossível não esperar por isso), quem estava ali não combinava em nada com um dono de um lugar desse tipo. Ele era um homem jovem de boa aparência, feições delicadas e bonitas como um ator de dorama, postura emponente enquanto teclava freneticamente no laptop. Os olhos castanhos não deixam a tela um segundo, mas isso não impede que ele responda meu amigo de escola.

— Boa tarde chefe!

— Oi Jack, esse é o garoto que me disse? — seus olhos param em mim, Wang sai da minha frente deixando-me exposto a analise do seu chefe. Tento não engolir seco — Hum, realmente é bonito. O que te trás aqui?

— Soube que estão precisando de pessoas novas para trabalhar aqui — digo fingidamente calmo mas acho que ele percebeu minha voz vacilante porém não demostrou.

— É verdade. Para que precisa do dinheiro? — foi direto ao ponto — Todos e todas vem com o mesmo intuito, dinheiro é o propulsor dessa escolha na maioria das vezes e me parece o seu caso — analisou de cima a abaixo minhas peças simples e sem marca, cada detalhe do meu corpo que não estava coberto pelas roupas — Qual motivo?

— Pagar a faculdade.

— Hum — sua boca formou um minúsculo bico e o apertar dos olhos curioso e em busca de mentiras. — Jack, pode sair e feche a porta, por favor.

— Sim senhor! — reverenciou levemente e me olhou, saiu e fechou a porta.

— Tira a roupa de cima — minhas bochechas queimaram e travei por um segundo sem saber o que fazer — preciso te analisar se quer trabalhar aqui.

Retirei o casaco e a blusa, não era do tipo que tinha músculos definidos mas meu corpo era magro e bem proporcional pela alimentação saudável causada da diabetes do meu pai e pressão alta da minha mãe. Olhar para baixo foi inevitável. Me sentia uma galinha prestes a ser degolada.

— Pode vestir. Qual sua idade? — voltou seus olhos para tela

— 20

— Documentos que comprovem isso? — busquei em minha carteira meu RG

— É virgem Taehyung?

— Não

— Já sabia. Sexualidade aqui não importa, terá que transar com quem pagar

— C..certo — meu tom sai baixo

— Suas mensalidade são a única coisa que te motiva? — juntei todos os anos de técnicas mentindo

— Sim, só quero me formar.

— Escute muito bem Taehyung, isso aqui não é nenhum puteiro de quinta categoria que possa conhecer, meu trabalho é sério, muitos querem está aqui dentro. Acredite quando digo que aqui é o paraíso comparado com qualquer outro lutar! — Se aproximou intensificando o olhar — Só vou te dar uma chance por causa do Jack e pela sua beleza, do contrário te expulsaria. Entende?

— Sim

— Aqui as pessoas vem para sentir prazer. A prostituição não é fácil e gosta ou fingir gostar são para os fortes. Tem absoluta certeza que quer isso? Porque depois do primeiro trabalho só sai depois de duas semana, não importa o quanto implorar arara azul!

Contorce meus lábios, nem tanto pelo apelido e sim com suas palavras pesaram como concreto. Eu tinha certeza? Era forte o suficiente? Estava preparado para transar com qualquer pessoa? Não sei, mas ninguém precisa saber disso.

— Eu não vou desistir! Estou consciente do peso das minhas escolhas. Eu tenho absoluta certeza do que quero! — digo tão firme que até eu mesmo acreditaria. Ele permanece em silêncio agoniante até um micro sorriso surgi.

— Muito bem. Vamos fazer o teste. Vai começar como garçon por 3 dias pra ver o movimento e aprender as regras — 3 dias, então daria tempo de saber o resultado do processo segunda depois do feriado! Tentei conter o sorriso — Não chamamos ninguém pelo nome verdadeiro aqui, principalmente os funcionários. Sou apenas Jin ou chefe, meu nome não importa.

— Sim senhor.

