História Gay Nation - Capítulo 3


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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O
Tags Baekxing Faz Cameo, Bottom!chanyeol, Chansoo, Comedia, Fluffy, Lemon, Mention!xiuchen, Porn With Plot, Side!seho, Sooyeol, Top!kyungsoo
Visualizações 256
Palavras 5.675
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


n tem nada de diferente nesse capítulo kkkk eu só dividi e pus o lemon aqui pq tava me dando agonia a discrepancia de palavras kkkkkk vai ficar tudo errado as visualizações mas minha obsessão é mais forte

Capítulo 3 - Capítulo 3


— COMO ASSIM VOCÊS AINDA NÃO TRANSARAM? —  Sehun exclamou, quase cuspindo nas panquecas que Kyungsoo tinha acabado de fazer, o que fez com que ganhasse um beliscão no braço. O colega fez uma careta de dor e estapeou a mão de Kyungsoo, fazendo um bico ao acariciar o lugar onde o colega o agredira.

—  Quer falar mais alto? Acho que a velhinha do quinto andar ainda não te ouviu muito bem — disse Kyungsoo, irritado, pegando a calda no armário. Aparentemente já esquecido da dor, Sehun encarou, faminto, enquanto Kyungsoo derramava o líquido nas panquecas fumegantes. — Ao contrário de você, eu não sou um maníaco por sexo.

Sehun revirou os olhos. —  Pelo amor de Deus, Kyungsoo, já fazem duas semanas. E você tá dizendo que não rolou nada? Nem uma sentadinha no colo, uma mão boba, uma esfregadinha?

Na verdade, tinham rolado, sim, algumas coisinhas entre ele e Chanyeol, tipo quando foram ao cinema na semana passada, e uns toques mais ousados foram trocados durante os créditos de Os Vingadores: Guerra Infinita (Kyungsoo até chegara a tocar a coxa dele, mas aí a cena pós-créditos começou e ele perdeu totalmente a atenção do rapaz que começou a guinchar que nem um esquilo quando o Nick Fury desapareceu em uma nuvem de pó).

No outro dia, estavam se pegando em cima da moto de Chanyeol e nem perceberam quando a velhinha do quinto andar já mencionada passou com a filha, que lançou um olhar reprovador sobre os dois rapazes, vermelhos e com um volume comprometedor entre as pernas. A velhinha, no entanto, sorriu para eles, mostrando a dentadura inteira, e levantou o polegar torto em um joinha. Foi até fofo, mas cortou o clima. Algo em Chanyeol deixava-o bobo como um adolescente de novo, jovem como há muito tempo não se sentia. No entanto, nenhum dos dois tinha dado aquele passo, ainda. Apesar de que, depois de sentir a bunda de Chanyeol, cheinha e macia, em suas mãos, vontade era o que não faltava.

Percebeu que estava em silêncio há muito tempo e Sehun ainda esperava uma resposta, de sobrancelhas erguidas. O amigo riria da cara dele por toda a eternidade caso revelasse as escapadas dele e de Chanyeol, então optou por evitar a fadiga. — Estamos aproveitando o tempo para nos conhecer melhor —  ele respondeu, desinteressadamente.

— Vocês já conversam e se veem o tempo todo, não há mais nada para se conhecer, exceto o corpinho nu daquele deus. —  Sehun retrucou, com a boca cheia de panquecas. — É o seguinte, faremos um encontro duplo. Eu e o Junmyeon, você e o Chanyeol. Vamos a uma baladinha, vocês vão virar uns shots, ficar soltinhos, prontos para o coito. Ficar perto de um casal sexualmente ativo vai ajudar, também — Sehun mordeu o lábio e deu uma piscadela, ao que Kyungsoo fez uma careta. —  Que tal?

—  Não mesmo —  Kyungsoo respondeu, levando o prato vazio até a pia. —  Encontros duplos são estúpidos. O Chanyeol não vai topar essa palhaçada.

— Pode ao menos falar com ele antes de recusar? Vocês precisam transar e logo. Acho que vai ser a cura definitiva para esse seu mau humor —  Sehun provocou, saindo correndo da cozinha quando Kyungsoo jogou uma colher em sua direção.

Para sua infelicidade, quando mencionou casualmente a sugestão de Sehun para Chanyeol ao telefone, o rapaz adorou a ideia. Assim, Kyungsoo viu-se novamente arrumando-se em uma noite de sexta-feira para sair com os rapazes. Em outros tempos, ele estaria navegando pelo catálogo da Netflix, comendo um prato de macarrão carbonara feito por ele mesmo e uma taça de vinho em mãos. Isso antes de Chanyeol. Droga, Park.

Sehun estava quase dando pulinhos de excitação pelo apartamento, uma toalha ao redor da cabeça enquanto se vestia. —  Hoje vai ser tão divertido, hyung! — ele cantarolava, mandando mensagens para o namorado. Junmyeon era sempre o motorista designado, já que era o único que tinha um carro.

