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História Garotos de Hogwarts - Ano 5 - Capítulo 17


Escrita por:


Notas do Autor


E AI MEUS QUERIDOS E FIÉIS LEITORES

Trago aqui o capítulo final dessa história que amei escrever. Queria muito agradecer a todos vocês pelo apoio durante as duas fics e por sugerirem tantos casais que amei escrever.

Espero ter feito um final que agrade vocês, e que vocês continuem a me acompanhar nas ONESHOTS (Capítulos Únicos) que farei sobre Harry Potter daqui pra frente.

Relembrando que vai ter um capítulo bônus, que vou postar logo em seguida!

Boa leitura!!!

Capítulo 17 - Fim


Harry estava em uma sala rochosa, não conseguia ver já que seu óculos estavam longe, mas sentiu o chão duro e irregular. Com suas varinhas em mão ele conjurou o óculos para perto e viu Lúcio Malfoy deitado a sua frente, a queda deve tê-lo feito desmaiar e foi o momento perfeito para Harry pegar a profecia. Ao seu lado, um portal emanava vozes que ele não conseguia ouvir.

Rony, Hermione, Gina, Neville e Luna entraram na sala por outra porta e se juntaram a ele, apontando as 6 varinhas para um Lúcio que começava a se levantar. Seus cabelos loiros estavam sobre o rosto e ele se encheu de raiva ao ver Harry segurando novamente a profecia.

- Parece que você perdeu. - Rony disse, mas seu momento não podia ter sido mais importuni, já que enquanto proferia a fala, vários vultos passaram por eles, pegando um por um e deixando Harry a sós com Mafloy.

- Me dê a profecia, ou veja seus amiguinhos morrerem. - Lúcio disse.

Harry hesitou, olhou para os amigos encurralados por comensais da morte e não teve duvida do que deveria fazer. Mais uma vez sentiu a profecia indo para as mãos do inimigo, sem poder fazer nada a respeito.

Mas no momento seguinte, uma chuva de feitiços caiu sobre aquela sala. Os membros da Ordem da Fênix surgiram e lutaram contra os comensais. Feitiços voavam para todos os lados, mas agora Harry se interessava somente em Lúcio. Sirius surgiu ao seu lado e o garoto não pode conter sua animação.

- Estupefaça! - Gritou seu padrinho, fazendo Lúcio voar longe e a profecia se despedaçar no chão. Mas no momento seguinte, viu um feitiço verde atingir Sirius, Belatrix ria alto ao ver seu primo atravessando o portal, desaparecendo na frente de Harry.

- EU MATEI SIRIUS BLACK! - Ela saiu gritando, e Harry a seguiu, pocesso de raiva e apontando a varinha. Sua vontade era de matá-la, ele queria vê-la morta mais do que tudo. Sentiu a raiva crescer dentro dele, um ódio que jamais sentiu na vida.

- Você sabe o feitiço Harry Potter… - Uma voz ecoou em sua cabeça. - Você só tem que querer. - A voz ficava mais alta, mais forte em sua cabeça, como se controlasse seu corpo. - Ela o matou, ela merece!

Naquele momento, um feitiço sobrevoou seu ombro. Alvo Dumbledore saiu de uma das lareiras do Ministério e começou um duelo épico com Voldemort. Harry ainda podia sentir a raiva, a dor, o ódio dentro dele.

Feitiços eram arremessados e chicoteavam, destruindo estátuas e deixando marcas pela parede. Os vidros todos estavam quebrados e Voldemort parecia imbatível, até que ele sumiu.

Harry se viu numa sala espelhada, completamente nu e sem conseguir saber onde estava. Via seu reflexo em todo canto e não encontrava uma saída. A voz de Voldemort começou como um sussurro em sua mente.

- Eu vejo seu coração, seus desejos, seus medos. - A voz era arrastada, carregando consigo uma lembrança de Harry invejando o tamanho do pau de Rony e de Malfoy. - Eu vejo seus pecados, seus arrependimentos. - Harry viu uma cena dele sentando no pau de Sirius, e um sentimento de vergonha percorreu seu corpo. Ele viu Cedrico o comendo e em seguida sendo morto por Rabicho.

- Sai da minha mente! - Harry gritou e a forma pálida de Voldemort e seus olhos vermelhos surgiu na sua frente.

- Harry Potter. - Voldemort disse com desdém, como se o nome fosse algo muito superior ao que o garoto realmente era. - Um viadinho de Hogwarts, putinha de todos. Como Snape disse, não pode ver uma rola que já quer dar o cu. - A risada do Lorde das Trevas ecoou pela sala.

Harry mantinha seu olhar fixo no homem, e até esqueceu que estava nu, só se lembrou quando as mãos pálidas e geladas de Voldemort agarraram seu pau amolecido.

- Olha pra essa coisa patética. - Voldemort riu, apertando com força seu membro. - Nem se compara ao pau dos Weasley que você tanto admira.

- Cala a boca!

- COMO OUSA MANDAR EM UM LORDE? - Voldemort gritou, fazendo Harry se ajoelhar e tampar os ouvidos.

Ele sentiu a mão gelada em seu queixo, forçando-o a olhar para cima.

- Você é patético Harry Potter, até mesmo na sua mente sou eu quem mando. - As robes negras que ele usava desapareceram, deixando a mostra seu corpo branco e esguio, e um pênis longo e amolecido. - OLHE PRA MIM!

