História Gatos Guerreiros - Os Três Reinos (Ocs) - Capítulo 15


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Categorias Warrior Cats (Gatos Guerreiros)
Personagens Personagens Originais
Tags Fanfics, Gatos, Gatos Guerreiros
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Palavras 1.421
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Árvore diferente.


Fanfic / Fanfiction Gatos Guerreiros - Os Três Reinos (Ocs) - Capítulo 15 - Árvore diferente.

Era cedo. O sol acabará de nascer, Pata Noturna nos cordou com miados altos e de certa forma irritantes

- Vamos!! Acordem!! Já está tarde se quiserem mesmo chegar ao destino teriam de acordar antes do sol! 

Abrindo os olhos devagar, vi que mancha e fauna já estavam em pé, porém de certa forma, mortos de cansasso.

Me espriguiçando, eu levantei praticamente do mesmo jeito. 

- Tem mesmo de ser tão cedo? Miei meio sonolenta. Porém já há de pé.  . . . Bem . . . . Meu corpo parecia estar

- Sim tem de ser mia num tom meio rápido e brincalhão.querem ou não chegar lá?  Tem muito caminho pela frente  

Pata manchada não gostava muito disso. Afinal. Outro garoto no grupo sem comandando? Não era algo que o agradava. Porém acabou que não tinha o que fazer. Apenas o olhava com desgosto.

- Vamos então?  Não quero ter acordado atoa Fauna mia. Já se dirigindo para fora da casa abandonada

Saímos meio rápido. Nada muito de diferente. Noturno ia a frente. Sem olhar para trás apenas seguindo. Eu o olhava de certa forma, curiosa, queria saber mais sobre o mesmo . . . Suas origens . . . . Como ele tem asas? Já nasceu assim ou elas cresceram conforme foi descobrindo seus poderes? Faz algo além disso? . . . Bem . . . Foram perguntas apenas para mim mesma como sempre. Porém que sei que não haveriam respostas para elas. Afinal. Ele não estava muito de papo. Porém não discordo dele, quem se abriria para uma gata que acabou de Conhescer?



Continuamos andando. Era final de tarde. O céu ameaçava chover. Porém não era desculpa para pararmos . . . Estávamos meio cansados. . . Menos noturno . . . . Me perguntava Como. Andamos bastante para aprendizes e sem descanso. O que ele tem de diferente? . . .

Não demorou muito e chegamos em uma árvore meio diferente . . . A única naquela cor  aos arredores. . . . Era bela . . . Suas filhas caiam. Algumas ao chão. Outras num pequeno laguinho raso. Sua raiz tinha uma abertura não muito pequena não meio grande. Noturno entra na mesma seguido pelos outros. Eu fiquei a fora observando a árvore.  . . Uma das folhas cai em meu focinho. Era leve. Muito leve. Logo a mesma sai com o vento. Caindo no laguinho. Foi levada enquanto eu a olhava bem concentrada . . . .


As coisas começaram a perder a cor conforme eu ia olhando aquela folha. Tudo em preto e cinza . . . E foi se aproximando de mim. Cada vez mais. Tudo que a mesma tocava morria . . . .  Eu tentava me afastar. Porém ela me cercava. Bati a bunda na árvore. Ent fiquei esperando vir até mim . . . .


- Princesa? Princesa? . . . 

Noturno me sacode e tudo volta ao normal. Eu estava meio ofegante. O que diabos tinha acontecido???

- Tudo bem Princesa? Parece assustada.

- Ahrm. . . . Sim. Estou bem. Apenas viajei em meus pensamentos.

- Hrm. Vamos. Entre logo. Vai esfriar . . . 

Assim que ele mia isso. O mesmo entra. E não demora para eu fazer o mesmo.

Apesar de não parecer. Era enorme por dentro. Os meninos haviam coloca uma fogueira ao meio. Manchinhas ajudou nisso com seus poderes. E estava deitado ao lado de fauna, os dois sorriam e conversavam. . . Parece que do nada. Todo aquele clima ruim havia mudado. Noturno se deitou do outro lado. Meio encolhido. Resolvi ir deitar ao lado do mesmo. Mas não puxei assunto. Ele me olhava de canto. . . Até Ent resolver vir miar

- Oi princesa. O que esta achando da viagem?

- Ehr. Não é uma das piores. Nunca viajei na verdade. Nunca sai muito de perto da toca até a mãe não voltar e Manto Marrom aparecer .  . .

- Manto Marrom?

- Sim . . . Um gato no qual estava nos guiando . . .

- O que aconteceu com Ele? Se cansou de Vcs?

