História Garoto do blog (Vhope) - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lay, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Bts, Jeon Jungkook, Jin, Jung Hoseok, Kim Taehyung, Namjin, Namjoon, Vhope
Visualizações 53
Palavras 1.972
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então gente voltei pra finalizar o encontro e pra fazer geral chorar ou fervilhar, quero que vocês saibam que eu tentei fazer os personagens complexos assim como nós somos sem aquele clichê de sempre porém eu preciso da opinião de vocês.

Não se esqueçam de comentar.

Capítulo 8 - Encontro pt2


Eu estava um pouco nervoso mas vi ele tremendo ao segurar a taça de sorvete, a única coisa que eu tinha que fazer era ele se acalmar porém como? Eu não quero ser invasivo, eu só peguei em sua mão e disse:

—Não precisa ficar assim —Eu disse segurando sua mão— você precisa se acalmar.

Ele parou de tremer mas vi que ele continuou nervoso, começou a comer o sorvete muito rápido, eu sabia que ele ia ficar com dor de cabeça. Na terceira colherada ele abaixou e encostou na mesa, eu acho que ele teve um infarto.

—Está tudo bem? —Perguntei tentando ver se ele tinha passado mau.

—Dor de cabeça por causa do sorvete —Ele disse gemendo, com a forma manhosa que ele falou eu me arrepiei.

Eu coloquei a mão em seus cabelos e afaguei, subi a mão para a nuca e fiquei acariciando ele, percebi seu corpo rígido eu pergunto novamente.

—Esta tudo bem? Você quer ir embora?

—Ah eu estou já um pouco alterado, já acabamos o sorvete então, lembra que que eu queria que me levasse em um lugar? —Ele perguntou sorrindo ao meu lado.

—Vamos então? —pergunto já sinalizando para o garçom vir trazer a conta— vamos aonde?

—Quero que você me leve na torre Eiffel —Ele disse sorrindo como uma criança.

—Ok, dá para irmos de apé, quer ir ?— ele confirma que sim com a cabeça e seguimos.

Paguei a conta ao garçom e saímos do restaurante, a fila estava ainda maior, e por ser uma noite de verão estava quente, era ainda 22:40 e estava anoitecendo agora. Fui até o carro pegar um casaco para mim por que agora iria esfriar, e seguimos andando pelas ruas iluminadas de Paris até a torre Eiffel que era visível do lugar onde estávamos, apenas seguimos o que conseguimos ver.

Ele parecia uma criança, confesso que sou um pouco forte para bebidas mas ele é bem fraco, ou ele era alegre assim sempre.

—Será que conseguiremos subir na torre? Eu ouvi dizerem que tem elevador lá —Disse ele andando na rua olhando todos os detalhes de casas hotéis e bares, o mais incrível era como que ele gostava de falar mau das roupas das pessoas, e com razão por que igual a ele ninguém se vestiu tão bem.

—Olha lá estamos chegando perto —Eu disse e seus olhos se encantaram mais uma vez, eu estou começando a gostar de ver ele surpreso.

De todas as pessoas que eu estive até agora ele e Jimin são aqueles que mais tem me tratado normal, eu estou adorando, por mais que eu sei que ele está nervoso e quase mal deixa eu encostar nele porém o que conta é a intenção é está sendo muito divertido ficar aqui com ele. Eu sinto ele pegar minha mão e lá estávamos correndo pelo gramado da torre com um rio artificial que corta o meio dela, corremos de mãos dadas pelo gramado até que sinto desequilibrar por um segundo.

Rolamos na grama e rindo igual duas crianças percebo que eu estou com a cabeça em seu peito e nos encaramos com sorrisos. Eu estava feliz de ir a loucura com alguém que eu conhecia tão pouco, ele também desperta a criança que ainda tenho dentro de mim.

—Você está bem ? —Pergunto preocupado, ajudando a se levantar.

—Está tudo ótimo, e você? Está feliz por fazer essas coisas inesperadas? —Meu deus, eu já não sei mais o que pensar.

