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História Garoto exemplar ( imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 2


Escrita por: e ixy-


Notas do Autor


Voltei anjinhos ❤️
Não está tão bom, eu acho, mas é isso.
Não corrigido.

Capítulo 2 - Que baita encrenca


Fanfic / Fanfiction Garoto exemplar ( imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 2 - Que baita encrenca

           [......] Dia seguinte 22:00                        Meus pais ainda se encontravam acordados, pelo simples motivo de eu ter dito a eles, que hoje eu teria uma grande surpresa. 

Meu pai estava como sempre, caindo de sono, depois de um dia cansativo.

Minha mãe eu sabia que lhe receberia bem, mas já meu pai, ainda era uma incógnita para mim.

A campainha escuto tocar e meus pais de imediato me olharem.

Abro a porta, lá vendo jeongguk a me olhar, com um sorriso sacana nos lábios. O moreno vestia um terno azul escuro, seguidamente acompanhado de um belo penteado em seu cabelo grande.

Jung-soo, meu pai, podia notar cochichar algo por minhas costas.

— Quem é esse rapaz?— Perguntou o mais velho, fitando com um olhar nada bom jungkook.

— Não seja lerdo!— Deu de ombro a mãe da mesma.— Ele é o namorado da nossa filha.— Tirou tal conclusão, ao vê-los de mãos dadas.

Jeongguk ao meu lado parecia tenso, porém não era isso que me chamava atenção. A única coisa, na qual eu conseguia reparar era em sua mão direita, que se encontrava entrelaçada com a minha. Eu poderia jurar, que ele tinha dezenas de tatuagens ali, em sua mão. O que raios ele passou, para que todas sumissem?

Passo meu dedo indicador no local, assim sentindo dentre a ponta dos meus dedos um pequeno resquício de algo pastoso.

Maquiagem, foi isso que ele usou, e por sinal, em uma boa quantidade.

— Sim, é exatamente isso mãe.— Olho para ambos.— Ele é meu namorado.— Um silêncio noto se fazer, o que me deixou de certa forma agoniada.

— E aí sogrão!...— Leva um cutucão da mesma ao seu lado.—digo.... tudo bem senhor?

— Estava tudo bem, até eu ficar sabendo dessa palhaçada.— Rebateu o mais velho, sem muita benevolência.— Como assim namorado filha?

— Não seja tão ranzinza amor, nossa filha apenas resolveu nos apresentar o namorado.— Deu de ombro, lhe olhando feio.— Pegue leve com o rapaz, ele parece ser uma ótima pessoa.

— Na verdade eu vim até aqui, para perguntar pessoalmente, se eu poderia levar minha relação com a filha de vocês mais adiante. Pode até parecer meio estranho isso acontecer nesses tempos, mas meus pais me criaram assim.

Céus, ele realmente entrou muito bem no personagem de um homem exemplar.

— Mais adiante em que sentido?— indagou novamente Jung-soo.

— Deixe o rapaz!— Sobressaltou, já sem paciência a mais velha.— Isso aqui não é nem uma entrevista de emprego.— Diz, diretamente a seu parceiro, que apenas suspirou pesado.— Gostamos muito de você e concordamos com o namoro, porém deixaremos vocês agora sozinhos.— Foi puxando aos poucos seu marido junto com sigo.—Amanhã acordamos cedo e Também não queremos atrapalhar.— fechou a porta, que dava para o corredor.

— Eu deveria ter cobrado uma grana bem mais alta, se eu soubesse que seu pai, era um verdadeiro cão.— Sentou no sofá, que se encontrava ao lado.— Pelo menos daria para cobrir o meu funeral.

— Que seja, eu pago.— sento ao seu lado, sem ânimo algum.— Já era tudo! meu pai vai me mandar mesmo assim para a fazenda.— Levo as mãos a cabeça, sem acreditar que tudo havia ido para o ralo.— Que belo plano inútil meu.

— Ei gatinha, relaxa.— Tocou a coxa da mesma, involuntariamente.— Você não vai catar ovos de galinha e tirar leite de vaca tão cedo.— Sorriu, motivador.— Eu irei conquistá-lo ainda, acredite.

— Eu acho isso difícil.— Mordi meu lábio inferior, pensativa.— Eu nunca trouxe ninguém até aqui, nem mesmo um ficante, amigo.

— Eu sou o primeiro cara que você trouxe até aqui?— Indagou, desacreditado.— Nossa, eu achei que você era uma mulher cheia dos ficantes e namorados. Aquele tipo que dá desculpa para um, com a intenção de sair com o outro.— Se acomodou no sofá, basicamente deitando-se no móvel.

— Eu apenas curto ficar em festas, me divertindo. Eu não faço parte desse perfil de mulher que tem cinco namorados diferente. Eu não gosto disso.— Revelo, apenas dizendo o que se passava em minha cabeça.— Na verdade, eu não sei se eu arrumarei um namorado tão cedo. É como se eu não fizesse o tipo ideal, dos caras legais.

— Como assim não arrumará um namorado tão cedo?— A olhou de imediato.— Eu sou seu namorado.— Riu, descontraindo.