Ele continou me fazendo perguntas sobre minhas habilidade, qualidades e experiência sexual até se sentir satisfeito com o interrogatório. Pegou o telefone chamando alguém.

Depois de poucos minutos em silêncio constrangedor para me, um homem de cabelo platinado e aparência digamos que fofa abriu a porta. Jin também não o olhou a fazer isso. Tô começando a achar que é mania sua.

— RM, esse é o novo interessado, dê um nome a ele e explique as regras, por favor.

— Sim chefe, venha garoto! — me levantei fazendo o mesmo que Jackson: uma leve reverência e sair

Ele me guia até o primeiro camarim onde umas 3 garotas seminuas se arrumava, deu uma ordem e saiu novamente. Meu estômago revira mas continuamos andando para o segundo andar.

— Temos 5 regras principais que jamais podem ser quebradas..?

— Taehyung — digo o seguindo até sei lá onde.

— Elas são simples e se segui-las se dará bem aqui. Primeira: Não quebre as regras — segurei o riso com a primeira regra idiota — É, eu sei, meio óbvio — parou e bati conta suas costas

— Desculpe

— Segunda: Sempre use camisinha, não importa com quem, penetração só com proteção! — outra vez minhas bochechas queimaram e tentei não engolir seco — Se o cliente não aceitar, saia do quarto sem discutir, todos sabem dessa regra mas sempre tem alguém nove que aparece aqui.

— Anha

— Terceiro: Use uma máscara quando estivermos em horário comercial, só tire no quarto para a ou o cliente — essa regra me dá um pouco de alívio, pelo menos não correi um risco tão grande de ser reconhecido — Sua identidade é importante e isso me leva a quarta regra: use seu codinome enquanto estiver aqui. Vou pensar em algo para você — me olhou entrando por um corredor que ainda não tinha passado.

Me perguntei o tão grande esse lugar é porque sinceramente estou vendo a hora de parar na fronteira do país! Parecia mágica, era bem maior por dentro que por fora!

— V, esse será seu codinome. Atenda por ele.

— ..Certo

— Quinta e última regra: Sem brigas internas! Isso parece bobo mas acredite quando digo que isso mantém esse lugar funcionando. Pode me chamar de RM ou Nam, como preferir — Se virou e dessa vez parei antes de colidir com ele. Estendeu sua mão e a apertei — qualquer coisa pode me chamar — sorriu sem mostrar os dentres e suas covinhas apareceram

— Obrigado, você é muito gentil — sorri timidamente

— É, talvez você faça sucesso aqui, além de muito bonite é simpático. Não me entenda mal, é o trabalho — se adiantou mas não impediu a quentura no meu rosto. Esse lugar me deixava ridiculamente tímido — Seu cabelo azul será ótimo para chamar atenção. Tenho uma roupa perfeita pra isso mas só quando começar. Vamos conhecer o lugar?

— Claro, por favor — sorri cordial

Mostrou-me o lugar imenso com não sei quantos quartos, salas, camarins e cozinha. O tour fez meus pés latejarem mas uma coisa que Nam falou me arrepiou até os últimos cabelos: "Estamos no top 10 sexclub's de Deagu". Talvez não fosse contratado se aqui era tão importante assim como Jin e Nam disseram, talvez fosse demitido antes mesmo de ter dinheiro suficiente para tantas dividas a serem pagas. Eu vou precisar me esforçar muito aqui..

— Quanto recebemos? — fiz a pergunta mais importante para me interrompendo seja lá o que ele dizia

— Depende da quantidade de clientes que tiver e quanto pagarem por você. Ficamos com 70% do que recebe — minha boca cai — calma, ainda sim é muito dinheiro e isso já está incluso no que gastar aqui. Não ficamos em divida eterna que muitos lugares fazem, todos trabalharam até o dia que quiser aqui. Acredite, isso é uma coisa boa e esse é o melhor lugar que poderia está! — diz repentinamente sério, calando qualquer objeção que tenha. Eu tenho que agradecer ao meu amigo se aqui é tão bom como dizem.

