História Gêmea Martin - Capítulo 11


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Categorias Teen Wolf
Personagens Aiden, Alan Deaton, Allison Argent, Chris Argent, Cora Hale, Danny Mahealani, Decaulion, Derek Hale, Enis, Ethan, Isaac Lahey, Jennifer Blake, Kali, Laura Hale, Lydia Martin, Marin Morrell, Melissa McCall, Natalie Martin, Personagens Originais, Peter Hale, Rafael McCall, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Talia Hale
Tags Teen Wolf
Visualizações 105
Palavras 1.141
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Capitulo 11


Aiden me agarrou me beijando, abri minha boca e ele enfiou sua língua que começou a travar uma guerra com a minha. O mundo pareceu parar, eu não conseguia lembrar nem meu nome, quando a merda do ar fez falta nos separamos ofegantes.

-Para alguém que nunca beijou, você beija muito bem – fala Aiden com aquele sorriso trinta e dois dentes e estranhamente os olhos brilhando em vermelho

-Você também beija bem, mas eu não sou ninguém pra falar – falo ofegante – e só para constar seus olhos estão brilhando.

-Que? – ele fica confuso e pisca fazendo seus olhos voltarem ao normal

-Mas o que vai fazer com o Deucalion? Achei que era para me matar e se aproximar da Lydia – comento

-Vou dizer para ele que foi mais fácil chegar a você e que a sua irmã só queria saber de fazer sexo, o que não é total mentira.

-E você não se importa.

Ele da de ombros e começa a caminhar.

-Você vai querer carona? Minha moto não esta longe.

-Claro – digo o seguindo

Enquanto andávamos até a moto ficamos em silencio, eu estava pensando em falar algo quando ele puxa meu braço e eu paro me virando para o mesmo que me agarra, me beijando loucamente e eu como não sou idiota correspondo.

Quando nos separamos eu estava meio descabelada e com os lábios inchados. Aiden deu um sorriso travesso que me fez recuar, me pegou como um saco de batatas e saiu correndo pela floresta.

-AIDEN! AIDEN O QUE VOCÊ ESTA FAZENDO SEU LOUCO? ME BOTA NO CHÃO – grito que nem maluca, sorte que não tem ninguém

-Não – ele responde simplesmente ainda correndo e rindo dos meus gritos

Logo chegamos à moto e ele me sentou nela, me beijou novamente e se afastou um pouco, como se nada tivesse acontecido.

-Como eu só tenho um capacete pode usar – fala ele pegando o capacete e me entregando

Eu boto o capacete que fica folgado em mim e ele ajeita rindo, me sento direito e ele senta em minha frente. Quando a moto começa a andar coloco as mãos na parte de trás me segurando, mas o idiota acelera e eu com medo me agarro nele.

-VAI MAIS DEVAGAR – grito nervosa

-Assim é mais legal – ele responde rindo

-Idiota – resmungo

Finalmente chegamos à minha casa, já devia ser umas 22h, desci da moto e lhe entreguei o capacete.

-Apesar do susto, obrigada pela carona – falo

-Não foi nada – ele fala sorrindo

Tomo coragem e o beijo ele corresponde e novamente nossas línguas travam uma batalha que só acabou quando ficamos sem ar.

-Nem sei qual vai ser a reação da minha irmã e dos amigos dela quando souberem – falo

-Eles vão pirar – ele responde

-Não sou do grupo, eles não podem mandar em mim, e se eu fosse também não poderiam – digo firme

-Isso ai. Mostra quem manda – fala Aiden

Tirei meu celular do bolso e entreguei a ele.

-Coloca o seu numero – falo revirando os olhos quando ele me olhou confuso

Ele digitou o numero e me entregou o próprio celular para que eu fizesse o mesmo depois nós dois devolvemos o celular do outro.

-Te vejo na escola – falo indo ate a porta

-Até lá – ele diz com aquele sorriso, põe o capacete e da partida na moto, indo embora

Entro em casa, fecho a porta e me encosto na mesma suspirando.

-Gwen? Eu estava preocupada você não... – fala minha mãe aparecendo com Lydia – O que aconteceu?

-Nada. Eu... – tento falar mas não penso em nada

-Você esta descabelada, com os óculos tortos e a boca inchada – nota Lydia levantando a sobrancelha

Eu rapidamente ajeito os óculos e passo a mão no cabelo.

-onde você estava? E com quem você estava? – pergunta minha mãe

-No mirante e não é da conta de ninguém – falo subindo para o meu quarto

Deito na minha cama olhando para o nada e apago antes mesmo de perceber. Acabei sonhando com algo sem sentido.

Eu estava em uma caverna alta e grande, um rio de lava estava um pouco ao longe, olhei melhor o local e era sinistro, parecia um campo de concentração da Segunda Guerra Mundial. Pessoas meio transparentes, fantasmas, andavam por ai ou faziam coisas que eu não entendi no começo. Um parecia estar tomando banho em uma piscina de acido, outro estava empurrando uma pedra sob uma colina, e varias outras coisas horríveis que eu não poderia descrever nem se quisesse.

Andei um pouco tentando achar a saída daquele lugar horrível, vi uma grade com arame farpado, do outro lado um terreno extenso cheio de pessoas também meio transparentes. Escutei o som de asas e olhei para o céu, onde três criaturas voavam, elas tinham o corpo humanóide, pareciam as Fúrias dos livros de Percy Jackson. Uma delas olhou para mim com seus olhos vermelhos e investiu.

Acordei ofegante em um sobre salto, estava toda suada, com dor de cabeça e os olhos ardendo. Percebi que tinha dormido de óculos, o que não é bom. Fui olhar a hora e percebi que já estava quase atrasada. Corri para o banheiro tomando um banho rápido e pondo uma blusa de Supernatural, uma calça jeans meio rasgada, botas pretas cano curto e um moletom do Star Labs amarrado na cintura, prendi o cabelo em um rabo de cavalo, resolvi colocar as minhas lentes de contato inutilizadas, peguei a mochila e desci.

La embaixo meus pais e Lydia já tomavam café. Sentei com eles e comecei a comer.

-Então quem era o cara de ontem? – pergunta minha mãe atraindo a atenção de todos, principalmente meu pai, ele olhou para Lydia esperando uma resposta e ficou muito surpreso quando eu respondi

-Eu já disse que... – paro de falar quando meu celular vibra no bolso da calça

Puxo o mesmo e vejo uma mensagem do meu contato recém adicionado. Aiden.

Vou te pegar na sua casa.

Estou quase chegando.

Um sorriso involuntário escapou por meus lábios, corri da mesa para escovar os dentes e corri de volta para a sala.

-Era o cara misterioso? – pergunta minha mãe curiosa

Ouço um barulho do lado de fora e olho pela janela, era ele. Ignorei minha mãe e sai de casa o encontrando sentado na moto me esperando.

-Demorei muito? – pergunto parando ao seu lado

-Não, acabei de chegar – ele responde – onde estão os óculos?

-Resolvi testar essas lentes – respondo – se eu vou entrar nisso, já vi que vou correr no meio da floresta e apanhar se der merda, não quero quebrar os óculos.

-Você fica linda de óculos, mas também fica linda sem – ele diz me beijando

Quando nos separamos eu subi na moto e ele me entregou um capacete e pôs outro.

-Arrumei um segundo capacete – ele informa o obvio

-Percebi – digo abraçando sua cintura enquanto ele da partida na moto nos levando para o inferno



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