História Gatinho fofinho - Imagine Yuta - Capítulo 9


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Hansol, Jaemin, Jeno, Jisung, Kun, Mark, RenJun, Ten, Winwin, Yuta
Visualizações 819
Palavras 1.660
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura, Cherries. <3

Capítulo 9 - Yuta, é um cretino.


Fanfic / Fanfiction Gatinho fofinho - Imagine Yuta - Capítulo 9 - Yuta, é um cretino.

Yuta insistiu para levar uma vida normal como todos os humanos, querendo assumir papel de um homem responsável e trabalhar dizendo que pretende comprar muitos presentes para me agradar, sendo que seu sorriso e companhia é a melhor coisa nessa vida. Nunca achei que iria encontrar alguém como ele, homem atencioso,cuidadoso, gentil e carregando uma beleza incomum jamais vista por mim. Tem seus momentos de agir como um tremendo pervertido, e outros aparentando ser um bebê inofensivo.

Meu gatinho fofinho, que faço questão de dormir grudada todas as noites evitando que fuja de mim. Sei que pode parecer errado essa relação de híbrido e humana, mas, vejo como lados positivos se ele me faz tão bem.

Terminando meu banho, sai do banheiro encontrando com Yuta jogado na cama enquanto vasculhava algo em meu celular.

Ele está empolgado com essa decisão de arrumar um emprego, somente se esquecendo que devemos tirar seus documentos. Ele fará parte da sociedade, e isso me assusta.


Yuta — Dona, por que guarda essas fotos ainda ? — Sua expressão não era boa, vendo algo ali.

Segurando a toalha para não cair, segui em sua direção sentando ao seu lado puxando meu celular de suas mãos. Faltei socar minha própria cara, não acreditando que esqueci de apagar as fotos que havia tirado com WinWin um tempo atrás, agora meu gatinho vermelho de tanta raiva.


S/N — Yutinh.. — Levei minha mão para lhe tocar, e o mesmo deu um tapa nela.


Yuta — Não! Você gosta é desse cara ai, e não de mim! — Levantou-se furioso, logo procurando uma blusa na intenção de sair.

Rapidamente corri entrando na sua frente, impedindo-o que vista algo e saia. Abracei seu pescoço com meus braços, e o moreno ficou a tentar se soltar de mim, conseguindo facilmente por ser mais forte que eu, porém, apenas fez isso podendo me virar de costas para ele de uma forma ágil, abraçando-me fortemente por detrás.


Yuta — Apague aquelas fotos, ou te faço lembrar como sou o melhor. — Usando palavras ousadas, suspirei sôfrego em seus braços.


S/N — Não poderá me lembrar, pois estou em águas vermelhas. — Minha vontade foi de rir do lamento dele, só que eu reagi da mesma forma.

Pensando um pouco mais, o gatinho me virou de volta para ele, olhando intensamente em meus olhos, profundo e explícito. Como eu daria tudo para saber o que se passa nessa cabecinha dele, o que tanto pensa para que me olhe dessa forma.

Logo um sorriso sacana se apossou de seus lábios, suas mãos guiaram caminho até o nó da toalha, dado por mim no instante que sai do banheiro.


S/N — Amor.. Já disse que não poderemos. — Tentei avisar, no segundo que a toalha caiu e suas mãos foram de encontro com meus seios, brincando com ambos.


Yuta — Que droga! — Tirou suas mãos, logo agachando e devolvendo-me a toalha. — Apague aquelas fotos, ou vou embora!

Como esse gatinho é chantagista, usando golpes baixos sabendo que serei nocauteadas por eles. Mas tudo bem, sei que não faz por mal tudo se tratando apenas de ciúmes, igualmente outro sentiria em dar de cara com aquelas fotos no meu celular.

Não que eu goste de SiCheng ainda, somente esqueci de apaga-lás, meio tempo não querendo virar páginas de momentos amigosos que tive com o mesmo, antes de qualquer relação entre nós, houve amizade.


