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História Garotos de Hogwarts - Ano 5 - Capítulo 16


Escrita por:


Notas do Autor


Olá leitores! Matheus aqui

Como dito, por conta de ser um capítulo mais curto, decidi por postar dois seguidos!

Boa leitura!

Capítulo 16 - A Sala dos Desejos Profundos - Lúcio X Harry


Harry sabe que agiu por impulso, mas agora tudo que pensava era em salvar Sirius. Ele e Hermione corriam pela floresta proibída, pensando em alguma maneira de chegar a Londres. A imagem de Sirius sendo torturado é fixa em sua mente e nada mais importava naquele momento.

Em algum momento, que já não lhe importava quando, encontrou Luna, Neville, Gina e Rony e sem escutar direito o que disseram, se viu ajudando os demais a montar em um suposto cavalo alado e invisível. Harry montou em seu testrálio e voaram rapidamente para Londres, sem ao menos pensar nas consequências.

Nos corredores do Ministério, buscou lembrar o caminho que sonhou tantas vezes. Seguiu o caminho que fez em sua audição, mas foi para a porta que lhe apareceu tantas vezes nos seu pesadelos. Atrás daquela porta, vários globos azulados estavam em infinitas estantes, e ele buscou pela sua. Até que ouviu uma voz, vindo de um dos globos:

 

"Aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas se aproxima... nascido dos que o desafiaram três vezes, nascido ao terminar o sétimo mês... e o Lorde das Trevas o marcará como seu igual, mas ele terá um poder que o Lorde das Trevas desconhece... e um dos dois deverá morrer na mão do outro pois nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver... aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas nascerá quando o sétimo mês terminar…"

 

A voz rouca foi interrompida por um Lúcio Malfoy, que andava em direção deles, determinado e com um ar de zombarias. Ele andava com uma bengala e atrás dele vinha Belatrix Lestrange, ela ria descaradamente da atitude dos garotos.

- Você achou mesmo que seu pequeno exército seria páreo para o Lorde das Trevas? - Lúcio perguntou, debochando. - Me dê a profecia, Potter.

- Se Voldemort a quer, porque não veio buscar? - Harry retrucou, tentanto ganhar tempo enquanto pensava em uma saída.

- COMO OUSA FALAR O NOME DELE? - Belatrix gritou, suas palavras ecoaram pelo local infinitamente.

- Não quer saber os segredos que rodeiam sua vida? Não quer saber o porque da cicatriz? O porque de ser você, Harry Potter, o escolhido? - Lúcio se aproximava lentamente, esticando as mãos. - É só me dar a profecia.

- Eu esperei quartoze anos...

- Eu sei. - Lúcio interrompeu.

- Posso esperar um pouco mais. AGORA! - Harry gritou e todos bradaram o feitiço estupefaça, e correram sem rumo algum.

Em meio a chuva de feitiços, Harry se separou do grupo e correu desesperadamente até a porta que viu na sua frente, abriu e fechou sem ver o que tinha dentro, parando para respirar. A profecia em sua mão esquerda brilhava um pouco, mas ele precisou do auxílio do feitiço lumos para ver onde estava.

A sala era um tanto estranha e sem sentido, havia um colchão jogado no chão e velas vermelhas acesas em toda sua volta, mas elas não iluminavam nada. Ele se virou para abrir a porta, mas ela havia desaparecido.

- Incercerous! - Uma voz gritou e Harry sentiu as cordas apertarem seu corpo. Lúcio saiu da sombras, rindo com desdém. - Garoto idiota.

A mão dele se fechou no globo azulado, que perdeu sua vida com o toque do rapaz. Lúcio se virou, mas assim como Potter, não achou a porta.

- Ah… - Disse desapontado para si mesmo.

- Onde estamos? - Harry perguntou.

- A sala dos desejos profundos. Ninguém sai dela, a não ser que façamos o que ela deseja. - Lúcio disse, sem olhar pro garoto.

- Ótimo, posso ficar aqui o quanto for necessário. - Harry disse, sentindo as cordas começarem a fraquejar. Ainda com a varinha em mãos ele disse finite e as cordas desapareceram.

