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História Garoto exemplar ( imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 4


Escrita por: _ixy_123_ e ixy-

Notas do Autor


Eita, eita.
Oi meus anjinhos 💕
Sem correção

Capítulo 4 - Jantar romântico?


Fanfic / Fanfiction Garoto exemplar ( imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 4 - Jantar romântico?

           Dia seguinte- 16:00 PM

Havia se passado horas, desde que jungkook inesperadamente me surpreendeu no carro. Certo, foram Apenas palavras e alguns toques bobos, mas, ele não era Gay? Homens gays, não curtem o que eu tenho no meio das pernas, mas aquele, por incrível que pareça, curte, e muito.

Claramente Jeon jungkook não é Homossexual.

Ou será que ele gosta dos dois?

Talvez ele seja aquele tipo de homem, da opinião; o que cair na rede é peixe.

Lembro-me claramente de um de seus parceiros de trabalho dizer que ele era sim gay e que todos os outros poderiam confirmar. Repensando agora sobre isso, só consigo chegar a conclusão que o cara que me disse tal coisa, simplesmente talvez quisesse que eu tirasse minha atenção de Jungkook.

Pode ser que Jungkook tenha um admirador, ou talvez, possa ser eu quem tenha um admirador. Para mim, a primeira opção me parece mais possível.

De qualquer forma, enquanto penso e repenso sobre tudo, só o que volta constantemente para me perturbar, é o fato do mesmo em momento algum me repreender sobre sua orientação sexual.

Pergunto-me: será que ele me diria a verdade, quando acabassemos com o lance de namoro falso?

Saio de meus devaneios, com um falatório vindo da sala.

Aquela gargalhada espalhafatosa, a voz, os barulhos.

Céus, não pode ser.

Pude escutar a voz soar do outro lado da porta de meu quarto, confirmando qualquer dúvida que eu tinha, se era ou não, quem eu imaginava.

— A vovó veio buscar um anjinho,— Diz a senhora, que tinha por volta de seus setenta e sete anos, entrando no quarto.— para ir até a fazenda, passar alguns meses comigo.— Abre os braços, sorridente.

— Nossa, a senhora por aqui?— Arregalo os olhos, tentando me sentir feliz por sua presença.

— Seu pai me ligou, pedindo para que eu viesse lhe buscar.— Explica, sem muita enrolação.— Você tá deixando ele de cabelo em pé.

É claro que depois do que meu pai viu de madrugada, ele ligaria para minha vó me buscar.

— Super a cara do meu pai isso.— Reviro os olhos, descrente.—Ele exagera. Seu papel de pai super protetor às vezes é muito exagerado.— Deixo meu livro de lado, bufando. Já sabia que não existia mais meio algum, de eu não ir parar naquele mato.

— Ele não é exagerado.— contráría, se ajeitando na cama.— Se ele disse que você está impossível, é porque realmente está!— Diz firme, sem sequer um sorriso nos lábios.— Ele disse que você está namorando um rapaz, podemos dizer,— Pensa.— Inadequado para você. Pelo que seu pai disse, o jovem não passa de um aproveitador.

— O quê?— Franzo o cenho.— Aproveitador?— Gargalho.— Não, ele não é um aproveitador.— Revelo, retendo os risos.— Meu pai acha que ele é um aproveitador, Por ter nos visto em um amasso.— Explico.— Sabe, alguns beijos e coisas assim.— Noto a mesma Suspirar pesado, frustrada.— Isso é normal em um namoro! E cá entre nós, meu pai fez pior com minha mãe quando mais jovem. Ele fugiu com ela sem compromisso algum para o milharal e detalhe; só para trepar.— Digo, sem medir minhas palavras.— O que é uns amassos, perto de fugir para o mato, para fazer filho?

— Como você pode ser tão... tão diretas com as palavras?— Indagou, com cara feia.— Na última vez que lhe vi, você ainda era um verdadeiro anjo. Você era inocente.— Desabafa.—Essa cidade grande lhe estragou, até mais do que a liberdade que sua mãe lhe deu.