S/N — Tudo bem, Yutinha. — Lhe dei um selinho rápido, porém, o moreno fez questão em aprofundar afundando seus dedos em meu cabelo.

Sorri após encerrar com outros selinhos, sentindo falta de ar que esse gato sempre faz questão em me tirar.


Já com o aparelho em mãos quase esfregando na cara do gatinho rabugento, deletei todas as fotos que havia minha ao lado de WinWin, sendo que nenhumas delas não estávamos nos beijando, muito menos carinhos envolvidos no meio. Após tudo se ter ido, senti levemente aquela raiva em ter sido obrigada a fazer algo que não queria, tudo por querer ver a pessoa que tu gosta bem.

Yuta inclinou-se em minha direção fazendo bico, esperando que eu beijasse aquela boquinha deliciosa dele, mas, fazendo muito esforço deixei ele no vácuo indo me vestir finalmente.


(...)


Yuta — Dona, pare de me evitar. — Em um gesto rápido, me puxou para seu colo.

Cruzando rapidamente meus braços em frente ao peito, fiquei a encarar a TV a qual passava um canal qualquer, enquanto Yuta buscava por meus carinhos o dia todo de hoje. Cansada de fingir que não queria ele, me rendi a seus beijos molhados em meu busto, segurando seu rosto entre minhas mãos podendo beijar seus lábios viciantes.

A destra livre do gatinho apertava minha coxa desnuda, enquanto a outra puxava levemente meus cabelos conforme o beijo acelerava nos deixando sedenta um pelo outro.

Esse gatinho tem um fogo sem fim, que eu sempre busco em apagar. Bom, só que hoje não poderei infelizmente.


S/N — Yuta.. Não posso.. — Indaguei com dificuldades, devido aos arfares presos em minha garganta.

O moreno estava a mordiscar meu pescoço, com certeza marcas ficaram ali em sinal de marcação do seu território. Que feio, Yutinha.

Novamente havia tentado falar algo a mais, acabou que minha respostas saiu em sons de gemidos devido Yutinha ter adentrado com a mão em minha blusa, tocando meus seio direito, beliscando o biquinho do mesmo.


Yuta — Ah, Dona, eu estou tão duro. — Não aguentei, levando uma das mãos onde desejei, sentindo seu membro pulsar por dentro daquelas peças de roupas.


S/N — Parou! — Pulei longe, fugindo dessa tentação que é esse gato.

Do sofá o moreno me olhava tristonho, ao mesmo tempo que buscava por ar ainda arfando. Seu peito subia e descia, mesmo que usasse camiseta se podia ver daqui o seus músculos tensos, como o volume notável no meio de suas pernas, ainda mais que o mesmo estava esticado no sofá.


Yuta — Avisa quando isso for embora! — Resmungou, do nada voltando a sua forma de gato.

Meu queixo faltou cair no chão, não acreditando que ele precisou virar gato para controlar suas vontades de transar. Portanto, restou apenas eu pegar meu gatinho nos braços apercebendo de seu rostinho tristinho, mesma forma que o meu.


S/N — Poxa, Yutinha, não precisava virar gato de novo. — Acariciava suas orelhinhas fofas, e ele miou em resposta. — Por que não permaneceu homem ? Podia assistir filme agarradinho comigo.

Após minhas palavras, fiquei na esperança que se sentisse tocado voltando a ser Yuta, só que permaneceu na forma animal estressando-me. Chateada lhe joguei no chão, indo abrir a porta já que tocaram a campainha.

Por dentro eu rezava para que fosse aquele chinês do outro lado da porta, somente para Yuta se morder de ciúmes e voltar a forma a qual pode me abraçar. Faltei chorar após ter abrido a mesma, vendo que se tratava da peste do meu irmão segurando em mãos uma pequena mala.


S/N — O que faz aqui, Jisung ? — O intrometido foi logo entrando, rolando seus olhos parecendo procurar alguém.


Jisung — Ué ? Cadê aquele tal de Nakamoto ? — Encarou-me curioso.