E Harry se viu forçado a olhar para aquele corpo que tem tanta repulsa. Ele quis correr mas se sentia preso, queria acordar mas não parecia estar sonhando. Agora ele realmente sentiu correntes prendê-lo em seus braços, pernas e pescoço.

- Vou te fazer o que você realmente é. Uma puta. - O pau de Voldemort ficou duro, esbanjando 22 centímetros de um membro que foi colocado a força na boca de Harry. Ele sentiu o pau chegar em sua gargante e quis vomitar no mesmo instante, mas logo foi retirado com certa violência e o pau bateu em sua cara. - Chupa!

Harry quis morder, mas sua boca não obedecia, e, contra sua vontade, começou a chupar aquele pau com rapidez, lambendo toda a extensão e lambendo sua glande. Ele não sentia prazer nenhum naquilo e seu pau continuava mole, mas Voldemort gemia e dava gargalhadas com a posição em que Harry se encontrava.

Os movimentos se tornaram torturantes, e a cada segundo de desgraça para Harry era um momento de glória para Voldemort. Mesmo tudo se passando na cabeça de Harry ele conseguia sentir o prazer de ver o rapaz sofrando, chupando seu pau a força

- Você vai sofrer Potter, e depois, eu vou te matar. - Os olhos vermelhos de Voldemort se prenderam nos olhos verdes do rapaz. Ele sentiu as correntes o forçando a mudar de posição. Ele estava de quatro.

A entrada foi seca e de uma vez só, e pela primeira vez Harry não sentiu prazer. Era apenas dor, seu cu queimava sem lubrificação alguma e Voldemort fazia movimentos violentos em seu interior. Uma lágrima escorreu pelo seu rosto. Harry viu sua face no espelho, um reflexo real de sua dor.

Seus olhos se encheram de lágrimas, sentia seu corpo ser invadido, rasgado, e isso causava mais tesão em Voldemort. Ver seu grande inimigo, o rapaz que nasceu para destruí-lo, ali, de quatro, incapaz de se ajudar fazia com que o Lorde penetrasse mais fundo e com cada vez mais força. Não sentia compaixão alguma para aquela criatura fraca e tola que estava fodendo. Voldemort não precisava fazer aquilo, podia só matá-lo, mas esse não era seu estilo. Além de um assassino, era um torturador.

Retirou todo eu membro branco pálido, observando o estrago que havia feito no cu de Harry Potter. Invadindo sua mente, sabia que o rapaz havia aguentando muito mais do que aquilo, mas sempre com tesão, agora sentia a repulsa do rapaz e isso o fez querer meter tudo e, novamente, seus 22 centímetros afundaram com força e de uma vez só no cu de Harry, que soltou um grito de dor.

E na sua dor ele encontrou forças para lutar contra seu inimigo, pensou nos melhores momentos de sua vida, como se fosse conjurar um patrono. Lembrou, tão vívido quanto via nas aulas com Snape, dos momentos felizes com Rony e Hermione, de como era bem acolhido pelos Weasley.

Lembrou se sua primeira vez, lembrou de Cedrico e Krum. Lembrou de todas as vezes que o sexo lhe foi bom, e não algo ruim como estava sendo e naquele momento sentiu o pau de Voldemort saindo de seu interior. O pau de Harry estava duro, e atrás dele Rony, Fred e Jorge, Simas, Dino, Neville, Cedrico, Krum, Sirius e até Draco Malfoy. Todos estavam atrás dele, igualmente nu e excitados, todos querendo assistir aquela cena.

O Lorde estava de frente com Harry, vendo a multidão que se formou atrás do garoto. Sentindo-se cada vez mais fraco dentro da mente de Harry, mas não conseguia sair. Pela primeira vez, ele estava preso enquanto entrava na mente de alguém.

Voldemort estava de quatro, sem forças quando sentiu o pau de Harry ser penetrado de uma vez só em seu cu. Ele era orgulhoso demais para deixar a dor transparecer, mas teve de ter muita força pra segurar o grito de dor.

- Vai Harry! Arregaça o cu dele! - Gritava Rony, animado, vendo Harry se movimentar violentamente dentro do seu inimigo.

- Boa Tiago! - Sirius disse, e os demais rapazes seguiram com urras em uma torcida em unissom. A cada metida os sons dos homens aumentavam e ele se sentia mais forte, a medida que Voldemort ficava mais fraco.

Harry metia rápido e sem dó, ele queria que Voldemort sofresse, fosse humilhado e conseguiu tirar um grito de dor da boca dele quanto estocou pela última vez, tirando seu pau por completo e deixando aquela criatura no canto, arrombada e fraca.

- Não vou gastar minha porra com você. - Harry disse.

Os vidros que envolviam a sala começaram a quebrar e Voldemort desapareceu. Harry recebeu todos aqueles homens para um abraço caloroso, sentindo as várias rolas entrando em contato com o seu corpo.

 

Harry estava voltando compreender o que acontecia ao seu redor. Cornélio Fudge estava boquiaberto olhando para ele. Dumbledore estava ao seu lado, seus amigos o acolheram com abraços apertados e choro. Sua mente ainda estava no momento em que foi estuprado pro Voldemort, sentindo o ódio daquele momento. Mas logo a realidade bateu e ele se lembrou do que aconteceu.

Sirius estava morto.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!

Até o bônus!!


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