Depois de ver todo lugar e escuta-lo falar dos horários e funcionamento e o isolamento acústico de todo o prédio me despedi de si com um leve abraço, confesso que ele era interessante e se estivesse em uma festa, com certeza o pegaria.

Fui para o posto de gasolina, tinha que avisar que não trabalharia por esses dias por ir viajar e acabei demitido por falta de comprometimento. Depois das palavras nada gentis do dono peguei um ônibus para o hospital. Como mamãe falou, ele continuava sem melhora nem piora, apenas estável, apenas esperando, suportando. Ele é forte, vai aguentar até ter dinheiro, até ganharmos o processo, repetia a me mesmo toda vez que pensava no pior. Vai dar tempo!

O cansaço me venceu e acabei dormindo quando cheguei em casa com minha mãe até as 8 da noite. Acordei em um pulo! A boate abria as 9 e fechava as 4 da manhã e se não corresse com certeza chegaria atrasado. Sai pelo quarto em disparada, vesti a primeira roupa e sai. Não tive tempo para mais nada!

Diferente de hoje cedo, a Boate Vermelha estava totalmente diferentes, a iluminação daria inveja em muitas psicodélica que já fui. Varias pessoas já se encontravam em uma fila do lado de fora e havia vários seguranças na porta principal. Entrei pela mesma porta que Jackson e me identifiquei como novo funcionário do lugar. Ignorei a analise nada discreta do segurança corpulento me lançará.

O lugar fervia em uma música alta e sensual de batidas agitadas, Jackson estava a frente da estante de bebidas por trabalhar nos dois andares em dias alternados, ele era a única pessoa que identiquei naquela bagunça então fui até ele.

— Chegou! Você tem que ir para dentro, provavelmente o RM está procurando por você, são quase 9! Suba as escadas rápido!

— Meu Deus! Fui — sai de lá e fiz o mesmo caminho até os camarins. O segundo andar era guardado por dois seguranças que já sabiam meu nome e o terceiro estava cheio de funcionários.

Nam estava de terno branco e camisa amarela por dentro, arrumado com os cabelos partidos de gel e postura imponente.. Não parecia em nada a pessoa gentil de hoje a tarde. A noite, todos assumem outra persona por aqui.

— Estava esperando você! — senti uma leve irritação em seu tom e abaixri o olhar. Odiava ser chamado a atenção em qualquer coisa, gostava de ser bom no que estivesse fazendo, simples ou não.

— Desculpe..

— Tudo bem, chegou na hora não é? — suavizou-se — venha, você tem que se vestir. Nesses três dias vai aprender algumas outras regras, o funcionamento e pessoal daqui. Se depois manter a certeza que quer começar fazemos sua estréia.

— Estréia? — me assustei um pouco com a visão de mim mesmo em um palco seminu de máscara. Posso está sendo traido por minha imaginação fértil mas não duvido nada que seja pior que isso

— Sim! Mas isso é para outra hora, vamos! — saiu na frente e o segui

O camarim que dizia ficava do lado esquerdo e era para funcionários "normais". Vestir uma roupa de garçom com gravata borboleta e tudo, assim como no restaurante que fui demitido. Se fechasse os olhos bem forte até poderia fantasiar ainda está lá.

A noite era longa, o lugar tinha mais gente que minha ária na faculdade e ainda não sabia como isso era fisicamente possível!

Muita gente também trabalhava aqui e pelo que entendi era dividido entre uma boate normal (em baixo) e boate reservada no alto com pulseiras brilhantes, tinha que chamar assim pós não tinha coragem nem de pensar no real nome daquilo.

Os funcionários eram ocupados e por isso não conheci muito deles, sai com bandejas de drinks na parte superior e pode ver a diferença entre funcionários. As garotas e garotos tinham pouca roupa e jóias variadas espalhadas pelo corpo sem falar nas máscaras que mais pareciam obras de arte. Se estivesse com minha câmera (e fosse permitido, claro) estaria fotografando tudo. As outras regras eram mais simples do que as que Nam havia me dito.

