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História Garoto Problema - Lee Minho (Stray Kids) - Capítulo 10



Notas do Autor


Antes de tudo, eu queria deixar meus pêsames a quatro mortes de pessoas muito especiais que ocorreram apenas hoje. Eu não iria postar capítulo hoje, mas decidi o fazer apenas para não perdê-lo, já que está havendo um erro e eu quase não consigo ajustar nada.

• O pai da amiga da mãe da G
• A avó da Bia, uma das minhas melhores
• A Tia da Ma
• A avó do meu irmão de outra mãe

Vocês estão em um lugar melhor agora.

Meu amigo Fê e minha amiga Di, vocês estão por uma situação apertada agora (Covid-19) e apesar das brincadeiras, eu chorei muito por causa de vocês, então não morram.
________________________________________
Eu não havia escrito esse cap. antes, era pra ser só o início do qual eu havia escrito, mas quando fui ver...

--> Referência a "Hétero, porém depende"
--> ChangBin aparecendo
--> B.L.A.C.K mais uma vez
--> Meu casal acontecendo

Lembrete: Esse Jisung NÃO é o do Stray Kids. Percebi que alguns Kpoppers novatos (amigos meus até, bjs amados) estavam confundido. Esse Jisung é daquele grupo lá que foi hackeado, o NCT

• A pedido da Let, esse capítulo é uma homenagem a FeFe

• Ignorem os erros ortográficos, eu quase não consegui me concentrar na correção :(

Capítulo 10 - É mais fácil assumir


Fanfic / Fanfiction Garoto Problema - Lee Minho (Stray Kids) - Capítulo 10 - É mais fácil assumir

- Digam "Kimchi" - Seungmin ajusta a câmera.

- Kimchi! - repetimos em uníssono, vendo o flash sair da câmera.

 

E finalmente a foto do batalhão foi tirada. Jisung não estava muito bem e nem fez questão de sorrir na foto, ele parecia bem mal, afinal, ele estava todo esse tempo no batalhão. Só esse ano o batalhão foi oficializado, mas há anos já haviam treinamentos, Park está desde o primeiro e nunca foi para a elite.

- Estão liberados! - Seungmin avisa.

O desfile estava se encerrando, mas pela chuva estar forte, as pessoas continuavam em seus lugares. Apenas algumas pessoas do batalhão que foram correndo para o ponto de ônibus, mas eu continuei nas escadas.

- Vamos agora, Seung? - pergunto.

- Estou esperando Dahyun.

Assenti e terminei de descer os degraus, fechando minha bolsa. Segui em direção a saída e fiquei esperando ali, vendo a chuva cair. Hoje havia sido um dia cansativo, embora tenha sido legal.

- Ei! - ouvi alguém me chamar. Olhei para o lado e vi Lee, mas estava usando máscara e um casaco grosso. - Eu vou sair, diz a Seung que o motorista vai seguir sem mim.

- Para onde vai? - ergo uma sobrancelha.

- Assistir o jogo do meu time preferido, mas já vai começar e não vai dar tempo de chegar em casa, então eu vou assistir em um bar aqui perto.

- Em um bar? O quê você bebeu? - franzo o cenho. - Os bares daqui... - ele me interrompe.

- Estou acostumado a sair escondido para bares, S/n. - ele ri. - Pode dizer isso a ele?

Assenti e vi Lee ajeitar o capuz, andando a passos rápidos, mas antes de atingir o primeiro degrau, ele se virou para mim.

- Aliás... quer vir comigo?

- Não vou em um lugar desses com ninguém. - reviro os olhos, cruzando os braços.

- Okay - segue andando.

- Não! Espera! - corro até ele. - Eu quero sim!

Se der merda, é história pra contar

- Me dá sua bolsa, eu vou por no carro. Me espera em baixo daquele toldo. - aponta para uma loja ao outro lado da rua.

Entreguei minha bolsa e saí correndo até a loja, embora fosse difícil correr, meu salto não ajudava nem um pouco. Ajeitei meu vestido e olhei em direção ao carro, vendo Minho falar com o motorista e pegar algo em sua mão, era um guarda-chuva.

- Um guarda-chuva? - pergunto com ele há poucos passos de mim.