— Vovó, eu sei porque a senhora veio, porém sem chances de eu me enfiar na sua casa, “por alguns meses”.— Dou ênfase as últimas palavras, deixando claro meu desejo de não ir.

— É, mas você não tem direito a escolha.— É super direta.—Seu pai disse que você deve ir.

— Claro... Sempre meu pai.— Rangi os dentes, com um ódio tremendo de tudo que ele planejava por minhas costas.— Ele me trata feito uma criança. É como se ele achasse que eu sou uma marionete, na qual ele movimenta do jeito que quer. Eu quero poder ter minhas próprias escolhas!

— Ele tem o instinto de proteção.— Tenta acalmar os ânimos.

— Que ‘mané instinto!— Sobressalto.— Ele não tem um pingo de confiança em mim. Eu saio para me divertir na maioria das vezes, por conta de estar de saco cheio dele. Já estou de saco cheio desse papinho de que devo ser mais responsável como tal prima, me portar como tal prima. Que droga! Só porque sou uma garota, não significa que devo ter a obrigação de ser como a bendita da minha prima, que nem sempre vive no padrão certinho que eu sei.

— Ok, você está chateada com ele, por diversas comparaçães desnecessárias e muita falta de confiança.— Da uma breve pausa, pegando o Celular pouco avançado do bolso.— Sabe, não vejo coisa melhor para você, a não ser voltar comigo para a fazenda hoje. Você quando não está bem, simplesmente sai para espairecer, correto?— Riu simplista, ao vê-la colaborar, concordando.— Olhe as fotos da nossa fazenda.— Mostra os lindos campos com plantações de hortaliça.— Veja a lindeza disso tudo minha querida. Não é possível que você não veja, que lá está sua tranquilidade total.

Certo, talvez fosse verdade, mas por que raios penso em Jeon jungkook? Sei que se eu for, minha pequena história com ele ganhará um sofrido ponto final e, eu não quero isso. Nossa história está a recém no prólogo.

Seria muito injusto acabar sem nem sequer um beijo, um momento casal.

— Você está certa, me convenceu. Eu vou com a senhora, mas antes de eu ir, eu preciso terminar algo.

— Ok, mas eu poderia saber o quê?— Pergunta, curiosa.

— Eu vou tran....Ah, esquece, sua idade não permite que eu diga algo, assim, tão abertamente, sem cuidado.— Saio da cama, indo até meu closet e pegando um vestido confortável do cabide.

— Sou velha, não burra.— Franze o cenho, sacando tudo.— De qualquer forma, volte cedo e use preservativo.

— Vovó....— Engulo em seco, pasma com o que saiu a pouco de seus lábios. É, de burra ela não tem nada.

— Não faça essa cara.— A repreende.— Eu ainda sou sua vó rabugenta, porém hoje, ela está em off.— Usa uma giria, em seguida dando uma piscada de olho.— Desconto pra você só hoje, porque também estou muito cansada para sair daqui e ir a uma rodoviária, esperar duas horas por um ônibus.

— Céus!— Sussurro descrente ainda.

— Não conheço o rapaz, mas seja lá quem ele for e o que meu filho disse sobre ele, você merece se despedir, decentemente.

— Meu pai só sabe inventar. Ele não conhece o Jungkook.

— É, talvez não conheça, mas pelo jeito que ele se referiu a esse rapaz, parecia sim que o conhecia.

— Bobagem, ele sempre acha que conhece todo o mundo.— Complemento, analisando a lingerie que usaria.

— Perda de tempo você ficar escolhendo a melhor e mais bonita lingerie, sendo que será a última coisa que ele estará disposto á analisar.— Comentou, antes de se retirar do cômodo.

— Vovó?....

                      [.......] 18:00 PM

Marquei um encontro pela primeira vez com jungkook. Certo, seria o primeiro e último encontro nosso, mas eu estava disposta a me divertir o máximo possível nele.

Hoje vou me permitir, sem ao menos pensar no dia de amanhã.

Vou me entregar sem amarras, pois sei que uma segunda possibilidade, eu talvez não tenha mais.