Às 21h, a campainha do apartamento tocou. Kyungsoo abriu a porta e quase perdeu o ar. Era Chanyeol, mas ele não estava largadão como Kyungsoo o via sempre. Vestia calça justas, uma camisa de botões que marcava levemente o peito e os ombros definidos, e ele tingira o cabelo de azul. Caramba, ele até aplicara maquiagem, uma leve sombra cobria as pálpebras e a linha d’água estava marcada por delineador.

Chanyeol tomou o olhar embasbacado e a boca aberta de Kyungsoo por supresa com a nova cor de cabelo e correu os dedos pelos cachos tingidos, abrindo um sorriso tímido. —  Gostou? — perguntou, a voz profunda tirando Kyungsoo do seu estupor. Caramba, até a voz dele parecia mais atraente. Demorou para processar ao que Chanyeol se referia, e o rapaz percebeu que ele parecia perdido. —  Do cabelo. — esclareceu.

—  Ah. —  Kyungsoo respondeu, forçando-se a segurar a onda. —  Eu adorei. Muito exótico. Hm… entra. Vamos esperar o namorado do Sehun. —  Kyungsoo convidou, e o rapaz entrou, surpreendendo Kyungsoo com um beijo quando este fechou a porta. Os lábios dele estavam mais macios que nunca, e o perfume que atingiu as narinas de Kyungsoo fizeram sua cabeça girar

— Uh, vejo que já estão animados, hein? —  A voz de Sehun invadiu o recinto e fez os dois se separarem num pulo. — Ah, não parem por minha causa. Olá, vizinho! —  o colega cumprimentou Chanyeol, como a diva sorridente e glamorosa que era. Kyungsoo sempre seria o primeiro a admitir que Sehun, apesar de irritante, era realmente uma visão: alto, ombros largos, maxilar que poderia cortar pedras, cabelo sempre perfeito. Era viciado em moda e por isso estava sempre bem vestido, e não era diferente essa noite. — Gostei do cabelo. Também curto tentar umas cores novas. Há alguns meses, eu pintei de laranja. Destruiu meu cabelo, mas valeu a pena. Eu sempre tento fazer o Kyungsoo sair desse preto sem graça, mas ele sempre diz que não. Chatoooo. —  Sehun cantarolou, ao que Chanyeol riu e Kyungsoo, atrás dele, fez um gesto com o dedo sobre o pescoço do tipo vou cortar sua garganta se você não calar essa boca. E Sehun, sabiamente, calou. — Então, prontos para festejar? O Junmyeon deve chegar daqui a pouco. Chanyeol, aceita uma cerveja?

Os rapazes tomaram cervejas para esquentar até Junmyeon chegar alguns minutos depois, simpático e educado como ele só. Como o pirralho do Sehun tinha acabado com alguém como ele estava além da compreensão de Kyungsoo. Apresentações feitas, os quatro rumaram para a boate no centro da cidade, Chanyeol e Kyungsoo sentados no banco de trás, mal se tocando.

A boate não estava tão cheia, porque era cedo, e eles conseguiram uma mesa na parte de cima. A música era até legal, e Kyungsoo pensou que a noite poderia não ser tão horrível assim. Os quatro pediram drinks e shots de tequila, conversando sobre as suas vidas. Chanyeol e Sehun se deram super bem, mas isso não surpreendeu Kyungsoo: ambos eram quase da mesma idade, brincalhões e excêntricos com as cores de cabelo. Conversou com Junmyeon sobre a faculdade —  o namorado de Sehun estudava na mesma instituição. Era uma atmosfera muito boa, e Kyungsoo estava se sentindo leve e feliz porque as pessoas especiais para ele estavam em sintonia. Até permitiu que Sehun contasse para Chanyeol algumas de suas histórias comprometedoras, rindo junto com os rapazes.

À medida que a noite passava e Kyungsoo sorvia mais shots, Chanyeol parecia cada vez mais atraente. Tudo sobre ele era magnético, o modo como o cabelo azul refletia as luzes da boate, como o sorriso brilhante ficava mais fácil quando ele bebia, a forma como os músculos se moviam sob a camisa quando ele ria com vontade pela piada de Sehun. Kyungsoo não conseguia tirar os olhos do rapaz — ou as mãos. Vira e mexe, escorregava os dedos sobre a perna do rapaz sob a mesa, percorrendo de cima para baixo e apertando a coxa dele. Quando o fazia, percebia que os pelos do braço de Chanyeol arrepiaram, e o rapaz discretamente inclinava-se na direção do toque, e Kyungsoo apertava com um pouco mais de força. Aquilo já o estava deixando louco. Ele só queria levar Chanyeol para o banheiro e beijá-lo até que um dos dois não conseguisse respirar, mas Junmyeon e Sehun ainda estavam ali. Tinha que se controlar.

Resolveram encerrar a noite quando Sehun já estava dançando como um boneco de posto e querendo subir no palco do DJ. Junmyeon disse que podia levá-los até o prédio, mas Kyungsoo e Chanyeol recusaram, não estavam tão longe do apartamento deles.