- Não seja tolo, garoto. Enquanto alguém estiver aqui dentro, ninguém de fora consegue sair. Devemos ter entrado por portas diferentes no mesmo local no mesmo instante. - Lúcio buscava pelas paredes alguma dica.

- O que é isso? - Disse Harry, vendo palavras de fogo se formando no ar.

Lúcio olhou para as letras que aos poucos ganhavam forma e leu em voz alta:

- Boquete.

- O que? - Harry perguntou incrédulo.

- Burro, tenho que explicar tudo pra você? - Lúcio disse, seus cabelos loiros e longos tampando seu rosto bravo. - A sala quer que algum de nós chupe o outro.

- De jeito nenhum. - Harry disse.

- Não temos escolha! - Lúcio se ajoelhou, já havia chupado tantos paus que o de Harry Potter não seria problema algum.

- O que está fazendo? -Harry deu um passo para trás.

- Eu duvido que você vai querer me chupar, e eu estou com pressa, garoto! - Lúcio apontou a varinha para Harry. - Diffindo!

O truque foi usado mais uma vez no rapaz, que viu sua calça e cueca serem reduzidas a pedaços sem costuras e seu pau mole estava a mostra. Lúcio pegou com a mão e o colocou na boca, chupando o membro flácio e sentindo ficar duro na sua boca. Sendo de Potter ou não, adorava fazer um pau ficar duro com seu boquete.

Harry tentou ao máximo conter os gemidos, mas Lúcio chupava muito bem e não conseguiu segurar seu prazer. A cada sugada que sentia em sua glande era um gemido que dava e logo levou sua mão para a cabeça de Malfoy, fazendo ele engolir todo o seu pau.

Lúcio tentava fingir que não estava gostando daquilo, mas sentiu seu pau endurecer enquanto chupava o garoto. Aquela rola havia despertado nele a vontade de chupar novamente o próprio filho.

As letras de fogo mudaram, agora exigiam que houvesse penetração. Lúcio prontamente tirou sua roupa e seus 18 centímetros foram expostos. Harry olhou para aquele pau e agiu sem realmente ter certeza do que queria. Ele se pôs de quatro no colchão.

Lúcio não perguntou ou hesitou, apenas colocou de uma fez só seu pau no cu do garoto, ouvindo o grito do rapaz e pegando nos cabelos do garoto, puxando-o enquanto metia sem dó. Ia mostrar pra ele como é ser fodido por um Malfoy, mal sabendo ele que poucos dias atrás era Draco quem estava comendo esse cu.

Harry gritava de dor e gemia em seguida, Lúcio fodia com força e sem dó, Harry sentia a rola indo o mais fundo que podia e sendo retirada quase pro completo, só pra ser enfiava violentamente depois. Sua cabeça doia com os puchões do cabelo, mas algo naquela violência toda o excitava.

O que Lúcio escondeu de Harry, é que a sala pegava os desejos mais profundos de quem tivesse ali e os tornava realidade, forçando-os a fazer o que lhe fora ordenado. Lúcio, e seu complexo em busca de poder, desejava, de uma maneira sexual, se sentir próximo de alguém tão famoso quanto Harry. E Potter, safado com ele é, queria conhecer mais sobre a família Malfoy.

A penetração continuava forte e profunda, Harry ouvia a respiração pesada de Lúcio enquanto gemia sem restrição alguma, afinal, estava gostando daquilo bem mais do que desejava admitir.

Em um ritmo mais lento, sentiu que o loiro não aguentaria muito mais tempo. Sabendo que não tinha muito tempo a perder e lembrando de seus amigos, Harry começou a rebolar no pau, ouvindo o gemido de Malfoy quando ele estava cada vez mais perto de seu ápice.

Lúcio gozou rápido, preenchendo o inteiror do garoto de porra e se retirando ao ver a porta surgir em sua frente, ele levou consigo a profecia. Harry demorou alguns segundos para levantar. Estava processando o acontecido e deixando seu cu respirar por um tempo. Reparou suas roupas rasgadas e correu atrás do loiro, lançando vários feitiços nele, até que atravessaram mais uma porta e sentiu seu corpo cair.


Notas Finais


ATÉ A PRÓXIMA!


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