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História Gay Panic - Capítulo 20


Escrita por: e BalDan_Kyunsoo


Notas do Autor


~~boa leitura 💕

Capítulo 20 - Capítulo vinte


Sorri e segurei sua mão, pegando o isqueiro e o maço antes de atravessar a sala e ir direção a escada. 

Não queria chamar atenção deles, mas… 

— Vão fazer fucfuc, né?! — escutei o Jin gritando e depois o Park rindo atrás de mim. 

— Vai se foder! — gritei de volta sem olhar para trás enquanto terminava de subir os degraus. — Último — murmurei, andando pelo corredor, sentindo o loiro entrelaçar os dedos nos meus. Engoli em seco, mas mantive a calma. Ou tentei. — Quarto dos pais do Tae — falei sapeca, abrindo a última porta do corredor. 

— Fora da lei — falou divertido e eu esperei ele entrar antes de fechar, e trancar, a porta. 

— É que a cama daqui é mais gostosa — franziu o cenho e me olhou. 

— Como é que você sabe? — sorri ladino e passei por ele, me sentando na beirada da cama. 

— Quando o Tae dá festa, é para cá que eu trago todas as minhas conquistas — arqueou uma das sobrancelhas. 

— Ou seja, eu nem sou especial — fez bico.

Ri baixo e estendi a mão para ele depois de colocar meu celular e o cigarro na mesinha de cabeceira. Ele andou até mim e o fiz ficar em pé entre minhas pernas. 

— É brincadeira — selei sua barriga exposta. — Eu dormi aqui uma vez depois de voltar de uma festa. Meu eu hétero não conseguia dormir na mesma cama que meu amigo gay. Então… Eu vim para cá já que os pais dele não estavam em casa — selei de novo. — Eu estava sozinho, não se preocupe. 

Ele sorriu e acariciou meus fios rosas, esses que não estavam tão mais escuro como quando eu pintei, enquanto eu beijava seu abdômen e não ousava tirar os olhos dos dele. 

Mordi um pouco abaixo do umbigo e enfiei os dedos na lateral da bermuda, puxando ela e a cueca para baixo, lentamente. Ele foi rápido em tirar o celular dele do bolso antes que as duas peças caíssem no chão. 

— Você realmente ficou duro… — aquilo era mais uma afirmação do que uma pergunta, mas ele riu e confirmou. 

— Tem que ser de ferro para não ficar excitado com você de quatro todo roxo — ri baixo. 

Encostei a testa na barriga dele e fechei os olhos, acariciando a parte traseira das suas coxas. 

— Que foi? — questionou, ainda fazendo carinho na minha cabeça.

— Você me deixa confuso. Eu queria entender o que sinto por você — falei, sem tirar a testa dali ou abrir os olhos.

— Achei que já tivesse aceito — suspirei. 

— Não estou falando de sexualidade — me afastei e tomei coragem para olhá-lo. — Estou falando do meu coração. 

Ele pareceu ter sido pego desprevenido e sua expressão era deveras engraçada. Eu sorri fraco e abaixei o olhar, tirando o celular da mão dele e colocando na mesinha junto ao meu. 

Escorreguei a mão para a gaveta e a abri, suspirando antes de pegar um preservativo. 

Eu sabia que estava sendo monitorado por ele e isso me deixou um pouco nervoso em relação ao que poderia acontecer dali para frente. Mas, eu queria. 

Voltei a mirar ele, ao mesmo tempo em que segurava sua mão e colocava o pacotinho ali.

— Eu quero — falei. Ele olhou para a própria mão antes de olhar para mim. 

— Tem certeza? — assenti, subindo as mãos pela lateral das suas coxas. 

— Absoluta — ele sorriu pequeno e puxou minha blusa de coelhinho, e eu ergui os braços para que conseguisse tirá-la do meu corpo. 

Depois daquilo nós nos beijamos. 

Ele se inclinou sobre mim e colou nossas bocas. Já eu retribuí enquanto deixava meu corpo deitar para trás e o puxava junto, deitando-o em cima de mim.