—  Vocês têm certeza? —  Junmyeon perguntou, incerto, ao mesmo tempo em que tentava desviar de um Sehun alterado que tentava beijar seu pescoço, e Kyungsoo assentiu.

—  Pode ficar tranquilo, Junmyeon. Cuide do seu namorado louco — ele respondeu, indicando o amigo, que riu escandalosamente.

—  Ei, Soo, sabe o que eu e o Junmyeon vamos fazer agora? Nós vamos tran-sar! —  Sehun sussurrou, com as mãos sobre a boca, como se estivesse contando um segredo, exceto pelo fato de que ele estava falando muito alto pelo efeito do álcool e todos que estavam na porta da boate ouviram. Junmyeon ficou vermelho até a raiz dos cabelos, e Chanyeol prendeu o riso atrás de si. Sehun continuou seu papo de bêbado. —  É, vamos transar a noite inteira, e quer saber? Vocês dois — Apontou para Chanyeol e Kyungsoo — deviam fazer o mesmo! Chanyeol, por favor, fode com esse cara de uma vez! — o colega quase gritou, levantando os braços acima da cabeça. Perdeu o equilíbrio, ou o que restava dele com tanto álcool no sangue, e Junmyeon segurou-o antes que pudesse cair no chão.

— Tuuuuudo bem, chega, vamos embora —  o mais velho segurou o namorado pela cintura. —  Tchau, galera, cuidado na volta, ok? Kyungsoo, amanhã eu levo esse bebezão alcóolatra pra casa. — Junmyeon acenou em despedida, e caminhou em direção ao carro, com Sehun agarrado nele feito um coala. Era até cômica a cena, o hobbit que era Junmyeon carregando firmemente um gigante feito Sehun, agarrado em seu pescoço feito um coala. Eram mesmo um par perfeito.

Kyungsoo e Chanyeol caminharam lado a lado, o mais alto com as orelhas em chamas, provavelmente pelas palavras de Sehun, que, apesar de proferidas sob o efeito do álcool, ainda fizeram o estômago de Kyungsoo contorcer em expectativa. Vinte minutos depois, estavam no corredor em frente ao apartamento de Chanyeol. Ele quase não queria ir embora. Não queria deixar o rapaz ainda.

O rapaz virou-se para ele, com um sorriso constrangido nos lábios. — Eu gostei muito de conhecer seus amigos. Eles são muito legais mesmo.

Kyungsoo sorriu de volta.  — Deixarei eles saberem disso. Hm, não se importe com o que o Sehun diz, sabe, ele é meio sem noção. — ele disse, e ele soube que Chanyeol entendeu a que ele se referia, porque suas orelhas ficaram vermelhas de novo. Kyungsoo assentiu distraidamente, sem saber o que fazer para dissipar o momento constrangedor que protagonizaram na boate. — Então, hm… eu te vejo amanhã?

Chanyeol piscou, como se despertando de um devaneio. — Sim, claro. — ele assentiu. Kyungsoo, nervoso, murmurou um “boa noite”e deu o primeiro passo para trás, afastando-se em direção ao elevador. Não ajudou o fato de que Chanyeol não entrou no apartamento; ficou de pé ao lado da porta, com uma mão na maçaneta, encarando-o com lábios franzidos enquanto ele se afastava, como se estivesse lutando contra um impulso.

Kyungsoo estava prestes a virar as costas quando Chanyeol o chamou.

— Kyungsoo, espera!

Ele se voltou para o rapaz, que agora estava com os lábios levemente entreabertos e os olhos brilhantes.

— Você quer entrar? — ele perguntou, e o coração de Kyungsoo saltou uma batida. — Eu tenho alguns petiscos aqui… você só bebeu no bar, deve estar com fome, se você quiser…

O cérebro de Kyungsoo entrou em pane. Ele não conseguiu esboçar uma reação por uns bons dez segundos.

— Entrar… no seu apartamento? — perguntou, estupidamente, e logo quis se estapear quando Chanyeol assentiu, mortificado, parecendo preparado para uma recusa.

— Hm… claro, quero sim. — Ele conseguiu responder finalmente, tentando com todas as suas forças não pensar com a cabeça de baixo, mas falhando miseravelmente.

Chanyeol tinha dito que eles podiam comer, mas Kyungsoo não tinha fome nenhuma, ao menos não de comida propriamente dita. Além disso, voltar para um apartamento vazio às 4 da manhã nunca acabava inocentemente. E    ra justificável que ele não conseguisse se impedir de ter pensamentos um tantinho +18. Fazia muito tempo desde que ele estivera com alguém, afinal de contas. Talvez ele estivesse sendo ridículo, pensou, enquanto seguia Chanyeol para o apartamento, tentando não encarar aqueles jeans apertados que o outro vestia. Talvez o rapaz estivesse mesmo convidando-o para comer alguma coisa e o cérebro dele só estivesse dando outra proporção àquilo.