Avistando aquele desgraçado do Yuta deitado no carpete da sala, sorri maldosa sabendo como me vingar dessa palhaçada que ele me fez.


S/N — Ah, terminei com ele. — Dei de ombros, controlando a vontade de rir do miado que o gatinho infame deu.

No mesmo instante meu irmão se virou, arregalando seus olhos por achar que o gato havia voltado, não sabendo que Nakamoto era ele.


Jisung — Bom.. Pelo menos o gato estranho voltou. — Voltou a me olhar. — Mamãe me pôs para fora de casa, então ficarei um tempo aqui.

Como eu quis gritar um não bem alto, sabendo que isso dará certo devido a identidade verdadeira de Yuta, que logo ele voltará a ser homem.

Caramba, meu irmão só aparece nos momentos errados, ainda mais agora que estou quase implorando para que Yuta assuma sua forma humano. Preciso dele.


S/N — Tem outro lugar para ficar não ? — Sorri forçado, tentando agir naturalmente. — Jeno não mora sozinho ?


Jisung — Não, ele tem namorada e eu não quero ser empata foda. — Respondeu tranquilo, ocupando o sofá todo.

Cerrando meu punhos tentei buscar calma nessa hora, respirando profundamente para não gritar e dizer que ele será empata das minhas fodas.


S/N — Certo. Só não entre no meu quarto sem aviso. — Avisei, observando Yutinha indo na direção do quarto.


Jisung — Tem almoço ainda ? Estou com fome. — Assenti, e ele me olhou pidão.

Esse rostinho já dizia tudo, querendo que eu fosse pegar para ele. Apenas fui por ser meu irmãozinho, mesmo que apareça somente para estragar minha vida.


S/N — Espero que Yuta permaneça na forma animal, até que ele vá embora. — Resmungava, pondo uma porção de comida para ele. — Mesmo que eu sinta sua falta durante esse tempo.

Voltando para a sala carregando em mãos o prato, estranhei meu irmão encarando-me com suas sobrancelhas erguidas. Também nem dei tanta importância para suas expressões que vão de zero a cem, apenas estendendo o prato em sua direção.


S/N — Aqui seu potinho de ração, coisa fofa. — Sorri divertida, vendo sua expressão mudar.


Jisung — Obrigada, sou mesmo um gatão. — Respondeu convencido, pegando de minhas mãos.

No momento que me virei para ir saber o que Yuta foi fazer no quarto, peguei um grande susto por notar que o desgraçado estava sentado todo bonitinho no sofá à minha frente, sorrindo cinicamente. Agora entendo os motivos do meu irmão.


Yuta — Ele também é um gatinho, dona ? — Questionou, confuso.

No mesmo momento virei para encarar meu irmão, que permanecia encarando Yuta da mesma forma que ele fazia com o mesmo.


Jisung — Mana, por que apenas não disse que teu namorado estava no quarto ? Poxa, sabe que eu aceitei essa relação de vocês.

Bom, aliviada por ele pensar que Yuta apenas estava no quarto esse tempo todo.



Continua..



Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo. Até mais <3

Meu perfil @MeiYeol


Divulgações. ( Fique a vontade para olhar, se quiser )
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Dêem uma olhadinha nessas fics, são muito boas, sério.

https://www.spiritfanfiction.com/historia/titio-jeon--imagine-jungkook--bts-12276485

https://www.spiritfanfiction.com/historia/as-cantadas-de-kim-taehyung--imagine-v--bts-13664994

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Dêem amor a essa fic da minha unnie, pois ela está se esforçando pra caralho nela.

https://www.spiritfanfiction.com/historia/remember--bts-13810068

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Dêem uma olhada nessas outras aqui também, é do menino BamBam, e outra da nossa esperança.

https://www.spiritfanfiction.com/historia/my-boyfriend-imagine-bambam-13757246

https://www.spiritfanfiction.com/historia/ice-heart-imagine-jhope-13223156


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