História Gatinho de Aluguel - Capítulo 4


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku, Todoroki Shouto
Tags Bakudeku, Deku Neko, Lemon, Yaoi
Visualizações 1.317
Palavras 1.369
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amados, voltei com mais um capítulo da semana, hehe
Espero que gostem ^.^
Beijos e abraços!
Boa leitura :)
P.S. Capítulo não beteado ^^

Capítulo 4 - Decisão


Cio? O que isso significava? Era algum tipo de doença que afeta apenas os nekos? Sua mente estava completamente bagunçada, afinal, seu comportamento estranho de algumas horas atrás e a preocupação exagerada pelo garoto em seu colo, eram sentimentos novos para si. O esverdeado nem mesmo prestara atenção nas palavras do loiro, a dor presente em sua virilha era tão forte que o fazia se contorcer enquanto sentia um calor exagerado emanando por todos os poros de sua pele pálida; remexeu-se quando os incômodos tornaram-se mais forte, seu olfato aguçado inalava aquele perfume amadeirado de Bakugo, que deixava a sua mente inebriada¹.

- O que quer me dizer com isso, imbecil? – grunhiu irritado com o ser do outro lado da linha, o loiro precisava ouvir algumas explicações rápidas para que pudesse ajudar o garoto, este não parava de se remexer em seu colo. – Como devo ajuda-lo a cuidar do cio? É alguma doença grave? – questionou um pouco temeroso, embora não soubesse dizer o porquê desse sentimento; os olhos vermelhos miraram o Izuku com preocupação e, ao mesmo tempo, curioso com as atitudes estranhas do mesmo, que, agora, esfregava o nariz em sua roupa, inspirando o seu perfume enquanto matinha uma expressão de prazer. – Deku, pare com isso! – resmungou sem muita convicção, afinal, seu corpo estava sendo afetado de uma maneira, no mínimo, excitante.

- Como alguém pode ser tão burro... – Todoroki suspirou do outro lado da linha. – O que mais me surpreende é o fato de teu pai deixa-lo encarregado de cuidar de um neko, sabendo que tu não sabes nada sobre o assunto. – o Katsuki estava pronto para retrucar, mas foi interrompido antes disso. –Acho que devo explica-lo como as coisas aconteceram desde o inicio, assim entenderá melhor... – suspirou. – Quando começaram as experiências para criação de nekos, os cientistas, inicialmente, utilizaram o DNA do macho da espécie, contudo, o código genético não era compatível com o do ser humano; por este motivo, muitas cobaias morreram durante o experimento. Contudo, decidiram injetar o material genético de fêmeas da mesma espécie e foi assim que surgiram os primeiros humanos geneticamente modificados. – o loiro não estava compreendendo o motivo de o outro lhe contar aquela história, afinal, sua única intenção era reverter à situação do esverdeado. – Ainda não entendeu? – houve um silêncio de ambos os lados. – Depois que te chamo de burro você fica bravo... – Shoto resmungou impaciente. –Neste caso serei direto: Deku passará cinco dias apenas querendo transar, assim como uma gata no cio. – Bakugo estava esperando tudo, menos àquela resposta inusitada. – A única diferença é que não podem engravidar. – concluiu como se fosse óbvio.

- Então... – murmurou enquanto encarava o esverdeado, que esfregava o rosto em sua barriga. – Ele quer sexo? – engoliu em seco após ouvir a própria pergunta; seu corpo tremeu levemente com a possibilidade de transar com o garoto em seu colo, imaginando se seria tão bom quanto nos sonhos que tivera no dia anterior, mas não podia fazer aquilo. – O que devo fazer para ajuda-lo? – questionou com a voz falha, já que o neko estava retirando a própria roupa; o loiro não podia negar o quanto aquela cena lhe afetou de uma maneira inesperada. Uma risada alta penetrou os seus ouvidos, deixando-o desconcertado por ter esquecido completamente do garoto do outro lado da linha. – Maldito... – grunhiu baixinho. – Nem pense em mencionar essa possibilidade!  - ameaçou enquanto trincava os dentes.

- O que eu pensei? – o loiro sabia que o maldito Todoroki sorria debochado do outro lado da linha. – O cio de um neko, dura entre quatro a cinco dias, porém pode durar muito mais dependendo de como ele passa esse período. – suspirou. – Há três formas de ajudar o Deku, contudo, não recomendo a última alternativa... – Izuku fechou os olhos com força ao sentir seu corpo esquentando novamente, a dor em sua virilha se alastrava para todas as células do seu organismo. – Eu iria sugerir que você transasse com ele... – riu-se após ouvir um rosnado. – Já que não deseja fazer isso, então procure outro neko para ajudá-lo. – Bakugo parou alguns instantes para processar o que acabara de ouvir. Ele sentia raiva só de imaginar outra pessoa tocando o corpo daquele garoto.