- Isso era para os outros, mas eu preciso mais - sorri de lado. - Vamos!

Entrei embaixo do guarda-chuva e seguimos andando, enquanto falávamos sobre o evento e tudo o que ocorreu hoje.

- É uma pena você não ter usado o vestido hoje, mas descobri quem jogou água em nós, foi o B.L.A.C.K! Ele estava se vingando com algo que eu fiz com ele.

Sendo o B.L.A.C.K, ele pode jogar até um oceano em mim.

- E disse que só lamenta por você, que não tinha nada haver com a história. Também lamento, seu vestido estava lindo. Mas depois te entrego lavado.

- Não precisa lavar, me entrega e eu me arranjo. - ele negou com a cabeça.

- Você gostou de hoje?

- Me cansei de mais, não pensei que fosse assim.

- Eu iria sair quase de madrugada, tive que fingir que estava com dor. - ele ri, me olhando. - Agora que eu vi que você está sem casaco, me perdoe. Quer o meu?

- Não estou com frio. - sorrio sincera, eu realmente não estava.

- De qualquer forma, me sinto mal em usar e você não. Segura. - me entrega o guarda-chuva, tirando seu casaco. - Também não estou com frio, só usei para não me notarem.

Em pouco tempo, paramos em frente a um bar. Eu quase me arrependi de ter vindo. Quando entramos, notei que o barulho era alto, os caras gritavam de mais. Haviam muitos homens ali, se haviam três mulheres era muito.

- O jogo começou? - Minho pergunta alto, me puxando para perto do balcão.

- Sim, acabou de sair a primeira cesta! Acabaram de fazer a homenagem aos times. - o atendente responde.

Havia só um banco livre no balcão, o qual Minho deixou eu sentar. Ele acabou ficando em pé atrás de mim, mantendo uma mão em minha cintura. O que para ele claramente foi espontâneo. Seu olhar se mantinha vidrado na TV que ficava em frente a nós.

Haviam muitos homens aglomerados próximos ao balcão, além de mim, havia apenas só mais uma mulher por perto de nós, isso era desconfortável. Havia praticamente apenas eu.

- As meninas ganham de lavada! - um homem ao nosso lado fala.

- Esse time é bom, eu não arriscaria. - Minho fala. - Eu tenho certeza que a outra equipe vai fazer pontos lo... - antes que ele terminasse, foi anunciado gol na tela. Os caras mais próximos passaram a xingá-lo.

- Pé frio do caralh*. - o atendente fala, fazendo Lee fechar a cara.

- Eu só sou realista - murmura. - S/n, pode segurar meu casaco? - assinto, pegando o casaco e deixando sobre meu colo, assim como sua máscara. - Obrigado!

Olhei para a TV. Era um jogo de basquete, o qual eu entendia só o básico. Eu não conhecia os times, só um, se não me engano; elas haviam perdido a capitã e um time amigo. O ônibus havia virado em um despenhadeiro.

- Você, faça o seu trabalho! - Minho chama o atendente. - Eu quero um copo de cerveja! Quer alguma coisa, S/n? - nego.

- Fala assim comigo de novo e vê se eu não te mato! Dá última vez eu cuspi na sua bebida! - joga um pano sobre o ombro.

- Você fez O QUÊ?

Ele deixou Lee falando sozinho, indo para dentro do local. Minho parecia incrédulo, mas olhou para a TV, quase berrando porque haviam perdido uma jogada.

- DANN, COMO VOCÊ ME PERDE UMA JOGADA DESSA! - bate as mãos no rosto.

O ambiente era barulhento de mais para mim, principalmente com Lee gritando no meu ouvido. Mas quando eu menos percebi, já estava envolvida na dinâmica do jogo e já havia pegado como as coisas funcionavam, torcendo para as de uniforme vermelho - eu só escolhi um time aleatório.

- Como se chama as vermelhinhas?

- Aqui sua cerveja - o atendente coloca o copo em nossa frente. - Não cuspi dessa vez, mas não me afronte novamente.

- Então, S/N - ignora o outro. - Elas são as Sneak's, meu time preferido desde que elas surgiram! - ele sorri largo. - Perderam a capitã recentemente, é o primeiro jogo sem ela. - ele faz bico.