Findei rapidamente o beijo para me ajeitar na cama e deitar no meio dela, e, assim que se livrou da minha calça e cueca – e voltou a deitar sobre mim –, nós continuamos o beijo. 

Corri minhas mãos pelas suas costas quentes, passei pela cintura fina e parei nas nádegas redondinhas, apertando e acariciando ali por último.

Eu já conheci seu corpo e já tinha liberdade para tocá-lo. Assim como ele tinha ao tocar o meu.

Eu não tinha vergonha. Tampouco ele. 

Só que, apesar disso, eu estava nervoso. Nervoso e ansioso.

Forcei meu corpo para o lado e rolei na cama com ele, ficando por cima. Ele sorriu entre o beijo e selou minha boca algumas vezes antes de findá-lo definitivamente. 

Desci minha boca pelo seu maxilar em direção ao pescoço, devagar, e me acomodei entre suas pernas, grunhindo e sentindo meus fios serem puxados quando nossos pênis se tocaram.

Já havíamos nos agarrado daquele jeito. E não foi uma nem duas vezes. Foram muitas. Mas aquela era diferente. Diferente porque eu sabia, e ele também, que aconteceria mais do que todas as outras vezes. 

Muito mais. 

Nós demos mais alguns amassos. Se esfregando e se alisando. Rolando no colchão. Deixando beijos não só na boca, como em várias outras partes do corpo. Nós ficamos muito tempo naquela inquietação em cima dos lençóis até que chegássemos nos "finalmente". 

Eu vi Jimin se ajoelhar na cama, depois de findar um dos inúmeros beijos que trocamos, e se inclinar para pegar o lubrificante na gaveta. Eu suspirei quando vi ele abrindo aquilo, o que foi suficiente para chamar sua atenção. 

— Você quer fazer isso por mim? Ou eu posso? — perguntou. — Me preparar, digo. 

— Eu… — mordi a parte interna da boca. 

Me ajeitei – dobrando os joelhos e apoiando as solas dos pés na cama – e abri as pernas de uma maneira que ele ficasse ajoelhado entre elas antes de soltar:

Me prepara.

Ele abriu e fechou a boca algumas vezes. E, por mais que eu estivesse nervoso, sorri. Ele era fofo. 

— Você… está falando sério? — assenti. — Você não está bêbado, está? 

— Você sabe que não. Sabe como eu fico quando bebo demais — respirei fundo. — Você perguntou mais cedo o que eu estava aprontando no banheiro — falei e o vi sorrir. — Eu juro que não estava planejando nada.

— Assim é que é bom — deitou sobre mim. — Mas, eu só vou fazer isso se você me garantir que quer muito dar para mim. Tem que ser sincero.

Suspirei, mirando diretamente seus olhos. 

— Eu quero muito dar para você — ficou me encarando por um tempinho, como se estivesse julgando, antes de sorrir e selar minha boca. 

—  Eu prometo que vou cuidar de você — sussurrou contra os meus lábios. — E, mesmo que você sinta dor, vai ser gostoso depois. Mas, quero que me avise caso não queira continuar. Não é todo mundo que sente prazer. Não quero que minta para mim, está ouvindo?

Assenti. Selou uma última vez a minha boca antes de se afastar e deitar entre minhas pernas de uma maneira que seu rosto ficasse bem perto da minha intimidade. 

Ele voltou a criar um clima quente e excitante. Beijando, mordendo e chupando a parte interna das minhas coxas em direção a virilha, ao mesmo tempo em que bom bombeava meu falo duro. 

A cada toque eu ficava mais entregue a ele. E com mais vontade de fazer aquilo. Parecia que ele sabia exatamente onde tocar. Como se conhecesse meu corpo o suficiente para me deixar ainda mais atiçado por ele. 

E de fato conhecia. 

Nunca fui tocado por ninguém como fui por Park Jimin. 

— Fica de quatro para mim — pediu. Eu arfei com a entonação e me virei quando ele saiu do meio das minhas pernas. — Não fica olhando, ok? 