—  Não precisa tirar os sapatos — a voz profunda de Chanyeol tirou-o de seu devaneio, mas Kyungsoo o fez mesmo assim, desajeitadamente; estava bêbado, mas ainda tinha bons modos. A sala de estar dele era uma bagunça, com embalagens espalhadas pelo chão, partituras e palhetas atulhavam a mesa de centro. Ocupado em desamarrar seus cadarços, não percebeu quando Chanyeol se aproximou, sobressaltando-se ao sentir os dedos longos do rapaz acariciarem sua cabeça quase careca. Olhou para cima e viu Chanyeol encarando o topo de sua cabeça, acariciando os cabelos pequeninos de Kyungsoo. Quando percebeu que Kyungsoo o olhava, afastou a mão, hesitante. — Eu sempre quis fazer isso — confessou, timidamente, um sorriso brincando em seus lábios. Sentado no sofá, com Chanyeol em pé ao seu lado, seu rosto estava de frente para as coxas cobertas pelo jeans. Ele estava perto demais e todo o esforço que Kyungsoo fizera para livrar-se de seus hormônios foi para o saco.

— É mesmo? — Kyungsoo levantou-se devagar, tentando manter a compostura, mesmo que tivesse a sensação de que o ar ao redor deles não era suficiente para conter aquela tensão. Encontrou uma nova e inesperada coragem dentro de si, sem dúvidas fruto da bebida, que o estimulou a dar mais um passo em direção ao rapaz a sua frente. — O que mais você quer fazer, Chanyeol? — perguntou, erguendo uma sobrancelha.

Viu o jovem engolir em seco, sem tirar os olhos dele. Seu rosto estava sério agora, e as luzes da rua, única fonte de iluminação no apartamento escuro, refletiam no cabelo azul. Ainda assim, ele conseguia parecer sexy e adorável ao mesmo tempo, e aquilo não ajudava muito Kyungsoo no momento. Por um momento, receou que tivesse espantado Chanyeol com sua pergunta descarada, mas não conseguira evitar. A franqueza era sua marca; ele queria saber o que Chanyeol queria, se queria o mesmo que ele. Sabia que estava caminhando em uma linha muito tênue, podia estar entendendo tudo errado… mas então Chanyeol falou.

—  Eu quero… ficar com você — ele falou, a voz mais rouca que o normal. Percebeu que Chanyeol também estava em um estado um pouco embriagado, mas sóbrio o suficiente para lembrar das próprias palavras. —  Kyungsoo… eu gosto de você. Desde a primeira vez que eu te vi no elevador, eu te achei tão lindo. E você nunca me deu bola… eu achei que não tinha chance. Principalmente com a coisa toda da revista. Aí você me convidou pra sair e… você não era nada do que eu imaginei, era totalmente diferente, mas de um jeito muito, muito bom. Nossa, eu sou muito ruim nisso… — ele murmurou, atrapalhado, correndo os dedos pelos cabelos. — O que eu quero dizer é que… eu gosto de você. Muito. De verdade, não é porque estou bêbado ou porque quero… sabe… —  Mesmo à meia-luz do apartamento, Kyungsoo conseguiu ver Chanyeol enrubescer. Apesar disso, ele encarava-o intensamente e Kyungsoo quase não conseguia respirar. — Eu só queria que você soubesse.

Kyungsoo não conseguia mais aguentar. A confissão de Chanyeol foi tudo o que ele precisava para puxar o mais alto para um beijo apaixonado, os lábios do rapaz alto macios como sempre nos seus. Sentiu um tremor percorrendo o corpo dele junto ao seu. Não era um beijo suave como antes, e sim intenso, necessitado.

Eventualmente tiveram que se afastar para poder respirar, ambos ofegantes, mas Kyungsoo manteve a testa colada à de Chanyeol. Ele estava todo vermelhinho, e era quase vergonhoso como só aquilo era capaz de excitar Kyungsoo. — Hm… e-eu tenho que pegar algo para a gente c-comer... — Chanyeol gaguejou quando Kyungsoo desceu uma das mãos para a cintura dele e selou os lábios na lateral de seu pescoço.

— Eu não tô com fome — Kyungsoo sussurrou contra a pele macia e cheirosa de Chanyeol,  seu autocontrole desmoronando, e ele quase não reconheceu a própria voz. Mas eu quero te devorar, ele completou em sua mente, mas não disse em voz alta porque ficou com medo de parecer um maníaco. — Você tá?

Chanyeol apertou os ombros estreitos de Kyungsoo com as mãos trêmulas. Kyungsoo ergueu a cabeça e viu que ele estava com os olhos semicerrados, a boca entreaberta, e quase salivou com a visão. — N-não muito… — ele respondeu, quase inaudivelmente, e buscou a boca de Kyungsoo novamente. Kyungsoo levou a outra mão aos cabelos de Chanyeol, e ouviu o jovem gemer baixinho quando puxou de leve. O som quase o fez gemer de volta. Será que Chanyeol fazia ideia do quanto deixava Kyungsoo louco? Era tão gostoso ter o corpo dele contra o seu. A mente de Kyungsoo estava nublada pelo desejo, e piorou quando sentiu Chanyeol amassar a frente de sua camiseta, sua respiração falhando quando ele desabotoou o primeiro botão, os lábios macios grudados nos dele. Ele quebrou o beijo quando metade de sua camisa já estava aberta, os dedos frios e ágeis do mais alto em seu peito.