- Lembro disso, um time amigo delas também, não foi? E o treinador. - ele assente. - Estou torcendo para elas.

- Elas estão em vantagem. Conhecem a quadra bem, sem contar que as jogadoras são muito boas e estão destinadas a ganhar, querem fazer uma homenagem aos times e só farão se ganharem. É um desafio. - encosta seu copo na boca, formando um bigode pela cerveja.

- Você está com bigode de espuma - rio, o vendo fazer bico, brincando com isso.

- E AS SNEAK'S FAZEM OUTRA CESTA! - alguém grita, me fazendo olhar para a TV. Os pontos não mantinham muita diferença.

Tirei meus saltos e deixei embaixo do banco, ouvindo Lee berrar atrás de mim, assim como a maioria dali. Era engraçado vê-lo dessa forma, era uma outra pessoa.

- Mas elas estão bem lerdas hoje - o atendente fala. - Para o furacão que elas são.

- É o primeiro jogo depois daquele acidente, não é? É normal que estejam assim. - respondo e ele assente, encarando a TV.

- Ei - Minho chama o atendente. - Eu quero outro copo!

- Lembre-se que dá última vez você saiu carregado, riquinho. - ele sorri sacana, se apoiando no balcão. - Não são suas bebidas milionárias, você cai no primeiro copo.

- Mas eu quero - Minho sorri da mesma forma. - Você encarnou em mim, não foi ChangBin?

- É raro ver riquinhos aqui, não gosto de vocês. Mereciam morrer engasgados com o caviar de vocês. - continua com o sorriso no rosto.

- Engraçado, eu pensava o mesmo dos pobres, mas gostei de me misturar com vocês. - faz bico.

- Eu ainda coloco veneno na sua bebida - brinca, se afastando do balcão. Ele e Minho riram, mas logo Lee voltou a olhar para a TV.

- Quer comer alguma coisa? - Lee pergunta próximo ao meu ouvido. - Está apenas no meio do jogo.

- Sim - assinto rapidamente. - Mas eu não quero que você pague. - respondo próximo ao seu, já que estavam conversando muito alto. - Mas não quero que você pague nada, eu posso pagar.

- É que eu vou por na conta do meu amigo, eu coloco tudo na conta dele. - ri. - Mas tudo bem, é só esperar ele voltar.

Quando o dito cujo voltou, eu não pedi mais que um salgadinho, eu não confiava em comidas de rua.

- Você é cheia de mimimi - Lee fala.

- Eu sei - me apoio em seu peito, deitando a cabeça em seu ombro. - Todo mundo diz isso.

- Todo mundo me diz isso também - envolve minha cintura. - Mas olha, você me superou!

Ficamos muito tempo assim, Minho havia até diminuído seus berros, já que estava próximo ao meu ouvido. Em compensação, ele bebia um copo atrás do outro, fazendo eu intervir.

- Não quero um bêbado comigo.

Ele fechou a cara, me olhando feio. Eu não me importei, não é como se ele não me olhasse assim sempre. Principalmente quando se emburrava com algo.

Quando o jogo acabou, a maioria ali gritou, as Sneak's - por quem torciam - haviam ganhado. Elas estavam chorando e comemorando, era o primeiro jogo e a primeira vitória depois da tragédia que ocorreu com o time. Era triste ver isso, até o outro time estava comemorando junto com elas.

- Eu não quero ver a homenagem, eu vou chorar - o atendente fala.

- Você era fã delas? - Minho pergunta.

- Não, dos Viper. Eles fizeram o vídeo de homenagem aos Viper, Sneak's e Vanquisher. - ele coloca as mãos no rosto.

- Aí não porr*, eles vão estar na homenagem? - o atendente assente. - Eu não vou ver agora, vejo quando estiver preparado. Vamos S/n, deu nossa hora.

 

- Eu também não vou ver, não estou preparado para o tombo.

Minho pegou seu casaco em meu colo, amarrando em sua cintura, e a máscara colocou em seu bolso.

- Me dá só mais uma garrafa antes de ir. - o atendente cruza os braços. - Qual é? É dá pequena e eu não estou bêbado!

- Não vou mais vender. Não gosto de você, mas não significa que quero ver alguém como você estava da última vez. Agora vai embora!