— Um namorado de mentira e ainda por cima gay.— Levanto, indo em direção a meu quarto.— Que ótimo namorado.— Zombo.

— Tá, mas não é tudo como você pensa.— Segue a mesma, tentando não fazer barulho algum.— Eu vou é parar no quarto do seus pais daqui a pouco.— olha para os lados, vendo algumas portas.— Onde você tá indo?

Deixo a porta aberta, logo que entro.

Era quase impossível não rir de jungkook a falar que estava com medo de entrar em algum lugar e ver meu pai.

Eu sabia que depois de um remédio para dormir, meu querido pai iria capotar, exatamente por isso, eu sabia que beber algo e gargalhar, não seria um problema.

Por fim vejo-o na porta, completamente aliviado.

Aquele sorriso em seus lábios, transparecia a felicidade em ter me achado.

— Eu vim apenas pegar algumas bebidas.— Retiro do frigobar, que se encontrava ao lado de minha cama uma garrafa de whisky.— Topa uma dose?

— Eu não acredito que você tem um frigobar no quarto.— Olhou ao redor, analisando cada mínimo detalhe do ambiente.— Tá, eu topo, porém e seu pai?— Fecha a porta.

— Ele está dormindo.— Abro a garrafa, despejando no copo com gelo o líquido.— Ele toma um remédio para dormir, que é capaz de até adormecer um búfalo.

— Tomara mesmo que seja bem forte, porque se ele me pega aqui, eu tô morto.— Senta na cadeira, pegando o copo já servido.— A propósito, muito bonito seu quarto.— Aponta para as paredes, repletas de desenhos.

— É, eu gosto dele por conta dos desenhos. Para ser realista, eu gosto de pinturas e desenhos.

— Gosta de tatuagens também?— Desabotoa a camisa, mostrando as suas do peito.— Porque querendo ou não, são desenhos também.

— Sim, eu gosto.— olho bem nitidamente suas tatuagens da li, tais quais, eu sempre quis ver bem de perto.—Eu acho bem legais as suas...— Engulo em seco, no exato instante que noto jeongguk direcionar seu clássico olhar perverso para mim.

Com um único olhar seu, eu já pude sentir esse frio na barriga. O que esse homem tem senhor?

— Por que está corada?— levou o copo farto de whisky aos lábios, se tornando ainda mais charmoso.

— Eu, corada?— Pude vê-lo concordar, para minha infelicidade.— Não,— discordei, convincente.— eu apenas estava pensando, que às vezes você não me parece ser gay.

— Nossa, sério?— Indagou fingindo surpresa.

— Sim, e isso é muito estranho. Seu olhar, seu jeito e tudo mais, às vezes me faz questionar se você realmente é, porém isso é uma bobagem.— Amarro meu cabelo para cima.

                    Jungkook

— Você esperava que eu falasse:“amiga” a cada cinco minutos? Eu sou um cara gay, mas não deixo tão na cara isso.— Mente, Segurando o riso.— Que diabos você está fazendo jeongguk?— Perguntou a si mesmo, enquanto olhava a mesma à abrir seu fecho do vestido.

Que bela encrenca eu fui me envolver.

— Tá, vou te mostrar algo, agora que eu estou deixando a vergonha de lado.— Abaixa um milímetro da alça de seu vestido preto com listas.— Também não há motivos para vergonha, não é mesmo? Você não me verá como uma mulher, mas sim como uma amiga.

— Ah...— Franze o cenho, sem saber ao exato o que dizer.— Sim, claro! Como uma amiga.— leva sua mão destra aos olhos, no momento que metade do vestido foi abaixado.— Hm, o que você está fazendo?— A questionou, olhando o mínimo possível para seu corpo amostra.— Se eu desmaio aqui, o pai dela vai me pegar e me chutar por essa janela.— Pensa com sigo mesmo.— Que baita merda você foi levar adiante.— Ciciou baixinho, como um sussurro.

— O que eu estou fazendo? Eu vou te mostrar minha tatuagem.— Fico em sua frente.— Eu tenho uma nas costas, veja.— Aponto.— Eu Também tenho outra mais para baixo, no entanto, eu acho melhor eu não mostrar. É muito estranha.

Eu estava de fato perdido em cada bela curva de seu corpo. Perguntava-me—Em como alguém como ela, jamais tenha namorado na vida.—

Céus, ela é uma verdadeira deusa e eu estar achando isso não é nada bom, eu sei, ainda mais quando eu estou sendo o mentiroso da história, mas é o que eu sinto e penso em relação a ela. 

Sei que eu estar levando essa mentira adiante que eu sou Homossexual não é o certo, porém é como se eu já estivesse envolvido demais em tudo, para simplesmente desmentir essa trapalhada toda agora.

São apenas mais dois dias, levando isso adiante e o medo me consome.

Tenho medo de não conseguir levar esse teatro tão longe, até porque, eu não sou gay, como ela acha que eu sou.

Eu não a vejo como uma amiga, eu a vejo como uma mulher.


Notas Finais


Não está tão bom, eu sei, mas prometo melhorar.

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