—Eu estou ótimo, e agora o que vamos fazer? —Pergunto curioso com as mãos dadas a ele.

—Agora nós vamos subir lá em cima né —Ele diz apontando para cima, meu deus ele era um louco mesmo.

Fomos até a base da torre e ainda estava aberto para visitação, limpamos nossa roupa de algumas gramíneas grudadas.

—Ai você me bateu forte —eu disse dando um soco bem fraco em seu peito.

—Tem vai a academia é você não sou eu, tô aguentando essas suas mãos pesadas me batendo e não tô reclamando — ele me empurra.

Chegamos no máximo que visitantes podiam ir e tinha uma vista para a cidade era uma ótima vista, vemos quase tudo, todos os trechos de rios que cortam a cidade, o centro histórico, o arco do triunfo estávamos maravilhados porém eu estava mais ainda com ele ali iluminado pelas luzes da torre apontando para algo no além, eu me aproveitei e tirei uma foto, o que por sinal ficou fantástico.

Ele continuava a clamar por minha atenção, fazendo uma voz manhosa, houve um desequilíbrio quando ele se esticou ainda mais para me fazer enxergar uma luz que brilhava na direção da torre. Eu agarrei ele pelo quadril e o puxei antes que caísse da enorme altura da que estávamos. Minha perna ficou entre as suas pernas, sinto ele engolir seco quando viu seu corpo se debruçar sobre a escuridão.

Ele voltou rápido a encostar o pé na plataforma, e virou para mim envergonhado, eu ainda estava ali segurando seu quadril que encaixou direito na minha mão, ele me encarava, e eu comecei a corar, eu já não sabia o que eu estava fazendo, senti sua respiração aproximar e quando vi sua boca ressecada pelo ar da noite de Paris encostou na minha me fazendo fechar os olhos na hora, e assim senti um mar de sensações.

Eu senti o gosto do vinho em sua língua, numa explosão de tons e cores em meu cérebro, quanto mais mexemos as línguas mais coisas estranhas eu sinto, sinto um arrepio percorrer o alto da espinha até os dedos dos pés se contorcerem, sinto um frio em meu estômago como se eu estivesse fazendo algo errado, agora eu sentia o gosto do sorvete, sentia meus pelos eriçarem como se estivessem passando gelo em minha pele, o clima parece ficar mais quente conforme nossas bocas se ajustavam, eu senti sua barba que por mais que aparentasse estar bem aparada não foi feita hoje então essa sensação me arrepiou.

Eu senti as imperfeições da pele do seu rosto na minha pele, eu me sinto muito mais quente do que antes, e eu via no escuro da minha visão vários fogos de artifício das cores de acordo com as sensações que eu estava sentindo, um vento frio passava por mim me fazendo apertar ele contra mim ainda mais, o mesmo arfou e me afastou, recobrando a consciência. Ele me olhou com um sorriso no rosto, encostado na sacada da torre, eu senti algo que eu só tinha lido em livros, pela primeira vez eu senti que eu tinha que possuir ele para mim. Eu senti luxúria. Levei a mão os meus lábios e o encarei novamente.

—Bom te trouxe para um rolê muito louco, eu estou bêbado e eu fiz você beijar um garoto, são coisas que você normalmente não faria, então eai está feliz? —Ele me perguntou olhando em meus olhos respirando pesado e ainda tremendo —Ah e antes que eu esqueça eu fico muito feliz que você tenha me salvado.

—E... E... E... E —Eu estava paralisado com as mãos nos lábios, sem reação, eu não sabia o que fazer, os diversos papéis que eu atuei não me ensinaram a agir em situações dessa toda a minha carreira não adianta nada numa situação dessa, o que eu faço agora?

Ele olha o horizonte e fica um silêncio extremamente constrangedor.