Minho fez careta e deu batidinhas em meu braço, fazendo sinal para eu levantar. Levantei e peguei meus saltos, decidindo ir descalça. Me recuso a usar isso agora.

- Eu já ia esquecendo disso - Minho murmura, pegando o guarda-chuva no balcão. - Vamos!

Saímos do bar e eu senti a água nos meus pés. Apesar de ter parado de chover, as ruas ainda estavam molhadas.

- Você tá descalça?

- Os saltos estavam me incomodando!

- Então eu também vou descalço! - tira os sapatos.

- Não precisa disso, Lee!

- Mas eu quero!

Neguei com a cabeça e sorri minimamente, seguindo na frente, enquanto ele tirava suas meias. Apesar de ser infantil, eu ia pulando nas poças de água, Minho não demorou a me imitar. Parecíamos idiotas brincando com água, mas era legal.

- Por que veio comigo? - pergunta baixo.

- Eu realmente não sei... - murmuro. - Mas gostei de ter vindo.

Ele sorriu mínimo, pulando nas poças d'água em nossa frente. Eu o acompanhei, certas vezes molhando sua calça, mas ele não fazia mais que chutar água de volta.

- Aí, quer ir para outro lugar comigo?

- Onde? - o olho.

- Gyong.

- E como vamos lá se você está privado?

- Só veja.

Semicerrei os olhos e balancei a cabeça, assentindo. Apesar de não confiar 100% em Minho, eu também não queria ir para casa agora. Quer dizer, queria... mas gosto da companhia do insuportável.

- Eu estava reparando... - Minho se pronuncia, me puxando para atravessar a rua. - Você está mais aberta comigo ultimamente.

- Impressão sua, você tá' sonhando... - desvio o olhar.

- Não estou, isso está na cara!

O ignorei, continuando brincando com as poças de água. Gyong era um bairro de ricos, eu nunca fui lá pessoalmente, só via por fotos e ouvia falar.

- Ali - aponta para um local no final da rua. Os muros eram arbustos e eles eram enormes, no portão estava escrito "Lee". - Vamos entrar pelos fundos.

- Por que você vai entrar em algo que é proibido entrar?

- Porque eu amo esse lugar, eu ia vir sozinho, é mais fácil se eu precisar correr. - me olha, saindo andando.

- Espera aí... correr? - paro de andar, mas logo voltei a o seguir.

- Existem guardas - ele ri.

Demos a volta por umas casas, saindo atrás do lugar. Minho mostrou uma falha no arbusto, passando por ele. Passei em seguida, tendo a visão de um lugar maior do que eu esperava.

- Wow... isso é grande... - sussurro.

Estávamos perto de umas árvores, mas mais para o meio havia algo como uma casa mediana, brinquedos e bancos espalhados. Fora algumas fontes. Era muito lindo.

- Aquela casa é o banco de sementes, haviam muitas coisas dentro, mas hoje é só onde guardam sementes. E ali é a estufa. - aponta para o lado oposto ao qual eu olhava. - Onde existem várias flores. - se abaixa atrás de uma árvore.

- É lindo - me abaixo ao seu lado.

- Meu pai comprou essa área e presenteou minha mãe, ela mesma construiu os brinquedos e outras coisas. Antes aqui era um bairro pobre, então isso virou mais uma pracinha. Ela fez um jardim, plantou as árvores e outras coisas. Eu amava vir aqui...

- Sua mãe parecia ser muito fofa.

- Ela era até de mais. - rimos. - Então, papai deu a minha madrasta, ela proíbe qualquer pessoa de passar pelas limitações que ela impôs, a menos que tenha autorização dela. Eu fui proibido de entrar, mas você acha mesmo que eu vou deixar de vir aqui? - ele ri.

- Não é como se ela fosse saber...

- Na verdade... se os seguranças me virem, eu me ferro, mas eu não ligo.

Percebi que havia começado a chover, pude ver lanternas serem ligadas, provavelmente dos seguranças.

- Vamos para o banco de sementes - um deles fala. - Nosso horário acaba já já.

Quando vi suas silhuetas entrando no banco, senti Lee puxar meu pulso, me puxando para correr. Não fazia muito barulho, a chuva anulava isso, mas passamos pela parte de trás da estufa, entrando na mesma.