- “Quando comecei a agir dessa maneira?” – questionou internamente, sua mente encontrava-se uma completa bagunça, mas o loiro tinha a certeza que jamais deixaria outro neko com o esverdeado. – Ninguém irá tocar nele. – pontuou firme e houve um silêncio do outro lado da linha, os olhos vermelhos miraram a expressão de sofrimento do Midoriya, não conseguindo evitar o aperto em seu peito. – Não há outra maneira de ajudá-lo, Shouto? – o meio ruivo estava surpreso com a tamanha preocupação do amigo com o esverdeado. – Não posso deixá-lo assim... – murmurou baixo, porém foi alto o suficiente para que o outro pudesse ouvi-lo. – Você mencionou três formas de ajudá-lo, então qual é a terceira? – perguntou assim que recordou o início da conversa.

- Não é a melhor maneira de ajudá-lo, pois só irá fazê-lo sofrer por mais tempo. – o loiro sabia que estava sendo egoísta, contudo, jurou para si mesmo que nunca iria deixar alguém tirar a pureza daquele neko. – Deixe-o trancado dentro da cela, certifique-se de levar comida e água a cada hora, já que eles não costumam comer durante esse período e não se esqueça de fazê-lo comer durante esses intervalos. – Bakugo concordou sério, faria de tudo para ajudar o Izuku. – Se puder, ensine-o a se aliviar, pois irá ajudá-lo a se livrar do calor do cio. – Shouto concluiu e depois suspirou. – Tem certeza que deseja fazer isso? Você pode mantê-lo puro agora, mas o que acontecerá depois que as suas duas semanas acabarem? Acho mesmo que eles não iram descobrir sobre o primeiro cio de Deku? – Katsuki não tinha parado para pensar no que aconteceria nos próximos dias, no entanto, seu único objetivo, naquele momento, era ajudar o esverdeado. – Caso mude de idéia, posso ajudar o neko com o maior prazer. – provocou antes de desligar, deixando um loiro trincando os dentes.

- Maldito... – grunhiu enquanto espremia o celular entre seus dedos; prometeu a si mesmo que mataria o amigo assim que o encontrasse novamente. – Agora tenho que... – o loiro parou a sua fala após notar que o neko começara a se tocar de uma maneira desajeitada, a expressão de alívio estampava seu rosto, todas às vezes que massageava aquela região com os seus pequenos dedos. Izuku percebeu como poderia aliviar aquela dor, então não tardou a se livrar de todas as suas vestes, o perfume de Bakugo fazia-o ir as nuvens, mesmo não sabendo o que era ele necessitava do outro para se livrar daquele calor.

- Kacchan... – os olhos verdes estavam lacrimejados, as orelhinhas se contraiam todas as vezes que sentia uma pontada em seu ventre enquanto o rabo se enroscava nas próprias pernas. – Dói muito... – murmurou aproximando seu rosto do abdômen alheio, sua pequena mão levantou o tecido da camisa em busca da pele quente do loiro, que apenas encarava a cena, atônico. – Deku gosta do cheiro de Kacchan. – o esverdeado não tinha controle dos seus próprios atos, o corpo agia por instinto. Bakugo, finalmente, despertou do transe e retirou a cabeça do neko de seu colo antes que percebesse a ereção existente entre as suas pernas.

- “Maldição! Não acredito que estou excitado por causa dele novamente.” – resmungou em pensamento. – “Gosto de mulher!” – tentou convencer a si mesmo de que tudo aquilo era errado, pois, além de ser metade animal, também não deixava de ser um garoto. – Vou preparar algo para você comer. – disse rápido e retirou-se enquanto ouvia os gemidos suplicantes do esverdeado. – “Droga! O que está acontecendo comigo?” – Bakugo assanhou os próprios cabelos demonstrando sua frustração consigo mesmo. Odiava se importar com um neko que acabara de conhecer; odiava o seu pai por obrigá-lo a se submeter aquele trabalho; odiava a si mesmo por não conseguir desprezar o esverdeado e odiava ainda mais o fato de se sentir tão “cretino” por abandonar o outro naquela situação. No entanto, ele não podia fazer aquilo, teria que suportar a expressão de dor estampada no rosto alheio nos próximos dias. – Será melhor para ele... – nem mesmo ele tinha convicção das próprias palavras, mas nada o faria mudar de idéia.

Aquela seria uma longa semana.


Notas Finais


Gostaram? Odiaram? Deixem seus comentários hehe
Capítulo foi pequeno, porém foi necessário, ok?
E vcs achando que ia ter Lemon, não é? kkkk
Vão ter que esperar um pouco mais, rsrs
Até a próxima ^^


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