—Me desculpa por ter feito isso com você, sei que você não tem tempo pra ficar com essas brincadeirinhas idiotas de pessoas que não fazem nada na vida —Ele dizia e pela primeira vez em meses senti meu peito ser cortado, eu precisava fazer algo mas eu estava ali impotente, eu tive a melhor coisa da minha vida e ela estava indo embora neste exato momento —Vamos fingir que isso nunca aconteceu não é mesmo? —Ele sorria fraco porém sorria, nem conseguia me encarar.

Ele saiu do meu enlaço e foi entrando no elevador, eu só segui ele, não consegui dizer ao menos uma palavra por mais que eu quisesse dizer a bíblia inteira de como o beijo dele foi o meu primeiro e melhor beijo que eu vou ter em anos, voltamos ao restaurante pegar o carro, na hora que eu dei partida no motor eu não pude evitar que uma lágrima tímida escorresse pelo rosto, de alguém que se sente impotente.

Voltei para seu prédio deixando ele lá e voltei para o apartamento que eu estava, eu cheguei em casa e como sempre Jimin havia saído. Eu tirei a roupa mesmo ali na entrada e caminhei até o banheiro de cueca saí pela casa arrastando a roupa até o banheiro, entrei no banho frio e logo as lágrimas rolaram, eu queria ter falado tudo, agora ele vai achar que foi horrível quando na verdade foi bom, mas como vai ficar minha carreira, minha família não vai me apoiar eu tenho extrema certeza disso. Bati a mão no ladrilho do banheiro em protesto contra todo o empecilho que se formou entre mim e ele.

Eu saí do banho mais estressado que eu entrei, peguei meu celular é quando olhei em minha bolsa eu estava com o celular dele, lá estava eu a levar o celular dele em seu prédio essa era a chance de eu concertar tudo.

Saí correndo pelas escadas entrei no meu carro e liguei dando partida acelerado sai quase batendo o carro, eu precisei me acalmar, coloquei Lana del Rey pra tocar no rádio e fui tentando manter atenção na pista porém eu sinto que eu vou falhar novamente, em poucos minutos eu cheguei lá, fui até a recepção e a atendente me atendeu

—Olá boa noite— eu disse em francês a moça.

—Olá não temos mais reservas, sinto muito em lhe informar.

—Não, não vim atrás de reservas eu vim devolver o celular de um dos clientes que entraram a uns 40 minutos atrás —ela concordou com a cabeça e pegou um telefone e ligou, falou para que o dono do celular descesse e ela logo desligou.

—Ele já está descendo, por favor aguarde em nosso hall de entrada — havia um sofá enorme em dourado e preto, por ser de noite eles estavam vazios o lugar todo estava vazio, tocando uma música de fundo de elevador.

Quando sou tocado no ombro por ele, com uma roupa mais modesta ele mal me olha no rosto, eu pego em seu braço e o puxo para fora.

—Não me conteste— eu digo isso quando eu percebo que ele começa a oferecer resistência. — eu queria deixar bem claro que eu não fiquei bravo com você, muito pelo contrário foi meu primeiro beijo, pode parecer estranho porém foi aos vinte e poucos anos mesmo, e eu adorei, adorei você e seu jeito, me desculpa ter ficado sem reação —e nesse tempo eu já estava chorando — me desculpa mas eu preciso pensar com calma sobre tudo isso que aconteceu eu só não quero que você se afaste de mim assim tão rápido quanto você veio em minha vida .

Ele me olhava sem reação desta vez, escutou tudo atentamente e no final balançou sua cabeça e sorriu gentilmente.

—É tenho sorte de ter um artista favorito como você, me identifico muito com você, você de verdade não a pessoa que você mostra, vou manter contato só que eu sinto muito por ter causado tudo isso em você, e por favor não chorei —Nesse ponto estávamos nos dois chorando, sim somos dois moles de sentimental — nós dois precisamos de tempos parar pensar e sugiro que você faça isso, se depois disso quiser continuar conversando comigo eu estarei aqui, eu não vou te ignorar nem ficar de gracinha eu entendo seus afazeres. —Ele disse aos soluços.

É um abraço molhado pelas águas salgadas que escorriam de nós marca algo que está para começar


Notas Finais


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