História Garotos malvados - Capítulo 23


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Garotos, Gay, Malvados, Sexo
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Palavras 918
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


música do capítulo: cigarretes after sex - nothings gonna hurt you baby

Capítulo 23 - Veredito!


O corpo de claus estava sendo enterrado no cemitério da cidade, cheguei só havia a lápide com o nome e data de nascimento e falecimento, Dylan estava lá paralisado, sozinho, cheguei bem devagar, coloquei uma flor no túmulo e apertei a mão dele.

- obrigado por vir, parece que nem todo mundo odiava de verdade meu irmão.

- onde está a mãe do Carlos?

- ela tentou se matar ontem assim que soube o que aconteceu, eu cheguei a tempo e levei ela pra uma clínica, lá ela ficará melhor.

- eu tenho certeza - ficamos uns 40 minutos ainda naquele lugar.

- dorme comigo hoje? - pede Dylan enquanto dirige.

- sim - ele aperta a minha mão.

- fiquei sabendo que vai ser uma das testemunhas do julgamento daquele assassino.

- sim, eu já esperava, éramos melhores amigos...

- já sabe o que vai dizer?

- mais ou menos, vou dizer a verdade...

- diga a verdade, diga que meu irmão sempre sustentou aquele desgraçado - ele se exausta e dá um soco no volante - espero que ele pegue prisão perpétua.

- calma Dylan, também não é assim...

- está dizendo que vai ficar contra meu irmão?

- seu irmão não está mais aqui Dylan, vingança não vai adiantar nada.

- EU NÃO ACREDITO QUE ESTÁ DEFENDENDO AQUELE MERDA! 

- não estou defendendo ninguém, mas vou dizer a verdade sim.

- a verdade é que seu ex namoradinho matou um homem inocente que o sustentava!

- um homem que abusava dele! - ele freia me fazendo bater a cabeça 

- você não pode dizer isso, ele vai se safar!

- já disse Dylan , só vou dizer a verdade 

- não sei se você é uma boa companhia hoje.

- eu não quero mais ficar com você está noite, para o carro, eu quero descer.

- para com isso, ainda falta 3 km.

- para essa droga de carro, agora! - ele para, e eu desço - caminhando vem um filme em minha cabeça, então começo a correr rapidamente chorando.

O dia do julgamento chega e eu nunca fiquei tão nervoso na vida, me arrumo, e um dia chuvoso, triste, me sento no banco das testemunhas, Dylan está do outro lado, ao lado do advogado de acusação, Carlos chega algemado, vestindo um macacão laranja, sua cabeça raspada, olhos pretos, provavelmente de não conseguir dormir, parece mais magro também.

o julgamento começa, o advogado de acusação sempre dizendo que claus era um homem perfeito, trabalhador e que cuidava da família, a mãe do Carlos não compareceu, parece que está pior, ficou completamente louca, o juíz avaliava bem o perfil de cada um, ele saberia quem estaria mentindo e quem não estava, ninguém falou nada de muito importante, eu era o último e sabia que meu depoimento mudaria tudo, assim que chamam meu nome me sento na cadeira de defesa, Dylan olha em meus olhos eu digo bem baixo " me desculpe " so ele entende, estão vai embora do julgamento sem mesmo saber o veredito.

- Carlos, o senhor tem dez minutos par a argumentar porque Carlos não deve ser julgado por essa corte - diz o juiz.

- eu não sei como começou, só sei como terminou, Carlos não matou claus injustamente, ou porque tinha ciúmes de sua mãe, matou porque era abusado sexualmente de seu padrasto diariamente - Carlos começa a chorar - ele não e um assassino, e alguém que eu amei, eu amei de verdade, minha vida inteiro foi ao seu lado, eu sei tudo dele, como ele sabe de mim, e eu nunca entendi muito essa ligação, essa loucura que claus tinha com ele, mas quando ainda éramos muito pequenos que vi os dois fazendo sexo, percebi que era alguma coisa muito estranha, claus podia o amar, mas ele tinha apenas 9 anos, 9 anos, ele podia parar e se redimir, mas a loucura em claus so só iria aumentando, com uma frequência que deixava todos preocupados, e assim que começamos a namorar ficou pior, cada dia mais pior...se Carlos matou claus, não foi por maldade, mas foi por precisão, claus nunca deixaria ele em paz, nunca.

Volto ao meu lugar, o júri entra em uma sala e trinta minutos depois volta com o veredito.

" eu declaro Carlos livre de todas as acusações, e sendo obrigado a fazer tratamento psiquiátrico pago pelo estado..."

ficamos aliviados, eu sorri, mas ainda não sabia se era o certo a se fazer.

- nickk! - gritou Carlos assim que levanto para ir embora, apenas olho, ele tira do bolso uma carta, corre e me entraga, a polícia não deixa ele ainda sair, pego a carta e vou embora, assim que estou descendo as escadarias ouço uma voz trêmula me chamando.

- Nicolas! - me viro, Dylan está com um buquê de rosas e me entrega.

- o que é isso?

- não sei se é o momento certo...eu nunca mais quero que Carlos, claus e fantasmas do passado nós aterrorizam novamente, eu quero você, eu quero...você pro resto da minha vida.

- Dylan-  e a única palavra que conseguir dizer, meu coração pulava, parecia que iria sair pela boca.

- só diga sim, diga sim, e te levo pro seu lugar favorito e la vamos fazer amor, como nunca fizemos antes - lágrimas saem de nossos olhos.

- sim, sim...-ele me abraça forte e me beija, eu posso sentir que Carlos está bem atrás de mim, eu sinto isso, mas resolvo nem olha pra trás e joga a carta dele pro alto e beijo Dylan novamente,  eu posso sentir Carlos chorando bem atrás de mim, mas eu não ligo, ou finjo que não ligo, indo pro carro de Dylan.




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