— 'Tá — falei, encostando minha testa no colchão. 

— Eu gosto dessa visão — murmurou, alisando minhas coxas, bunda e costas. — Gosto muito. Você é um pecado, gato. 

— Quero ver quando for a minha vez de ter essa visão — soltei, tentando distrair a mim mesmo. 

— Breve — falou e selou a nádega esquerda. —  Amanhã é domingo. Podemos transar o quanto você quiser. Se você quiser, é claro. 

Eu gemi. Não só pelas palavras, mas também pelo tapa fraco que levei na bunda.

— Eu curti saber disso — devolvi e me arrepiei quando ele soprou uma risada bem… ali.

E depois sua língua se arrastou por ali também.

Senhor do cu fechado… Aquilo realmente aconteceria? 

Puta que pariu… Eu quero muito que aquilo aconteça. 

Contraí em reflexo e o escutei gemer. Eu estava todo arrepiado, vocês não tem noção.

Ele lambeu ali mais algumas vezes antes de forçar o músculo no… buraquinho, só que eu não conseguia parar de contrair. Era automático. 

— Não contrai, gato — pediu. — Pelo menos não até eu entrar, está bem? 

Só assenti, um pouco envergonhado e sem saber exatamente o que fazer. 

Apertei o edredom e me concentrei em não apertar sua língua, essa que estava, nesse momento, dentro de mim. 

Ok… Era uma sensação diferente, mas, não era ruim. Eu estava excitado, diferente de quando fiz a chuca.

Só que ele começou a tirar e colocar. Diversas vezes, enquanto bombeava meu pênis com a mão livre. E, porra… aquilo era muito bom. O gemido foi inevitável.

Quero dizer, era bom, mas não tinha estrelas como Taehyung havia dito. Eu sentia mais prazer com ele batendo uma para mim do que me estimulando ali atrás.

Enfim… 

Ele ficou uns bons minutos com a cara enfiada na minha bunda, mas parou quando eu comecei, inconscientemente, a dar reboladas sutis. Talvez a procura das tais estrelas. 

— Tudo bem? — perguntou divertido. 

— Uhum — murmurei depois de tirar o rosto do colchão. 

— Posso continuar? — assenti de novo. 

Eu escutei ele abrindo a embalagem e, segundos depois, o líquido friozinho ser espalhado pelo meu ânus. 

— Vamos com calma, ok? Eu vou colocar um, bem devagar, e se doer muito, fala que eu paro — comunicou, passando a ponta do dedo sobre o meu orifício, espalhando mais o lubrificante. 

— 'Tá bom — eu voltei a enfiar a cara na cama quando ele forçou o dedo ali. 

Ele foi devagar e enfiou tudo sem me causar dor. Quero dizer, de fato era incômodo, mas não doía. Era apenas uma invasão estranha. Mas, como aconteceu com sua língua, foi apenas até eu me acostumar. 

Sua mão livre me punhetava e, além disso, ele beijava meu corpo, então eu tinha outras coisas para me distrair que não fosse apenas seu dedo dentro de mim.

 — O que foi? — perguntou, provavelmente por eu ter soltado uma risadinha contra o colchão.

— Nada… é que… — tirei o rosto a cama, mas não olhei para trás. — É engraçado pensar que eu estou de quatro na cama dos pais do meu melhor amigo, com um dedo enfiado no cu.

Eu ri de novo depois que disse aquilo em voz alta, e ele me acompanhou.

— Tantas outras coisas que você poderia estar pensando agora, tinha que ser justo isso? — disse entre risos.

— É que… eu estou nervoso. Estava tentando me distrair — fui sincero.

— Ah, gatinho, relaxa — beijou uma das minhas bandas. — Não precisa ficar nervoso. O hyung vai cuidar de você.

Eu assenti e voltei a afundar rosto no colchão. Ele deixou mais alguns beijos ali enquanto aumentava a velocidade que me masturbava.

E foi então que ele começou a colocar e tirar, mexendo o dedo ali como se tentasse achar algo. E, porra… caralho… Eu acho que ele achou… 

E eu gemi alto, apertando o edredom. 