—  Quarto? —  perguntou, sentindo o rosto quente, e Chanyeol assentiu, arfando, pois ainda estavam na sala e Kyungsoo ainda estava com um sapato só. Chutou-o rapidamente e quase tropeçou porque Chanyeol já o estava puxando. O quarto dele não era muito diferente, com a cama desarrumada e a escrivaninha cheia de livros abertos e latas vazias de energético. Vários pôsteres cobriam as paredes, alguns de animes, um em dourado e vermelho do Homem de Ferro, e várias action figures estavam alinhadas organizadamente em prateleiras de vidro. Kyungsoo teve dois segundos para admirar aquilo tudo antes que Chanyeol lhe roubasse outro beijo, voltando a lutar com os botões.

Kyungsoo estava um pouco sem fôlego quando os dedos de Chanyeol tiraram o tecido de seus ombros e ele subitamente ficou tímido, o fato de que não se exercitava há bastante tempo vindo à sua mente. Chanyeol, porém, não pareceu se importar quando admirou o tronco nu de Kyungsoo junto ao dele, os olhos escurecendo ao descerem do peitoral até a barra dos jeans. Ninguém nunca o olhara como Chanyeol olhava.

Apertou os quadris dele com mais força, e caminhou de costas até a beira da cama, sentando-se e guiando Chanyeol para que sentasse em seu colo. Não perdeu tempo em beijar o pescoço do maior, sugando e mordiscando levemente, controlando-se para não deixar marcas, embora a pele clara de Chanyeol praticamente pedisse por elas e o mais alto gemesse cada vez que arrastava seus dentes na pele com mais força. Beijou toda a clavícula e a parte do peito exposta pela camisa. Ergueu a cabeça, a visão do rosto vermelhinho e os lábios inchados excitando-o ainda mais.

—  Sua vez —  Kyungsoo falou, indicando a camisa de Chanyeol. Obedientemente, o rapaz levantou os braços e Kyungsoo tirou-a de seu corpo. Os cachos azuis dele estavam bagunçados quando a camisa foi jogada no chão. Kyungsoo encarou o tronco nu do rapaz. Ele achava que estava preparado para ver o corpo de Chanyeol de novo, mas não estava. A pele bronzeada, o peito torneado, e, é claro, o tanquinho. Ele era lindo, escultural, e Kyungsoo pensou que devia ter feito uma coisa muito boa em outra vida para merecê-lo. Inclinou-se e beijou o peito de Chanyeol, envolvendo um dos mamilos dele com a boca logo depois, circulando-o com a língua. Foi recompensado com um gemido baixo e impaciente, sentindo as mãos grandes atrás de sua cabeça.

— Kyungsoo, vai… —  Chanyeol choramingou. O menor beijou a boca do outro novamente e tirou-o de seu colo para fazê-lo deitar no colchão, imediatamente colando os lábios, apoiado nos cotovelos sobre o rapaz. Afastou-se um pouco, distribuindo beijos pelo pescoço, peito e barriga do mais alto, até chegar à cintura dos jeans. Olhou para cima e sorriu maliciosamente e não hesitou em abrir o zíper e tirar as calças dele. Kyungsoo quase chorou com a visão daquelas pernas longas que ele estivera admirando por tanto tempo, pernas longas e torneadas, coxas lindas e branquinhas que Kyungsoo queria muito morder. Ele usava boxers pretas e já estava duro, o pau marcando o tecido, uma mancha molhada na frente, o peito subindo e descendo pela respiração pesada, lábios entreabertos e olhos semicerrados. Kyungsoo sentiu a própria ereção pulsar. Chanyeol era lindo, em todos os sentidos; queria fazer com que ele se lembrasse daquela noite, a primeira deles.

Já ia puxar a cueca do rapaz, ele segurou seu pulso. — Sua vez —  sussurrou, um sorrisinho sacana brincando em seus lábios ao imitar as palavras de Kyungsoo. O menor rapidamente se livrou dos jeans, e viu os olhos de Chanyeol fixarem-se avidamente no volume em sua cueca. Antes que ele pudesse dizer algo, agarrou os quadris estreitos, puxando-o para colar os corpos em mais um beijo apaixonado. Ambos gemeram sonoramente com a fricção entre as ereções, Kyungsoo guiando os movimentos de Chanyeol, que contra a virilha dele, e a sensação era incrível. O que mais afetava Kyungsoo não era o toque, e sim o modo como Chanyeol ia ao encontro dele, necessitado, como ele franzia as sobrancelhas em concentração e mordia o lábio para conter os gemidos, deixando-os ainda mais vermelhos e inchados. Grunhiu de prazer, e afastou-se antes que gozasse só com aquele esfrega-esfrega todo. Aquilo, sim, seria vergonhoso.