Não podemos recusar nenhum cliente independente do sexo

Não podemos usar drogas com os clientes e se isso acontecer será demitido

Não podemos escolher se houver disputa entre clientes, isso é resolvido pelo chefe.

E última, não podemos nos apaixonar. Essa talvez seja a mais fácil.

Eu não me apaixono, nunca me apaixonei e duvido muito isso acontecer no lugar como esse se minha única opção for acabar desse jeito. Todas as vezes que gostava de alguém, depois que pegava todo o encanto acabava, até mesmo no beijo. Foi assim com vários amigos como Jack, Hobi e Jungkook, simplesmente não me envolvia. Isso era muito útil e gostava em partes dessa "limitação".

Nam havia sumido fazia tempo. Jin estava circulando por todo lugar mais parecendo um político de tanto que acenava, Wang ocupado com suas bebidas e eu tentando dar conta de tantas pessoas para atender. Quanto mais tarde, mais movimento. Assim passou os três dias de experiência.

No domingo, meu último dia servindo bebidas e poucos petiscos, no fim da noite foi o pagamento dos mascarados. Entendi porque Nam disse que ainda sim era muito dinheiro, notas e mais notas na mão de cada mulher e homem fizeram minha fixa realmente cair. Eles e elas estavam vendendo seu ser (pois não acredito que vendiam apenas o corpo mas também um pouco do sua essência) por dinheiro e estavam recebendo seu pagamento.

Meu pai havia piorado naquele hospital vagabundo e mãe preferiu ficar por lá e me deixar cuidar da audiência sozinho. Segunda feira a Boate Vermelha não abria mas o resto da cidade voltou a pulsar depois do longo feriado e fim de semana.

A audiência estava marcada para 9 da manhã. O advogado público, um senhor de mais de 40 anos estava com sua maleta desorganizada ao meu lado na mesa, de frente para um representante da empresa de caminhoneiros.

Pouparei-os dos detalhes maçantes das 2 horas seguintes afinal o mais importante só aconteceu no final. Meu coração batia tão acelerado que temia ter um infarto ali mesmo, o medo estava até mesmo nos olhos do defensor mas não do representante, ele tinha certeza do veredito e isso pesou meu emocional mais que chumbo.

— Por alegar e provar por meio de documentos sua falência, a empresa Na Estrada não poderá arcar com os custos do acidente do senhor Kim JunHa. Será pago o valor recorrente aos cofres da empresa. 2 mil wons por fraturas múltiplas incorrigíveis. Esse é meu veredito final possível recorde com apresentação de novas provas! — bateu o martelo.

Isso era um absurdo! 2 mil não foi nem os remédios que gastei!

Perder com esse decreto, é muito mais que apenas a causa judiciária. Perderia meu pai se não tivesse para onde correr. Correr para um caminho terrível e sombrio onde temia perder mais que a dignidade. Porém, ainda sim, um caminho.


Notas Finais


Então? O que acharam? Queria deixar algumas coisas claras. Quem acompanhou Broken and Lost, minha outra fic, sabe que não sou de fazer um "mundinho perfeito", devem ter percebido a pegada mais pesada aqui, então vai ser meio pesado.

Outro aviso! Eu posso demorar para atualizar, coisa de uma semana, no máximo duas! Mas calma que isso vai ser aparte do cap 9.

Aah e pra quem eu disse q atualizaria a 2 dias atrás, rsrs, tava atendendo ao pedido que me fizeram, sim, atenderei aos pedidos de BaL! Farei um final alternativo.

Porraaaaa antes que me esqueça! Caralho, que música do Tae foi essa??? Pqp! Vou escrever todos os caps escutando Winter Bear❤❤

Até o próximo cap meus amores, comentem se estão gostando e se não tiver tbm, quero saber a opinião de vocês. Bjs!!


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