Fiquei quieta por um tempo. Suspirei. E miei

- Ele . . .  Morreu. . . . Aqueles gatos todos pretos e estranhos o pegaram . . .


- Por sua culpa. Mancha mia meio bravo. Não demonstrava. Porém dava para se sentir

- Como é.  . . ?

- Por sua culpa! Na verdade tudo até agora foi por sua culpa . . . . A mamãe .  . . Se vc não tivesse saído a noite sozinha obrigando nosso irmão a ir atrás de vc. Ele não teria descoberto o poder dele. Assim. A mãe não teria saído para levar o mesmo a treinar. E eles não estariam mortos. . . . . 

Manto miava Retraindo as orelhas. Miava num tom mais alto. Fauna apenas ficou queita. Meio magoada. Noturno observava com atenção.

Eu retrai as orelhas

- Mancha eu nã.... fui interrompida

- Se vc não tivesse se separado do grupo. Manto Marrom também não teria morrido. Ele se levanta. Se aproximando um pouco de mim. Rosnando

- Mancha eu não sabia . . . . Se eu soub novamente 

- Se vc não tivesse feito muita coisa Aurora. Não teria estragado tanto minha vida. Ele lacrimejava. Suas garrinhas a fora eu mal vivi e já tenho de suportar os SEUS erros. 

Mancha pula em minha direção. Com raiva. Porém noturno o cancela. Derrubando Mancha e ficando sobre o mesmo. Ele precionava o gato ao chão. Era mais velho. Portanto mais forte. Suas asas balançavam um pouco. Meio abertas. As garras também a fora. Sua expressão seria

- Acho melhor não tentar denovo. . . Não venha culpar sua irmã assim. Todos cometemos erros. Ninguém é perfeito. . . . Se fizer isso denovo. Não vai acabar bem. Fui claro?

Manto sibila. Fauna e eu olhávamos eles meio assustadas.

Noturno o aperta mais forte ao chão. Triscando as garras no gato. Ele mia mais alto

- Eu fui claro?

Sei que manto não Miaria nada. Afinal. Não gosta disso. Ent eu miei pra noturno.

- Tudo bem noturno. Ele entendeu . . . Não precisa disso . . . Ainda estava meio abalada. Ent sai de lá. Indo a fora e me sentando. Uma leve brisa fria batia em meu pelo. O que me fazia tremer um pouco.

Não demorou nada e escutei os passos de outro gato. Noturno saia da "toca". Se sentando ao meu lado.

- Vc está bem Princesa? . . . . Sabe . . . Espiritualmente . . . . 

Ainda tremendo. Eu suspirei. Saia fumaça ao fazer isso. Estava relativamente frio. 

- Estou . . . . Estou sim . . .

Ele me olhava. Dava para sentir preocupação. Estendendo uma das asas. Ele me envolve nela. Quebrando a brisa fria. . . . Era bom . . . Estava ficando quente . . . . Eu não entendia . . . Porém não estava quente apenas pelo fato dele estar me esquentando. Algo dentro de mim estava quente . . . . Confortável . . . . Me fazia não querer sair dali . . . . Porém era estranho demais

- Olha. . . Obrigada pelo fato de ter me ajudado lá dentro e aqui. Porém eu posso me virar sozinha. Oky? Não preciso de sua ajuda.

Ele me olhou confuso. Miando num tom mais baixo

- Como é?  . . . .

- Isso mesmo. Não sou uma dama em defesa. Sei me virar sozinha. Não quero e não preciso de sua ajuda.

O gato respirava rápido. Não ofegante. Apenas rápido. Confuso. Ele mia mais alto.

- Não vc não consegue. Não me venha com essa por favor. Seu irmão te machucaria se eu não estivesse aqui. E a sua amiguinha não faria nada já que ela gosta do seu irmão.

- Ele não me machucaria! E não meta fauna nisso. Esses seus joguinhos de me colocar contra eles nao vai funcionar. Não duvido nada que tem algo seu por baixo daquilo tudo!

Noturno deu uma risada falha. Não de graça. Nem deboche. Era meio triste.

- Sabe o que é princesa. Vc é igual seu irmão. Pelo visto em tudo. Adora colocar a culpa nos outros e não olha para si mesma. Eu apenas quis te ajudar. E lá vem vc com esses palpites. . . Quer saber. Aurora. Vê se cresce. 

Ele mia. Abrindo as asas e saindo voando. Pela escuridão da noite. No momento eu sentia raiva . . . Porém logo senti um vazio em mim . . . Entrei na árvore. Deitando perto da fogueira. Fauna e Mancha já haviam dormido. E eu demorei a conseguir nessa noite . . .


Continua




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