— Aqui é gostoso, não é? — massageou bem lá dentro, me fazendo quase revirar os olhos. — Sabia que gays são profissionais em exames de próstata? 

Cala a boca — grunhi, ouvindo ele rir. — Só continua. 

— 'Tá gostoso? 

— 'Pra caralho — retirou o dedo dali. 

— Calma, boy. Sem pressa — disse, quando eu ameacei olhar para trás e perguntar o porquê de ter parado. Logo agora que estava gostoso, porra. — Vou colocar outro. 

E assim ele fez. Colocou dois ao mesmo tempo. Dessa vez eu senti mais do que a outra. Mas, suportável. E ele tinha uma paciência absurda que deixava tudo ainda melhor. 

Ele me fodeu com os dois dedos depois que eu me acostumei. E parecia que a cada segundo que passava, a cada vez que ele tirava e voltava a enterrar os dedos em mim, ficava mais gostoso.

— Eu quero você — choraminguei, olhando para ele por cima dos ombros. 

— Eu também. Você não tem noção da força que eu estou fazendo para conter a vontade de entrar em você — acariciou minhas costas. — Mas, ainda não. Aguenta mais um pouquinho. Eu vou colocar mais um. 

É hoje que eu saio daqui arrombado. 

Eu só resmunguei pela impaciência e voltei a enterrar a cara no colchão. Ele riu de mim antes de despejar mais um pouco de lubrificante ali e forçar três dedos.

Ok. Doeu. 

— Está doendo? — assenti, mordendo a coberta. 

Ele parou de forçar e aumentou a pressão que fazia no meu pênis, esfregando o dígito na cabecinha enquanto voltava a me foder com dois dedos depois de passar mais lubrificante. E só voltou a forçar os três quando eu comecei a gemer de prazer.

Mesmo que fosse doloroso, eu aguentei até o final. E me senti aliviado quando isso aconteceu.

— Seus dedos são tão curtos, mas parecem tão longos agora — comentei.

— Meu pau é maior que meus dedos — ele disse. 

— 'Tô fodido então — ele riu e eu o acompanhei. — Em mais de um sentido. 

— Eu não tenho do que reclamar — massageou minha próstata. 

— Eu não estou reclamando — devolvi, gemendo em seguida.

— Ótimo — começou a fazer movimentos de vai e vem. — Porra… Meu pau está doendo tanto.

— Guerreiro — o olhei por cima do ombro. — Eu te recompenso pela paciência depois.

— Comer a sua bunda já é a recompensa — eu sorri e mordi a boca quando acertou fundo. — Acha que já está pronto para me receber? 

— Se não tiver, a gente faz entrar — ele gargalhou. — Não ri, não. Eu quero muito você.

— Que coincidência — tirou os dedos dali. — Eu também te quero.

Era estranho não ter nada me invadindo.

Mas, enfim. 

— Quer ficar assim mesmo? — questionou e eu neguei.

— Quero ver você — falei, recebendo tapinhas na bunda.

— Então deita — deitei de costas na cama e fiz careta de nojinho.

Estou todo melado. É estranho. 

Voltei a apoiar a sola dos pés no colchão e se enfiou entre minhas pernas abertas, ajoelhado ali. 

— Você, praticamente, já perdeu o cabaço — abriu o preservativo. — Mas, quer dizer suas últimas palavras antes de ter um pau dentro de você? 

Corrigindo um cano PVC dentro de mim. 

Eu ri. 

— pensei, observando ele vestir o pênis com a camisinha e despejar e espelhar lubrificante em todo o seu falo. — Quero — sorri quando ele me olhou depois de tocar a glande no meu orifício, mas não me penetrando. — Foi eu quem comeu seu chocolate aquela vez quando o Hobi hyung estava lá em casa. Eu coloquei a culpa nele. Estava muito gostoso, se você quer saber. 

— Você é um desgraçado, sabia? — gargalhei. — Vai ter volta, Jungkook. Você comeu meu chocolate e eu vou comer o seu cu.