- Você é louco - rio, deixando meus saltos em cima de uma mesa.

- Eu sei - ri. - Não gosto de estar aqui quando chove. Quando está relampejando, clareia tudo aqui dentro.

- Então por que veio?

- Porque sinto falta - ri, tirando o casaco da cintura e pondo em uma mesa.

Segui andando entre as trilhas, haviam flores de todos os tipos, era uma mais linda que a outra. Algumas me lembravam meu pai, ele acharia todas lindas, com toda certeza.

- Por que sua madrasta te proibiu de vir aqui?

- Ela sabe que é especial para mim. - se aproxima, passando um braço por meu ombro. - E por isso fechou meu acesso.

- Mas você é teoricamente o herdeiro disso, seu pai não deveria ter passado para ninguém.

- Queria que ele pensasse assim...

Lee se agachou, olhando as flores. Me agachei ao seu lado e abracei meus joelhos, vendo a flor que ele estava pegando.

- Que flor é essa? - pergunto.

- Hum... - semicerrou os olhos, parecendo pensar. - Eu não faço a mínima ideia. - ri. - Eu não entendo de planta, minha mãe que gostava dela, eu só vejo uma flor muito bonita, mas chega de aprender nomes.

Sorri de lado e neguei com a cabeça, vendo Lee sentar no chão, mesmo estando sujo de barro. Eu não fiz o mesmo, continuando da mesma forma que antes.

- S/n, obrigado por ter vindo. Fica mais agradável com você... - sussurra.

Eu não soube o que responder, sorrindo minimamente. Cansei de ficar como estava e sentei no chão, olhando fixadamente para as flores.

- Hoje foi um bom desfile. - falo.

- Aisha disse que não gostou tanto das peças... - ele sussurra.

- As peças que você confeccionou estavam incríveis, apesar de diferentes para mim. - faço careta. - E você estava incrível.

- Não mente pra me animar. - ri baixinho.

- Não estou mentindo. Se eu fosse você, estaria orgulhoso disso. HyunJin, que é o sucessor da empresa, não chamou tanta atenção quanto você. Eu assumo que mesmo te odiando, senti orgulho de você.

- Eu não acredito. - ri.

- É sério! - o olho. - Eu até falei com Zenya, pode perguntar a ela!

- Você sabe que eu vou usar isso contra você, não é? - me olha.

- Sei. Também sei que vou me arrepender de ter dito isso.

- Exatamente - rimos. - Nós agora só iremos nos ver daqui há 2 dias.

- Por quê?

- Vou ser liberado do trabalho. Eu tenho planos e eles envolvem procrastinar em casa.

- Ah sim, eu também vou ser liberada. Pretendo ficar com Felix pelos dois dias.

- Ele é meio escandaloso.

- Meio? - rio, negando com a cabeça.

Minho parecia nervoso, brincando com suas próprias mãos. Puxei uma de suas mãos e passei a brincar com seus anéis.

- Eu vou te contar uma coisa agora... eu não levo jeito com garotas. Pensei em mil formas de como beijar você agora, nenhuma me parece conveniente.

- Nada que vem de você é conveniente. - reviro os olhos. - E eu não iria querer beijar você.

- Não foi o que pareceu da última vez. Quando nós jogamos...

- Não me lembre de quando jogamos!

Ele segurou a risada. Eu queria enfiar minha cabeça em um boeiro, principalmente quando o ouvi começar a rir.

- Tá tudo bem - ele ri baixinho, balançando meu ombro. - Não adianta tentar apagar o passado, já aconteceu!

- Mas ficou no passado, eu não repetiria isso! E se eu quisesse te beijar, eu ia e te beijava!

- Simples assim? Sem pedir e nem nada?

- Não é como se você fosse rejeitar.

- Ou talvez rejeitasse - leva uma mão até meu brinco, mexendo no mesmo. - Eu não duvidaria de mim.

Eu não respondi, sentindo sua mão descer e se apoiar ao meu lado. Nos encaramos por uns minutos, acho que os dois se encaravam da mesma forma. Eu o beijaria, mas tenho uma reputação a zelar, esta inclui odiar Lee Minho.