— Lubrificante? —  ele perguntou a Chanyeol, sua voz mais rouca que o normal. O mais alto se ergueu nos cotovelos e abriu a gaveta de cima do criado-mudo, puxando algumas camisinhas e um tubo de lubrificante, cuja embalagem Kyungsoo reconheceu.

— “Uh La Lube”? Não era esse que estava na capa da revista mês passado? — questionou, erguendo uma sobrancelha, deixando de lado o desejo por um tempo e sorrindo quando Chanyeol ficou vermelho.

— Hm… eu comprei para provar… —  ele disse, baixinho. — Não fico com ninguém há muito tempo e tenho minhas… ahn… necessidades. — O pensamento de Chanyeol tocando-se sozinho, os dedos melados de lubrificante, fez o calor no baixo-ventre de Kyungsoo aumentar. Inclinou-se de novo para beijar Chanyeol, doce e devagar e suave, afastando-se os olhos fechados, cílios longos tocando as bochechas rosadas. Kyungsoo não sabia se queria foder Chanyeol até ele gritar seu nome ou dormir de conchinha com ele até o amanhecer. Ele era a coisa mais fofa e gostosa do mundo ao mesmo tempo. Foda-se, pensou, vou fazer os dois.

— Kyungsoo, anda… A voz manhosa de Chanyeol tirou-o de seus pensamentos, e ele não pôde dizer não a um pedido tão tentador. Abriu a tampa do lubrificante — hora de provar se o Uh La Lube era tão bom quanto a Gay Nation dizia. Inclinou-se para tirar a boxer de Chanyeol em um movimento rápido, separou as joelhos de Chanyeol e selou os lábios no osso do quadril do vizinho, deixando um beijo molhado e rumando para o interior das coxas. Chanyeol ofegou e gemeu quando raspou os dentes e mordeu de leve, fazendo com que Kyungsoo ficasse mais confiante. Ele próprio já estava impaciente, então derramou o líquido viscoso em seus dedos, esfregando um no outro antes de deixar um selinho no canto dos lábios de Chanyeol. O maior envolveu seus ombros e beijou-o quando Kyungsoo pressionou um dedo nele, e o músico gemeu em sua boca. O indicador entrou com facilidade, e Chanyeol só moveu os quadris um pouco, e Kyungsoo expirou forte. Talvez ele tivesse “brincado” consigo mesmo mais cedo…

Colocou outro dedo junto com o primeiro, e Chanyeol respondia tão bem com cada gemido, cada suspiro, cada arfar, que deixavam Kyungsoo louco. Ele mexia os dedos no maior num vaivém cuidadoso, tentando prepará-lo da melhor maneira possível. Ele mesmo não achava que era tão grande assim —  ao contrário de Chanyeol, só tinha dado um olhada rápida, mas, nossa, ele era grande — mas queria tomar todas as precauções para não machucar Chanyeol.

O mais alto mordeu o lábio quando ele abriu e fechou os dedos dentro dele. — Você tá bem? — perguntou baixinho, e recebeu só um “sim” murmurado e um gemido rouco em resposta. Kyungsoo presumiu que aquela era a deixa para incluir um terceiro dedo. Chanyeol era tão apertado ao redor de seus dedos, e um gemido baixo escapou da garganta de Kyungsoo quando ele os moveu e sentiu-o contrair ao seu redor. Ele não tirou os olhos de Chanyeol ao tentar cada novo ângulo a fim de fazê-lo ver estrelas. Não conseguiu conter o sorriso quando o rapaz arqueou as costas, um gemido profundo saindo dos lábios vermelhos e os olhos revirando nas órbitas.

—  Faz de novo, Soo… —  Chanyeol pediu, cravando os dedos nas costas do menor. — Por favor…

Kyungsoo acatou, curvando os dedos em Chanyeol, tentando acertar de novo o lugar, principalmente porque ele amava o som dos gemidos pecaminosos que escapavam do maior, a expressão de êxtase no rosto lindo dele. Observar o rapaz desmanchar-se debaixo dele fazia coisas com sua sanidade e a do seu pau dolorosamente duro.

Quase riu ao ver Chanyeol choramingar quando tirou os dedos de dentro dele. Livrou-se rapidamente de sua cueca, grunhindo ao se ver livre do tecido que prendia sua ereção, que pingava pré-gozo. Vestiu uma das camisinhas que o rapaz jogara sobre a cama, cobrindo seu membro e espalhou mais um pouco de lubrificante pela extensão. Posicionou-se entre as pernas do rapaz e colocou só a pontinha, a glande inchada resvalando na entrada apertada de Chanyeol. O rapaz segurou seus ombros, olhando-o diretamente nos olhos, as pupilas dilatadas e escuras pelo desejo. — Kyungsoo… por favor… — gemeu, escondendo o rosto em seu pescoço, e Kyungsoo beijou os cabelos azuis, as bochechas. Abaixou a cabeça para provar mais dos lábios macios ao mesmo tempo em que começou a penetrá-lo lentamente e nem se preocupou em conter o gemido, jogando a cabeça para trás em puro êxtase. Ele era tão apertado, tão quente, tão bom…

— Porra, Chanyeol — ele grunhiu, plantando beijos por todo o rosto do maior, pelo maxilar, pelo pescoço. Esperou o vizinho relaxar, ajustando-se ao seu redor. Com as testas coladas, os olhares encontraram-se.