Podia ver Jungkook em frente ao restaurante, olhando seu relógio de pulso. Sorrio fraco, quando nosso olhares se cruzam. Eu podia estar sorrindo, mas era mais de nervoso, do que de felicidade em si.

Pedi para que ele não me buscasse em casa, por conta da situação do meu pai e tudo mais. Eu sempre soube do instinto protetor do meu pai, mas sem sombras de dúvidas, em relação a jungkook ele se superou. Hoje mesmo, tive que contar com a ajuda de uma amiga próxima, para enventar uma desculpa de sair.

Certo, eu sou maior de idade, dona do meu próprio nariz, mas sinto-me ainda na obrigação de obedecer alguma de suas ordens.

Eu vou para outra cidade com minha vó, mas não porque meu pai quer, mas sim, por eu achar ser bom um tempo fora. Não queria me afastar de jungkook, mas é uma boa distância, não teria como dar certo.

Me aproximando mais do mesmo, vendo seu lindo sorriso. Como eu desejo congelar nesse momento.

— Desculpa a demora, tive alguns problemas para sair de casa.— olho diretamente em seus olhos, sentindo aquele clássico friozinho na barriga. Só ele é capaz de me trazer essa sensação.

— É, percebi.— Riu.— Eu estava quase indo para lhe buscar.— segura a mão direita da mesma, sem ao menos avisar.— Vamos entrar, ou você quer sentar um pouco aqui fora?— Aponta com a cabeça para os banquinhos da praça ao lado.

Encaro por alguns segundos nossas mãos Intrelaçadas.

— Podemos ficar um pouco aqui fora.— Confirmo, um pouco cabisbaixa.— Preciso lhe perguntar algumas coisas e também lhe dizer coisas.— Solto nossas mãos, sentando-me em um dos bancos.

— Já imagino o que irá Perguntar.— Engoliu em seco.— Eu errei ao não contrariar o que você dizia que eu era. Eu simplesmente deixei com que as coisas acontecessem.

— Por que deixou com que as coisas acontecessem? Você deveria ter dito que não era gay, e, não deixado com que eu acreditasse que era. Você teve tantas chances de dizer a verdade.— Suspiro, logo em seguida vendo-o fazer o mesmo.

— Deixei com que você acreditasse que eu era, porque já achava tarde demais para desmentir. Eu sabia que logo o nosso “namoro” acabaria, então acreditei que eu seria capaz de aguentar mais alguns dias com a ideia de ser um homem homossexual. Eu realmente achei que conseguiria levar o lance de namoro falso, sem o desejo que fosse real, todavia chegou em um ponto em que.....— Retém as palavras, com medo de dizê-lás.

— Em que?— Repito, na espectativa que algo fosse dito.

— Em que eu passei a ter sonhos eróticos com você.— Revelou, quase pálido.— A cena de você me mostrando sua tatuagem mais secreta ficou em minha cabeça, o que me fazia ter uma insana vontade de me tocar, pensando nela. O pior de tudo, é que eu fiz isso. Eu bati uma, duas, três, pensando em você, pesando em meus dedos deslizando por cada traço de sua tatuagem.

Me sentia uma boba, por estar tão na dele.                                                                                         Céus, meu corpo o responde tão bem, só por o escutar a dizer essas coisas, que minha cabeça flutua pela ideia, de como seria Tê-lo dentro de mim agora.

— Jungkook, eu estou disposta a deixar você tocar nela, e também, no que você mais desejar tocar.— Vejo-o franzir o cenho, mas logo em seguida abrir um sorriso ladino.— E aí, topa?

   — Um jantar romântico?— Indagou, pegando as chaves do carro do bolso de trás da calça.— Pra que né, quando se tem coisas mais importantes para se fazer.


Notas Finais


Não terminou ainda, porque resolvi Fazer até uns sete capítulos 🤪♥️

👄 PARK JIMIN padeiro: https://www.spiritfanfiction.com/historia/o-carinha-do-mercado-imagine-park-jimin-22036626


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