- Bem - levanto. - Eu vou olhar o outro lado.

- Espera! - levanta, parando em minha frente. - Você quer o mesmo que eu! O que acontecer aqui... morre aqui!

- Minho, eu não vou beijar você, eu sei que você vai me infernizar por isso e... - ele me interrompe.

- Eu juro que não vou. O que acontecer aqui, vai morrer aqui!

Nos encaramos e eu apertei os olhos, talvez eu me arrependesse depois.

- Isso vai morrer aqui - murmuro, me aproximando do seu rosto e selando nossos lábios.

Não era nada mais que um selinho ingênuo, mas era o suficiente para me deixar nervosa. Nossas mãos estavam entrelaçadas, e eu tenho certeza que minha mão deve estar começando a suar terrivelmente, mas eu não me importei, correspondendo aos seus selinhos.

Lee sugou meu lábio inferior, fazendo eu apertar meus olhos e me segurar para não demonstrar que havia gostado disso, mas estava se tornando difícil não reagir a isso, e olha que eram apenas selinhos. Se a situação estava difícil para mim, se tornou ainda mais quando senti suas mãos soltarem as minhas, se agarrando a minha cintura.

- Você está me deixando nervosa - sussurro, me apoiando em seus ombros.

- Eu também estou.

Sorrimos um para o outro, continuando com os selinhos, mas então senti sua língua encostar em meus lábios, eu não pensei duas vezes em dar passagem. Mesmo sendo estranho para mim, iniciamos um beijo mais rápido. Minhas mãos que antes estavam em seus ombros, se encontraram com sua nuca, o puxando contra mim. Minha respiração se tornou acelerada, mas nesse momento eu não me importava se ele notaria, só conseguia me importar em focar em nossos lábios juntos.

Nos separamos minimamente e senti a mão de Lee subir para minha nuca, me puxando contra ele. Senti meu lábio ser mordiscado e sorri de lado, o vendo sorrir da mesma forma, deixando selinhos sobre meus lábios.

- E novamente: Para quem não queria... - ele sorri.

- Vai tudo morrer aqui - passo por ele, indo até as mesas, onde me sentei em uma delas.

- Eu preciso falar que você beija muito bem - passa por mim, indo até a ponta do lugar. - Aqui está rasgando, eles precisam concertar  isso. - senta no chão.

- Está chovendo muito. Liga para o seu motorista nos buscar. - levanto, seguindo até ele, o vendo suspendendo uma parte da lona, era um rasgo enorme.

- Daqui a pouco - prende a lona em algo, deixando o rasgo aberto. - Você se importa?

- Não - sorrio.

Lee deitou no chão, fechando os olhos. Sentei próximo a sua cabeça e fiz sinal para ele deitar em meu colo, foi o que ele fez, voltando a fechar os olhos. Eu apenas fazia carinho em seu cabelo.

- Provavelmente estamos muito sujos de barro. - me pronuncio. - Estamos no barro puro.

- Essa estufa era mais arrumada, parece que há um tempo eles não olham. Bem, eles cagam para isso.

- Ela é linda mesmo assim - sorrio minimamente.

Lee se ajoelhou em minha frente, se inclinando em minha direção.

- É o último, eu juro - sussurra. Me aproximei do seu rosto e deixei um selinho sobre seus lábios, me afastando. - Eu prometo que isso morre aqui.

- Eu não consigo confiar em você.

- Nem eu - rimos. - Mas eu vou tentar.

- Eu quero que saiba que eu ainda não vou com a sua cara.

- Eu vou fingir que acredito. Você deveria assumir que gosta de mim logo, mas como isso não vai acontecer...

- Vai morrer esperando por isso!

Ele sorriu minimamente, se jogando no chão.


Notas Finais


É isso, a primeira fase é essa e já está passando pra segunda 😂 O banner é só algo básico, de acordo com as fases ele vai melhorando, como a capa.

OLHEM MEUS PERFIS NO INSTA:

Perfil de fanarts: https://instagram.com/httpstwaiit?igshid=qmhkv9bc860z

Perfil de edits: https://instagram.com/httpstwaiit.edit?igshid=mb1fbq1dj9fe

Capítulo revisado por XxOncexX ✓


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