— Se for cuidadoso… sou todo seu — ele riu e assentiu mordendo a boca, colocando só a cabecinha dentro. 

— Prometo — apertei o edredom. — Vai ser gostosinho, eu prometo. 

— Confio em você — soltei sôfrego, mirando seu olhos. 

Ele entrou em mim devagar. Seus olhos ficaram nos meus o tempo inteiro, como se monitorasse minhas expressões, e sua mão direita não parava de estimular meu pênis.

Eu estava entre gemer de dor, gemer de prazer e apertar a colcha. Acabou que eu fiz tudo ao mesmo tempo. 

— Pronto — deitou sobre mim, acariciando meu rosto. — Foi tudo. Está doendo? 

— Um pouco — mordi a boca. 

— Já passa — o tom calmo dele me arrepiava. Era surreal. Eu o abracei pela cintura e ele colou a boca na minha bochecha, deitando completamente em cima de mim. — Aish… Você é tão apertadinho, gatinho. 

Eu suspirei e fechei os olhos, sentindo beijos lentos serem depositados em meu maxilar em direção ao pescoço. 

Meu deus… Tem um pênis dentro de mim.

Ok… Não é hora de pensar nessas coisas. 

— Pode — falei depois de um tempo em silêncio, vendo ele tirar o rosto dali. — Pode ir. 

— Certeza? — assenti. Ele sorriu pequeno e me beijou. E logo nossas línguas já estavam unidas. 

E, quando eu menos esperei, ele começou a ondular o quadril em cima do meu. Começou lento. Bem devagar. Como se tivesse realmente com medo que eu sentisse mais dores.

— Pode ir mais rápido — falei contra a sua boca.

Ele se afastou pouco, apoiando as mãos ao meu lado, e ficou me encarando enquanto se retirava quase totalmente de mim e voltava a enfiar tudo, até a base. 

Aquilo foi bem gostoso. 

— Não está sentindo dor mesmo? — neguei com a cabeça, segurando suas nádegas. 

— Fode logo — riu. 

— Que boca suja — revirei os olhos, foi mais por deboche do que qualquer outra coisa. 

Ele voltou a me beijar, assim como  aumentou a velocidade que entrava e saía de mim. Não era nem rápido demais, nem devagar demais. Apenas, gostoso demais. 

Lembra das estrelas que o Tae falou? Então… Eu as vi. Quando ele começou a ir mais fundo e forte, e acertou aquele lugarzinho, eu as via sempre que revirava meus olhos. 

Daquela vez eu tinha motivo para revirar eles. Prazer. Muito prazer. 

Acho que melhor do que a sensação gostosa de ser fodido, era ter Park Jimin gemendo meu nome e dizendo como era gostoso estar dentro de mim, bem no meu ouvido. Ou tê-lo olhando para mim enquanto fazia isso. 

Quero dizer, o abajur estava aceso e eu conseguia ver tudo. E eu não sentia vergonha nenhuma. Nem de vê-lo daquele jeito. E nem por ele estar me vendo daquele jeito. E me tendo daquele jeito. 

— Dar é gostoso — é… foi eu quem disse isso. 

— É? — murmurei em concordância, abraçando sua cintura com as minhas pernas. — Meter em você também é. Muito gostoso. 

— É? — sua vez de concordar. Eu o fiz tirar o rosto do meu pescoço e me olhar. Seu fios já úmidos pelo suor me aumentavam ainda mais o meu tesão. — Então continua metendo em mim. Você mete gostoso. 

E, enquanto a minha próstata era acertada diversas vezes daquela maneira, eu só me perguntava uma coisa: por que caralhos eu não fiz isso antes? 


Notas Finais


E se eu disser que só falta dez capítulos pra acabar? Vocês me matam?

O JK DEU A BUNDINHA?!

Um sonho realizado mdss 😔✊

Imagina se o Tae descobre... Ai ai

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Enfim... É isso por hoje

Se amem. Se cuidem. Se hidratem. Se protejam. Amo vocês ❤️


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