— Pode ir, Soo… — Chanyeol murmurou, com a voz trêmula. Kyungsoo não precisou que o pedissem duas vezes. Moveu-se em um ritmo cadenciado, tentando conter os próprios suspiros de prazer pelo calor e pela pressão em seu pau enquanto entrava e saía de dentro de Chanyeol, apreciando por alguns momentos aquela visão quase hipnotizante. O quarto estava cheio com os gemidos dos dois, a respiração de ambos ficava mais falha à medida que Kyungsoo aumentava a intensidade, indo mais rápido e mais fundo a cada movimento. Ele inclinou-se sobre o mais jovem, suas mãos correndo pelas pernas longas, apertando as coxas tão forte que conseguia ver as marcas de seus dedos. Até arriscou dar uns tapas de leve, mas fortes o suficiente para avermelhar a pele clarinha, recebendo um gemido sonoro em resposta.

Kyungsoo meteu fundo em uma estocada forte e teve o prazer imenso de sentir Chanyeol contraindo ao seu redor, unhas curtas arranhando seus ombros e omoplatas, rebolando e implorando por mais, doce e manhoso. Ele gemeu seu nome e o menor perdeu os restos de seu autocontrole, xingando enquanto continuava acertando aquele mesmo ponto. Os gemidos de Chanyeol começaram a vir mais incoerentes, e sabia que ele já estava próximo do orgasmo. Kyungsoo não estava muito longe, também.

Ele deslizou uma mão entre os corpos suados e envolveu o pau de Chanyeol, molhado de pré-gozo, e começou a masturbá-lo no mesmo ritmo das estocadas. O maior tremeu sob ele, arqueando o corpo com a sensação do toque. Seus gemidos, antes roucos, estavam cada vez mais altos. Se o síndico não expulsou os dois do prédio antes, com certeza o faria agora. Não estava nem aí.

— Kyungsoo-ahhh… — Chanyeol balbuciou, tensionando nos braços de Kyungsoo. — Eu vou gozar, ah, porra…

Kyungsoo não conseguia mais controlar. Quando sentiu Chanyeol apertando seu pau, tão próximo de gozar, ele mesmo derramou-se dentro dele, grunhindo, e sua visão explodiu em branco. Ele só conseguia sentir o corpo de Chanyeol contra o seu. Só precisou bombear o pau de Chanyeol mais algumas vezes para que o vizinho gozasse, gemendo seu nome, os dedos grandes enterrando-se em sua pele, jatos brancos sujando o abdômen e o peito dos dois. Kyungsoo continuou com os movimentos cada vez mais lentos e irregulares até não conseguir mais se sustentar, e caiu na cama ao lado de Chanyeol, respirando pesadamente e tentando acalmar seus batimentos.

— Caramba — ele começou. — Esse Uh La Lube é bom mesmo. — Olhou para Chanyeol, que não se moveu, e Kyungsoo estapeou-se mentalmente. Ótimo momento para fazer piadinha, seu babaca, pensou.

Mas então Chanyeol riu, os dentes brilhantes quase iluminavam o quarto escuro e o coração de Kyungsoo. Poderia ouvir aquele som para sempre. Os cabelos azuis estavam bagunçados e uma camada de suor brilhava em sua testa, os lábios vermelhos e inchados, mas, para Kyungsoo, ele nunca estivera tão lindo.

— É muito bom. Vamos usar de novo da próxima vez. — o maior respondeu, e Kyungsoo sentiu o coração saltar no peito, porque Chanyeol queria que eles fizessem aquilo de novo. Aproximou-se de Chanyeol, timidamente enlaçando a cintura do mais novo, que fechou os olhos, sonolento. Ele parecia exausto, mas, mesmo assim, colocou o braço em volta de Kyungsoo, puxando-o para perto. O ar frio da madrugada já avançada entrava pela janela, mas, ali no calor dos braços fortes de Chanyeol, era quente e gostoso. Kyungsoo percebeu que não havia outro lugar no mundo inteiro em que gostaria de estar. Sorriu na curva do pescoço dele, pensando no quão fodido e de quatro estava por aquele cara. Beijou suavemente o canto da boca de Chanyeol e sentou-se, os ossos ainda parecendo geleia com a intensidade do orgasmo.

— Vem, vamos nos limpar. — O maior choramingou em protesto, rolando na cama. Kyungsoo fechou a cara. — Vem logo, ou eu quebro seus bonequinhos — ordenou, autoritário, indicando as prateleiras. Chanyeol ficou branco e pulou sobre Kyungsoo, prendendo-o na cama. — Não são bonequinhos, são action figures! — ele exclamou, indignado, e Kyungsoo socou-o, rindo, e os dois rolaram sobre o outro, brigando de mentirinha. Dois minutos depois, já estavam se beijando de novo.

Com certeza, não sairiam dali tão cedo.

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1 ano depois

— Olha quem chegou! — Chanyeol entrou no apartamento, animado, carregando um monte de papéis. Kyungsoo, da cozinha, olhou para ver o que o namorado trazia. — O Baekhyun na edição comemorativa da revista! Será que ele falou sobre a nossa música?

Kyungsoo afastou-se por um momento das panelas, curioso para ver a publicação. Chanyeol procurou atrapalhadamente a matéria, ansioso, até que Kyungsoo impacientou-se e procurou no índice. Baekhyun tinha feito outro ensaio para a Gay Nation, comemorando os dez anos da revista e a sua ascensão como o solista mais famoso do país. O casal analisou as fotos, em que Baekhyun posava com flores, a estética combinando perfeitamente com as feições delicadas do cantor.

— O homem envelhece igual a vinho… só fica mais gostoso — Chanyeol comentou. Pareceu ter uma ideia e virou-se para o namorado. — Acha que ele toparia um ménage com a gente? — sugeriu, e Kyungsoo deu risada.

— Devia aceitar, considerando que a gente compôs uma música pra ele. — Kyungsoo respondeu, apontando para um ponto da revista. — A propósito, olha o que ele falou.

Chanyeol agarrou a revista, engolindo em seco. Leu em voz alta a fala da reportagem. — “O meu novo sucesso, ‘Take You Home’, foi composta por um casal gay, e é uma das canções mais bonitas que eu já tive o prazer de cantar. Um deles é um produtor incrível, e outro um cantor com uma voz de dar inveja. Eu achei lindo como eles dividem o amor pela música. Obrigado, Chanyeol e Kyungsoo, vocês são ótimos. Hwaiting!” — Olhou para Kyungsoo, com os olhos arregalados e um sorriso de orelha a orelha. — Ele falou da gente mesmo! Ele até citou nossos nomes. Vou até dar mais um view no Youtube.

Kyungsoo sorria também, contagiado pela animação do namorado enquanto os primeiros acordes da música começavam. Ficou emocionado pelas palavras de Baekhyun. Quando Chanyeol entrou em seu apartamento com uma melodia nova e partes de uma possível letra, empenhou-se em fazer uma versão demo completa. Quando gravaram no estúdio de Chanyeol, perceberam que combinaria com uma voz de tenor parecida com a de Kyungsoo, e decidiram que seria perfeito se Baekhyun cantasse. Entraram em contato com a gravadora, o solista lançou nas plataformas digitais e, bum, do nada estavam recebendo telefonemas de produtores pelo país. Kyungsoo até conseguira um contrato com uma gravadora, e Chanyeol finalmente conseguiu emprego em uma produtora associada.

— Ele é um cara muito legal. — Kyungsoo respondeu, e voltou para perto do fogão, já que, apesar de viver da música, não abria mão de cozinhar para o namorado todos os dias. — Quer saber? Talvez um dia a gente apareça na capa da revista. Ninguém compraria a minha.

Sentiu o corpo grande de Chanyeol abraçá-lo por trás e beijar o topo de sua cabeça. — Você seria recorde de vendas, amor.  — falou em seu ouvido, e Kyungsoo sorriu de canto. — Um ensaio só de avental de cozinha, porque você fica irresistível cozinhando.

Kyungsoo revirou os olhos. — Rídiculo… Saia daqui antes que eu queime a comida — ordenou, empurrando Chanyeol com os cotovelos, mas o maior apenas riu, o som reverberando no peito dele e nas costas de Kyungsoo, e apertou-o com mais força contra ele, o nariz roçando em seu pescoço.

Ele continuou cozinhando, os raios de sol do meio-dia penetrando na cozinha, e o namorado cantarolando alegremente, com a voz profunda, os versos da música deles. Kyungsoo sentia-se completo, e naqueles momentos agradecia pela correspondência que caía por engano em sua caixa de correio. Acompanhou Chanyeol na melodia, as vozes entrando em harmonia.

 

Vou te levar para casa

Apoie-se em mim...

 


Notas Finais


terminouuuu
achei q ia ser dificil escrever chansoo mas foi super gostoso, veio natural como a luz do dia, espero q vcs tenham gostado deles tanto quanto eu <3
pra quem n conhece a musica a que me referi no final, é uma station do baek chamada take you home, se vc nunca ouviu faça um favor a si mesma e va no yt ouvir e dar views ja
e @monaqueen13 musa inspiradora da fic espero que vc tenha gostado <3 finja q n me conhece na faculdade pq eu to c muita vergonha ok
also alguem sabe pq q o spirit nao deixa mais colocar a tag top!soo??? n deixa eu colocar a exclamaçao q odio
beijos e até a proxima que talvez n seja tao em breve pois tenho que tomar vergonha na cara e voltar a realidade triste dos estudos


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